Meditação do dia 05/02/2016
1 Cr 22.13 “Então prosperarás, se tiveres cuidado de cumprir os estatutos e os juízos, que o Senhor mandou a Moisés acerca de Israel; esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem tenhas pavor.”
Sucesso de pai para filho – Um pensador e compositor brasileiro certo dia disse acerca das últimas gerações da nossa sociedade sociedade: “Pais trabalhadores, filhos burgueses e netos degenerados.” Na mosca! Acertou em cheio! Mas não é motivo de nos orgulharmos, nem como brasileiros, nem como pais, filhos ou netos. Na verdade, é motivo de choro, de lamentação e de arrependimento. Provavelmente, a maioria de nós conhece história e pessoas, cujos pais ou avós, foram desbravadores, criativos e muito trabalhadores e construíram uma história e um patrimônio sólido, mas que assim que foi passado para os herdeiros, tudo começou a andar rapidamente para trás e numa velocidade maior do que fora construído; e em alguns casos, já acabou tudo na terceira geração. É muito comum vermos nas cidades mais antigas, elevado número de construções enormes, que já foram fábricas, indústrias, oficinas e etc. de grande volume de serviço, empregos, geração de riquezas e orgulho, que hoje estão indo para as memórias, patrimônio histórico e ficaram na saudade de muitos. Amados, como cristãos, isso é irreal, está na contramão das promessas e vontade de Deus revelado nas Escrituras. Começando por Abraão, as bênçãos e promessas de Deus envolvendo famílias são de cunho geracional, permanente, crescente e eternas. “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos;” (Sl 78.5,6). Fracasso geracional está mais para maldição do que decorrência normal das circunstancias da vida. Davi tinha um sonho e um propósito no coração, algo grande, majestoso e que glorificaria a Deus e abençoaria a nação e Deus disse que aquilo estava certo, mas não seria ele a construir aquilo e sim seu filho, a próxima geração e que devido a obediencia, se firmariam na vida e no trono de geração em geração. Davi fez a parte dele e até adiantou coisas para facilitar para Salomão. Davi instruiu se filho dizendo-lhe que sua prosperidade como rei e como pessoa dependia de sua atitude para com Deus, sua Palavra e sua prática reverente e obediente. E me chama a atenção as antíteses citadas por Davi: “esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem tenhas pavor.” Precisa se esforçar e ter bom ânimo para fazer o que se deve fazer; não se deve ter medo e muito menos viver apavorado, assombrado. Afinal, para que serve ter uma aliança com Deus, se não consegue usufruir e desfrutar dos benefícios dela? Se é para “ralar e sofrer” então onde está a bênção e as promessas? Trabalhar sim, esforçar-se, sim, ser criativo e diligente, sim! A vida produz aquilo que é investido e semeado; quem não se arrisca e não dá passos de fé, vive seguro, mas no limite do natural e do comum – águas mais profundas, revelações maiores, grandes conquistas e suprimentos extraordinários se reserva para valentes e corajosos.
Senhor, as tuas promessas expressam o desejo do teu coração para teus filhos. Grandes e maravilhosas são as tuas obras e com certeza a intimidade do Senhor é para aqueles que te temem e te amam, esses receberam a revelação dos segredos da tua aliança. Hoje, oro a ti, em favor dos valentes do Senhor que estão desafiando gigantes, medindo forças com adversários da fé, que só a graça do Senhor para sustentar; mas nenhum dos teus ficará envergonhado, os inimigos da paz e da bênção vão cair e se prostrar e os que confiam no Senhor se levantarão e correrão com forças renovadas. Com o Senhor, saltaremos muralhas e conquistaremos o que aos olhos comuns é impossível; porque o Senhor é Deus também do impossível. Em Nome de Jesus, amém!