A Obra Que Deus Faz

Meditação do dia: 19/01/2023

“Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.” (Ex 15.13)

A Obra Que Deus Faz – Sempre que olhamos para um texto bíblico, temos a primeira impressão, aquela mensagem clara, óbvia e transparente ali na superfície. À medida que cavamos mais como numa caça ao tesouro, vamos encontrando mais preciosidades e as vezes descobrimos verdades eternas, subjacentes e prontas a abençoar a iniciativa investigativa da pessoa ao procurar com mais atenção e intenção como resultado da meditação piedosa e eficiente. Nada na Bíblia é dito de uma vez e nem tão pouco de uma vez para sempre. As revelações divinas são sempre gradativas respeitando o estágio em que cada um de seus filhos se encontram e o nível de maturidade. Assim como uma mãe não dá feijoada para um bebê de poucos dias, mas leite e mantém uma dieta adequada à medida que ele cresce e desenvolve, até o dia em que ele irá saborear aquela feijoada caprichada com toda a família. Ninguém melhor do que o Espírito Santo para saber em que nível e estágio cada um de nós estamos posicionados; anos de casa não significa necessariamente crescimento espiritual e maturidade. Mas sabemos que a completa obra de Deus na vida de qualquer um de seus filhos seguem esses três estágios: Primeiro, a obra que Deus por nós, isto é, a salvação; em segundo lugar, a obra que Deus faz em nós, isto é, a santificação; e em terceiro lugar, a obra que ele faz através de nós, isto é, o serviço. Chegar no segundo e terceiro estágios são consequências naturais de um bom projeto de crescimento da igreja onde esta pessoa está congregando e também da dedicação e consagração dela própria. Uma igreja local pode ter bons ministérios e trabalhos bem consistentes e acessíveis, mas ela não pode fazer ninguém crescer; isso depende de como cada um participa, se alimenta e se exercita nas disciplinas espirituais e se conecta ao Corpo, doa e recebe nutrientes e vida. No texto, que é a letra do cântico que os israelitas estavam cantando e celebrando ao Senhor pela vitória maravilhosa sobre o Faraó e seu exército. Eles reconhecem a bondade e direção de Deus para com o povo que ele mesmo salvara; declaram que foi a força divina que agiu e o levou à uma condição de desfrutar da presença santa e gloriosa de Deus. “A habitação da tua santidade” citada na canção indica que uma condição alcançada por eles com a graça e a força divina foi um nível de comunhão com Deus, de grande aproximação, o que eles estão chamando de “habitação da santidade divina.” Não era apenas salvação no sentido de livramento físico, emocional e geográfico, de tirá-los do governo egípcio, afastá-los do território governado por Faraó e também salvá-los da morte em combate militar. Eles entendiam coisas mais profundas naquela obra de Deus.

Senhor, queremos reconhecer as tuas mãos poderosas operando em nossas vidas, mas não apenas em bênçãos materiais, como nossas vidas de trabalho, finanças e prosperidade, mas a salvação em Cristo, a santificação, a comunhão no Espírito e a graça nos acompanhando dia a dia em tudo fazemos e as tuas mãos prosperam. Seja louvado o teu santo nome, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quem é Deus Como o Senhor?

Meditação do dia: 18/01/2023

“Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?” (Ex 15.11)

Quem é Deus como o Senhor? – Ninguém!!! Poderíamos fechar essa meditação com essa única palavra e estaria muito bem respondido. Mas não estamos apenas procurando respostas para o óbvio, mas sim nos alimentar das verdades da Palavra de Deus e nos edificar através das experiencias dos nossos queridos irmãos na fé, que no passado, no tempo deles, tiveram grandes encontros com Deus e isso ficou como legado para nossas vidas hoje. Basicamente nossa fé responde que não há outro deus ou deuses, senão o Senhor Jeová, único, e absoluto sobre tudo e todos. Mas o mundo não é feito só por cristãos ortodoxos, como no passado não havia apenas os adoradores desse Deus único. Desde que o pecado entrou no mundo ele foi afastando os homens da verdadeira fé e do verdadeiro Deus, de pouco em pouco, passo a passo, as idéias foram surgindo, tomando forma, e de repente, lá estava, uma entidade, uma celebração, um culto, uma divindade ao alcance das mãos e à medida que a civilização foi se desenvolvendo e formando novos grupos, também vieram as versões locais e tribais de deuses que se multiplicaram como praga de gafanhotos. Nos tempos de Abraão, já proliferavam as práticas politeístas em todo mundo. O Egito como um berço de civilização os reis já eram tidos como deuses e eram cultuados e venerados de todas as formas. Abraão foi chamado para servir a Deus e representa-lo num mundo que já era eivado de deuses de todas as formas e para todos os gostos. Ele serviu, testemunhou e viveu uma vida de fé e alianças muito firmes com o Deus criador, que ele gostava de chamar de “o Altíssimo, o possuidor dos céus e da terra!” Seus descendentes, herdeiros de todas as suas promessas, se tornou um povo, dentro de um contexto egípcio politeísta e que refutava com veemência a existência de um Deus sem rosto, sem forma e sem representação. Mas a fé deles prevaleceu contra tudo e contra todos e no devido tempo ali estavam eles, firmes, confiando e servindo aquele Deus que lhes dera promessas e agora vinha ao seu socorro. Faraó e os seus múltiplos deuses foram derrotados e afundados nas águas do Mar Vermelho, enquanto eles cantavam e celebravam com danças e nas suas canções faziam essas perguntas retóricas: “Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?” Não deve ficar apenas na beleza poética, como se fosse uma fé triunfalista, mas como algo experiencial de cada um de todos nós que amamos esse mesmo Deus, o servimos de coração e alma e esperamos nele, tal qual aqueles antigos hebreus, antes, durante e depois de um grande livramento. Nossos corações precisam estar prontos e comprometidos na resposta, que não há, não houve e não haverá, jamais, alguém como o nosso Deus, para sempre e eternamente, amém.

Te adoramos Senhor, te reconhecemos e glorificamos o teu santo nome! Só o Senhor é Deus, eternamente e nos alegramos em servir e amar ao Senhor. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Senhor é Homem de Guerra

Meditação do dia: 17/01/2023

“O Senhor é homem de guerra; o Senhor é o seu nome.” (Ex 15.3)

O Senhor é Homem de Guerra – Essa foi uma forma poética, figurada e que ilustrava perfeitamente o entendimento daquele povo, naquele contexto de luta pela sobrevivência. Eles sabiam pela observação e quem sabe, até por experiencias, que através das guerras os reis e povos faziam conquistas de novos territórios, conseguiam despojos e suprimentos necessários; também se defendiam de ataques e ações beligerantes de outros povos que por índole, entravam em guerra, simplesmente pelo prazer de brigar. Eles, estavam batalhando pela sobrevivência como povo e tentando conquistar o direito de saírem da condição de escravidão, para irem ao encontro das promessas que receberam pela fé. Faraó lutava por manter sua condição de soberano, senhor dos escravos e opressor, para nada e ninguém saísse de seus domínios sem a sua permissão, e essa nunca era concedida. A condição dos israelitas, do ponto de vista humano, era insustentável, mas também impossível de ser alterada. A idéia de serem livres e saírem do Egito, era considerada uma utopia, um sonho ou devaneio mental, como se fosse uma miragem. Faraó e os egípcios viam dessa forma; alguns israelitas também já tinham perdido a esperança e a fé, tanto em Deus como nas promessas. São os momentos da vida onde não se divisa qualquer perspectiva animadora; onde as portas se fecham, as luzes se apagam e as possibilidades desaparecem. O profeta Isaías fala de um remanescente que prevalece como aconteceu aqui no êxodo. “E haverá caminho plano para o remanescente do seu povo, que for deixado da Assíria, como sucedeu a Israel no dia em que subiu da terra do Egito” (Is 11.16). Um remanescente é um grupo pequeno que resta de toda a massa, que ainda acredita, ainda luta, espera e serve de catalisador para reascender a chama da esperança. Ali no antigo Egito, esses fiéis acreditaram que através de Moisés e Arão, Deus cumpriria suas promessas feitas aos antepassados e que eles sustentaram durantes esses longos anos de sofrimento, acreditando que de uma forma ou de outra, a liberdade aconteceria, pois estava contida na promessa. Lutar militarmente ou de qualquer outra forma contra o Egito e suas forças, era algo impraticável e ambos os lados sabiam disso. Na prática, Deus assumiu o comando de Israel e lutou com seu exército de anjos e com seu poder abateu todas as forças inimigas. Os israelitas então, conheceram a Deus como um “homem de guerra.” Você eu, nossas igrejas e o povo de Deus de forma geral no dia de hoje temos demandas que já sabemos serem humanamente impossíveis de serem realizadas, mas também sabemos que o Deus a quem servimos luta por nós e opera poderosamente, com mão forte em favor daqueles que nele esperam. Vivemos dias de muita racionalidade e muitas decisões feitas à base de emoções que são muito voláteis, mas a fé permanece firme e fundamentada no espírito e não na mente ou emoções. Tudo nos diz que não é assim, não dá para fazer desse jeito, os tempos são outros… mas quando voltamos para a Palavra de Deus, o que encontramos é muito firme, forte e permanente: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8). Deus ainda luta as nossas guerras!!

Pai, agradecemos as vitórias que temos conseguido, mas também pelas batalhas que travamos a cada dia. Reconhecemos a tua mão poderosa agindo por nós e lutando pela nossa causa. Nos consagramos a ti e à tua vontade para lutarmos pela justiça e a verdade, com as armas da justiça e contarmos com a tua presença poderosa conosco. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Deus de Meu Pai

Meditação do dia: 16/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Deus de Meu Pai – O Brasil tem 523 anos considerados com a data do descobrimento em Abril de 1.500 D.C. Perto dos povos antigos, como egipcios, sírios, etíopes, libaneses, gregos, e outros mais, somos muito jovens, talvez mal saímos da adolescência. Há povos milenares, com história, cultura e raízes muito profundas e estabelecidas. Além de nossa miscigenação racial e os caminhos adotados como nação, ganhamos e perdemos muitas coisas. Também fazemos parte de um contexto de viver e existir em tempos de grandes transições e como denominamos, “tempos apocalípticos.” Claro que os cristãos não acreditam em “fim de mundo” liberalmente, como alguns prognósticos falsos e alarmistas proclamaram para a virada do milênio e até causou estragos em alguns setores da vida, mas logo tudo voltou ao normal. Também não acreditamos que as autoridades nacionais com suas alianças e organizações conseguirão contornar os grandes desafios globais e reverter os quadros atuais em níveis significativos, pois essas alianças sempre falham por ações egoístas exageradas de alguns e o excesso de poder concentrado em poucas mãos. O cobertor é sempre curto demais e se cobre a cabeça, descobre os pés e vice-versa. Nada disso é estranho para quem lê a Bíblia e acredita nas palavras de Jesus e de seus apóstolos; eles profetizaram tempos difíceis e angustias nos finais dos tempos que antecedem a volta do Senhor Jesus arrebatar a igreja e estabelecer seu reino milenar. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1). As Tessalonicenses ele esclareceu: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?” (2 Ts 2.3-5). Uma questão confirmada para esses tempos é que o inimigo na sua preparação, tem roubado dos povos e nações muitos dos aspectos culturais, que são esteios, colunas que sustentam as civilizações e permite que elas se estabeleçam e se desenvolvam. São as chamadas “veredas antigas,” estabelecidas por Deus como valores universais, mas que o pecado e a rebelião dos povos mudam e destroem isso dos povos, para facilitar seus projetos de destruição. “Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele” (Jr 6.16). Na cultura ocidental, praticamente não há mais traços firmes desses marcos e alguns povos simplesmente não mais os conhecem. Nós, brasileiros somos um desses. Me responda: Qual é a veste típica brasileira? Qual a comida típica? Qual a dança típica? Qual a música típica? Qual a celebração típica nacional? A resposta: Não temos! Tempos tudo isso regionalizado, por estados ou regiões, mas não a nível nacional. Nada na cultura brasileira é permanente, até o passado é incerto. A título de exemplo, utilizando a Bíblia que é nossa regra de fé e prática; Deus fez uma aliança com Abraão e seus descendentes, quando ele não tinha filho. Isaque orava e clamava pelo “Deus de meu pai Abraão.” Jacó, orava e confiava no “Deus de meus pais Abraão e Isaque.” Os filhos de Jacó expressavam em suas orações: “O Deus de nossos pais Abraão, Isaque e Jacó.” Quando se tornaram uma nação eles diziam: “o Deus de Abraão, Isaque e Israel…” e assim o fazem até hoje. A fé e o culto era passado de geração em geração. Eu me preocupo e dói meu coração ao ver quantos “desviados do Evangelho” desigrejados, apóstatas, heréticos e um grande número de “coisas” porque não dá para chamar de igrejas, pastores, ou comunidades de fé. Não tem raiz alguma. Discipulado verdadeiro é o caminho para que gerações de filhos de Deus prevaleçam produzam novas gerações vencedoras, firmes, conquistadoras. Os pais são responsáveis pelos seus filhos e cada geração é responsável pela próxima geração.

Senhor, te conhecemos nas escrituras como um Deus geracional, com pactos e alianças de valor eterno e firmados em Palavras eternas e confirmadas pelo sacrifício de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A igreja está aqui, deixada pelo Senhor, para anunciar as boas novas e proclamar a graça de Deus para salvação de todo aquele que crê. O Senhor é o meu Deus, de geração em geração, por todos os séculos e por toda a eternidade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Habitação de Deus

Meditação do dia: 15/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Habitação de Deus – Há boas e importantes diferenças entre a Velha e a Nova Aliança. As sombras, os símbolos e os rituais físicos-materiais apontavam para realidades maiores, mais firmes e permanentes que se realizaram na Nova Aliança. Em Cristo Jesus, sua vida, seus ensinos, feitos e sacrifício na cruz, ressurreição e ascensão gloriosa e até futura vinda, tudo que estava previsto e simbolizado nos cultos e rituais do Velho Testamento, agora são realidades palpáveis para todos os filhos de Deus. Um aspecto importante, foi citado aqui no cântico de Moisés e do povo, que eles fariam uma habitação para Deus. O que eles entendiam e podiam fazer, realmente fizeram, construíram um tabernáculo para cultuarem a Deus, através de seus sacrifícios, ofertas, com seus significados e aplicações espirituais através dos simbolismos. Esse tabernáculo era uma tenda móvel, muito bem feita artesanalmente com materiais de primeira qualidade, tecidos, objetos e tudo foi trabalhado por mãos muito habilidosas e ainda ungidas e supervisionadas por pessoas que receberam uma unção especial para servir naquelas questões. “Depois disse Moisés aos filhos de Israel: Eis que o Senhor tem chamado por nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá. E o Espírito de Deus o encheu de sabedoria, entendimento, ciência e em todo o lavor, E para criar invenções, para trabalhar em ouro, e em prata, e em cobre, E em lapidar de pedras para engastar, e em entalhar madeira, e para trabalhar em toda a obra esmerada. Também lhe dispôs o coração para ensinar a outros; a ele e a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã. Encheu-os de sabedoria do coração, para fazer toda a obra de mestre, até a mais engenhosa, e a do gravador, em azul, e em púrpura, em carmesim, e em linho fino, e do tecelão; fazendo toda a obra, e criando invenções” (Ex 35.30-35). No devido tempo, meditaremos sobre todos esses aspectos e suas aplicações; por hora, apenas queremos ver a importância dada aos aspectos de fabricação, escolha de materiais e qualificação das pessoas para servirem na confecção de tudo que estava ligado àquele tabernáculo. Ele seria o centro da vida espiritual da nação e faria a conexão de fé e culto entre o povo e seu Deus. Na Nova Aliança, celebrada por Cristo na instituição da Ceia, na véspera de seu martírio, uma nova realidade ficou estabelecida. “Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.26-28 ARA). Nessa Nova Aliança, o conceito de casa de Deus, morada, tabernáculo de Deus e etc.  mudou completamente, assumindo uma possibilidade pouco imaginada possível na Velha Aliança. Agora Deus habita em pessoas e não mais em casas feitas por mãos humanas, materiais, perecíveis. “Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (Jo 14.23). Os apóstolos em seus ensinamentos ampliaram os horizontes desse ensinamento neotestamentário. Paulo: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Co 6.19). Pedro: “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pe 2.5). Somos a morada de Deus, agora não vamos mais à casa de Deus, pois Ele habita em seu povo. Entender isso, faz muita diferença no cultuar e no servir a Deus.

Senhor, obrigado por construir em nossas vidas algo muito significativo e importante para ti e para todos nós. obrigado por sermos a mora do Senhor em Espírito. Buscamos entendimento e compreensão dessas verdades que muito abençoam as nossas vidas. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Esse é o Meu Deus

Meditação do dia: 14/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Esse é o Meu Deus – Observando a sinalização de trânsito nas rodovias, encontramos placas de advertência sobre curvas perigosas, declives, aclives, pista escorregadia, animais na pista, trechos sujeitos a desmoronamentos e etc. Essas sinalizações nunca são falsas, elas estão colocadas onde realmente serve de alertas em tempo hábil para que os condutores possam tomar as medidas necessárias para seguirem em segurança; violar suas sinalizações pode trazer graves consequências e até fatais. Pensando numa analogia com a vida espiritual, encontramos sinalizações de advertências em muitas partes das Sagradas Escrituras e acreditamos serem para o nosso bem e nossa segurança. O apóstolo João, fez isso: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém” (1 Jo 5.21). Por que dizer ou escrever a pessoas de fé evangélica, sobre se guardar de ídolos? Poderia se pensar que seria perda de tempo, pois isso jamais aconteceria! Sabemos que não é assim. Como pastor de igreja local, lidando com discipulado, aconselhamento pastoral é muito comum cristãos, perguntarem como era possível o povo de Israel ver tantos sinais e milagres de Deus e ainda se rebelarem, desviarem ou resistirem? Normalmente respondo fazendo outras perguntas: “E nos nossos dias? Vendo todo o exemplo deles, tendo todas as Escrituras em nossas mãos, todos os testemunhos, a presença de Cristo aqui na terra e sua relação de discipulado e a ação do Espírito Santo, que ficou habitando em nós, como selo e garantia até a volta de Jesus para nos buscar – Por que temos rebeldia, desobediência, pecados, apostasia e desigrejados? Tanto naquela época, quando na atual, a vida espiritual sempre foi seguindo os mesmos princípios e deve ser vivida pela fé; fora disso é andar sobre areia movediça, é construir sobre areia. Costumo dizer que o Deus da teologia é diferente do Deus da experiencia de cada um. Teorias doutrinárias é fácil de aprender e decorar, mas não se vive por teorias. Devemos viver o que cremos e crer no que vivemos. Josué, o sucessor de Moisés na condução do povo e que lhes deu posse da Terra Prometida, ao final de sua jornada, fez um desafio a todos eles: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Moisés cantou, “esse é o meu Deus;” eu também reafirmo isso, hoje, amanhã e todos os dias, porque é uma escolha que fiz para sempre e a reitero todos os dias. Ainda que não haja intenção, muita gente boa, quando percebe, já trocou de Deus, ou trocou de prioridade e ele já está bem longe do centro de suas vidas. Olhemos as placas de advertências na estrada da vida com Deus.

Senhor, hoje eu quero andar contigo e ser verdadeiro, sincero e aproximar-me ainda mais de ti. Acredito que não posso alcançar êxito andando sozinho e dependo de ti, da ajuda da tua Palavra e da presença do Espírito Santo para me conduzir em caminhos direitos, veredas antigas e te servir todos os dias da minha existência aqui na terra segundo a tua vontade e depois pela eternidade afora, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Me Foi Por Salvação

Meditação do dia: 13/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Me Foi Por Salvação – Situações em nossas vidas que acontecem e só depois, paramos para refletir e descobrimos que algo sobrenatural aconteceu. Não teria outra explicação de como sobrevivemos, como escapamos e como saímos ilesos ou com o mínimo de danos possíveis. Então reconhecemos a poderosa mão de Deus através de pessoas, circunstancias ou mesmo os anjos agindo em nosso benefício. Ele merece receber os créditos e ser glorificado por nossos lábios, pela atitude de gratidão de nossos corações e isso ser testemunhado para abençoar mais vidas e assim fazer conhecidos os grandes feitos de Deus. Sempre que possível, se deve fazer um memorial para que aquilo nunca deixar de ser lembrado e contado nas próximas gerações. Moisés e os israelitas estavam numa situação muito difícil e humanamente impossível de saírem com vida; não havia expectativas ou esperanças humanas que daria em favor de que amanhecessem com vida e em condições de continuarem suas vidas e a jornada para a terra prometida. Aliás, façamos justiça: Eles tinham todas as chances de saírem sem um arranhão e sem nenhuma perda e triunfantes – Deus havia dito pelo próprio Moisés, que Ele os tiraria do Egito e os levaria com braço forte e mão poderosa e os conduziria até a sua herança. A pressão causada pela mudança de atitude de Faraó em persegui-los depois de os ter despedidos e ordenado que saíssem o quanto antes de suas terras. Faraó mudar de idéia e voltar atrás em sua palavra empenhada não era nenhuma novidade; atentar contra seus antigos escravos também não era inimaginável; ele só não os ferira antes por ação de Deus que lhe mantinha ocupado em cuidar dos estragos das pragas e calamidades. Quando o povo efetivamente saíram do cativeiro e tomou rumo à liberdade, tudo poderia ter se resumido nisso e a história seguiria seu curso, mas a teimosia real representando o poder do pecado e do diabo que nunca querem aceitar as ações de Deus agindo em salvação e libertação do seu povo. Assim como não podemos nos salvar dos poderes do pecado que nos manteve escravizados, assim, aqueles israelitas não tinham a mínima chance prevalecerem contras os poderes do Faraó e de seus exércitos. Só uma intervenção sobrenatural de Deus pode mudar o curso dos fatos. Só Deus é capaz de salvar e libertar um pecador e mantê-lo à salvo depois de ingressado no Corpo de Cristo. Só poder de Deus pode manter o cristão em vitória sobre o pecado, a tentação e tudo que o mundo, a carne e o Diabo tem para lhe resistir. Mas a igreja de Cristo é triunfante e tem a promessa da presença de alguém maior que toda a oposição. “Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo” (1 Jo 4.4). Não desista, não ceda ao pecado e não deixe as tentações minarem suas forças. Recorra ao poder de Deus através da oração, adoração, louvor e a gratidão proferida nos seus lábios e cultive uma atitude de vencedor. Não deixe o mal ganhar espaço no seu coração, na sua mente e levar a um colapso emocional e agir como se o pecado compensasse; o mal sempre será mal e o pecado sempre será pecado, não importa o que a mídia, o mundo, as igrejas novas e os ministros com novas mentalidades digam; fique com a verdade da Palavra de Deus! Deus é a nossa salvação!

Senhor, te confessamos como aquele que pode nos salvar e nos sustentar na posição de vencedores, qualquer que seja a situação. O Senhor é a nossa fonte de poder e graça para nos manter de pé um dia após outro. Nos firmamos nas tuas promessas e eles são firmes o suficiente para nos guardar até o dia final, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Meu Cântico

Meditação do dia: 12/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Meu Cântico – A população de certo lugar no interior da África, viaja uma longa distancia para receber atendimento médico e pegar remédios; mas no trajeto eles passavam por um posto médico do governo, com médicos e remédios e iam mais longe onde havia um posto médico missionário. Indago pelas autoridades por que faziam isso, se tinham médicos e remédios iguais bem mais perto deles? A resposta foi que os médicos e os remédios eram iguais, mas as mãos eram diferentes. Certamente já fomos atendidos por médicos e outros profissionais e também percebemos que há certa diferença entre uns e outros e também preferimos uns em detrimento de outro da mesma especialização. Algo é diferente! Nossa meditação de hoje, se refere à declaração feita por Moisés e pelo povo, de que Deus era “o seu cântico.” Existem cânticos e “cânticos!” até uma mesma música pode ser cantada por diferentes intérpretes e ainda assim, com um ela fica marcante, profunda, inesquecível; enquanto com outros, é apenas uma música. Nós cantamos e gostamos de cantar; alguns são bons nisso, talentosos e até são descobertos por profissionais e fazem carreira brilhante e de muito sucesso. Existem tantos outros que são muito afinados, cantam direitinho, agradam bastante, mas continuarão onde estão. Os brasileiros são musicais por natureza; temos a musicalidade no sangue e nossos ritmos são contagiantes e arrebatadores. Tem até o dizer de um poeta do samba: “Brasileiro que não gosta de samba, bom sujeito não é; ou é doente da cabeça ou tem problema no pé!” acredito nos dons e talentos redentivos que Deus distribuiu aos povos e nações, para através deles, produzirem glória, honra e louvor ao Senhor e também proclamar seu nome e fazer conhecido os seus grandes feitos. Como povo recebemos dons como Alegria, Criatividade (jeitinho brasileiro) e musicalidade, o que inclui também as danças festivas. O pecado tem apropriado de todos esses dons e os transformado em motivos de tristeza e vergonha, ao mesclar imoralidade, idolatria e abusividade. Mas isso não muda nem os dons e nem os propósitos divinos e o uso inadequado, não invalida a veracidade daquilo que Deus propôs. As igrejas que tem buscado sabedoria e equilíbrio, tem obtido muitos bons resultados e muita glória e louvor ao Senhor. “Cantai ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR toda a terra. Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome; anunciai a sua salvação de dia em dia. Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos as suas maravilhas” (Sl 96.1-3).

Senhor, tu és a nossa canção de louvor, alegria e a nossa razão de ser e existirmos como povos. Obrigado pelos dons e talentos redentivos dados ao Brasil e aos brasileiros, para te fazer conhecido, amado e adorado em toda a terra. Somos gratos pela aceitabilidade que temos em todos os lugares e como conseguimos contagiar com alegria e criatividade. Mas temos que pedir perdão, confessar os nossos pecados como povo, ao servir a deuses estranhos, adoração pagã e ofertas e louvores a quem não é salvador e a quem não pode nos abençoar. Mas como teus filhos, reconhecemos que há um só Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, um só Espírito Santo, consolador, guia e ensinador. Obrigado pelos dons e talentos redentivos, que em Cristo são bênçãos para todas as nações. Agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Minha Força

Meditação do dia: 11/01/2023

“O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.” (Ex 15.2)

Minha Força – Escrevo essas meditações para me instruir com o pensamento investigativo e buscar recursos para a minha alma se ater mais à Palavra de Deus e me levar a manter conectado a Deus e à sua perfeita vontade revelada nas Escrituras. Sei que, mantendo-me firme na verdade bíblica, estarei bem e à caminho de ser ajudado; entendo que isso também pode ser bom para qualquer um entre os filhos de Deus. Não sei jogar xadrez, mas admiro quem sabe e talvez isso até seja um desafio que devo encarar, que no processo de envelhecimento, mexer com atividades que exigem do cérebro, faz muito bem; mas sei um pouquinho de jogar dama, e existe aquele famoso “carrerão ou corredor,” que o primeiro a fazer uma dama e se instalar ali, o pior que pode acontecer é empatar o jogo, mas perder, não perde mais, se ele não sair dali. A vida para o cristão é um grande laboratório de se fazer experiencias e tomar decisões, sempre levando em conta que servimos e pertencemos a Deus e a ele devemos glorificar em tudo, sendo assim, não podemos tomar decisões ou fazer coisas que comprometam nosso propósito principal de vida. Somos mordomos dos bens, talentos e oportunidades que nos são colocados e todo mordomo sabe que um dia vai prestar contas ao seu Senhor e queremos ser recebidos com alegria e sairmos elogiados como bons e fiéis servos, seja no pouco ou no muito que nos foram confiados. Na verdade, não devemos nos preocupar com “o pouco ou muito,” mas em ser fiéis e produtivos com o que está sob nossa responsabilidade. A quantia que tenho, é isso que tenho para desenvolver e multiplicar. Nesse cântico de celebração vitoriosa de Moisés e dos israelitas, às margens do Mar Vermelho, ele cita coisas que até parecem triviais, mas são de grande profundidade e espiritualidade, quando vemos a vida do ponto de vista de Deus. Declarar que “o Senhor é a minha força,” parece o arroz com feijão do dia a dia; mas podemos pensar com o coração e ver que quem faz uma declaração como essa, ou sabe o que isso significa, ou está falando coisas que não lhe faz sentido. Para Deus ser a minha força, eu preciso não ter minha força própria. Não se pode ter dois centros ao mesmo tempo. Para Deus ser a minha força, preciso desenvolver uma dependência e uma confiança diária e constante. Poder confiar nele para deixar as coisas acontecerem no seu tempo e no seu modo, abrindo mão do nosso modo próprio, apressado, precipitado, queimando etapas para “ganhar tempo” e depois vê que de nada valeu. Usando nossa força, muito cedo ficamos cansados, sobrecarregados e esgotados; as palavras para isso são estresse, Burnout, ataque de pânico, etc… o convite de Jesus é diferente: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30).

Senhor, que bom que podemos dizer, em tom de oração e súplica, que o Senhor é a nossa força. De fato, sejas tu, ó Pai, a nossa força no dia a dia para que possamos prevalecer numa geração cansada e estressada pelas correrias da vida. Temos um Deus grande, poderoso, maravilhoso e que pode nos dar descanso e refrigério, aceitamos a tua oferta e o teu convite, para ir e receber essas dádivas, agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Cavalo e Seu Cavaleiro

“Então cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.” (Ex 15.1)

O Cavalo e o Seu Cavaleiro – Amados, sou grato a Deus pela vida de vocês e pelo que significa ter amigos e irmãos na fé que nos apoiam em tempos de necessidades e nos tornam especiais ao compartilharmos aquilo que Deus tem feito em nossas vidas e ministérios; essa troca recíproca faz bem a todos, especialmente ao Corpo de Cristo. Não posso me comparar a um escritor, mas sei que esses tais se sentem valorizados quando são lidos, por isso também a minha gratidão a cada um de todos vocês que me acompanham, alguns já por um bom tempo. Hoje, me deparo com algo interessante para pensarmos, quando lemos que Deus lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. Então eu me perguntei: o que é um e o que é o outro e o que isso tem de significado para nossa edificação e crescimento espiritual e também como isso acrescenta algo aos nossos ministérios. Precisamos de ajuda e esclarecimento do Espírito Santo, que esteve presente quando o texto foi escrito e mais ainda, quando os fatos aconteceram lá no Mar Vermelho, quando os israelitas foram salvos e libertos poderosamente. Literalmente se trata de um animal de montaria, para transporte de cargas ou pessoas e em alguns casos eram treinados para servir em tropas de cavalaria nos exércitos. Como eles são animais ágeis e rápidos, quando bem treinados, tornam um exército mais letal e temível ainda. No livro de Jó há uma descrição intrigante, já que é de alguém contemporâneo de Abraão: “A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele. Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas? Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas. Escarva a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados. Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada. Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo. Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina. Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido” (Jó 39.18-25). Por essas habilidades e potenciais, serviam de motivos de orgulho e poder aos reis e povos, assim, quanto maior sua cavalaria de guerra, mais poder e conquistas era possível. Com o povo de Deus, não poderia ser assim, porque esse tipo de poder e confiança, é físico e carnal, falível e possível de ser vencido com alguma artimanha e engenhosidade criativa. A força do povo de Israel estava na sua confiança em Deus, que era sua verdadeira força e poder, por isso, a lei proibia que os reis de Israel aumentasse muito seu contingente bélico e deixasse de confiar em Deus para confiar em carros e cavalos. “Porém ele não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos; pois o Senhor vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho” (Dt 17.16). simbolicamente, em analogia e espiritualmente, os “cavalos e seus cavaleiros” personificam os recursos humanos disponíveis e que tem certas utilidades, inclusive boas e úteis e estão  disponíveis a todos. Mas eles não devem ser a nossa fonte de segurança e confiança para recorrermos a eles em tempos difíceis. Eles podem ajudar tanto a nós quanto estar à serviço do inimigo, como aqueles estavam a serviço de Faraó. Mesmo sendo muitos e bem preparados, não foram páreos para o poder de Deus. Então é melhor confiar em Deus. Isso pode ser nossa inteligência, capacidades, habilidades, empregos, salários, planos de saúde, projetos bons de aposentadorias, investimentos e planos de ficar ricos ou independes. Nada disso é errado, mas não é aí que deve estar o nosso coração! “Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do Senhor vem a vitória” (Pv 21,31).

Senhor, somos gratos por tua bondade e misericórdia para conosco, em ser a nossa força e o motivo da nossa confiança. Em Cristo podemos ser mais que vencedores e a cada dia andar em vitória. Obrigado por nos guiar e nos proteger. Te louvamos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason