O Servo de Abraão

Meditação do dia 18/04/2019 

 “Então disse: Eu sou o servo de Abraão.” (Gn 24.34)

 O Servo de Abraão – A dignidade existe em tudo que pode ser feito ou visto com um olhar de respeito e consideração acima de vaidades e preconceitos. Ser bom naquilo que se propõe fazer é uma forma de honrar os dons, os talentos e habilidades que nos foram conferidos por Deus na nossa criação e na nova vida em Cristo. A sabedoria e a economia do Senhor, não nos permite cogitar que ele fez, criou ou colocou algo em existência sem qualquer senso de utilidade e propósito. A ausência de evidencia não é evidencia de ausência; se isso serve para finanças e mercados, então serve também para a vida. Humildemente podemos aceitar que não sabemos tudo, ou mesmo, não sabemos muito, no máximo, sabemos que nada sabemos e vivemos na tentativa e erro em descobrir como se aprende e se adquire conhecimento. Então podemos concluir que tudo o que sabemos, de fato não é tudo que existe; e o mesmo é válido para os demais seres à nossa volta. Jesus sendo Deus se fez homem e nessa forma ainda se humilhou a si mesmo assumindo condição de obediência até chegar ao que entendemos como “fim da linha” que é a morte e morte de cruz. O maior, o melhor, o soberano, assumiu as condições mais baixas daquilo que existe entre os homens, a condição de servo sem reconhecimento e sem garantias. Como ele mesmo falou na ultima ceia após lavar os pés dos seus discípulos: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 12.15). Servir, esse foi o caminho apontado por Jesus. Quando Paulo escreveu aos Romanos sobre a obra da santificação que nos liberta do domínio do pecado, que se fez senhor de nossas vidas e ditou os rumos de nossa condição até que Cristo se fez presente pela fé, numa rendição total e incondicional ao seu senhorio, somos instigados a ver que a condição de servo é auto-imposta pela pessoa. “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” (Rm 6.16). Nesse caso, quem escolhe o senhor a ser servido é a própria pessoa. É importante afirmar que a ignorância não isenta ninguém responsabilidades. Não escolher, já é uma escolha! Se omitir é uma escolha de não se envolver e assumir responsabilidades. Daí as pessoas não se movimentarem para sair da condição de escravidão ao pecado e perdição e entender que agindo assim, não são responsabilizados por seus atos. Quando Jesus disse “que não é possível servir a dois senhores, pois haverá dedicação a um e desprezo a outro” (Mt 6.24); também estava falando que quem então escolhe servir a um ou a outro é a pessoa. Eliézer se apresentou como “…Eu sou o servo de Abraão…” não era a sua condição social ou função que o projetava para cima ou para baixo, mas a pessoa a quem ele servia lhe dava dignidade, prestígio e status do qual ele podia se orgulhar e se alegrar. Servir à Abraão, para ele era uma grande honra e diante da família de Abraão que ali vivia e estava recebendo aquela comitiva, ele era bem vindo, bem visto e prestigiado por ser quem era: servo de Abraão. A escolha de servir a Deus é nossa, como resposta de gratidão ao seu amor demonstrado por nós na redenção e a Cristo que deu sua vida por nós. Isso é que confere valor e dignidade a nós como seres humanos e agora redimidos pela graça de Deus. “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Co 5.14,15). De quem você realmente é servo? De quem eu realmente sou servo?

Senhor, eis nos aqui em busca de graça e misericórdia. Na condição de filhos, nos colocamos com humildade na condição de servos, de livre e espontânea vontade, porque fomos comprados por grande preço e libertados plenamente. Em gratidão escolhemos servir àquele que nos libertou. Obrigado, por sua obra completa de redenção em Cristo Jesus. Amém!

 

Pr Jason

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Mais Importante do que Comida

Meditação do dia 17/04/2019 

 “Depois puseram comida diante dele. Ele, porém, disse: Não comerei, até que tenha dito as minhas palavras. E ele disse: Fala.” (Gn 24.33)

 Mais Importante do que Comida – Me parece que a versão brasileira desse episódio seria: “Enquanto comemos, vamos conversando sobre o que vim fazer aqui!” Depois de uma jornada cansativa e toda aquela expectativa na beira do poço e finalmente estar bem instalado e com uma boa refeição caseira, substituindo as comidas improvisadas de viagem, seria considerado natural que comessem, dormissem e no dia seguinte já restauradas as energias, então tratariam de negócios. Mas não estamos falando de uma pessoa comum em uma situação comum, com finalidades comuns. Tudo ali era especial e de grande significado para eles naquele momento e para a posteridade, que inclui a todos nós hoje. Algo muito significativo nas Escrituras e daí estender-se para nossas vidas, como seguidores de Jesus, é a importância que as prioridades tem; já por definição elas tem preferencia não só na ordem dos acontecimentos, mas também na prática da vida. Prioridades são prioridades. As coisas espirituais devem prevalecer sobre as naturais; a vontade divina deve prevalecer sobre as humanas; a obediência aos princípios eternos são mais necessários que em relação as questões ordinárias do dia a dia. As pessoas em suas funções precisam ter noções precisas de suas atividades e responsabilidades, porque disso depende não só o seu sucesso, como a possibilidade de outros elos da corrente realizarem suas partes. O mordomo da nossa meditação tinha plenos poderes e sabia perfeitamente o seu lugar, e as prioridades que deveria adotar e as tratou com a distinção que mereciam, acima do seu conforto e bem estar pessoal ou de sua equipe. Nosso maior exemplo e modelo de viver e servir é Jesus, e como tal ele também era muito preciso nos seus movimentos. Quando da entrevista com uma mulher à beira do poço em Samaria, ele surpreendeu seus discípulos, que entendiam que estava na hora de comer e depois fariam mais pregações e etc., mas o mestre disse algo diferente para eles: “E entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come. Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis. Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra” (Jo 4.31-34). Jesus entendia de prioridades e fazer a vontade de Deus estava no topo da sua lista, até mesmo acima de comida e conforto. Já havia demonstrado isso, quando da tentação lá no deserto, no início do seu ministério. Outro texto que me incita a pensar nas responsabilidades em vez de se envolver em prazeres e comilanças, foi nos dado pelo rei Salomão: “Ai de ti, ó terra, quando teu rei é uma criança, e cujos príncipes comem de manhã. Bem-aventurada tu, ó terra, quando teu rei é filho dos nobres, e teus príncipes comem a tempo, para se fortalecerem, e não para bebedice” (Ec 10.16,17). Claro que não há nada contra uma boa refeição ou um bom banquete, como apreciamos um bom churrasco entre familiares e amigos ou em celebrações com irmãos na fé. Mas tudo deve ter o seu tempo e o seu lugar. É essa a grande lição de mordomia de Eliézer, que estava focado na tarefa e em saber que não estava postergando nada, ou deixando em risco uma missão tão importante. Estamos vivendo dias importantes para a história da igreja e aproximando cada vez mais do que consideramos o nosso grande dia; isso urge e demanda dedicação e concentração naquilo que realmente importa.

 

Pai, graças te rendemos por nos honrar com a participação nas grandes decisões do destino da humanidade através do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Toda a obra consumada na cruz está disponível a todos mediante a fé e cumpre a nós, como igreja, anunciar e incitar os homens a colocar em ti a confiança para a salvação de suas almas. É um privilégio ser alcançado pela graça e igualmente fazer parte do ministério da reconciliação. Obrigado por nos capacitar no poder do Espirito Santo, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Adorador

Meditação do dia 16/04/2019 

 “Então inclinou-se aquele homem e adorou ao Senhor,” (Gn 24.26)

 Adorador – “E disse: Bendito seja o SENHOR Deus de meu senhor Abraão, que não retirou a sua benevolência e a sua verdade de meu senhor; quanto a mim, o SENHOR me guiou no caminho à casa dos irmãos de meu senhor” (Gn 24.27). Definitivamente as nossas escolhas revelam o nosso caráter. A concepção da adoração deve ser algo verdadeiramente sagrado no coração dos filhos de Deus. Quando estamos em circunstancias especiais ou em ações fora da agenda comum diária, é que surge as grandes oportunidades de serem revelados os verdadeiros valores do nosso interior. Uma coisa é a devoção religiosa e outra a devoção fruto de um relacionamento de comunhão e amizade com Deus. Estamos carecas de saber que a religião é humana, é uma forma de se aproximar de Deus e nessa jornada a pessoa dá o melhor de si e se esforça por agradar a divindade, cumprindo regras, regulamentos, fazendo rituais cansativos e repetitivos e persistir nessas práticas, porque no fundo elas dão a sensação de dever cumprido e ganhar pontos ou seja os méritos começam a aparecer ao menos na imaginação do pretenso adorador. Não é incomum, ouvir pessoas dizendo e reclamando que tem tantos anos de casa, sempre fiel, obediente, devotado, comprometido e se cansado e parece que as coisas não mudam, não dão certo e a idéia é que quanto mais caminha, mais distante parece de chegar ao ideal desejado. Isso é religião, pura e simples! A verdadeira adoração não é fruto de esforço ou prática de rituais e formas. “A essência da adoração é encontrar Deus diariamente, permanecer em sua presença, tendo comunhão com ele e desenvolvendo um relacionamento de intimidade com ele.” Nunca podemos tirar do centro de nossas intenções aquele ensino de nosso Senhor Jesus Cristo que afirma que “daquilo que o coração está cheio, disso fala a boca” (Mt 12.34). Isso brota naturalmente dos lábios de qualquer um espontaneamente, assim que é catalisado por um evento. As interjeições proferidas na hora do espanto, do susto, da dor, da surpresa, do mistério reflete não só o conteúdo mas também o cultivo da seara do coração das pessoas. O mordomo de Abraão estava cansado de uma viagem longa, desconfortável e ainda assim estava cumprindo as etapas de fim de dia de trabalho e procurando agilizar o que fosse possível para cumprir sua tarefa, quando as coisas se encaminharam de tal forma surpreendente, que mesmo ele sabendo que era resposta das orações de Abraão e Isaque que ficaram na Terra Prometida e também de suas próprias orações, incluindo aquela última, ali mesmo, oração tipo flecha; ainda era maravilhoso demais e não tinha outra explicação plausível, senão a benevolência do Altíssimo para com seu amigo Abraão. Para ele foi apenas o encaminhamento de seus passos para o lugar certo, no momento certo, para encontrar a pessoa certa. Ele entendia que sua prosperidade, era a bênção de Deus na vida de seu senhor Abraão. Como um adorador, ele prestava seu culto com fervor não só quando estava na frente do seu mestre; ele adorador por conhecer a Deus e entender o significado de sua vida e o propósito abençoador que produziria o cumprimento fiel daquela jornada. Eliézer tinha que ir e voltar de Harã levando uma jovem para se casar com o filho de seu senhor. Essa era a sua grande tarefa, talvez maior do que toda a sua dedicação por anos em administrar a casa de Abraão. Do lado da mordomia, foi a sua dedicação e perseverança fiel no seu serviço cotidiano, que o qualificou para tal missão. Quanto Deus levou trabalhando com Abraão até o momento especial no Monte Moriá, da entrega de Isaque naquele altar? Quanto tempo foi investido em Eliézer? Quanto tempo investido em Jason? Em você? Uma hora, chega o momento da grande tarefa! Foi para isso que preparamos e treinamos a vida toda, para um momento especial, a grande missão!

 

Obrigado, Pai, obrigado Senhor Jesus, Obrigado Espírito Santo! Estamos aqui. Amém!

 

Pr Jason

Identidade

Meditação do dia 15/04/2019 

 “E disse: De quem és filha? Faze-mo saber, peço-te. Há também em casa de teu pai lugar para nós pousarmos?” (Gn 24.23)

 Identidade – Todos os dias as pessoas procuram responder as duas perguntas mais importantes de suas vidas: (i) Quem sou eu? E (ii) Por que estou aqui? Ainda que involuntariamente todos estão procurando dar respostas para os outros ao redor de si, ou lutando uma grande batalha para responder a si mesmo. Há os que já desistiram de encontrar as respostas mais adequadas e há também aqueles que se sentem tão pressionados por essas respostas que fazem esforços hercúleos para provar a si mesmo que é alguém, ele não sabe o que é, mas quer ser e quer provar que é alguém. Não são poucos os que se perdem buscando a aprovação dos pais ou o reconhecimento dos irmãos e familiares e assim a vida se torna uma corrida maluca de superação, porque tudo que consegue ainda é pouco. Na busca por identidade, mesmo que de forma velada, os pais são referencias, pois ouvem constante ou veem o tempo todo que os pais venceram na vida com menos recursos ou capacidades congnitivas e então eles não podem fazer menos do que os velhos. Outro fator muito forte é a concorrência entre irmãos, que no modelo atual de família vai diminuindo e com isso deixa de existir a concorrência. Mas nos bons tempos de famílias maiores em números de filhos, era admissível não superar os pais, afinal ele é o cara, mas perder para um irmão, é muito ruim, é um verdadeiro atestado de incompetência. Esses ânimos então ficavam muito acirrados e cada um procurava determinar o seu território. O começo de toda caminhada de sucesso humano, é marcado pelo conhecimento firme de sua identidade. Ter essa situação bem resolvida desde o mais cedo possível. Os pais são os instrumentos de Deus e também do Diabo para inculcar nos filhos essa identidade. Pais tementes a Deus e submissos aos princípios eternos, infundem nos seus filhos a bênção geracional, que determina sua identidade e simultaneamente seu destino. Ele tem noção precisa de quem ele é e também do porque está aqui, ou seja, qual é a sua missão no mundo. Ao sermos criados, somos dotados de instrumentos e ferramentas que nos permitem desenvolver todo o nosso potencial ao longo da vida. O pecado e a ignorância dos caminhos eternos de Deus para a pessoa é que dificulta ou até impede que a pessoa encontre logo as respostas e inicie sua jornada o quanto antes. Eliézer, o servo de Abraão, estava cumprindo a sua tarefa e nessa missão incluía conhecer naquele lugar uma pessoa especial que estava destinada a ser a matriarca da futura nação do povo de Deus. Quando ele a encontrou e lhe fez as perguntas certas, ela também lhe deu as respostas certas; ela sabia quem era, de quem era filha e os potenciais de sua família. Tudo era muito bem definido e claro e posteriormente quando ele em casa de seus pais lhe apresentou a proposta definitiva pela qual viera de tão longe, ela não precisou pensar, ourar, buscar confirmação. Ela sabia que ali estava o caminho da vida e o destino para o qual Deus a criara e sua família lhe educara e preparara para seu momento singular. Como já escrevi antes e não é da minha autoria, temos hoje, muitas adultos de trinta, quarenta e até de cinquenta anos de idade que ainda não sabem o que vão ser quando crescer. Se você não tem isso definido em sua vida, busque em Deus, vá para a Palavra de Deus encontre as veredas antigas de Deus para sua vida. Se você já é pai, faça o mesmo e procure ter essas respostas para seus filhos para encaminhá-los mais cedo, ou no devido tempo, para que eles sejam tudo aquilo para o qual foram criados por Deus e dado a vocês como herança.

 

Senhor, obrigado por ser o Deus perfeito em sabedoria e ter o perfeito governo de todas as coisas, incluindo as nossas vidas. Graças te rendemos por termos um papel de muita importância e significado na construção do teu Reino. Somos o que somos, porque a tua sabedoria assim o preparou. Essa identidade nos fornece direção e dignidade todos os nossos dias. Em Cristo venceremos e prevaleceremos por tua graça e misericórdia. Em nome de Jesus, oramos agradecidos, amém.

 

Pr Jason

Os Presentes

Meditação do dia 14/04/2019 

 “E aconteceu que, acabando os camelos de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as suas mãos, do peso de dez siclos de ouro;” (Gn 24.24)

 Os Presentes – Além das tradições culturais de hospitalidade, generosidade, dar e receber presentes, honrar as visitas, muito disso visto nessas cenas descritas nesse capitulo, também existe os fatores sagrados de que essas narrativas viriam posteriormente fazer parte do cânon sagrado. O sentido figurado ou alegórico que os autores lançavam mão, além de serem o modo natural de suas narrativas, assim também tinham a supervisão do Espírito Santo para que tudo se encaixasse perfeitamente no que hoje chamamos de “Bíblia Sagrada,” a revelação de Deus à humanidade; sem erros e nem contradições! A verdadeira Palavra de Deus! Só e tudo isso. Escrevi quando meditava sobre Abrão e também Isaque, no papel de tipos que ambos prefiguravam em termos da obra da redenção e dos papeis de Pai e Filho, tal qual veio a se materializar, por assim dizer, no Novo Testamento. Como Abraão e Isaque no Monte Moriá, eram tipos do Pai e do Senhor Jesus Cristo, quando o amor do pai era tal que deu seu filho único em sacrifício e o recobrou ao terceiro dia; assim vimos na cruz, que já fora prefigurada pelos patriarcas. Agora temos o andamento do enredo, quando o Filho está com o Pai, e aguardam o dia em que a Noiva irá se juntar na eternidade. Quem tem o trabalho, ou faz a obra de assistir e preparar todas as coisas é o Espírito Santo, que foi enviado pelo Pai, por promessa do Filho para estar não só entre os humanos, mas neles, para assegurar a validade e os benefícios da Nova Aliança. Lá nos idos tempos bíblicos, essa verdade do Evangelho foi apresentada na ordem do pai Abraão, para que o servo Eliézer, fosse em busca de uma noiva para ser filho. Ele iria encontrar uma moça especial e digna de ser a esposa do filho de seu senhor e a acompanharia até entrega-la. Assim, estamos vendo no texto de hoje, que ele demonstrou gratidão pelo disposição dela em dar-lhe a devida atenção, servindo-o dando-lhe água e também aos camelos da comitiva; assim ele demonstrou a gratidão sua e de seu senhor por alguém que lhes ajudava e servia, dando lhe presentes, joias de ouro de grande valor, o que demonstrava nem tanto o preço do serviço prestado, mas o poder, a riqueza e a generosidade de que presenteava. Se por um esforço de tirar água e ajudar um viajante, que poderia muito bem ser gratificada com um “muito obrigado” ou uma lembrança ou presente que significava educação e reconhecimento pelo serviço recebido, ela viu que aquelas joias, não se dava de presentes no cotidiano; se aquele homem era um senhor, era de fato rico e poderoso, e se fosse um servo a serviço de um senhor, então quão poderoso e generoso não deveria ser tal pessoa. Esses presentes, que depois viriam mais, são para nós e para a igreja os dons espirituais, ou os chamados CARISMAS, do original CHARISMAS – dons, presentes. Quando encontramos a salvação em Cristo Jesus, o Senhor, de fato ele se encontra no céu e quem nos leva à salvação é o Espírito Santo que nos convence de quem somos, onde estamos e o que é que o Pai e seu amor tem preparado para nós, que podemos de livre escolha pertencermos ao filho; nos tornarmos parte do seu Corpo, sua Noiva e começar a nos preparar para o grande dia do encontro. Será uma jornada e tanto, mas vale muito iniciar. Seguir a Cristo é a mais fascinante experiência e jornada que alguém pode escolher fazer. Esses dons nos ajudam a viver como cidadãos desse reino, produzindo testemunhos daquilo que nosso Senhor verdadeira é. Seja cheio do Espírito Santo e permita o fluir dos dons e da vida de Cristo em sua vida pessoal e na sua comunidade de fé, a igreja local.

 

Obrigado, Senhor, pelos dons, mas especialmente pela pessoa do Espírito Santo, que em nós habita para nos guiar à toda verdade e preparar-nos para o encontro com nosso Senhor, e precisamos estar puros, limpos, separados e impecáveis no trajar como verdadeiramente somos, a noiva de Cristo. Amém.

 

Pr Jason

Admirado

Meditação do dia 13/04/2019 

 “E o homem estava admirado de vê-la, calando-se, para saber se o Senhor havia prosperado a sua jornada ou não.” (Gn 24.21)

 Admirado – Vamos começar por uma boa definição: “Admiração é um sentimento de assombro, surpresa, espanto ou afeto diante de algo. ” no popularzão, é deixar a gente de boa aberta! Foi isso que aconteceu com o nosso amado e dileto Eliézer, servo de Abraão ali na beira daquele poço em Harã. É de fato maravilhoso ver a operação de Deus numa situação e ainda mais de forma tão inaudita e repentina. Como todos nós, ele sabia e cria que Deus respondia as orações, já era um adorador e estava familiarizado com o Deus de Abraão e sua imensa graça. O inusitado aqui, é como as coisas aconteceram tão rápidas e tão precisas até naqueles mínimos detalhes. Era uma jornada com variáveis prováveis e alguma demanda de tempo seria considerada normal. Mas ele apenas chegara na fonte, na entrada da cidade, e estava tomando as primeiras providencias, como abeberar os camelos e encontrar algum lugar apropriado para passar a noite, descansar e no outro dia, começar as buscas por uma família específica. Mas o seu coração o induziu a agradecer pela boa viagem e já encaminhou um pedido para que o Deus de seu senhor o prosperasse e ele conhecesse uma moça local, que oxalá, fosse a escolhida; ele estava acabando de orar e ao abrir os olhos, não só viu uma linda moça, simpática e gentil, ele então foi à luta, apresentar a ela a proposta que só Deus sabia até então. Para sua surpresa, ela aceitou o desafio de lhe dar água para beber e se propôs a tirar águas para que os camelos também bebessem. No nosso vocabulário hodierno, “era bom demais para ser verdade,” ou “ele tinha que se beliscar para ver se estava sonhando!” Mas era verdade verdadeira! Jesus ficou admirado também, segundo os relatos de seus discípulos; pela incredulidade de Jerusalém em recusar a recebe-lo e pela atitude de fé daquele centurião romano. “E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé” (Mt 8.10). Outra coisa maravilhosa para nós, é ter ou mantermos a capacidade de admirar, nos surpreender com a grandeza de Deus e sua atuação em nossas vidas. O sagrado é maravilhoso, as coisas sobrenaturais não podem se tornar naturais para nós; por mais que vejamos, experimentemos e testemunhamos prodígios e maravilhas, isso deve se tornar natural, normal… “Tô cansado de ver…” para tal, se faz necessário desenvolver a capacidade ou habilidade de se deslumbrar e não se permitir endurecer ou enrijecer cognitivamente. Sempre saberemos que Deus fará maravilhas, mas a cada vez deve nos parecer como se fosse a primeira vez que presenciamos. Quando a pessoa perde a capacidade de admirar os feitos do Altíssimo, se perde a beleza da contemplação, que por sinal, já algo bastante pasteurizado na devoção ocidental. Li certa vez uma frase escrita em um muro numa avenida movimentada de uma capital brasileira que dizia: “Todas as manhãs o sol dá um verdadeiro espetáculo ao nascer, mas é uma pena porque a maioria da plateia ainda está dormindo.” O paralelo é vero também, Deus faz muitas maravilhas todos os dias, mas parte da plateia ou não vê ou não vibra mais com elas. Não deixe de admirar com as respostas de Deus às suas orações.

 

Pai, obrigado por ser maravilhoso e encantador a cada dia para aqueles que presencia os teus feitos e se deleitam em tua presença. Obrigado, graças, louvores sejam dados a ti, por ser e fazer tudo como fazes por nós. em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Senhor?

Meditação do dia 12/04/2019 

 E ela disse: Bebe, meu senhor. E apressou-se e abaixou o seu cântaro sobre a sua mão e deu-lhe de beber.” (Gn 24.18)

 Senhor? – Me perdoem se estiver sendo traído pela memória, ao lembrar o filme CRUZADAS, na cena em que o principal se salva do naufrágio com um cavalo, que depois é reivindicado por um beduíno e seu servo; ao entrarem em combate e prevalecer contra “um servo,” ele se torna senhor do beduíno que é liberto por ele assim que chegam à Jerusalém. Só um bom tempo depois é que ele descobre que o “seu servo” que ele libertar, era na verdade o maior entre os senhores, o rei de Damasco, Salatino, a quem teria que enfrentar para defender a cidade e teve que render ante o poderio militar do muçulmano. Isso me traz, a uma cena inusitada na beira do poço em Harã, onde Eliézer e sua caravana estavam e ao pedir água para beber à moça que aparecera logo após a sua oração, ela respondeu-lhe: Bebe, meu senhor. Entre as muitas variáveis possíveis, podemos pensar que ela (i) simplesmente o tratou com educação e cortesia; (ii) Ela não percebeu traços que o identificava como um servo; (iii) Ele se destacava dos demais da comitiva, induzindo-a ao tratamento apropriado. Quando é que ela iria imaginar que ainda naquele dia, ela ficaria sabendo que ele era um servo á serviço de família pelo lado paterno e que também a serviria; ela se tornaria senhora dele. Mas isso é outro assunto. Minha questão é com o que acontece, quando somos confundidos com outro nível do qual de fato não fazemos parte. Já lhes disse antes, sobre o que o poder pode fazer no interior de uma pessoa. “Quer conhecer o Inácio, coloque ele no palácio!” na versão da sabedoria bíblica: “Por três coisas se alvoroça a terra; e por quatro que não pode suportar: Pelo servo, quando reina; e pelo tolo, quando vive na fartura; Pela mulher odiosa, quando é casada; e pela serva, quando fica herdeira da sua senhora (Pv 30.21-23). Entre as coisas que alvoroça a terra e a deixa insuportável, está duas situações que acontecem com servos. Ou seja, temos que nos preocupar. Jesus contou nos seus ensinos figurados sobre servos que se apropriavam dos bens dos seus senhores agindo como se fossem donos; alguns até espancando os seus conservos. Parece que Eliézer não se entusiasmou com o deferimento ainda mais vinda da “sinhazinha.” Humildade e reconhecimento do seu devido lugar é uma marca que distingue bem um servo.

 

Pai, obrigado, por termos o privilégio de dispormos de tantos recursos da tua infinita grandeza e poder, e sendo filhos e herdeiros ainda assim somos servos por escolha de responder ao teu amor. Obrigado por ser paciente e longânimo conosco e especialmente comigo. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Intrepidez

Meditação do dia 11/04/2019 

 Então o servo correu-lhe ao encontro, e disse: Peço-te, deixa-me beber um pouco de água do teu cântaro.” (Gn 24.17)

 Intrepidez – Ousadia poderia ser outra palavra que poderíamos utilizar aqui para descrever a atitude desse mordomo. Nos dias de hoje, diríamos que ele teria se atirado, correndo o risco de levar um baita fora da moça, e claro, pagaria o maior Mico do Oriente. Um grande amigo meu, metido a filósofo de plantão, fala que a palavra ORAÇÃO significa exatamente isso, Ora & Ação. Orar, mas também agir sobre o fundamento da fé que o levou a orar. Foi precisamente isso que Eliézer fez. Ele parou pero do poço, fez a oração ao Deus de seu senhor Abraão, e no horar do amém, a moça já estava ali, bem diante dos seus olhos, para fazer exatamente o que ele havia pedido a Deus. A resposta da sua oração dependia de vir uma moça, com uma vasilha para pegar água e ele lhe pediria de beber – essa era a parte dele – e assim que ele orou, a moça apareceu e ele não perdeu tempo indo falar com ela. Não é que deu certo! Como não daria, se ele estava agindo em fé e sob as bênçãos de Deus? Pastor Angus Plummer, nosso professor de Introdução ao Novo Testamento, nada convencional como era, dizia que as vezes “a fé é o direito de quebrar a cara!” Agora mais amadurecido, dá para compreender sua tese. Precisamos agir pela fé e com ousadia, senão de que vale orar e pedir ajuda de Deus e depois não se mover? De quando em vez, vemos jogadores de futebol que erram ao bater um pênalti, nas entrevistas eles dizem que “só erra quem bate!” Isso é verdade, só quem está em ação pode obter resultados dos seus esforços. Eliezer orou e agiu para transformar suas orações em resultados que prosperariam seus caminhos. Esse é o caminho para todos nós que adoramos e servimos a Deus. Precisamos orar, mas precisamos também agir com base naquilo que oramos. Mais do que ser pessoas ou igrejas de orações, precisamos ser pessoas e igrejas de orações respondidas. Para isso, precisamos agir.

 

Pai, obrigado por ouvir e atender as nossas orações. Pedimos com fé e confiança na tua capacidade de realizar e na tua generosidade, que nos atende mesmo sem merecermos ou podermos retribuir as muitas bênçãos com as quais temos sido abençoados. Pedimos ousadia para agirmos em sintonia com as nossas orações. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Provas e confirmações

Meditação do dia 10/04/2019 

“Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor.” (Gn 24.14)

 Provas e Confirmações – a prática de pedir sinais e confirmações da parte de
Deus pelos que oram ou se consagram, não é nenhuma novidade moderna e nem dos tempos da igreja. Os adoradores do passado também faziam isso, e pelo que encontramos nas Sagradas Escrituras, necessariamente não está ligado à incredulidade, ou desconfiança da capacidade de Deus operar. Tudo indica mesmo é que faz parte dos mecanismos interiores dos humanos, que nas etapas de crescimento no relacionamento com Deus, sentem-se emocional e mentalmente confortáveis, em pedir garantias. O estímulo à fé que Deus promove, induz-nos ao crescimento e ao fortalecimento da confiança e a maturidade ajusta a fé no caráter divino, diminuindo essa necessidade. Eliézer fez essa prova, colocando de certa forma um fator limitador, para que ele não tivesse dúvidas, de que realmente tudo estava dentro da perfeita vontade do Senhor e ele não tivesse que dar uma de chefe de RH e estabelecer critérios entre duas ou mais pretensas candidatas. Porque de certa forma, as qualificações que ele colocara em oração, seria muito difícil ser preenchidas pela média geral de boas moças que ali viessem buscar água. Lembramos que Gideão pediu provas e confirmações de que realmente estava chamado para aquela tarefa de libertar Israel e mais do que coragem, ele precisa saber que só Deus poderia dar a vitória. E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste, eis que eu porei um velo de lã na eira; se o orvalho estiver somente no velo, e toda a terra ficar seca, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste” (Jz 6.36,37). Depois da primeira prova, ele ainda pediu confirmação, invertendo o processo com o velo. Ainda antes do ataque final aos midianitas, ele ainda foi levado a ouvir um sonho de um soldado inimigo que afirmava que Deus os entregara nas suas mãos. Vemos o rei Ezequias recebendo sinais de como seria favorecido por Deus no seu processo de cura. “E Ezequias disse a Isaías: Qual é o sinal de que o Senhor me sarará, e de que ao terceiro dia subirei à casa do Senhor? Disse Isaías: Isto te será sinal, da parte do Senhor, de que o Senhor cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus, ou voltará dez graus atrás? Então disse Ezequias: É fácil que a sombra decline dez graus; não seja assim, mas volte a sombra dez graus atrás. Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez voltar a sombra dez graus atrás, pelos graus que tinha declinado no relógio de sol de Acaz” (2 rs 20.9-11). Essa confirmação é literalmente astronômica! Responde aquela indagação de que Deus é capaz de mover céus e terra para cumprir uma de suas promessas. Para fechar, em Malaquias no processo de restauração do culto e das práticas espirituais, se trata da confiança no Deus Provedor, quando se age em fé na entrega dos dízimos e ofertas. Ali o Senhor mesmo disponibiliza a utilização de prova-lo em sua capacidade de abençoar ricamente o fiel que o serve como bom mordomo. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes” (Ml 3.10). O mordomo de Abraão estava fazendo seu pedido não em seu nome ou em sua confiança, mas na certeza de Deus estaria favorecendo a seu senhor. Ele estava agindo em completa identificação com a causa do coração de Abraão. Ele representava os interesses do reino e não apenas queria se livrar de uma responsabilidade, isentando-se de participar do sucesso ou fracasso. Ele não tinha plano B e nem cogitava falhar.

 

Pai. Obrigado, por tudo mesmo. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Posicionado

Meditação do dia 09/04/2019 

“Eis que eu estou em pé junto à fonte de água e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água;” (Gn 24.13)

 Posicionado – Eliézer era um servo, um mordomo. Servo e mordomo de Abraão, amigo de Deus. Eliézer também era um servo de Deus e tinha comunhão, intimidade e reverencia na sua postura tanto para com um, como para com o outro. Ele sabia perfeitamente distinguir os papeis e estava ciente de que o seu senhor terreno, também era servo de Deus e sabia disso e agia como tal. Isso são constatações óbvias da minha observação dos textos que fazem o registro sagrado desses fatos, que compõem a história verdadeira de um dos capítulos da história da Obra da Redenção. Embora ela seja imensamente grande e desproporcional à capacidade humana, ela é efetuada por Deus, contando com a participação humana, objeto da própria obra; digamos: nós estragamos, temos que cooperar para consertar as coisas. Mas não é um castigo, ou peso sobre nossos ombros, ao contrário, é um prazeroso exercício de amizade e comunhão com Deus, que em Cristo tira todo e qualquer fardo de nossos ombros cansados e sobrecarregados com os pecados e os cuidados da vida. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30). Voltando à Hará, na beira daquele poço, ali estava o mordomo de Abraão, de pé, e em oração ao Deus que ele servia, mas que também era o Deus de seu senhor terreno que lhe validava os créditos para em nome dele orar a Deus. Ele estava ali em missão oficial representando Abraão numa situação que só mesmo Deus poderia viabilizar o sucesso da empreitada e seu senhor havia lhe dado as garantias de que ele teria sucesso devido à fidelidade de Deus em cumprir as suas promessas feitas em aliança. Não era uma viagem de negócios, ou de cunho social de alguém procurando candidatas a querer se casar com um bom partido. Eliézer tinha convicção plena nas implicações eternas que adviriam dos resultados de sua jornada bem sucedida. Não era apenas uma moça boa para esposa do filho seu senhor, mas potencialmente uma matriarca de uma grande nação. Admito, que poucas pessoas tem tamanha percepção espiritual das coisas ao seu redor e do valor delas no tempo e na eternidade. Então, vendo isso em Eliézer, não temos como não ficar admirados, entusiasmados e felizes porque os planos de Deus se cumprem, nas mãos e vidas de servos, senhores, ricos, pobres, nobres e plebeus e é assim que vocês e eu também entramos nesse enredo. Não depende de nós ou de nossos pretensos curriculuns, mas da graça infinita e misericordiosa do Senhor. Quando Eliézer fazia fielmente ser serviço para Abraão, ele estava fazendo a obra de Deus. Ao vê-lo ali de pé, na minha comunhão, eu ligo isso a outros servos de Deus, como Ezequiel: E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo. Então entrou em mim o Espírito, quando ele falava comigo, e me pôs em pé, e ouvi o que me falava” (Ez 2,1,2). Deus pediu para o profeta ficar de pé; Eliézer já se apresentou de pé para falar com Deus. Daniel: “E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que vou te dizer, e levanta-te sobre os teus pés, porque a ti sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, levantei-me tremendo” (Dn 10.11). As revelações e responsabilidades do ministério podem consumir e drenar toda a energia de um homem de Deus, mas o Senhor estará ao seu lado para o por de pé e falar com ele e lhe dar restauração e forças para seguir em frente. Homens de experiências tão profundas como Eliézer, Ezequiel, Daniel e outros devem nos inspirar à humildade e a busca por um nível melhor de comunhão e intimidade com Deus.

 

Senhor Deus e pai, graças por sua bondade para com seus servos, como filhos bem cuidados e amados, podemos estar em tua presença, por graça e misericórdia, mas com alegria e satisfação de servir a quem servimos, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason