Sutileza

Meditação do dia 30/05/2019 

 “E ele disse: Veio teu irmão com sutileza, e tomou a tua bênção.(Gn 27.35)

 Sutileza – Quando pensamos em sutileza, a idéia que primeiro vem à nossa mente é alguém ou algum animal fazendo uso de sua capacidade de se aproximar sem deixar que seja percebido, até que sua vítima não tenho como se escapar. Filhotes de animais fazem isso brincando como treinamento para a vida adulta na habilidade de caça e emboscada. Os humanos fazem isso, por diversas razões, incluindo também brincar e pregar peças por pura diversão. Por ouro lado, se usa para fugir de ser apanhado, aquelas furtivas escapadas, normalmente após aprontar alguma travessura. Aqui no texto temos uma confissão de Isaque, admitindo para Esaú que Jacó veio com sutileza, disfarçado e se passando pelo outro filho e obteve sucesso, pois a intenção era apropriar-se da bênção paternal. A reação de Isaque, mostra que ele percebeu que fora enganado, embora o seu coração vinha lhe dando avisos e que ele acabou sendo traído por sua própria emoção em detrimento de ouvir a Deus e agir pela fé. é muito provável que ele tenha se conscientizado de que se preparara apenas para uma única bênção para o filho e não teria outra como se devia, pois deveria reunir os dois filhos e juntos ministrar a bênção e transferir a herança espiritual das alianças de Deus como ele havia recebido de seu pai Abraão. Isaque admitiu que abençoou e estava abençoado. Era intransferível. Posso concordar com o fato de que Jacó, tinha a profecia de ser o líder natural e maior que seu irmão; posso concordar que Rebeca estava atenta a isso e lutou por fazer prevalecer a palavra que ela recebera de Deus para seus filhos. Posso aceitar que Jacó estava mais conectado à história e a tradição ancestral de constituir uma família nos moldes que Deus orientara a Abraão e também que ele via no horizonte futuro, a nação que viria a ser a herdeira de todas as promessas. Concordo que Esaú não fazia o dever de casa e não se importava muito com questões espirituais. Ponto! Mas não posso concordar com as fases e etapas desenvolvidas por todos nessa trama, que constituem meios fraudulentos e enganosos para se alcançar algo bom e que tem à ver com a vontade de Deus. Acredito que o Senhor Deus de Abraão, Isaque e agora de Jacó, teria meios suficientes para fazer as coisas acontecerem da forma correta. Quais meios? Não sei! Mas sei que Deus sabia e sabe! Sei que até hoje o Senhor não precisa da nossa ajuda com as mãos sujas, ou a cabeça virada, e meios e subterfúgios para realizar a sua vontade. Ester conseguiu virar a situação sem ceder e sem comprometer sua integridade. Esdras e Neemias conseguiram muita coisa sem fugir dos princípios que criam e defendiam. Os amigos de Daniel e até o próprio Daniel lá na Babilônia conseguiram muitas vitórias, e suas vidas estiveram em xeque e eles ficaram com o que criam. Os discípulos e apóstolos na historia da igreja tiveram muitas vitórias e também vários deles pagaram com a vida a firmeza do testemunho e ainda assim, não negociaram a fé. confiabilidade e superior a habilidade.

 

Senhor, obrigado pelos exemplos que temos na Bíblia e na história do teu povo em todo tempo. O Senhor ama a verdade no íntimo e se agrada de um caráter santo e íntegro por parte dos teus filhos e servos. Hoje não sabemos tudo e não vemos tudo com tamanha precisão como Tu vês, mas a eternidade está bem perto para todos nós e lá poderemos glorificar pelos meios e livramentos que tens para os fiéis. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Dessa Vez Foi Por Pouco

Meditação do dia 29/05/2019 

 “E aconteceu que, acabando Isaque de abençoar a Jacó, apenas Jacó acabava de sair da presença de Isaque seu pai, veio Esaú, seu irmão, da sua caça;(Gn 27.27)

 Dessa Vez Foi Por Pouco – Por uma diferença mínima de tempo, muita coisa importante já aconteceu e outras tantas deixaram de acontecer. Aqueles suspenses nos filmes quando alguém tem que desarmar uma bomba e fica aquela indecisão de qual fio cortar, o vermelho ou o preto e normalmente nos dois últimos segundos ele arrisca ou decide e acerta! Que sufoco, até para quem está assistindo. Os atletas de alto rendimento que o digam o quanto é importante um milésimo de segundo, as vezes só com equipamento fotográfico de altíssima precisão para decidir quem ganhou. Jacó parece que até se esgueirou de fininho ao sair da porta da tenda ou do quarto onde estivera com o pai; cada segundo ali só aumentava a angústia e a pressão sobre ele. É a chamada Lei de Murphy: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.” Jacó sabia que seu irmão voltaria da sua caçada e claro, se apressaria pois estava muito motivado e além do mais era de fato um bom caçador. Ele embora tenha pego sua “caça” no curral de casa, e a mãe ajudara no preparo, ainda assim o tempo trabalhava contra ele. No seminário Habitudes, da Universidade da família, numa lição sobre valorizar o tempo, sugere uma tarefa prática, um tipo de entrevista nos seguintes moldes: Para compreender o valor de um ano, converse com um estudante que acabou de ser ser reprovado na escola. Para compreender o valor de um mês, converse com uma mãe que acabou de dar à luz um bebê prematuro. Para compreender o valor de uma semana, converse com um editor de um jornal semanal. Para compreender o valor de um dia, converse com um trabalhador que tem dez bocas para alimentar. Para compreender o valor de uma hora, converse com um casal de namorados que esteja esperando para se ver. Para compreender o valor de um minuto, converse com uma pessoa que acabou de perder o voo. Para compreender o valor de um segundo, converse com alguém que tenha sobrevivido a um acidente de carro. Para compreender o valor de um milésimo de segundo, converse com um atleta que tenha ganhado uma medalha de ouro. Aqui eu de maneira cômica inverteria: Pergunte ao atleta que ganhou a medalha de prata! Ao mesmo tempo que Deus é dono, senhor e soberano sobre o tempo, também não está preso ou sofre seus efeitos, mas no seu relacionamento com a humanidade o fator tempo tem muita importância e a mordomia cristã ensina o quanto precisamos ser bons administradores do tempo e como isso fara diferença em muita coisa na vida espiritual. As dez virgens da parábola, foram reduzidas à metade; mas um dos eventos de maior importância e precisão para nós, diz respeito ao arrebatamento da igreja. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (I1 Ts 4.16,17). As Corintios Paulo foi mais preciso ainda: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Co 15.52). Poucos momentos serão tão decisivos como este, onde a eternidade com Deus ou sem ele para sempre se definirão para muita gente.

 

Obrigado Senhor, por nos dar lições de extrema importância sobre valorizar pequenos instantes que valem muito e definem até mesmo um destino eterno. Pedimos sabedoria e capacidade de discernir para fazer valer o que precisamos de fato valorizar nessa vida. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Cheiro do Meu Filho

Meditação do dia 28/05/2019 

 “E chegou-se, e beijou-o; então sentindo o cheiro das suas vestes, abençoou-o, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou.(Gn 27.27)

 O Cheiro do Meu Filho – Trabalho com discipulado individual por muitos anos e treinar pessoas na Palavra de Deus para viver uma qualidade de fé mais forte e equilibrado é um desafio maravilhoso. Andar pela fé é uma das experiências marcantes da vida cristã e aprender sobre isso faz toda a diferença sobre os resultados da vida da pessoa. A fé é uma dimensão do espirito e ali se lida estritamente no nível espiritual e portanto não tem margem para o racional e o emocional, senão na proporção em que isso compõe o elemento humano de que somos. Mas Deus lida, vive, opera, sempre no nível espiritual, e nosso acesso a todo esse universo é pela fé. Gosto muito da citação paulina aos colossenses sobre o modo do cristão agir nessa vida e na caminhada cristã: “Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, arraigados e sobreedificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças” (Cl 2.6,7). Nós recebemos a Cristo pela fé, unicamente pela fé e é assim que devemos andar nele. Quem gosta de frases de efeito se deleitam em citações como: A fé nos permite ver o invisível, crer no incrível e realizar o impossível! Verdade, tudo é possível ao que crê, até Jesus citou isso e se ele diz, então é verdade verdadeira. Quando somos imaturos na fé agimos mais pelos sentidos e emoções tal qual um não convertido, até que o crescimento espiritual apareça e vamos nos distanciando do velho estilo e nossa dependência vai se firmando na Palavra de Deus e assim podemos agir sem tantas amarras mentais e emocionais. Semelhante ao desenvolvimento de um bebê, no processo de aprender a andar; ele começa se agarrando aos móveis e objetos até se firmar sozinho e dar os primeiros passos e depois não mais precisa de ajuda para iniciar ou praticar suas caminhadas. Quando vai aprender a andar de bicicleta, o processo se repete até que se equilibra e ganha confiança. De pessoa para pessoa, os níveis de confiança e a demora para liberdade total varia e com estímulos todos chegam lá. Isaque fez todas as aferições sobre a veracidade dos fatos que lhe despertara desconfiança sobre a rapidez da caça e preparo da refeição de Esaú; ele suspeitou que Jacó poderia estar infiltrando-se e apropriando de algo que ele queria dar a Esaú. Mas ele só fez uso de meios físicos, mentais e sensoriais. Ele perguntou e ouviu respostas; questionou o tom da voz, mas cedeu a afirmativa do filho; apalpou-o e não diferenciou os pelos naturais do filho com o disfarce de peles de animais das veste; pediu um abraço e um beijo e não diferenciou um filho do outro e nem mesmo pelo cheiro. Sabemos que cada pessoa tem um odor próprio e a familiaridade distingue isso. Quando alguém age pelos instintos a possibilidade de ser enganado, iludido é muito grande. Emocional e mentalmente nós somos sujeitos a cometer equívocos e erros, estando absolutamente sinceros ou fazendo todos os protocolos de segurança. Isaque era um homem de Deus e de uma vida exemplar de oração e comunhão mas aqui ele se deu o direito de agir pelo conhecimento e pelas suas capacidades de lidar com fraudes e o final é que ele não evitou o que temia. Pastores, obreiros, líderes e pais devem fazer uso do conhecimento e da experiência de vida, mas não pode abrir mão da disciplina do discernimento espiritual através da oração. Ainda que seja algo simples e prático. Quem ora, tem vitória!

 

Senhor, te reconhecemos como o Deus Todo Poderoso e que detém todo o conhecimento e contigo não há nada escondido ou impossível. Assim, como teus filhos, pedimos sabedoria e discernimento espiritual do teu Espírito Santo para as decisões do dia a dia, porque nelas afirmamos a nossa fé  e o nosso testemunho da tua grandeza e da glória devida ao teu nome. Guia os nossos corações ao caminho da obediência e da sensibilidade para não errarmos tanto. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Beijo Perigoso

Meditação do dia 27/05/2019 

 “E disse-lhe Isaque seu pai: Ora chega-te, e beija-me, filho meu.(Gn 27.26)

 O Beijo Perigoso – Certamente um filho beijar o pai ou o contrário é uma expressão de muito carinho e afeto. É um instante de demonstração do valor do relacionamento familiar. Gosto de observar fenômenos e compará-los com a finalidade de aprender e ver os caminhos naturais das coisas acontecerem. Um desses meus campos de observação é a relação familiar dos animais com seus filhotes, para servir de laboratório com o comportamento com o relacionamento humano e seus filhotes. Há muito em comum e há lições muito boas. Aqui hoje, não entrar mais à fundo par anão fugir do tema proposto; mas a relação de intimidade, cuidado e muito contato físico parece ser iguais e automáticos nas duas espécies. Os filhotes enroscam e esbarram e esfregam-se o tempo todo nos pais e uns nos outros o tempo todo. O tempo de amamentação é muito bem aproveitado para troca de atenção e carinho físico. Os humanos copiam isso instintivamente. Quanto temos bebês em casa, gostamos de pegá-los e eles gostam de ficar nos braços e até “exploram” ficando manhosos. As relações afetivas demonstradas de maneira física são muito intensas e ativas em praticamente toda a infância, até quando alguém se julga grande o suficiente para não querer mais abraços e beijos em público e nem dar a mão para andar. Depois ficam independentes de vez, até descobrirem o valor da nossa carteira. Culturas à parte, famílias divergem na forma como distribuem os afetos de forma física. Alguns perduram por toda vida, e fazem questão dos carinhos físicos e afagos e tanto os pais como os filhos sentem faltam ou cobram um descuido nessa parte. Outros grupos familiares, isso já é mais escasso e em alguns casos não existem. Acredito que os extremos não são as melhores formas de se estabelecer estruturas sociais. A ausência de afetos, quer demonstrados oralmente, falando, elogiando, incentivando, motivando ou corrigindo fazem falta, mesmo que a pessoa não perceba inicialmente, ou como aquela é a “forma” da família lidar, eles aceitam como sendo “o nosso jeito!” Contudo a comparação virá nos outros relacionamentos sociais, quando irão interagir com outros grupos familiares e então isso vai aparecer e levar a pessoa a pensar e repensar o modelo em que foi formado, como não sendo o único e muito menos o certo. É hora de buscar correção ou adaptação; não sendo possível nas relações primárias, pode-se ao se formar sua própria família, adotar um novo modelo, até mesmo um misto do que cada um trouxe e o que se pretende implantar. Não posso afirmar como eram esses afetos na família de Isaque, mas minha intuição de filho fazendo arte, me diz que aquele pedido de Isaque, para Jacó se aproximar e lhe beijar, acelerou o coração do rapaz; não pelo beijo em si, ou a aproximação e o abraço e afago paternal, mas pelo contexto em que tudo estava acontecendo e que poderia revelar cedo demais a verdade por trás de tudo que estava acontecendo, e até mesmo para Jacó, precisava terminar o quanto antes, mas não agora; não desse jeito. Não podemos elevar esse beijo de Jacó à categoria de beijo da traição, como o de Judas, mas não podemos avalizá-lo como autentico e afetuoso. Vamos continuar amando a pessoa, mas rejeitando as atitudes erradas e suas motivações mesquinhas.

 

Abba Pai, é uma bênção e um privilégio se dirigir ao Senhor nosso Deus, como sendo o nosso mais belo tesouro e de maior valor também. Pai, obrigado pelas famílias e pelos laços de carinho e afetividade que nos une e permite crescer saudáveis e reconhecendo uns aos outros e os valores que cada um possui. Hoje, oramos pelos elos familiares que sejam fortes e resistentes, mas íntimos e afetuosos para enriquecer a experiência de cada um de todos nós; em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Só Confirmando

Meditação do dia 26/05/2019 

 “E disse: És tu meu filho Esaú mesmo? E ele disse: Eu sou.(Gn 27.24)

 Só Confirmando – Quando crianças, ficava sempre aquela pergunta na cabecinha da gente: Como é que o pai ou mãe sabe que estamos mentindo? As vezes eles nem precisavam perguntar; eles já partiam direto para o ataque e na maioria das vezes estavam certos. Agora, sei que isso se chama discernimento e maturidade. Pelos anos rodados, conhecemos os caminhos e os atalhos das atitudes infantis e também a cara não nega, quando se faz uma arte. Sempre que leio e trabalho nessa história de Jacó, eu fico pensando com meus botões, que Isaque teve seus momentos de dúvidas e no seu interior, algo lhe dizia que tinha alguma coisa errada. Ele fez diversas sondagens e procurou averiguar a veracidade dos fatos, mas Jacó estava firme e consciente de que era Esaú e disposto a convencer o pai também e levar a bênção.  Pode ser que ele assumiu que estava errado, mas já havia embarcado na aventura com sua mãe e desembarcar agora no meio da viagem, só revelaria fraqueza e falta de confiança em si mesmo e além de perder a bênção do pai, ficaria mal com a mãe, sem contar que a amizade com o irmão já estaria de qualquer forma comprometida. Ir até o final, parecia ser de fato a melhor solução. Comparando essa história com a de outros dois irmãos, no caso Abel e Caim, percebemos que Caim agiu traiçoeiramente e se mostrava firme como quem não sabia de nada. Mesmo com as várias oportunidades que o Senhor Deus lhe dava, através da inquirição sobre o paradeiro do irmão e sobre sua condição de fazer as coisas da maneira correta, ele se mantinha irredutível. Não sabia onde estava o irmão e não achava que era sua responsabilidade; não havia oferecido o sacrifício inadequado e não estava disposto a trocar e fazer o certo. Tudo se resumia no tratamento diferenciado e preferencial que o Senhor tinha para com seu irmão. O pecado que lhe estava batendo à porta, não era alto o suficiente para ouvir, mas dar ouvidos à sua amargura era totalmente possível. No caso de Jacó, ele estava assumindo um risco deliberado de ser desmascarado pelo pai e pelo irmão, não nessa mesma ordem, mas de um jeito ou de outro, uma hora a verdade iria se fazer claro. Esperar ser desmentido, desmascarado e assim se expor a vergonha e ao desprezo ou reprimenda das pessoas em autoridade nunca deve ser encarado como a solução mais aceitável. O certo é sempre o certo e em alguma eventualidade isso pode estar num contexto em que se torna errado; mas o que já é naturalmente errado, não tem contexto em que se torna certo ou aceitável. Não se constrói algo permanente sobre fundamento falso ou enganador. Esse mal sempre recairá sobre seus autores. Há uma história da Grécia antiga, quando alguém fez algo bom e ganhou dos cidadãos uma estátua como lembrança e memorial do seu feito. Alguém não gostou e entendeu que ele deveria ter ganhado aquele presente e cultivou um sentimento de inveja e trabalhou isso dentro de si para destruir a estátua do adversário. Todos os dias ele passava lá e serrava um pouquinho no pé da estátua, de modo que não se percebia, até que um dia ela cairia; e caiu mesmo, sobre ele em plena atividade de sabotagem. Perdeu a vida e foi notável a todos a razão tanto da queda da estátua quanto de sua motivação interior. Olha o que diz Pv 24.8: “Aquele que cuida em fazer mal, mestre de maus intentos o chamarão.” Jacó tem muitas virtudes e exemplos bons para imitarmos. Sigamos os bons exemplos.

 

Senhor, obrigado pelo dia de hoje e pela história que podemos escrever nele. Obrigado pelas boas lições da tua Palavra e dos teus servos que trazem esperança e consolo para nossa jornada de cada dia. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Irreconhecível

Meditação do dia 25/05/2019 

 “E não o conheceu, porquanto as suas mãos estavam cabeludas, como as mãos de Esaú seu irmão; e abençoou-o. (Gn 27.23)

 Irreconhecível – Já meditamos nessas passagens do ponto de vista de Isaque, Rebeca e agora vendo pelo de vista de Jacó. Acredito que o pior erro da vida é aquele do qual nada aprendemos. A história não registra especificamente sobre isso na vida de Jacó; mas o efeito do princípio d semeadura, aquele de colher tudo o que plantamos, foi muito claro e patente na vida no nosso patriarca. Posteriormente poderemos meditar sobre cada passagem individual, mas já podemos só à título de citação, dizer que ele foi enganado posteriormente pelo tio Labão com quem foi morar e não foi uma nem duas vezes. Começou pelo casamento com Raquel e ele só soube do peso cultural de não se dar a menor em casamento antes que a mais velha, depois que o leite já havia derramado. Depois vieram as questões contratuais de salário e assim foi por todos os anos que ele viveu por lá. Depois veio as intrigas entre seus próprios filhos e a separação de José. Provavelmente após cada uma das amargas experiências, ele lembrava do que fizera e de como seus pais devem ter se sentido. O outro lado da moeda, é a graça irresistível, como dizem os teólogos de plantão. Ele nunca foi rejeitado por Deus; nunca foi considerado indigno, ou desqualificado. Ao contrário, foi revestido da graça e perseverança em Deus para vencer suas próprias falhas e se manter firme na fé inabalável de ser servo do Deus único, amigo de Abraão e Isaque e com quem ele tinha alianças e foi firme, até o último instante de sua vida física. Foi um grande sacerdote para sua família, que se tornou uma tribo forte e posteriormente uma nação. Foi um intercessor fervoroso, profético e exerceu sua autoridade paternal com graça e sabedoria. Cai bem nesse relato, afirmar que Jacó realmente estava irreconhecível. Aqui ele se disfarçou bem, se passou pelo irmão e simulou quase tão bem que as poucas dúvidas que restaram a Isaque não foram suficientes para negar a bênção. Amados, nós que fazemos parte da Nova Aliança, alcançamos um nível de revelação de Deus muito maior do que eles tinham naquela época; agora o Espírito Santo de Deus habita de forma permanente em cada um dos filhos de Deus, para guiar a toda a verdade, fazer lembrar tudo o que Jesus Cristo ensinou e nos convencer do pecado e trazer a comunhão com Deus para um nível muito alto, próximo e relacional com Deus. Assim sendo, não podemos admitir erros em nossas vidas, como aqueles, pois os fins não justificam os meios. Para fazer justiça não podemos tomar o caminho da injustiça, da ditadura, do autoritarismo e da imposição. Para abençoar muitos não podemos admitir a destruir uns poucos; para firmar a verdade, não é aceitável um pouco de mentiras ou meias verdades. Isso vale para pregação, ensino, administração, fala, prática e tudo mais. Já sabemos onde isso vai dar e no que vai dar: “Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mt 7.20-23). Não ser reconhecido nesse dia, será terrível!

 

Senhor, obrigado pelo caráter de Cristo ser implantado em nós. Graças pela comunhão e pela correção que sofremos a cada dia para andarmos na luz e sermos fiéis e firmes no cuidado com nossas escolhas e conduta. Fomos chamados para ser diferentes e fazer a diferença, com a graça e o poder do teu Espírito Santo. Em nome de Jesus oramos, amém.

 

Pr Jason

Inventando Bençãos

Meditação do dia 24/05/2019 

 “Então disse Isaque a seu filho: Como é isto, que tão cedo a achaste, filho meu? E ele disse: Porque o Senhor teu Deus a mandou ao meu encontro.(Gn 27.20)

 Inventando Bênçãos – Algumas pessoas possuem o “dom do exagero,” tudo com elas é superlativo, extravagante, supervalorizado, superestimado; até miséria pouca com eles é bobagem. Pode ser um desejo de afirmação entre os outros? Para mim, tudo o que é demais, passa! Normalmente é questão de caráter mesmo. Um exagero nos relatos de determinado fato pode se constituir numa mentira. Nos recordamos da expressão do salmista que entrou para o universo das citações de que um mal sempre atrai ou mal e a tendência é de disseminação geral. Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim (Sl 42.7). pois é isso que estamos vendo no episódio de Jacó na sua aventura de se passar pelo irmão; quanto mais ele adentra nas ações, mais e novas oportunidades de acrescentar erros vão surgindo. Agora o pai lhe faz uma pergunta simples e como não existia contexto para ele, já que a história estava sendo montada em cima de uma farsa, ele teve que imprimir nova versão de inverdade. O que ele fez foi criar uma versão espiritualizada para explicar a rapidez dos acontecimentos. “Foi a bênção de Deus!” o verdadeiro Esaú que era perito em caça e havia saído para caçar atendendo ao pedido do pai, ainda não havia voltado do campo, por mais bem sucedido que ele conseguisse ser, tudo tinha um tempo normal de acontecer. Mas mesmo assim, Jacó, se passando por seu irmão, sem prática alguma de caça, alegava que já tinha ido e voltado da caça, com grande sucesso; já tinha preparado a caça e cozinhado a refeição pedida ao gosto do pai. O contexto nos mostra, que Esaú, o verdadeiro, foi de fato bem sucedido e voltou rápido, fez a refeição, quando Jacó havia terminado de receber a bênção e acabara de sair da presença do pai. Mentir contanto bênçãos exageradas que nem aconteceram é tão pecado quanto qualquer outra situação. Aqui, está o fazer uso do nome de Deus que tem credibilidade para induzir as pessoas a acreditarem no que está sendo dito. Não se trata portando de tomar o nome de Deus em vão, conforme o mandamento? “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Ex 20.7). acho bom meditarmos nisso!

 

Pai, obrigado por compartilhar com os seus filhos a tua santidade e o poder do teu nome, que é santo, justo e verdadeiro. Nosso testemunho deve refletir a tua glória e levar as pessoas a adorar e temer ao Senhor. Livra-nos do desejo de ser exageradamente reconhecidos e apreciados pelas pessoas, a ponto de mentir ou desonrar a tua Palavra. Oramos em nome de Jesus, amém;

 

Pr Jason

Não Sou Quem Sou

Meditação do dia 23/05/2019 

 “E Jacó disse a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te agora, assenta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe.(Gn 27.19)

 Eu Sou Quem Não Sou – Desde os primeiros ensaios para se tornar pregador em nossas igrejas, até mesmo um aprendiz de professor de EBD, temos aquelas raízes de algumas termos bíblicos com suas versões interpretativas ou ilustrativas que aprendemos explicar e aplicar. Lembro-me bem sobre SINCERIDADE – do latim “sine cera” e lá vem a história do artista escultor com suas estátuas trincadas e cobertas de cera, vendidas como perfeitas, até quanto o proprietário as deixa expostas ao sol e lá se vai a cera, derretendo e revelando não só defeito da obra, mas principalmente do caráter do artista. Outra das antigas é HIPOCRISIA – que tem suas raízes nas apresentações dos antigos teatros gregos onde o ator utilizava uma máscara para representar o papel encenado. Na verdade, aquilo não era real, era uma apresentação, debaixo da máscara havia uma pessoa com sua própria história e realidade. Assim, hipócrita é alguém que usa máscara no sentido figurado, desempenhando na vida real um papel que na verdade deveria ser apenas encenado; ele não é autêntico, honesto, confiável. Pensando em vida cristã, é uma lástima, um desastre, pois a transparência, a verdade, a sinceridade e todas as virtudes da natureza de Cristo deve prevalecer no interior de quem ganhou uma nova vida, nascida do Espírito, gerado pela Palavra de Deus, uma semente incorruptível e incontaminável, segundo os autores bíblicos Pedro e Tiago. “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre” (I Pe 1.23). “Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas” (Tg 1.18). Nosso amado Jacó, recebera um nome que agora valida a idéia de suplantador, enganador. Ao admitir participar da encenação arquitetada pela mãe que o ajuda a se travestir de Esaú e se apresentar ao pai e valer-se da boa fé de uma refeição caprichada e depois uma cerimonia espiritual de altíssima importância, com a bênção de Deus e a transmissão da herança dos direitos e responsabilidades das alianças já anteriormente celebradas entre Deus, o Altíssimo e seu avô Abraão e ratificada a seu pai Isaque, que passaria o bastão ao filho. Jacó assumiu mesmo o papel e afirmou para o pai: “…Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te agora, assenta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe. Ele não era Esaú; não era naturalmente o primogênito; não estava fazendo o que o pai mandara o outro fazer. Mesmo sendo totalmente fraudulento, era queria que: 1. O pai se levantasse; 2. Imediatamente; 3. Assentasse para comer; 4. Comer carne de cabrito se passando por carne de caça; 5. O abençoasse do fundo da alma. Os caipiras do interior diriam: “Venha a nós o vosso reino – mas fazer a tua vontade, nem pensar!” Não estou tentando malhar nosso amado irmão Jacó, nem mostrar que sou ou somos melhores ou mais piedosos, a idéia e refletir sobre o fato de que se deixarmos nos levar pelas circunstancias ao nosso redor, podemos ficar enredados e emparedados fazendo coisas que violam a nossa fé e a nossa consciência. Se passar por alguém ou algo que não somos, não é bom e não agrada a Deus e precisamos nos arrepender. Andar com Deus presume uma integridade e uma comunhão de idéias com ele e sua Palavra. Sejamos quem somos, afinal, Deus mesmo gosta de nós como nos criou, não precisamos atuar com máscaras para ostentar o que na verdade não somos e não é o que Deus tem para nós.

 

Senhor, obrigado por dar a cada um de nós uma personalidade única e ter um plano de bênção específico para todos os seus filhos. Somos quem somos por obra e graça da tua sabedoria e somos salvos, amados, acolhidos e abençoados pela fé em Cristo e sua obra perfeita na cruz. No nome dele, oramos agradecidos, amém.

 

Pr Jason

Quem És Tu

Meditação do dia 22/05/2019 

 “E foi ele a seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho?(Gn 27.18)

 Quem és Tu? – Nosso nome representa bem mais do uma palavra com certa sonoridade, ou um meio de nos diferenciar de outra pessoa. O nome é uma marca! Trás consigo um peso de prestígio, de sentido e valor. O nome se forma e se torna um distintivo, de forma que quando pronunciado produz uma reação em quem ouve. O nome pode preceder a pessoa abrindo ou fechando portas e oportunidades. É assim que o nome e a pessoa se confundem como se um e outro fossem a mesma coisa. Jacó se apresentou ao pai, disfarçado de Esaú e a primeira coisa que ouviu ao se anunciar, foi uma pergunta que ao mesmo tempo que inquire, também qualifica e autentica: “quem és tu, meu filho? uma pessoa pode ter um nome forte, poderoso, influente por nascimento, caso venha de uma dinastia já famosa com nome pronto, nesse caso está herdando o nome. Pode também conquistar por seu trabalho e esforço e assim com mérito fazer o seu nome grande. Pode ainda ganhar, ser lhe dado ou nomeado de forma legal, e assim se tornar um nome forte e poderoso. Jesus, tem o nome mais poderoso de todo o universo e em todos os tempos e para sempre e ele preenche os três requisitos citados. Certos nomes quando pronunciados diante de nós ou de pessoas, só pelo dito, já levanta reações, isto é, produz um certo impacto. Se alguém fica na dúvida, pergunta de imediato se está sendo referido sobre “tal pessoa mesmo?” Quantas pessoas nasceram em Nazaré da Galileia? Milhares! Mas há um “certo Galileu” que se diferencia de todos os demais. Se alguém “Maria,” logo vem a pergunta: A mãe de Jesus? E o que acontece quando alguém ouve o meu nome? O seu nome? Qual é a sensação ou reação imediata? Estamos falando então, do peso que nossa personalidade já empregou no nome. Saulo de Tarso, à caminho de Damasco encontrou com alguém que ele julgava estar morto e de qualquer outra forma, não tinha muito valor para ele. Mas como parecia uma revelação de Jeová, nenhum hebreu iria negar se indispor, foi quando ele perguntou: E disse eu: Quem és, Senhor? E ele respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; (At 26.15). O poder do nome de Jesus foi suficiente para despedaçar todos os alicerces da crença e das atitudes daquele homem, digamos, numa única pancada. No Evangelho de João também tem uma narrativa que mostra o poder desse nome: Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles. Quando, pois, lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra (Jo 18.4-6). Não podemos deixar de fechar essa meditação sem citar o clássico dos clássicos: Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai (Fp 2.9-11).

 

Obrigado Pai, porque este nome nos pertence. Amém!

 

Pr Jason

Momentos de Tensão

Meditação do dia 21/05/2019 

 “E com as peles dos cabritos cobriu as suas mãos e a lisura do seu pescoço;
E deu o guisado saboroso e o pão que tinha preparado, na mão de Jacó seu filho.
(Gn 27.16,17)

 Momentos de Tensão – Meditar na Palavra de Deus, deve nos proporcionar também uma sensação de participar da cena, vivenciar o que o personagem experimentou certamente enriquece o nosso aprendizado. Agora nós, os reles mortais que vivemos num tempo em que a obediência ao pais era algo levado muito à sério e não tinha muita margem para manobras evasivas e se livrar das consequências das artes e coisas erradas que fazíamos, podemos olhar e sentir na pele, o que Jacó estava passando. Se ver digamos, forçado pela mãe a forjar uma situação inusitada e nem tão simples de se ter sucesso, pois se passar por um irmão, não sendo gêmeo idêntico, não é tarefa muito fácil e a diferença física entre eles era gritante. Todo aquele tempo de ir ao curral, pegar o animal, abater, preparar a carne, fazer a refeição sob certo padrão de gosto que identificasse não só o prazer do pai, mas também se passar por carne de caça e preparado pelo máster chef Esaú. Bom, isso era com Rebeca e ela se deu muito bem. Depois veio a fase de caracterização do personagem, e vamos tirar o chapéu para a dona Rebeca, que foi boa em caracterizar um filho, improvisando roupas e adereços de tal forma que aproveitando a pouca visão do pai, se passaria razoavelmente bem. Podem imaginar o coração, a mente e a adrenalina que ele estava? E a cada minuto se aproximava mais o momento de tudo aquilo ser efetivamente testado e se tudo desse errado, as consequências seriam graves, muito graves. Percebo, que daqui em diante, com roupas alinhadas, disfarce aprovado pela mãe, comida na bandeja, com pão e o vinho para acompanhar, agora era a hora de respirar fundo e limpar a garganta e fazer o último teste de som para equalizar a voz ao tom do próprio Esaú e seja lá o que tiver de ser é agora ou nunca… e lá se foi ele devidamente incorporado ao personagem do irmão. Errar já é ruim, agora, errar consciente, simulando uma situação que se for testada de fato pode desmoronar, porque há também o componente emocional envolvido. Essa bandeja deve ter balançado bastante e foram os poucos passos mais longos e dramáticos que ele dera na vida. Nunca caminhar em direção ao pai fora um desafio mais comparável à tormento. Momentos que antecedem um grande acontecimento, que na verdade o que mais se quer é que ele termine, antes mesmo de iniciar. Acredito que os danos emocionais e o peso dele carregar isso, sabendo que tudo não terminaria com o fim da refeição, pois à qualquer momento o verdadeiro Esaú poderia irromper pelo quarto à dentro e desmascarar tudo e todos; na melhor das situações, quanto tempo vai durar essa farsa, até a verdade aparecer? E quando aparecer, como será? Estou pensando em situação nossa, agora, atual, quando um cristão está caminhando para um situação de pecado, de engano consciente, sabendo a mentira tem pernas curtas! Ou pessoas que no final do dia, ou da noite, terá que voltar para casa e encarar silenciosamente o cônjuge, os filhos, a família e ou apresentar aquela acomodação fraudulenta e suja! Amados, o Espírito que foi nos dado é Santo e guia-nos à verdade! Não viole sua consciência, sua fé por nada, nada mesmo. Um momento de prazer ou de gratificação pode custar o que se tem de mais precioso, que é a intimidade com Deus e o direito de lhe chamar de Pai e poder se abrigar à sombra de suas asas. Disfarce, só mesmo em teatro, mas como representação, não como condição de conduta.

 

Senhor, queremos a verdade, e sabemos que ela liberta e santifica; isso nos coloca mais perto de ti. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason