Reviver

Meditação do dia: 16/06/2021

“Porém, havendo-lhe eles contado todas as palavras de José, que ele lhes falara, e vendo ele os carros que José enviara para levá-lo, reviveu o espírito de Jacó seu pai.” (Gn 45.27)

Reviver – Estamos aprendendo com as experiencias de pessoas que viveram antes de nós e passaram por trechos da vida que ainda não passamos e talvez nem venhamos a passar; mas a vida é muito curta para aprendermos somente pelo processo de erros e acertos, sendo necessário aprender com as experiencias dos outros e otimizar o tempo e o aprendizado. Gente como Jacó, José e outros irmãos na fé, do passado bíblico, firmaram limites que nos servem até hoje para nortear e disciplinar a nossa caminhada de fé. Podemos ver que eles, ainda que fossem descendentes diretos de pessoas de estatura espiritual ainda mais avantajadas, tiveram que ter suas próprias lições e criarem seus próprios caminhos. Abraão quase merece o título de inigualável, pois um homem que é chamado por Deus de amigo e sua fé lhe atribuiu justiça, merece muito ser considerado o nosso pai da fé. Seu filho Isaque e seu neto Jacó, foram homens igualmente notáveis e tinham promessas que os tornavam únicos e seus compromissos eram de serem protótipos de nações abençoadas e serem tutores da obra da redenção. É muito bem-vinda a declaração do Apóstolo São Paulo aos Romanos onde ele afirma Porque tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança. (Rm 15.4). Depois de anos de frustração e silencio, Jacó recebeu boas notícias. Bota boas notícias nisso! Como dizem nossos irmãos pentecostais: “Era para glorificar de pé!” Num mesmo dia, na mesma hora, todas as boas notícias, até algumas que nem mais faziam parte de seus sonhos e aspirações, bateram na porta do seu coração. Ver todos os seus filhos juntos, de volta de uma longa e perigosa viagem, com êxito total na aquisição de suprimentos, estarem eles mais unidos do nunca, reconciliados e motivados. Jacó, ficar sabendo que José não havia morrido, ao contrário, estava vivo e bem, muito bem e tão bem a ponto de ser hoje realidade todos aqueles sonhos que ele tinha quando adolescente, que um dia todos da família se curvaria diante dele e o reverenciariam. Aquilo que ele não compreendera naquela época, agora fazia sentido e até mesmo a ausência dolorosa do filho querido fazia todo sentido. Não foi nem preciso explicar ou fazer que os demais entendessem a direção da vida de agora em diante, bem como o papel de cada um. Me recordo da profecia de Joel muitos séculos à frente, mas com uma precisão de Palavra de Deus, útil em todos os tempos, situações e circunstancias: “E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós” (Jl 2.25). Jacó se viu recompensado e restituído por tudo que perdera ao longo dos últimos anos. Sua fé lhe levara exatamente para onde deveria ter levado. Ainda que Deus estivera em silencio prolongado para com ele, não estivera sem ação e seu cuidado estava providenciando todas as respostas das orações que aquele pai fizera e até que ele nem soubera que precisaria te-las feito. É por isso, e outras mais, que me deleito na contemplação da grandeza de Deus e da sua multiforme graça, “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém (Ef 3.20,21). Deus renova a nossa esperança, restaura o nosso vigor e permite reviver aquilo que nunca deveria morrer dentro de nós, porque suas palavras são suas promessas e essas são tão eternas e tão infinitas quanto Ele próprio. A cada dia que meditamos, contemplamos, adoramos e aprendemos um pouco mais, nos aproximamos do alvo de nos tornarmos mais parecidos com seu filho Jesus Cristo. Isso não é pouca coisa. É Bênção dos céus.

Pai, obrigado, por me aceitar como filho e me presentear com um novo dia e uma nova possibilidade de acertar com o melhor do que tens planejado para mim. Quero compartilhar também com os teus filhos e filhas que anseiam por te conhecer mais e mais, dia após dia, juntos, nos conformando à imagem de teu santo filho Jesus, que nos amou e se entregou por nós. Bendito seja Deus! Bendito seja o seu amor por nós, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

mor por nós, em nome de Jesus, amém.

Evidencias Fortes

Meditação do dia: 15/06/2021

“Porém, havendo-lhe eles contado todas as palavras de José, que ele lhes falara, e vendo ele os carros que José enviara para levá-lo, reviveu o espírito de Jacó seu pai.” (Gn 45.27)

Evidencias Fortes – Não acredito no que acredito e muito menos no que estou vendo! Já aconteceu com vocês!!? É inacreditável a capacidade humana de lidar com a ambivalência dentro de si. Mas em parte é uma narrativa de mais força de expressão do que fato empírico. Oramos sobre algo e sabemos que só um milagre pode fazer aquilo e quando acontece ficamos tão felizes, extasiados que uma das formas de expressar é justamente exclamar: “Não acredito!” Mas observando as experiencias de tantas outras pessoas, encontramos respaldos até nos encontros de pessoas com Jesus nos seus dias de ministério terreno; como quando um pai pediu ajuda para curar o filho e o Senhor disse que era possível se ele acreditasse; a resposta dele é desse modelo que estamos falando: “E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade (Mc 9.23,24). Jacó estava vivendo os extremos da experiencia emocional que estava represada por anos de dor, sofrimento, frustração e silêncio que a vida lhe impusera e em parte ele assimilara forçadamente, por não ter em suas mãos o poder de alterar o rumo de algumas daquelas situações. Nenhum pai está pronto para perder um filho, maior que seja o número de outros filhos que tenha. Para um patriarca como ele, vivendo pela sua fé e o compromisso e o peso de uma aliança sobre os seus ombros e vendo a parte divina toda fora realizada e as promessas se lhe cumpriram, e ainda muito cedo as coisas desmoronaram. Acredite-me, irmãos, Jacó foi experimentado em provas dolorosas. Depois de anos de trabalho e retidão com o tio e sogro que lhe trapaceava e só não fez pior porque Deus era com ele. À caminho de casa, enfrentou muitos revezes, como a violência contra a única filha, os atos de violência dos filhos em atitude de vingança pela irmã; a morte prematura da esposa amada no nascimento do filho mais novo, o irmão de José; depois veio os sinais de hostilidades entre os dez filhos contra José e o desaparecimento desse sem pistas e nem evidencias, porque as causas estava entre eles mesmos. Recentemente, as crises climáticas que produziram fome e escassez na terra de Canaã e foi forçado a procurar suprimentos longe de casa no Egito. Antes de melhorar, as coisas pioraram, porque no Egito surgiu um governador exigente e deteve um dos seus filhos e exigiu a presença de Benjamim, para liberar Simeão e permitir a continuidade de livre comercialização. Ele estava com os olhos na estrada e o coração na mão, como dizemos por aqui. A chegada dos rapazes trouxe outra atmosfera de suspense e tudo aquilo balançou o coração do velho patriarca. Mesmo sendo bênçãos grandes demais, ele queria certificar-se de que eram fatos e seria confiável aceitar de pronto tudo aquilo. Que bom que há tempo para todas as coisas e o tempo de cantar e se alegrar chegou para Jacó, como chega para mim e para você. As grandes provações testam e aquilatam a pureza e a integridade da nossa fé. “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).

Senhor Deus e Pai, nós te adoramos por tudo que és e obrigado pelo que tens feito por nós através de Cristo e somos agradecidos pela maneira especial de nos acolher em tua família e ter um propósito especial para cada um de todos nós. Não merecemos! Mas não rejeitaremos a tua oferta de graça e amor! Queremos continuar, perseverar e resistir nos momentos difíceis e confiar que estás no trono e governas com sabedoria, força e poder. Nada escapa ao teu olhar de amor e bondade. Oramos em fé, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

José Ainda Vive

Meditação do dia: 14/06/2021

“Então lhe anunciaram, dizendo: José ainda vive, e ele também é regente em toda a terra do Egito. E o seu coração desmaiou, porque não os acreditava.” (Gn 45.26)

José Ainda Vive – “Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is 52.7). Como dizem os poetas de plantão, as digitais do conquistador não são nas mãos, mas nos pés! Foi um dia glorioso para o velho patriarca, que já estava com os olhos nos caminhos por onde os filhos chegariam e as expectativas eram de boas notícias, com a volta dos onze filhos, com a atenção para Benjamim que foi como garantia de libertação de Simeão que ficara retido. Se alguém antes de qualquer possível reconhecimento facial, pudesse contar onze pessoas na caravana, certamente já gritaria: “Voltaram todos, são onze!” Isso já seria suficiente para fazer a alegria de todos da tribo. Em seguida, seria ver se os animais de carga estavam trazendo mantimentos, pois isso também era uma boa notícia devido a escassez de provisões e seria também indício de que eles encontraram favor do governador de quem falaram para o pai. Na minha imaginação, eu posso imaginar mais coisas do que está literalmente escrito, pois fico olhando as entrelinhas e se me acompanharem, poderão das asas à imaginação criativa e criar aquele suspense, quando algum coisa não parece ser exatamente o que deveria ser, como se a gente soubesse o que deveria ser. O meu pretenso sentinela, encarregado de vigiar e alertar de qualquer movimentação que indicasse a vinda dos rapazes, percebeu ainda que a distancia que a caravana estava maior do o esperado, atentando bem, havia carruagens e mais gente do que o esperado. Egípcios, sim, tem egípcios junto com eles, soldados, bigas, carretas puxadas por pares de belos cavalos, com celas muito luxuosas! Tem coisa estranha nisso, alerta o vigia. Agora o arraial inteiro está em suspense e apreensivos, com mais perguntas do que possíveis respostas. Mas enfim, todos chegaram e parecem felizes, eufóricos e isso já trás alivio e só resta o suspense final, para a pergunta: “O que significa tudo isso?” Se fosse nos nossos dias, alguém já teria compartilhado nas redes sociais: “Voces não vão acreditar, mas José está vivo aqui no Egito!” Posta mais, filme que quero meu com meus próprios olhos! Bom, teria também os mais incrédulos dizendo para tomar cuidado porque poderia ser um impostor, ou não seria Fake News, vírus ou alguém invadiu a rede e tá postando coisas esquisitas? Mas eles não corriam esse risco naquela época; lá era tete-a-tete. Para os filhos de Israel era um grande momento, pois estavam em casa novamente e com a missão cabalmente bem sucedida. Provisões abundantes, Simeão liberado e Benjamim são e salvo nos braços do pai e uma notícia melhor que todas essas, que era que José estava vivo, estava bem, era o homem forte do Egito que eles conheceram antes, e tudo de estranho como servos egípcios, soltados, carroças, bigas e toda aquela pompa nunca vista por aquelas bandas, era a demonstração do poder e influencia de José junto ao Faraó, e tudo aquilo, era para ajuda-los a desmontar acampamento e mudaram de mala e cuia para o Egito. Ordens de José, aprovação de Faraó e bênção de Deus. Não é sem razão que Jacó desmaiou! Os nossos irmãos mineiros gostam de utilizar a expressão: “no frigir dos ovos…” que traduzindo querem dizer: “Resumindo!” ou “no final das contas…” Quando paramos para olhar o mover de Deus e como ele nos abençoou, concluímos que sempre foi muito maior que nossa capacidade e merecimento. As dores, lutas e dificuldades que atravessamos não se compara com as bênçãos da generosidade de Deus. É assim na minha experiencia e sei que não é diferente com vocês. Conta as bênçãos, quantas são, recebidas da divina mão… hás de ver quantas Deus já fez! Faças dessa canção a nossa oração do dia!

Pv Jason

Não Contendais Pelo Caminho

Meditação do dia: 13/06/2021

“E despediu os seus irmãos, e partiram; e disse-lhes: Não contendais pelo caminho.” (Gn 45.24)

Não Contendais Pelo Caminho – O Caminho, esse já foi um nome pelo qual os cristãos foram conhecidos nos primórdios da igreja. Para os adoradores que adoram o Pai em Espírito e em verdade, quando se fala em caminho, não se pensa em uma estrada larga ou estreita, íngreme ou plana; o caminho para estes é uma pessoa – Jesus! “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6). Por vezes podem estar até se referindo sobre sua própria fé ou doutrina adotada para conduzir sua vida espiritual. “Ele começou a falar ousadamente na sinagoga; e, quando o ouviram Priscila e Aqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus” (At 18.26). O casal cristão aqui, vendo alguém com tão grande potencial e sedento por disseminar a verdade sobre Jesus, se propuseram a discipular e enriquecer a vida do jovem Apolo. Ele já estava no Caminho, mas carecia de maiores esclarecimentos e alguém apareceu para se importar com ele. Quando também ouvimos sobre o Caminho, estamos certos de que ele apresenta uma verdade eterna, que deve ser acolhido no coração e se beneficiar do que ele lhe oferece. Na cidade de Filipos, alguém proclamou e alguém recebeu as boas novas da salvação oferecida nesse caminho. “Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo” (At 16.17). Nos dias do ministério terreno do Senhor Jesus, os seus discípulos ainda imaturos, discutiam por assuntos que ainda careciam de entendimento espiritual e pensavam se tratar de amenidades do dia a dia. “E chegou a Cafarnaum e, entrando em casa, perguntou-lhes: Que estáveis vós discutindo pelo caminho? Mas eles calaram-se; porque pelo caminho tinham disputado entre si qual era o maior (Mc 9.33,34). Pelo visto, José tinha uma visão muito ampla sobre os acontecimentos que poderiam vir a acontecer no caminho. Aqui, literalmente, enquanto andavam, poderiam tentar aparar as diferenças entre si e até provocar mais ferimentos e mágoas do que já haviam feito à vida toda. José queria a extensão do seu perdão e compreensão para com os irmãos fossem também estendido a todos eles gentilmente, dando e recebendo perdão e consolo. Os peregrinos do caminho da fé, não lhes cabem ficar discutindo sobre o caminho ou porque certas coisas acontecem nele. As doutrinas da fé, existem e já foram amplamente discutidas pelas mentes brilhantes e cheias do Espírito Santo, para a igreja herdasse verdades cristalinas e pudesse andar segura das verdades ensinadas pelos mensageiros escolhidos por Deus e supervisionados pelo Espírito Santo. “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.21). Nosso desafio: Não discutir pelo Caminho, sobre o Caminho e nem no Caminho. Vamos só seguir a Jesus!

Pai, obrigado pela alternativa de sermos guiados pelo Espírito Santo nos caminhos da tua Palavra. A nossa fé tem alicerces muito firmes, porque as tuas verdades são eternas, boas e excelentes. Graças podemos render diariamente pela iluminação das Escrituras aos nossos corações. Que bom que Jesus é o Caminho que nos conduz à ti e nele não há erro. Nele, podemos confiar. É no nome dele que oramos agradecidos. Amém.

Pr Jason

Não Contender

Meditação do dia: 12/06/2021

“E despediu os seus irmãos, e partiram; e disse-lhes: Não contendais pelo caminho.” (Gn 45.24)

Não Contender – Por mais incrível que pareça, já fui adolescente, já fui implicante, briguento e pirracento, como bom goiano dava um boi para não entrar numa briga e dava uma boiada para não sair dela. Mas antes que imaginem um jovem problemático e candidato à Febem, se é que existia isso naquela época; não é nada disso. Tudo isso era em teoria e bate-boca, mais trovão do que chuva mesmo! Mas tudo isso em casa, com os irmãos e irmãs, porque fora, era muito medroso e assustado, sem contar com as incontáveis promessas do seu Arnaldo e dona Alice: “Se brigar na rua e bater em alguém, vai apanhar em casa e se apanhar na rua, vai apanhar de novo quando chegar!” Com um incentivo desses e sem os direitos da criança e do adolescente, já que os pais eram e tinham a vara da infância e adolescência, com plenos poderes, não tive muitos motivos ir às vias de fato. Em casa, meu irmão, hoje o pastor Jair Gomes, dois anos mais velho, amadureceu primeiro e deixou de aceitar as minhas provocações e como brigar sozinho não tem graça, as coisas se ajeitaram logo. Sou muito grato pela vida e atitude dele, que por sinal é um grande homem e excelente ministro do Evangelho em todos os sentidos. Sua integridade e caráter nos orgulha e motiva seguir seu exemplo. Lá nas bandas de Canaã as coisas não foram muito diferentes do que tem sido em outras partes do mundo onde existem famílias; fato esse que nos trouxe à história de José e seus irmãos até esse ponto. Mas nos apegando ao fato do dia, após tudo acertado e combinado entre eles, era hora de partirem para casa com a proposta de voltarem em breve trazendo todos da família e agregados.  José lhes fez a recomendação: “: Não contendais pelo caminho.” Nem precisamos de revelação para saber as razões, mas uma boa ajuda do Espírito Santo para conceder discernimento e aprendizagem, isso não dispensaremos de forma alguma. Pelo andar dos acontecimentos, já fazia uns bons dias que eles não estiveram à sós, entre si, num ambiente que lhes permitissem discutir e argumentar coisas dos últimos acontecimentos. Eram hóspedes do governador e cercados de cuidados e mimos, gente de serviço e novidades em sequencia, não lhes permitiam concentrarem atenções nos seus próprios problemas. Com a viagem, tinham todo o trajeto e muito tempo disponível para colocar as diferenças em ordem. Um olhar, uma palavra ou uma pergunta com viés de acusação ou condenação seria suficiente para desencadear um incêndio de contendas e intrigas, novas e antigas. Alguém poderia sugerir que tinha começado tudo aquilo; alguém poderia dizer que nunca quis fazer parte daquilo e outros quem sabe, simplesmente incluiriam a todos: “Todos fizemos, todos negamos, todos mentimos e todos fizemos mal a José e ninguém pode se esquivar!” O mal faz de tudo para empurrar as pessoas a ultrapassarem os limites e quando sofre resistência forte e percebe que não irá alcançar seus intentos, faz de tudo para puxar e impedir que fiquem próximo do bem, de preferencia, muito aquém do necessário. Os dez filhos de Jacó convencionaram que não fizeram nada e nem sabiam de nada sobre o desaparecimento de José e muito menos do seu paradeiro; agora todos eles estavam convictos de sabiam demais e fizeram mais do que qualquer medida de sanidade permitiria e as consequências estavam as portas. Eles se chantagearam entre si e se obrigaram ao silencio, mas não tinham como calar Benjamim agora e muito menos explicar ao pai tudo o que estava chegando na sua porta. A teoria jasoneana é que “um dia o boleto chega!” Eles esconderam deles mesmos, de Jacó, de Benjamim e até de José, mas alguém lá em cima estava vendo e sabendo de tudo, aliás, estava no controle e comando de tudo. “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? (Sl 139.7). Não podemos esquecer as palavras de Jesus também: “Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido. Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado” (Lc 12;2,3). A opção cristã piedosa, não é apenas não produzir ou entrar em contendas, mas criar ambientes saudáveis e edificantes, que produzem crescimento e libertação para as vidas enlaçadas por hábitos destrutivos nos relacionamentos. “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade, E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos” (2 Tm 2.24-26).

Deus e Pai, nos te adoramos com as nossas vidas e atitudes construtivas e de boas relações com as pessoas que são companheiras de caminhada na jornada da vida. Estamos aqui para um propósito muito especial e queremos fazer de nossas vidas, motivos de bênçãos para as pessoas e elos saudáveis para tantos outros se aproximem de ti e evitem o mal e o dano eterno de suas almas. Obrigado pela obra maravilhosa do Espírito Santo nos guiando à toda a verdade, nos consolando e confortando em todo tempo. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Honrando os Pais

Meditação do dia: 11/06/2021

“E a seu pai enviou semelhantemente dez jumentos carregados do melhor do Egito, e dez jumentos carregados de trigo e pão, e comida para seu pai, para o caminho.” (Gn 45.23)

Honrando os Pais – Lugar limpo, não é necessariamente o que mais se varre, mas pode ser o que menos se suja. Pode ser, mas não é filosofia barata de botecos; é a expressão da sabedoria das ruas, da vivencia prática e não das cátedras e mestrados bem pasteurizados dos engomadinhos cheios das teorias. Trazendo a semelhança para um contexto mais presente em nossas lidas e nossos campos de ações, a espiritualidade não necessariamente se expressa com mais exuberância na vida de quem pratica os mais altos rituais da sua fé, mas provavelmente na vida de quem mais se aproxima da humildade do caráter do Carpinteiro de Nazaré. Não é pelo acúmulo de horas de oração, jejum e subida aos montes que se acumula pontos como de fosse milhagens no cartão de crédito.” Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mt 6.6-8). Alguém sabiamente disse que é muito possível que paredes de quartos de hospitais já tenham ouvido orações mais sinceras do muitas paredes de templos e santuários. Não duvido, mas não posso provar!  Ao pensarmos em vida piedosa e de comunhão íntima com Deus, estamos pensando em vidas frutíferas e abençoadas, que geram influencias salutares e agradam a Deus. Isso está se tornando artigo de luxo, mercadoria escassa e também não tem muita gente na fila para conseguir uma porção. Frações genéricas tem satisfeito e criado encantamento em muitos dos nossos arraias. Se inquirir as razões de uma boa vida espiritual, na ponta das listas irão aparecer: orações, jejuns, propósitos, serviços, penitencias e etc. Pouco provável é que se inclua obediência e prática da Palavra, relações familiares saudáveis. “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Tm 5.8). “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações” (1 Pe 3.7).  Um filho como José não ficaria de fora de uma tema de tamanho peso para a vida espiritual nossa e de todos os filhos de Deus. Honrar vai um pouco mais além de apenas seguir os conselhos e orientações dadas pelos progenitores. Também a não desobediência não é obediência, assim como deixar de fazer o mal não é fazer o bem. O contrário pode ser verdade: deixar de fazer o bem é estar fazendo um mal, tal qual deixar de obedecer é desobedecer. Paulo foi muito enfático aos filhos na sua carta aos cristãos de Éfeso: “Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra” (Ef 6.2,3). José não pensou: “Meu é fazendeiro rico, ele tem condições de comprar comida, pagar por sua mudança e ajudar os filhos que estão começando a vida deles!” Não era a condição de Jacó que estava em questão, mas a capacidade de se doar e a generosidade de José. Ele estava numa condição social e financeira, que lhe permitia exercer a honra que seu pai merecia. Não se trata de preços e cifras, nas de valores e princípios. Se você ainda tem pais ou pessoas que cuidaram e abençoaram sua vida, seja generoso com elas. Se não tem, seja com quem você considera e respeita com essa cortesia. A bênção e o favor de Deus está ligado ao princípio de honrar e não com a quantia do investimento ou da dedicação dada.

Senhor, graças podemos te render por seres o Pai amado que és, como também por prover para nós de pais humanos que são verdadeiras bênçãos. Eles foram e sempre serão os instrumentos de conhecermos a tua vontade e termos a proteção e o cuidado quando chegamos a esse mundo e agradecemos o investimento deles em nos preparar para sermos o que somos hoje. Sou grato pela vida dos meus pais e agradeço pela vida e a história deles. Oramos também por aqueles que não tiveram tão bons exemplos de paternidade humana e até sofreram situações difíceis por parte daqueles que deveriam amar e proteger. Nesse caso, oramos por perdão e restauração nos corações feridos. Pedimos a conversão e mudança dos corações endurecidos pelo pecado e afundados em mágoas e dores que a vida lhes trouxeram e não conseguiram fazer melhor do que receberam. Profetizamos que a oração de bênção e perdão dos filhos, desencadeará um processo de restauração, curas, libertação e salvação de Deus em muitas vidas. Oramos com fé, em fé em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Preferencias e Afinidades

Meditação do dia: 10/06/2021

“A todos lhes deu, a cada um, mudas de roupas; mas a Benjamim deu trezentas peças de prata, e cinco mudas de roupas.” (Gn 45.22)

Preferencias e Afinidades – Fomos criados como seres capazes, competentes, plenos e com ilimitados potenciais a serem descobertos, adaptados e desenvolvidos. Tenho gostos e preferencias que se manifestam em multiformes espelhos da minha alma. Tenho uma cor preferida, que por acaso é azul; tenho um número predileto, prefiro tal fruto em detrimento das outras; gosto de determinada marca de carro, aprecio um dia de pescaria; viajar é sempre muito bom e gosto mais de praia do que de campo, embora a vida sertaneja ainda me lembra minhas raízes. Gosto de comida caseira, mas em casa, enquanto os paulistas querem pizzas, os goianos agora também, mas uma pamonha recheada cai muito bem. Aprecio uma boa leitura e o livro de papel ainda me atrai mais do que os digitais. Amizades ainda são um valor que aprecio e valorizo muito, amigos são para sempre. Porque estou descrevendo tudo isso, numa meditação que deveria ser puramente espiritual e bíblica? Porque somos o que somos e fomos criados para nos realizarmos como pessoas e para isso foi que Deus caprichou nesses gostos, preferencias e nos deu capacidades de fazermos boas escolhas e valorizar o que é importante, com sabedoria para separar o bom do ótimo e urgente do necessário. Quando nos relacionamos com outras pessoas e isso só acontece enquanto respiramos, criamos laços e vínculos úteis, necessários por meio das interações. Percebemos afinidades nessas conexões sociais e encaixamos cada uma no seu devido lugar. O conhecimento dos dons, talentos, habilidades e potenciais que há em nós e nas pessoas ao nosso redor, nos permite agir com sabedoria e tornar essas relações prazerosas, abençoadoras e que agregam mais valores, sabores e cores em nossas vidas. Devemos amar as pessoas e valorizá-las e utilizar as coisas, meios e processos para administrar e facilitar ao máximo a nossa jornada. A Bíblia ensina amar todas as pessoas e na Nova Aliança, Jesus estendeu isso até para relações mais difíceis e hostis. “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus (Mt 5.43,44). O apóstolo Paulo apelou aos cristãos uma postura firme para convivência e dirimir quebra de relacionamentos. “Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18). Como vivemos em dias onde tudo se tornou relativo e discutível, preferindo-se o politicamente correto e socialmente aceitável, mesmo quando isso contraria verdadeiros valores, alguém precisa se posicionar e estar disposto a ser o cisne negro em meio a todos os demais, que teoricamente só existiam cisnes brancos. José amava seus irmãos e tinha recursos para presentear a todos eles e assim o fez, mas a cota de presentes e valores dados a Benjamim foi distintamente diferente e muito acima da média dos demais, ou como dizemos, “fora da curva.” José estava discriminando alguém? Estava sendo preconceituoso? Fazendo acepção de pessoas? Não! Eles eram os dois filhos de Israel e Raquel. José amava esse irmão e sentira muito a sua falta e ele também não participara da conspiração contra ele e ainda fora enganado por eles tanto quanto o pai. Mas tudo isso estava no passado e foram perdoados e as ações presentes e futuras estavam sobre fundamentos saudáveis. No nosso dia a dia convivemos com muitas pessoas, muitos irmãos na fé com os quais temos comunhão e cooperamos juntos em atividades e ministérios. Temos mais afinidades com uns do que com outros; isso não tem ligação com erros ou pecados. O que temos em comum é muito maior e mais forte do que as diferenças. Use a sabedoria, o bom sendo e cultive relações positivas e abençoadoras. Podemos discordar sem ser desagradáveis, defender nossas idéias, convicções, princípios e valores, sem que nada disso afete a integridade dos nossos corações e mantemos o respeito e a consideração que toda pessoa merece.

Pai, obrigado por fazermos parte de uma grande família ampliada, com irmãos e amigos que nos permitem criar boas relações e mutuamente nos beneficiarmos dos dons e talentos que todos recebemos. Obrigado pela variedade de personalidades, gostos e preferencias, de forma que cada pessoa é única e distinta, revelando a tua grandeza e glória na criação e redenção. Obrigado por quem somos e pelo que podemos nos tornar com a graça de Cristo e o auxílio do Espírito Santo que habita em cada um dos teus filhos, oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Comida Para o Caminho

Meditação do dia: 08/06/2021

“E os filhos de Israel fizeram assim. E José deu-lhes carros, conforme o mandado de Faraó; também lhes deu comida para o caminho.” (Gn 45.21)

Comida Para o Caminho – Estávamos vivendo o desenvolvimento de muitas coisas que consideramos modernas, novas, coisas da atualidade, próprias da vida corrida corrida e agitada das grandes metrópoles ou mesmo da vida em tempo real. Mas algumas coisas são tão novas hoje, quanto já o foram nos tempos bíblicos. As comidas rápidas e as entregas ainda mais; sistemas de pagamentos e recebimentos cada vez mais inclusivos e abrangentes. Mas ao me deparar com o texto reservado para a meditação de hoje, minha curiosidade me arrastou para outras citações onde a mesma expressão ou uma similar foi utilizada e como isso tem boas implicações espirituais para conosco. A vida cristã é uma jornada longa, que por razões óbvias, demora a vida toda para percorrer o percurso. Então, precisamos de comida, provisões e suprimentos para completar o caminho. Nossos personagens vieram ao Egito comprar provisões, mas tiveram mais do que isso, pois encontraram um irmão desaparecido e além da reconciliação, encontraram um convite generoso para habitar numa terra favorável, em uma época totalmente desfavorável. José ainda lhes deu comida para o caminho de volta para casa, assim não precisariam utilizar os próprios recursos. Encontro no êxodo, desse mesmo povo, anos mais adiante, quando estão prestes à sair desse mesmo Egito, agora não mais gentil e receptivo; pelo contrário, sendo lhes hostil e escravizador. Deus lhes orienta a celebrarem a Páscoa e comer por alguns dias comida sem fermento e na noite em meio aos preparativos, veio a ordem de Faraó para desocuparem o Egito. Eles ainda estavam preparando as provisões, mas a liberdade era mais urgente. “E o povo tomou a sua massa, antes que levedasse, e as suas amassadeiras atadas em suas roupas sobre seus ombros” (Ex 12.34). A viagem deles do Egito à Canaã, foi uma jornada de quarenta anos e Deus cuidou das provisões em todo tempo. Ao final deram o testemunho de que em todo o tempo e trajeto, não faltou comida e suas vestes nem estragaram nem envelheceram. “E quarenta anos vos fiz andar pelo deserto; não se envelheceram sobre vós as vossas vestes, e nem se envelheceu o vosso sapato no vosso pé. Pão não comestes, e vinho e bebida forte não bebestes; para que soubésseis que eu sou o Senhor vosso Deus (Dt 29.5,6). Aqui estamos tratando de provisões divinas para as necessidades humanas. Mas temos exemplos contrários, quando os homens tem que prover para seus caminhos, percebemos diferenças; Já na terra prometida, eles receberam uma comitiva de visitantes:  “Este nosso pão tomamos quente das nossas casas para nossa provisão, no dia em que saímos para vir a vós; e ei-lo aqui agora já seco e bolorento; E estes odres, que enchemos de vinho, eram novos, e ei-los aqui já rotos; e estas nossas roupas e nossos sapatos já se têm envelhecido, por causa do mui longo caminho. Então os homens de Israel tomaram da provisão deles e não pediram conselho ao Senhor.” (Js 9.12-14). Percebe-se uma nítida diferença quando a origem dos recursos não vem de Deus. No tempo de Jesus com seus discípulos as experiencias continuaram e deve prover lições para nós. uma delas é significante: “E eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não trouxemos pão. E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós, homens de pouca fé, sobre o não terdes trazido pão? Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens, e de quantas alcofas levantastes? Nem dos sete pães para quatro mil, e de quantos cestos levantastes?” (Mt 16.7-10). Porque nos esquecemos de certas coisas, não significa que Deus também se esquece ou lhe faltará recursos para cuidar de nós. Mas a lição mais preciosa do dia pode ser na conexão de duas grandes verdades da nossa vida: Primeiro Jesus é o caminho da nossa jornada. Segundo, Jesus é também o pão da vida, que dele se alimenta tem verdadeira vida. Diariamente, nos alimentemos das provisões do Senhor para nossa vida e nossa jornada. Não negligencie isso!

Obrigado Pai, por nos oferecer o verdadeiro pão do céu; mais precioso e nutritivo do que até mesmo o Maná, que milagrosamente era a provisão dos peregrinos no deserto rumo à Terra Prometida. Nossos recursos são limitados e falíveis, mas tem cuidado e provisão superabundam para conosco todos os dias. Agradecemos em nome de Jesus pão nosso de cada dia e que isso não nos falte, nem aos demais irmãos, para os quais podemos ser instrumentos teus para a provisão deles, em fé. Amém.

Pr Jason

Ganharam Carros

Meditação do dia: 07/06/2021

“E os filhos de Israel fizeram assim. E José deu-lhes carros, conforme o mandado de Faraó; também lhes deu comida para o caminho.” (Gn 45.21)

Ganharam Carros – Podemos incluir no nosso cardápio de assuntos, um tema trivial como patrimônio, bens e acessórios. Começando pelo começo, o desenvolvimento da sociedade exigiu a utilização de tecnologias, criação de ferramentas e utilidades que pudessem facilitar a vida e o trabalho. Em termos jocosos, se entende que a vida do homem deu um salto de qualidade com a descoberta do fogo e com a invenção da roda. Claro que para nós, criacionistas isso tem uma validade até à página cinco. Diferentemente do homem das cavernas, Adão era muito mais inteligente e com capacidades, que acredito que ainda no século vinte e um, provavelmente ainda não atingimos. Parodiando um ex-presidente: “nunca, na história desse mundo, se viu alguém com as competências e capacidades de Adão e Eva.” Só para informação, no preparo para o dilúvio, Noé construiu aquela arca, que só recentemente, a Marinha Real de sua Majestade, replicou uma embarcação seguindo aqueles parâmetros e constatou quão boas são as medidas para a flutuação e navegabilidade. Palmas para o arquiteto e engenheiro naval que deu as plantas e as medidas para Noé. Faraó, autorizou, ou ordenou a José que colocassem carros, o que entendemos hoje por carroças e bigas para facilitar e agilizar os hebreus a virem para o Egito. Não deveria estar nos sonhos e planos dos irmãos de José um dia possuírem ou terem carros e bigas. Quando a bênção chegou na porta deles, veio montada e com certeza era uma frota para chamar a atenção do cortejo por onde passassem. Não podemos olvidar das perguntas que todos faziam, querendo saber o que significava aquilo, como se conseguiu tamanho favor do Faraó? Você tem carro? Quer ter? Precisa? Para os nossos dias, a mobilidade é essencial e os meios exigem pressa. Um carro é um utensílio tal qual um fogão para a cozinha; os nossos acessórios e utilidades existem para facilitar e agilizar os processos. Continuamos como servos de Deus e a administração desses bens está sob nossa responsabilidade. Ainda está valendo o ensino do Mestre que diz: “E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lc 13.15). Estou dizendo e ensinando que aquelas ferramentas que forem necessárias para o bom desempenho de nossa vida e serviço para o Reino de Deus, estarão disponibilizadas para nós. O capital investido é providencia divina, tal qual o pão de cada dia em nossas mesas. Não há pecado em ter e utilizar bens e meios que abençoam e potencializam os trabalhos. O perigo só aparece quando se tornam fontes de prazer e ostentação egoísticas. A teoria e a prática paulina visto em suas cartas revelam Deus como supridor abundante para seus filhos e cuida para sua obra não sofra prejuízos por falta de recursos. “Mas bastante tenho recebido, e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus. O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus (Fp 4.18,19). É responsabilidade do Senhor suprir e prover para os seus servos no cumprimento de suas tarefas. É responsabilidade do servo confiar na capacidade do seu senhor. Esse princípio é bem claro na Carta aos Coríntios: “Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?” (1 Co 9.7). Sirvamos com fidelidade e o que precisarmos para a execução de nossas tarefas e progresso do Reino, do qual somos embaixadores, será providenciado por Deus, o Senhor de todas as coisas. Ame as pessoas e utilize as coisas, nunca o contrário!

Pai, obrigado por fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos segundo o seu poder que opera em nós. graças rendemos por tudo que tens colocado à nossa disposição, de forma que a tua obra prospere e acrescente dia a dia sob nossos cuidados. Oramos por aqueles que estão em campos difíceis e onde há escassez de recursos, mas nada está fora do teu poder e propósitos. Pedimos a graça e a sabedoria para também sermos instrumentos para suprir onde recebermos instruções, sabendo que os recursos são teus e não nossos. Oramos agradecidos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

É Assim Que se Faz

Meditação do dia: 06/06/2021

“E os filhos de Israel fizeram assim. E José deu-lhes carros, conforme o mandado de Faraó; também lhes deu comida para o caminho.” (Gn 45.21)

É Assim Que se Faz – Amamos a misericórdia divina, porque ela nos permite não receber o que merecemos; assim como amamos a sua graça que permite recebermos aquilo que não merecemos. Aprender a obedecer integralmente desde a primeira revelação, é um aprendizado precioso, mas em grande parte insistimos em testar do nosso jeito primeiro, só depois seguirmos o manual de instruções. Os filhos de Israel, que nos serve de modelo e figuradamente nos representam, lutaram a vida toda para se livrar daquilo que os abençoaria. Insistiram em fazer do jeito deles e como um abismo chama outro, foram se aprofundando cada vez mais, partindo de meras discussões e irritações domésticas entre irmãos até chegarem em sequestro, maus tratos e desaparecimento de pessoas, como dolo premeditado e ocultação de provas. Uma recomendação do Apóstolo São Paulo, é muito bem-vinda para todos nós, ainda nos dias de hoje: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 5.1). Os caminhos e os métodos de Deus nos encaminham para uma liberdade duradoura, harmoniosa e equilibrada. Os caminhos que escolhemos por nós mesmos estão sujeitos a levar-nos a tudo aquilo que mais queremos evitar: a escravidão. Admito como verdade da prática de boa mordomia, que o reconhecimento do senhorio e governo de Deus, nos leva a experimentar paz e produtividade, porque Deus se responsabiliza por aquilo que lhe pertence, cuidando muito bem de tudo. Quando o homem busca a independência, ela vem com a responsabilidade de que o dono ou senhor deve cuidar e manter o que lhe pertence; então descobrimos que não estamos prontos para administrar tanto e tudo. Aí vem a insegurança, o medo e a incerteza; a essa altura já percebemos que a paz interior já se foi e o estresse só aumenta e os reflexos disso começam a influenciar tudo ao nosso redor. Sem muita demora, aquilo que era uma bênção cobiçada, se torna um fardo e um peso difícil de carregar, mas o ego não nos permite abrir mão ou ceder, compartilhar. Olhe os conselhos bíblicos: Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia. Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos” (Sl 37.3-7). Dê uma boa meditada nos trechos que sublinhei, veja que nosso papel deve ser o mais passivo possível e deixar as ações para Deus operar; Ele é bom no que faz. O final do verso sete, é um forte indício dos motivos das nossas ações: Ficamos indignados com o sucesso de outros e tiramos os olhos e o coração das boas práticas aprendidas com Deus e insistimos em práticas semelhantes aos de pessoas que não possuem aliança e fé nas promessas divinas, o resultado não poderia ser diferente. Os irmãos de José agora estavam dispostos a fazerem as coisas como José lhes ordenara! Isso é bom! José sabia o que fazia pois nunca andara longe da revelação divina. Nosso desafio hoje é imitar bons modelos, como José, e outras pessoas da nossa convivência que verdadeiramente sabem andar com Deus e tem andando de forma muito frutífera e produtiva.

Pai amado, obrigado pelos modelos e exemplos colocados à nossa disposição. Sou grato por me amar e me instruir por meio de tua Palavrar, mas também através da paz interior que o Espírito Santo produz no meu coração. Obrigado por líderes e pessoas que são muito próximas de ti, que estão à serviço do reino e são ótimos modelos para serem imitados. Agradecemos e louvamos a ti, pelas vidas de todas essas pessoas, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason