Meditação do dia: 05/04/2026
“Não aceitarei novilhos da sua casa, nem bodes dos seus apriscos.” (Sl 50.9)
Meditação do dia: 05/04/2026
“Não aceitarei novilhos da sua casa, nem bodes dos seus apriscos.” (Sl 50.9)
Meditação do dia: 04/04/2026
“Não o repreendo pelos seus sacrifícios, nem pelos holocaustos que você continuamente me oferece.” (Sl 50.8)
Meditação do dia: 03/04/2026
“Não o repreendo pelos seus sacrifícios, nem pelos holocaustos que você continuamente me oferece.” (Sl 50.8)
Por Que Alguém Sofre Repreensões? – A meditação bíblica para a edificação pessoa, nos conduz também a refletir sobre as ações e atitudes de nossas vidas que de diversas formas afetam aquilo que fazemos na vida espiritual na caminhada de crescimento na fé. Sabemos que Deus trabalha em nossas vidas para um fim proveitoso e quando se faz necessário alguma repreensão, ela virá certamente; Deus não deixará de disciplinar um de seus filhos ou uma comunidade inteira, por respeito humano ou qualquer outro traço de fragilidade. Por outro lado, como bons brasileiros, sangue latino, quente e ávidos por chegar ao final antes mesmo de iniciar a experiencia em quase todas as áreas de nossas vidas. Somos muito informais e gostamos de superar etapas que nós mesmos consideramos inúteis ou sem necessidade, quando na verdade elas são necessárias e estão ali como um protocolo essencial. Por exemplo: Um grande número de pessoas não gosta de ler instruções em manuais e nem mesmo “perder tempo lendo bulas, termos de contratos em letras miúdas e advertências em diversos setores da vida. Quando se compra um aparelho novo, antes de ler as instruções de funcionamento, já o liga na tomada e quando dá errado, então é que se vai procurar saber no manual de instruções, para saber porque não funcionou! Isso também é levado culturalmente para as demais áreas e atividades da vida. O culto e a fé também. Grande parte das igrejas e suas liturgias são totalmente informais e ninguém nunca recebeu treinamento ou foi capacitada ministerialmente para ocupar aquelas funções e exercer tais responsabilidades. Elas se convertem ali, vê alguém fazendo aquilo e um dia é chamada a servir fazendo o mesmo e elas entram e levam a vida fazendo aquilo e nem sabem o real significado. Alguns abrem suas próprias igrejas e ministérios e se auto-ordenam e passam isso adiante. Os israelitas realizavam os rituais de culto e adoração a Deus, repetidamente, ano após ano e por gerações seguidas e de repente aparece um profeta dizendo em nome de Deus, que o Senhor não está gostando, não está satisfeito e nem mesmo recebendo tais cultos e sacrifícios! Aí, então alguém pergunta: “Onde é que está errado? – que, disse que não está em conformidade com a lei?” olhando o nosso texto, poderíamos perguntar: Por que alguém seria repreendido por oferecer culto e ofertas ao Senhor Deus? Não ele mesmo que ordenou que assim se fizesse? Culto não se faz por fazer ou por seguir uma tradição ou preceitos estabelecidos. O culto está na vida e a vida está no culto – uma coisa está diretamente ligada a outra e errar em uma é errar na outra. Se Deus diz que tem algo errado, certamente tem, afinal ele não erra!
Senhor, agradecemos por nos repreender e disciplinar, porque o Senhor é Deus, é o nosso Deus; o Senhor é perfeito, é santo, é justo e o teu amor permeia todas as tuas obras. Aceitamos as correções e pedimos perdão e graça, para voltarmos ao ponto certo e fazermos aquilo que te agrada. Estamos no caminho da vida e nele pretendemos permanecer até o fim, até a volta do Senhor Jesus. Com a tua graça e a tua misericórdia. Oramos em nome de Jesus, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 02/04/2026
“Escute, meu povo, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra você. Eu sou Deus, o seu Deus.” (Sl 50.6)
Sou Deus, o Seu Deus – Você já percebeu que o Deus da teologia, lá na Bíblia, pode ser diferente daquele da sua experiencia? Claro que não é Deus que mudou, mas a experiencia da pessoa é que é teórica ou experimental. Tal qual Jó, que conhecia muito a Deus e sabia todos os conceitos teológicos, mas após passar pela provação, seu relacionamento tornou-se radicalmente diferente. “⁵Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. ⁶Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jo 42.5,6). Reconhecemos nas experiencias bíblicas, que os grandes homens de Deus, que fizeram a história acontecer, tiveram seus momentos de experimentar um nível maior de comunhão e interação com Deus e isso fez diferença em suas vidas. Abraão, o pai da fé, foi crescendo no conhecimento de Deus e se aproximando mais e mais a ponto de ficar conhecido como “o amigo de Deus.” “E se cumpriu a Escritura, que diz: “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi atribuído para justiça”, e ele foi chamado amigo de Deus” (Tg 2.23). Isaque, por um período de sua vida pode-se dizer que viveu na sombra de seu pai; até que teve sua experiencia de ouvir a voz de Deus e obedecer e iniciar um novo modelo de relacionamento. “²O Senhor apareceu a Isaque e lhe disse: Não desça ao Egito, mas fique na terra que eu lhe indicar. ³Habite nela, e serei com você e o abençoarei. Porque a você e à sua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, o seu pai. ⁴Multiplicarei a sua descendência como as estrelas dos céus e a ela darei todas estas terras. Na sua descendência serão benditas todas as nações da terra, ⁵porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandamentos, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis. ⁶Isaque, pois, ficou em Gerar” (Gn 26.2-6). Aqui os termos da Aliança feita com Abraão, foram ratificados e as mesmas promessas lhe foram concedidas. Nessas mesmas métricas, Jacó, filho de Isaque teve que conhecer a Deus acima das noções que ele tinha de servir ao Deus de Abraão e Isaque. “Então disse: Seu nome não será mais Jacó, e sim Israel, pois você lutou com Deus e com os homens e prevaleceu” (Gn 32,28). Jacó teve um encontro transformador e saiu dali com um novo nome, uma nova vida e conhecendo a Deus de uma forma diferente. Nosso texto, Deus se apresenta como sendo o nosso Deus! Não é o Deus dos meus pais, da minha igreja, do pastor da minha igreja; mas precisa ser o meu Deus, o Deus da minha salvação. Deixar de ser religião e se tornar um relacionamento.
Senhor, obrigado pelo privilégio de ser chamado teu filho! O Senhor é o meu Deus, o nosso Deus, para sempre e eternamente. Somos agradecidos por aquilo que experimentamos de ti e valida a nossa caminhada de fé. Em nome de Jesus, oramos agradecidos, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 01/04/2026
“Escute, meu povo, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra você. Eu sou Deus, o seu Deus.” (Sl 50.6)
Escutemos – Deus querendo falar conosco e até parece que ele está pedindo licença e se a gente quer de fato ouvir o que ele tem a dizer. Uma coisa é utilizar os instrumentos auditivos do corpo humano, a parte mecânica, outra coisa é dar a devida atenção e acatar as instruções, discernindo e elaborando as respostas correspondentes. Não é só porque possuímos aparelhos auditivos e um sentido físico próprio para isso, que estarem com uma atitude interior de ouvir. Por outro lado, aqui, do ponto de vista da meditação na Palavra de Deus; quem pratica a comunhão e a interação com Deus, como adorador, como servo e como alguém comprometido com as verdades do Reino, sempre estaremos procurando estar atentos, disponíveis e com os ouvidos prontos a captar a verdade revelada. Não podemos agir ou nos permitir colocar na mesma condição que as demais pessoas que não tem o mesmo nível de comunhão e compromisso. O que para eles são ordens, mandamentos, obrigações, pesos e fardos – para nós, são oportunidades de crescimento e conhecimento em alto nível. Precisamos ouvir os apoios, os conselhos, as correções, as disciplinas e as instruções que são os caminhos da vida. Pior que isso, só mesmo se Deus não pudesse falar conosco ou por alguma razão ele se silenciasse. Manter uma boa disposição de ouvir e aprender e importante para nosso crescimento. “Deem ouvidos e venham a mim; escutem, e vocês viverão. Porque farei uma aliança eterna com vocês, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi” (Is 55.3). Eu quero muito isso para a minha vida de fé, e você?
Senhor, obrigado por não desistir de nós e não se calar, mas chamar a nossa atenção para ouvirmos ao Senhor e prestar atenção nos teus ensinamentos, que podem produzir vida verdadeira e produtiva em nosso interior. Te louvamos e agradecemos, em nome de Jesus, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 30/03/2026
“Os céus anunciam a sua justiça, porque é o próprio Deus que julga.” (Sl 50.6)
Os Céus Anunciam a Justiça de Deus – Certamente você já ouviu falar sobre um personagem muito utilizado nos tempos antigos, conhecido como “arauto.” Era uma pessoa, que antecipava a chegada de uma grande autoridade ou delegação oficial, para que os habitantes ou transeuntes preparassem para a sua passagem, chegada ou estadia ali. Ele vinha anunciando o estava para vir. Isso poderia trazer grande contentamento, responsabilidades, encargos ou até mesmo pânico e terror, a depender do que ou de quem se tratava. Nosso texto da meditação de hoje fala que os céus anunciam a justiça de Deus, isso nos leva a pensar e refletir sobre as muitas e boas possibilidades. Entendemos que se são os céus que fazem tal anúncio, então só podemos esperar coisas boas. Por outro lado, o que alguém (como nós) reconhecemos como “coisa boa,” necessariamente nem todos compartilham dessa satisfação. Veja o que João escreveu: “¹⁹A condenação é esta: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. ²⁰Pois todo aquele que pratica o mal detesta a luz e não se aproxima da luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. ²¹Quem pratica a verdade se aproxima da luz, para que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo 3.19-21). Parece aquele adágio popular: “O mesmo sol que amolece a cera, endurece o barro.” Particularmente, gosto muito de passagens bíblicas que apontam grandes verdades anunciadas sobre Deus ou seu modo de agir e governar. E normalmente expressam grandes verdades e princípios espirituais de cunho eterno. Por exemplo: “¹Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. ²Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. ³Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som. ⁴No entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras chegam até os confins do mundo” (Sl 19.1-4). Outra passagem que por si só, já teria material para fazermos semanas de meditações altamente edificantes, é Rm 1: “¹⁶Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego. ¹⁷Porque a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: “O justo viverá por fé.” ¹⁸A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos seres humanos que, por meio da sua injustiça, suprimem a verdade. ¹⁹Pois o que se pode conhecer a respeito de Deus é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. ²⁰Porque os atributos invisíveis de Deus, isto é, o seu eterno poder e a sua divindade, claramente se reconhecem, desde a criação do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que Deus fez. Por isso, os seres humanos são indesculpáveis” (Rm 1.16-20). Quantas revelações, proclamações disponíveis aos homens, boas notícias para uns e terríveis para outros.
Senhor, amamos a tua Palavra e por isso amamos e acolhemos com muita alegria as revelações e proclamações que vamos descobrindo através da ajuda do Espírito santo. Graças te damos por se permitir ser conhecido por nós e assim nos aproximamos mais e mais da transformação à tua semelhança e à imagem de Cristo vai formando em nós. oramos agradecidos, em nome de Jesus, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 29/03/2026
“Ele diz: “Congreguem os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.” (Sl 50.5)
Participantes da Aliança – Direito não reconhecido é direito não reivindicado! Não se pode tomar posse e desfrutar de algo que não se sabe que existe ou não se conhece os termos e permissões. Simplificando: Quando se começa a trabalhar em um novo local, certas práticas são contratuais e já conhecidas e esperadas de ambos os lados; mas há sempre detalhes que são próprios dali e das condições ou filosofias de existência e seus propósitos. Quando visitamos uma família de pouca intimidade, ficamos aguardando as instruções e permissões que nos darão, porque cada casa tem seus hábitos e costumes; até sabermos, poderemos incorrer em erros que podem ser graves e ou ofensivos. Com isso quero dizer que uma pessoa cristã não pode reivindicar o direito de viver dentro dos limites e bênçãos da aliança, se ela nem sabe que existe tal aliança, ou se sabe, não a entende e não tem compreensão dos direitos dos participantes. Deus celebrou uma aliança com Abraão, que era baseada na fé e os filhos dele que vieram depois da celebração dessa aliança, são naturalmente herdeiros de tudo o que está incluso na aliança e as gerações posteriores também nasceram dentro da aliança e como tais, tem direitos adquiridos. “²⁴Estas coisas são alegóricas, porque essas mulheres são duas alianças. Uma se refere ao monte Sinai, que gera para a escravidão; esta é Agar. ²⁶Mas a Jerusalém lá de cima é livre e ela é a nossa mãe. ²⁸Mas vocês, irmãos, são filhos da promessa, como Isaque. ³¹Portanto, irmãos, somos filhos não da escrava, mas da livre” (Gl 4.24,26,28,31). Jesus é descendente de Davi, como quem Deus estabeleceu uma aliança eterna sobre os direitos de reinar e governar Israel para sempre e eternamente. Jesus também é descendente de Abraão e com direitos a todas as bênçãos da aliança do povo de Deus. No seu ofício de sacerdote, ele ofereceu a Deus um sacrifício perfeito e para sempre em benefícios dos que cressem nele como o Messias, o Redentor; ele foi o sacerdote, mas também foi a vítima oferecida. “No dia seguinte, vendo que Jesus vinha em sua direção, João disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Com o seu sangue ele efetuou a redenção e celebrou uma nova aliança. “²⁷A seguir, Jesus pegou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos, dizendo: Bebam todos dele; ²⁸porque isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos para a remissão de pecados” (Mt 26.27,28). A título de ilustração: Quando os filhos nascem dentro de um casamento oficial, reconhecido, celebrado e abençoado, eles nascem dentro da aliança, do pacto entre os pais. Eles não precisam fazer nada e nem acionarem qualquer medida judicial para terem direitos, isso é natural, por nascimento. Quando um filho é adotado, esses direitos naturais lhe são concedidos via legalidade da adoção com os devidos processos e trâmites. Quando nascemos de novo, já nascemos dentro da aliança da fé celebrado por Deus com Abraão e com a ratificação dela através de Jesus e seu sacrifício. “¹⁴Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. ¹⁵Porque vocês não receberam um espírito de escravidão, para viverem outra vez atemorizados, mas receberam o Espírito de adoção, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai.” ¹⁶O próprio Espírito confirma ao nosso espírito que somos filhos de Deus. ¹⁷E, se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo, se com ele sofremos, para que também com ele sejamos glorificados” (Rm 8.14-17). Se você compreender isso, poderá mudar de patamar na sua vida de fé e sucesso na vida espiritual, que transbordará também para a vida física, material, econômica e familiar. É sua herança! Está na aliança!
Senhor, te agradeço por me aceitar na tua família, recebendo-me como filho por adoção em Cristo Jesus; obrigado pela nova vida, pela nova família e por todos os benefícios e direitos outorgados pela fé em Cristo, no nome de quem oramos agradecidos, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 28/03/2026
“Ele diz: “Congreguem os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.” (Sl 50.5)
Sacrifícios Que Agradam a Deus – Quando pensamos em um assunto como esse, precisamos pontuar de início que o culto a Deus é uma conexão natural entre a criatura e o seu Criador. Somos atraídos naturalmente para Deus, porque ele é um Espírito perfeitamente bom, que em santo amor, criou, cuida, preserva e governa toda a sua criação; fomos criados para ter amizade e comunhão estreita e íntima com ele. Ele é Espírito, como afirma Jesus à mulher samaritana, “Deus é Espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Como fomos criados à sua semelhança, então somos também um espírito, que possui uma alma que caracteriza a pessoa e habitamos em um corpo. “Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Concluímos sem muita dificuldade que adoração está em nosso DNA desde a origem e o é possível uma perfeita sintonia. Naquela conversa advertência que o Profeta Samuel teve com o rei Saul, quando de sua desobediência a uma ordem específica divina, ficou uma lição importante: “Porém Samuel disse: Será que o Senhor tem mais prazer em holocaustos e sacrifícios do que no obedecer à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o ouvir é melhor do que a gordura de carneiros” (1 Sm 15.22). Profeticamente aparece esse tema nos salmos: “⁶Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres. ⁷Então eu disse: “Eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; ⁸agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; a tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40.6-8). O profeta Miquéias foi também porta-voz dessa proclamação: “⁶Com que me apresentarei ao Senhor e me inclinarei diante do Deus excelso? Virei diante dele com holocaustos, com bezerros de um ano? ⁷Será que o Senhor se agrada com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo, pelo pecado da minha alma? ⁸Ele já mostrou a você o que é bom; e o que o Senhor pede de você? Que pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com o seu Deus” (Mq 6.6-8). Não poderia finalizar essa meditação sem citar uma linda passagem do Novo Testamento: “¹⁵Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome. ¹⁶Não se esqueçam da prática do bem e da mútua cooperação, pois de tais sacrifícios Deus se agrada” (Hb 13.15,16). Essa meditação ficou até parecendo um estudo bíblico, mas quem sabe, poderá até ser utilizado para tal, desde que isso produza uma boa reflexão e transforme para melhor a nossa atitude de servir a Deus com prazer e alegria e não como obrigação, sentindo um fardo pesado, ir às reuniões de culto de celebração, ou cultivar uma vida devocional.
Senhor, tu és digno de receber todo o nosso louvor e adoração através de nossa vida de fé e comunhão com o Corpo de Cristo e o nosso Deus. Entendemos nossa oportunidade de crescer na graça da fé e da comunhão como uma dádiva de servir ao nosso Criador, com gratidão por tudo que tem colocado à nossa disposição através da vida e serviço de Cristo em favor da nossa redenção. Em nome de Jesus, te agradecemos, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 27/03/2026
“Ele diz: “Congreguem os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.” (Sl 50.5)
Sacrifícios – Na minha vida pastoral e ministerial já encontrei muitas pessoas com as mais variadas versões daquilo que eles leem na Palavra de Deus sobre sacrifícios. Alguns ainda se apegam a uma transliteração e forçam a barra em fazer esforços, penitenciar-se, doar coisas, praticar ascetismo como não comer doces, chocolates, coisas gostosas, carnes, refrigerantes e etc.; outros apelam por andarem descalços; com roupas simples, dormir no chão… tem os que espiritualizam de forma exageradas as suas idéias para fazê-las caber nas verdades bíblicas e até aqueles que desprezam completamente a fazer qualquer exercício espiritual ou disciplinas que são boas práticas para a vida espiritual e o crescimento na fé. Assim, recusam a prática do jejum; orar ajoelhados; participar de vigílias e atos de consagração – esses muito “espirituais” alegam que Jesus já se sacrificou na cruz e que na Nova Aliança não há espaço para tais práticas regulamentadas na lei e no Antigo Testamento. Antecipo aqui, que qualquer que seja a sua posição, eu a respeito e não há nada pessoal da minha parte contra sua pessoa e postura. Também faço questão de frisar que tenho opinião sobre o tema e prático e aconselho no discipulado e nas práticas pastorais a posição que considero como digna de minha dedicação. Evito os extremos, porque tanto a direita, como a esquerda estão fora do centro. Uma recomendação paulina que é um principio espiritual com validade para todos os tempos e culturas é: “Que a moderação de vocês seja conhecida por todos. Perto está o Senhor” (Fp 4.5). Jesus pratica o jejum e recomendou aos seus seguidores: “¹⁶Quando vocês jejuarem, não fiquem com uma aparência triste, como os hipócritas; porque desfiguram o rosto a fim de parecer aos outros que estão jejuando. Em verdade lhes digo que eles já receberam a sua recompensa. ¹⁷Mas você, quando jejuar, unja a cabeça e lave o rosto, ¹⁸a fim de não parecer aos outros que você está jejuando, e sim ao seu Pai, em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa” (Mt 6.16-18). Paulo ensinava sobre disciplinar o corpo (a carne). “Portanto, irmãos, pelas misericórdias de Deus, peço que ofereçam o seu corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Este é o culto racional de vocês” (Rm 12.1). Nessa passagem até aparece como “sacrifício.” Também ele fazia isso com esforço e dedicação: “²³Tudo faço por causa do evangelho, para ser também participante dele. ²⁴Vocês não sabem que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Corram de tal maneira que ganhem o prêmio. ²⁵Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. ²⁶Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. ²⁷Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Co 9.23-27).
Agradecemos ao Senhor Jesus por todo o seu sacrifício, lá na cruz, onde fomos comprados, perdoados e adotados na família de Deus. O Pai agradou dessa oferta e somos os principais beneficiários da obra da redenção. Te louvamos e agradecemos, reconhecendo que ao Senhor pertencem a honra e a glória para todo o sempre, amém.
Pr Jason
Meditação do dia: 26/03/2026
“Ele diz: “Congreguem os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.” (Sl 50.5)
Aliança com Deus – Nosso Deus é um Deus de alianças. Não um Deus de contratos! O contrato por sua natureza prevê a possibilidade de distrato. Alianças são muito mais fortes, mais eficientes, permanentes, relacionais e se desrespeitadas há sempre um preço muito alto a ser pago pela parte ofensora. Deus fez pactos ou alianças com Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, Israel como pessoa e como nação. Ao saírem do Egito, Moisés oficiando como líder e sacerdote mediou essa aliança, celebrada e confirmada com pacto de sangue. “Então Moisés pegou aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez com vocês de acordo com todas estas palavras” (Ex 24.8). Essa é a conhecida “Antiga Aliança” a base do “Velho Testamento.” Jesus celebrou uma nova aliança, agora com a sua igreja e essa é ainda mais abrangente, poderosa, desta vez inquebrável e indestrutível, porque ele foi o sacerdote, a vítima e o fiador ou garantidor. “²⁶Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, e, abençoando-o, o partiu e deu aos discípulos, dizendo: Tomem, comam; isto é o meu corpo. ²⁷A seguir, Jesus pegou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos, dizendo: Bebam todos dele; ²⁸porque isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados” (Mt 26.26-28). O escritor aos Hebreus escreve dizendo que é muito sério violar essa aliança, que Deus irá responsabilizar quem tal coisa praticar. “²⁸Quem tiver rejeitado a lei de Moisés morre sem misericórdia, pelo depoimento de duas ou três testemunhas. ²⁹Imaginem quanto mais severo deve ser o castigo daquele que pisou o Filho de Deus, profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado e insultou o Espírito da graça” (Hb 10.28,29). Estamos dentro de uma aliança maravilhoso que nos protege, nos garante muitos privilégios e vida eterna, com tudo o que a obra da redenção é capaz de proporcionar. Por que arriscar isso, só pelos prazeres transitórios dessa vida e deste mundo? Você compreende o que é viver numa aliança?
Senhor, obrigado por fazer uma aliança com o teu povo e ratifica-la através do sacrifício de Jesus Cristo lá na cruz. Reconhecemos a nossa condição anterior ao chamado e desfrutamos dos benefícios concedidos por estarmos em aliança contigo; receba a nossa gratidão, o nosso louvor por tudo e para sempre, em nome de Jesus, amém.
Pr Jason