O Trigo e a Palha

Meditação do dia 30/09/2017

Lc 3.17 – Ele tem a pá na sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga.

 O Trigo e a Palha – João batista falava aqui do ministério de Jesus e o resumo de toda a obra redentora do mestre. Salvar o que se pode salvar e fazer uma limpeza definitiva daquilo que não pode ser salvo. É fato, que no processo de redenção, tudo que não pode ser purificado e salvo, será destruído. Algumas coisas são purificadas com água, outras com fogo e pessoas só com sangue, o sangue de Jesus é claro. Tudo mais que não poder ser ou não aceitar ser purificado, certamente será destruído. Essa expressão profética de João, sobre Jesus trabalhar na sua eira, seara, vinha ou outra acepção de campo de trabalho, está de acordo com todo o contexto bíblico. Sendo Deus, quem de fato é, e especialmente Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, tendo tudo e todos à sua disposição, não precisaria (em termos de conceitos humanos), por à mão na massa, para trabalhar, mas essa não é a maneira de Deus pensar e agir. Entre os homens, um pouquinho só de prestígio já é suficiente para tornar o trabalho um conceito serviçal e para inferiores. Deus não pensa assim: E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também (Jo 5.17). Temos fazendeiros cujas terras são tão grandes que o rabo de suas vacas atrapalham os vizinhos, mas eles já tem status de não mais por a mão em nada, só de Hilux para cima e para baixo com chapeuzão na cabeça e a conta no posto e as prestações atrasadas. A descrição de João Batista é que Jesus tem uma pá na mão e trabalha com ela na sua eira, fazendo a limpeza e separando o trigo da palha. Redenção, só Jesus pode fazer. Podemos pregar o Evangelho, louvar, tocar, fazer missões, construir templos, cuidar da parte social, filantropia e etc; mas só Jesus salva. Só Jesus julga com justiça e só Jesus sabe, pode e tem como separar o trigo da palha. Como instituições podemos adotar ótimos mecanismos de auto-purificação e manter uma boa disciplina e as coisas em ordem, mas nossos critérios ainda estão longe de ver dentro do coração e ser exatos e precisos. Como seres humanos é muito complicado fazer justiça e misericórdia simultaneamente; ou condenamos ou absolvemos! Punimos o bom e liberamos o perverso travestido. Mas Deus não tem esse problema, ainda bem. Esse processo de assepsia espiritual Deus faz isso o tempo todo mediante a ação purificadora de sua Palavra e do ação do Espírito Santo, quer individual, quer coletivamente; mas chegará um dia em que ele tem que concluir a safra e recomeçar, então é ai que entra os efeitos purgativos que encontramos nos fins dos tempos. Jesus está trabalhando na sua eira e assim, somos, cada um de nós, trigo ou palha e cada um tem sua função e a separação necessariamente não é o fim do processo, tal qual o final da colheita para o lavrador, não é o fim para os produtos colhidos. Se for trigo, agora vem o armazenamento, a secagem, o transporte, a moagem ou trituração, a mistura com outros produtos e o processo de ser amassado até ficar no ponto, ser enformado, e aí vem a parte boa, ir para o forno quente e ser novamente transformado, para sair do forno como alimento, porque as bocas já estão escancaradas querendo alimento. Ninguém é trigo para ser trigo, ser trigo é para ser alimento. Jesus não está trabalhando em nossas vidas só por trabalhar e se ocupar; o trabalho dele tem finalidade, porque a nossa vida e existência tem propósito. Pense nisso, e aceite o trabalho de Deus em sua vida.

Senhor, obrigado por ter dado sua vida em substituição a de todos nós, para que hoje o Pai tenha uma grande família, com muitos filhos, todos à semelhança do primogênito. Graças te damos por não desistir de nós e transformar-nos em algo útil e que trás glória ao teu santo nome. Amém.

Pr Jason

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Um Com Água, Outro Com Fogo

Meditação do dia 29/09/2017

Lc 3.16 – Respondeu João a todos, dizendo: Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das alparcas; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

 Um com água, outro com fogo – Estamos meditando juntos e pensando no ministério de João Batista. O que muito nos interessa, é o que podemos aprender com essa pessoa e com suas atitudes de vida, podendo traçar paralelos com o nosso contexto. João foi um profeta, com os traços e característica do ministério profético próprio do Velho Testamento. A figura de uma pessoa que foi chamada e separada por Deus, para ser cheio do Espírito Santo e desenvolver um ministério divino de transmitir a Palavra e a vontade de Deus. Eles recebiam revelações em todos os sentidos que essa palavra pode ser utilizada; desde percepções, intuições, visões, sonhos, experiências de oitivas reais e literais; premonições, autoridade para imprecar juízos e sentenças em nome de Deus; previsões e interpretações, êxtases (arrebatamentos de sentidos) e muitos outros aspectos que Deus lhes concedia e valia o improviso. Esse ministério profético, encerrou-se com João Batista – “A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele” (Lc 16.16). O trabalho profético que encontramos na Nova Aliança, exercido pela e na igreja, não é o mesmo; mas agora é um dom (charisma) distribuído pelo Espírito Santo e aparece, digamos, nas listas de dons espirituais diversos, como em Rm 12; I Co 12 e Ef 4. Com atribuições e utilidades regulamentas, nos ensinos de Paulo aos Coríntios. Mas o meu coração hoje está voltado para a maneira como João Batista se portava diante do assédio das pessoas e das oportunidades de se promover. Isso não o atraía pois ele agia com coerência com sua vocação original, que era preparar o caminho diante do Senhor que viria. No sentido que sua função significava, ele era um arauto real, aquela pessoa que ia à frente do rei em viagem anunciando a todos sobre a presença do seu Senhor e para que “o caminho fosse preparado.” Sua função era preparar o caminho e João estava muito consciente disso, nunca passou pela sua cabeça que ele era importante ou o que ele fazia merecia mais consideração e reconhecimento. Nos círculos em que vivemos, os golpes de estado é mais comum do que areia na praia. Os líderes não podem dar as costas por um segundo, que já tem gente conspirando para sentar no trono. Membros de igrejas, que ao ser elogiado por uma ministração, ou o bom desempenho de sua função durante um ano de gestão em um dos ministérios da igreja, já se acha no direito de reivindicar se tornar não apenas um pastor, mas O Pastor Titular, por que já é “homem de Deus.” Não vou nem citar as intrigas políticas denominacionais por cargos e visibilidade ou se manter no poder. João reconhecia que ele batizava com água os arrependidos, mas logo após ele vinha Jesus, o seu Senhor, muito mais poderoso e que batizaria com o Espírito Santo e com fogo. João tinha um papel a desempenhar e Jesus tinha outro e a importância de João estava em ser João e batizar com água. Ainda hoje, que salva, cura, batiza com Espírito Santo e tudo o que a nossa fé preconiza, é Jesus, a minha, a sua e a nossa importância está justamente em sermos servos e cumprir essa função que nos foi outorgada. Ser servo, é uma função muito importante, ser servo de um Senhor como Jesus, não tem preço!

Obrigado, Senhor pelo privilégio de servir a ti na função designada por ti. Isso me honra e me dá dignidade e valor e sou agradecido por isso. Em nome de Jesus amém!

Pr Jason

O que o Povo Pensa

Meditação do dia 28/09/2017

Lc 3.15 – E, estando o povo em expectação, e pensando todos de João, em seus corações, se porventura seria o Cristo,

 O que o povo pensa – Já ouviu falar que “quem anda na cabeça dos outros é piolho?” Pois é figuradamente isso é uma verdade. Mas quem está exposto publicamente, tem que conviver com situações que não estão sob seu controle. O ideal seria ser famoso sem ninguém saber, mas já seria pedir demais. As pregações vigorosas e implacáveis contra o pecado e as atitudes ruins das pessoas e o desafio de João de não poupar ninguém, atraiu a atenção e logo muita gente já estava traçando perfis de quem seria João. Os mais espirituais, quais os dos nossos dias, argumentavam se não haveria possibilidade dele ser o Messias? Certamente os teólogos de plantão já iniciaram buscas por referencias nas Escrituras para validar ou não essa idéia. Todo hebreu aguardava a redenção de Israel e a chegada do Messias, que seria para a maioria deles, um líder político-militar; um guerreiro valente e ousado o suficiente para encarar e desbancar Roma e botá-los para correr da Palestina. Não se deve descartar que havia partidários políticos, que sonhavam em partilhar alguma vantagem pelo apoio oferecido a ele. Posso pensar também naquele clero farisaico, ávidos por poder, fama, glória e dinheiro, e em nome da fé e aliado a um Messias que lhes fosse aliado. Sem contar os desiludidos, que piedosamente imaginavam, que qualquer um que viesse com a missão divina de restauração, lhes contemplasse e lhes valesse o infortúnio vivido diante de tantas injustiças praticadas contra eles. Resumindo: Muita gente pensando em como posso lucrar com isso. Os anos e séculos se passaram e a história humana se repete em ciclos, como sempre foi, e registrado por Salomão em Ec 1.9,10 – “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.” Uma pergunta: Te preocupa a opinião das pessoas? O que elas pensam de você, da sua igreja, da sua fé? Pastores, o que as pessoas pensam sobre quem é você? O que você faz? Como é ou deva ser o papel da sua igreja? Não podemos ignorar de todo, mas não podemos adotar posturas nossas baseados nisso. Equilíbrio é uma necessidade. Se somos Sal e Luz, e somos, exercemos influencia, mas também influencia é exercida sobre nós. Conforme aumenta a expressividade social e aparente do nosso trabalho, a imagem, a impressão e a pressão também aumentam. Para ser relevante os ministérios não podem deixar de estar presentes, mas não podem se amoldar ao desejo das massas. É uma verdade importante, que se o mundo começa a nos elogiar e querer aliar-se; isso é preocupante. Será que já não nos identificamos tanto com eles, que agora não há mais diferença e por isso eles estão aliando-se? Por outro lado, bater por bater, sem alvo específico e sem razões legítimas, podemos estar apenas sendo intolerantes e distanciando-nos sem propósitos. João teve um ministério meteórico em termos de ascensão e final em sua decapitação; mas ele estava pronto e convicto de aquele era o roteiro certo. Quem determina isso é Deus! Tentar preservar algo que o Senhor já deu por encerrado e finalizado é horrível; como querer acabar com algo que Deus tem planos ainda também não é bom. Você sabe o que fazer? Até quando fazer? Mesmo quando a opinião dos outros é diferente?

Senhor, obrigado por ser e estar acima do tempo e das realizações. Como filhos e servos, estamos aqui para completar etapas de um projeto maior e mais completo do que nós e nosso entendimento. Nossas vidas são preciosas dentro dos teus planos, isso deve servir de motivação e alegria em servir. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quem era o Público de João Batista?

Meditação do dia 27/09/2017

Lc 3.7 – E a multidão o interrogava, dizendo: Que faremos, pois?

 Quem era o público de João Batista? – Dias atrás escrevi sobre o local de ministério de João Batista, que num deserto inóspito e de difícil acesso, humanamente era inadequado para se iniciar um ministério. Já vi restaurantes, postos de gasolina e lojas em pontos comerciais muito bons e mesmo assim falirem; já vi restaurante literalmente no meio da roça, complicado para achar e lotado, com filas para atendimento. Já vi templos bonitos, confortáveis, mas vazios e abandonados, mesmo estão em lugar adequado populacionalmente. Sendo um bom pregador, João poderia ter começado na cidade e depois de consolidado, levado sua audiência para o deserto e muitos o seguiriam. Mas ele começou no deserto e ficou no deserto e mesmo assim havia multidões que se revezavam para ouvi-lo e o número de convertidos era grande. Anos mais tarde quando o apóstolo Paulo chegou a Éfeso, talvez mais de vinte anos depois de João, ali havia pessoas que tinham se convertido e voltado para suas localidade e ainda estavam firmes na fé, aguardando o Messias, que a essa altura, já tinha voltado aos céus fazia tempos. “E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso; e achando ali alguns discípulos, disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo. Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João. E estes eram, ao todo, uns doze homens” (At 19.1-3,7). Quem eram os ouvintes de João? Multidões, e uma variedade grande de pessoas e classes estavam ali representados. Pessoas que chamaríamos de “comuns,” mas havia classes distintas, como funcionários públicos, Militares e outros mais. Todos, na verdade, são pessoas, com fome e sede de Deus e da verdade. Por trás de um uniforme, de uma patente, de um título, tem uma pessoa como qualquer outra; tais pessoas tem ambições, desejos, sonhos e aspiram um futuro melhor. Muitos ali, mesmo vivendo fora dos padrões que culturalmente era esperado dos judeus, pelo seu relacionamento com a Palavra de Deus, a tradição de culto e fé e a esperança messiânica; para alguns havia sobrado apenas o esqueleto dessa fé. O pecado e a desilusão com a religião e o pesado jugo das obrigações sobre eles imposta pelo clero que se corrompera e a desilusão política por ver sua nação subjugada sob o pesado braço de ferro romano, que para adoçar a pílula amarga da escravidão, nomeava governantes locais, e muitos deles eram ímpios e perversos e de etnias rivais ao povo de Deus. Gente cansado de rituais repetitivos, cheios de simbolismo, mas vazios de vida e conforto espiritual. Pessoas dispostas a uma jornada fatigante fisicamente, mas que os levasse a ouvir uma palavra, dura, mas verdadeira, chamando-os para perto de Deus de fato. Alguma semelhança com os nossos dias? Multidões famintas em todas as nossas cidades, grandes ou pequenas, famintas de Deus e desejosas de encontrar a verdade. Com a imensa massa de disponibilidade religiosa hoje, é um prato cheio para aventureiros e trapaceiros gospels, fraudando a ingenuidade dos peregrinos e arrastando muitos para armadilhas onde são pilhados e saqueados e depois abandonados em agonia e revolta. O papel da igreja é ser profeta de Deus e dizer a única mensagem que lhe foi confiada. Não precisa fazer promoção, abaixar o preço e as condições para nada. O que alimenta é comida saudável, balanceada e o que mitiga a sede é água pura, fresca da fonte. Por trás de todas as demandas sociais e títulos e categorias nos nossos dias, há pessoas amadas por Deus, por quem Cristo morreu e ressuscitou. Eles querem e desejam, só não sabem o que querem e o que desejam! A igreja sabe as duas coisas, e tem as respostas. Ou não é isso?

Senhor, os dias são maus, mas o Senhor é bom e as tuas misericórdias duram para sempre. Como igreja estamos aqui para ser Sal e Luz! Conceda-nos a ousadia do teu Espírito Santo para sermos o que abençoa e leva a tua salvação aos famintos e sedentos dos nossos dias. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Carinhosamente, Víboras!

Meditação do dia 26/09/2017

Lc 3.7 – Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir?

Carinhosamente, Víboras – Deus é sem dúvida alguma um sábio e hábil artesão! Ele sabe como ninguém, lapidar uma matéria bruta e transformá-la em uma obra admirável e bela. Depois da obra pronta, é só elogios; mas durante o processo, há muita dor, muita poda, muita raspada, lixada, cortada, aparada, esquentada, prensada e ainda mais um punhado de “adas” que não sei. Conforme a natureza da matéria a ser trabalhada, é a ferramenta e o tipo de trabalho exercido. Se está esculpindo em madeira, e ela é macia e flexível, então as ferramentas são normalmente suaves, leves e o trato é com carinho e muito jeito. Mas se a madeira é dura e rígida, aí então a coisa muda de figura; as ferramentas são bem mais resistentes, os golpes são mais direcionados e a pressão é forte. A lixa é mais grossa e o corte do formão é bem afiado. O mesmo vale para trabalhar em pedra, barro, metais e etc. Que tipo de matéria prima você é? Jason é madeira dura! Difícil de dobrar, resistente quando não deve e frágil em situações que demandaria força. Todos os pecadores gostam de achar que eles são os menos maus entre os maus; aliás, maus são sempre os outros. O homem gosta de ser paparicado, aplaudido, colocado em pedestal e ser tratado com nobreza e exposto à admiração geral. Alguns de nós, a ficha só cai, quando a pancada é pra valer! Ficar amaciando o ego de pecadores para não perder a média com eles, não fazia definitivamente parte do estilo de João Batista – provavelmente a única coisa que ele tinha de batista, era só o nome. O cara era fera! Osso duro de roer! Com ele não tinha essa de: “Amados, graça e paz, obrigado por virem à nossa reunião e sintam-se à vontade…” Na linguagem do futebolês, ele já entrava de sola, no meio da canela; perdia o amigo, mas não perdia a dividida! A mensagem de João era curta e grossa, direta ao ponto: Arrependam-se! Não dava nem tempo do camarada respirar e pensar sobre será que é comigo? João era cheio do Espírito Santo para converter pessoas dos caminhos errados ao caminho certo, da ignorância ao conhecimento da vontade de Deus. Fez com muito sucesso o seu trabalho. Assim como as crianças precisam de limites e sentirem firmeza na autoridade dos pais e adultos à sua volta; assim os pecadores precisam sentirem que suas vidas estão na condição errada, suas escolhas não agradam a Deus e não conferem com as verdades da Palavra de Deus. É verdade que Deus os ama e que Jesus morreu por eles e a graça de Pai é suficientes para ajuda-los. Mas precisam saber que são pecadores e que seus pecados os mantém afastados de Deus e nesse caminho irão para a perdição eterna. O problema é que eles vão à igreja para ouvir a verdade e encontra pregadores covardes, querendo fazer média e se passar por bonzinhos e contextualizados e para isso douram a pílula amarga e outros nem falam da doença e do tratamento. Não precisamos ser malcriados, grosseiros, deselegantes, mas também não podemos omitir a verdade e suavizar os termos à tal ponto que lhes pareça que tá tudo bem, tudo certo. Amado, se você é pregador, ou está responsável por ministrar e após orar e buscar a mensagem de Deus e recebe-la, receba junto a unção de autoridade para ministrar no poder do Espirito e ele convencerá do pecado, da justiça e do juízo. O pecado ir para o inferno porque não foi confrontado pela verdade por omissão do pregador, é um preço muito alto a ser pago, só para ficar de bem com a sociedade. Ouse desafiar a si mesmo! A verdade dói, mas cura, liberta, transforma e salva almas da perdição eterna.

Senhor, ainda hoje, pecadores são pecadores e pregadores são mensageiros de tua parte e precisamos ser fiéis, já que não temos mensagem própria. Receber uma palavra de Deus e não ter coragem de entrega-la como veio do teu coração é um desperdício de talento e oportunidade. Só a verdade liberta e ela pode ser transmitida com graça e alegria, mas pura em essência no poder do Espírito Santo. Levante homens corajosos o suficientes para desafiar o inferno e o pecado e assim salvar pecadores para ti, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Mensagem de João

Meditação do dia 25/09/2017

Lc 3.3 – E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados;

 A Mensagem de João – Será que João Batista poderia ser enquadrado na categoria de pregador de uma mensagem só? Um critério que costumo fazer uso ao me deparar com uma situação em que posso aferir o ministério de alguém, é comparar com o meu próprio ministério. Não tenho nesse caso a pretensão de me sair melhor ou igual, mas evitar que eu me dê o direito de julgar o trabalho de outrem por critérios que me favoreçam. Estou numa cidade de trinta mil habitantes, há vinte e seis anos, na mesma igreja, com ambiente tal, com condições favoráveis de nível X e alcancei progresso de Y e agora estamos assim e assado. Quais são os parâmetros dele para comparar? São dados compatíveis e seria honesto utilizar isso para dizer que ele é bem sucedido e eu não, ou que sou e ele não; ou ainda, seu eu estivesse no lugar dele, os resultados seriam diferentes? Tem sido muito bom para mim. Sei que o Senhor me colocou aqui, para fazer o que estou fazendo e que o mesmo Senhor o colocou lá para fazer o que está fazendo e ambos iremos comparecer no escritório do chefe para um balanço final. João nasceu, cresceu e foi preparado para fazer o que fez! A mensagem dele era que as pessoas se arrependessem de seus pecados e se convertessem e como sinal dessa atitude, se batizassem e iniciassem uma etapa de espera do ministério do Messias, que viria logo em seguida. Como escrevi na meditação de ontem, João foi para o deserto, nas margens do Rio, onde havia poucos moradores, e quase na totalidade seria de peregrinos, que estava de fato em busca de uma verdade divina que trouxesse paz e alento aos seus corações. Muitas destas pessoas, voltam e multiplicavam a mensagem e com isso arrastavam outros tantos para procurarem o pregador do deserto e ouvirem e serem batizados. Por que as pessoas empreendem longas jornadas em busca de espiritualidade? Porque fazem romarias, peregrinações, abrem mão da vida cotidiana e se embrenham por lugares solitários ou apropriados para a prática de busca espiritual? Claro, muitos por um legítimo desejo e sede de experimentarem alguma revelação que mude suas vidas. Outros, por modismo, por razões egoístas de publicarem seus blogs, livros, vídeos e faturarem fama e publicidade. Outros tem vontade legítima, mas estão enganados pela religiosidade e vão buscar em fontes erradas. João dizia as pessoas em sua pregação que o problema delas estava nos seus pecados, que deveriam se arrependerem e se converterem. A busca pela verdade cessa, quando se encontra a raiz dos males, que não está no exterior, mas no íntimo de cada um. A Jornada mais longa e mais profunda em termos de espiritualidade é para dentro do nosso próprio coração. Mergulhar fundo na escuridão e armadilhas mortais ali escondidas, e ir lançando a bendita luz da graça de Deus, até todo o nosso ser ficar iluminado, sem trevas alguma. O melhor guia para isso, é o Espírito Santo, enviado por Jesus para produzir em nós, arrependimento e convicção da real situação em que nos encontramos. Não é necessário mais do que uma mensagem para encontrar o caminho da paz interior. João não precisava se preocupar em variar o sermão à cada novo público. O que cansa os nossos ouvintes hoje não é a repetição da mensagem, mas o incômodo de ouvir outra vez aquilo que já sabem e ainda não tomaram posição. Não foi exatamente isso que Tiago, escreveu: De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis. Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus(Tg 4.1-4). Será que trocar a mensagem melhoraria as coisas?

Senhor, os nossos corações precisam serem confirmados com graça e a verdade do Senhor, mas o que desejamos é não sermos incomodados pelos nossos pecados e erros. Mas entendemos que o Senhor tem razão e o direito legítimo de nos exortar e nos atrair para a conversão verdadeira. Sonda-os e guia-nos pelas veredas direitas, por amor ao teu nome. São os nossos pecados que faz separação entre nós e o nosso Deus e é o sacrifício de Jesus Cristo, que soluciona toda a questão. O confessamos como nosso Senhor e Salvador, único e suficiente. Colocamos nele a nossa fé para sermos salvos pela graça somente. Em nome de Jesus nos oramos agradecidos. Amém!

Pr Jason

A Palavra no Deserto

Meditação do dia 24/09/2017

Lc 3.2 – Sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias.

 A Palavra no deserto – Definitivamente a maneira de Deus agir estrategicamente, não é nada convencional. Exatamente por ser quem ele é, saber o que sabe e poder tudo o que pode, então é justo que Ele se dê ao trabalho de fazer as coisas de modo nada ortodoxo. Os melhores estrategistas caem diante dele sem nenhuma dificuldade e os peritos em logística são superados com facilidade. Não é por mera coincidência que Paulo escreveu: “Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?” (I Co 1.19,20) Um ministério que se pretendia global, ou no mínimo alcançar o máximo de pessoas possível em pouco espaço de tempo; o ideal seria começar num grande centro, onde gera influencia e a notícia se espalha rapidamente. Por que não na capital, ou uma outra cidade grande e de influencia? Não sei! Mas sei que Deus levou João para o deserto, onde viveu, cresceu e foi treinado e preparado até o momento de se apresentar à nação como um profeta, um porta-voz de uma notícia muito importante e de extrema relevância para todos. A Palavra de Deus veio a João no deserto; Quantas pessoas vivem nos desertos? Que importância elas tem que as outras não apresentam? São tantas perguntas e nenhuma chega a lugar nenhum, porque a verdade é que Deus levantou um homem simples, desconhecido da maioria, num lugar inóspito e de difícil acesso, e para rimar, o ministério dele foi um sucesso! Onde é o melhor lugar para fazer ministério com relevância? Resposta errada, que disse isso ou aquilo. O melhor e mais estratégico lugar de agir é onde Deus diz que é ali o lugar e o tempo de agir. Até mesmo os parentes de Jesus discordava da estratégia dele, como pregador: “Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo” (Jo 7.3,4). Quem quer ser conhecido, ficar famoso, aparecer, deve seguir as indicações de mercado, dos hábeis em ciências da comunicação e etc. Quem quer servir e fazer a vontade daquele que lhe enviou, deve ir e ficar onde orientado por Deus. Os pecadores dos grandes centros precisam ouvir o Evangelho da Salvação. Os pecadores do interioorrrr, também necessitam do amor de Deus. As pequenas vilas e povoados e até lugares de densidade demogrática fora do radar também necessitam e Deus olha por elas. As que são chamados, sua relevância está diretamente ligada à obediência à Deus e às instruções sobre o cumprimento de seu serviço. Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Já perguntavam os discípulos contemporâneos de Jesus. Pode vir alguma coisa boa de Guararapes? Pode, tanto quanto pode vir de São Paulo, Nova York, Seul ou da sua cidade, vila etc. Seja fiel como profeta do Senhor! Não faça promoção ou se venda para se tornar conhecido, famoso ou ficar em evidencia. Deus se encarrega de fazer o que for necessário. Floresça e frutifique onde está plantado. Pode ser até no deserto.

Obrigado Pai, pelo chamado e confirmação da vocação de homens e mulheres que se lançaram em obediência e estão fazendo a diferença em lugares e condições que jamais saberemos, mas o Senhor continua fiel à tua Palavra e não desampara e nem envergonha os teus chamados. Capacita a cada dia, para a mensagem continue sendo bem maior que o mensageiro e o reino maior do que todos nós. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Menino Forte em Espírito

Meditação do dia 23/09/2017

Lc 1.80 – E o menino crescia, e se robustecia em espírito. E esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel.

 Menino forte em espírito – Abro essa meditação com um vocábulo, que tem uma conotação meio místico, mas não precisa ser assim, pois a sua definição, não o caracteriza de forma pejorativa ou com ligações espirituais perigosas. Me refiro ao termo HOLÍSTICO –  Holístico ou holista é um adjetivo que classifica alguma coisa relacionada com o holismo, ou seja, que procura compreender os fenômenos na sua totalidade e globalidade. A palavra holístico foi criada a partir do termo holos, que em grego significa “todo” ou “inteiro”. Muito bem, a concepção bíblica e cristã sobre a criatura humana, é que ela foi diretamente criada por Deus. O fôlego de vida, que deu o start inicial, veio de Deus e do primeiro casal, passou a todos nós até hoje. Entendemos que o a pessoa é um ser complexo, muito complexo e com uma potencialidade tão grande que não seria exagero dizer, infinito. Já fizemos enormes descobertas, progressos e ainda estamos na superfície de algo muito maior. Pela fé entendemos que isso se deve ao fato da origem divina do ser humano, e devido ao processo de queda, o pecado acabou por conspurcar muito do que originalmente poderíamos estar utilizando; graças a Deus que existe a redenção. Na verdade, deveríamos ou poderíamos lidar com a pessoa em seu todo, tal qual Deus faz conosco e não departamentando ou fragmentando a pessoa em partes e depois a soma das partes se torna menores do que o todo, quando na verdade deveria ser o contrário. As nossas ciências e posturas dificultam as coisas; imaginemos que a medicina a psicologia e a religião (estou apenas categorizando grupos grandes reduzindo-os a fim de produzir entendimento sintetizado); Os médicos querem produzir a cura e o bem estar cuidando do físico e através das possibilidades examináveis científica e experimentalmente. Os profissionais das ciências comportamentais, sustentam em tese que os males são dessa ordem e que corrigindo os desajustes e estresses, o corpo vai funcionar bem, o chamado “mens sana in corpore sano!” Já a galera da fé, sustenta que tá tudo condicionado aos problemas espirituais, que é a verdadeira pessoa. O pecado, a violação das leis espirituais é que arruína tudo. Acertando aqui, o resto se encaminha naturalmente. Se entendermos a pessoa, como única, uma e indivisível e como tal ser tratada, trabalhada e desenvolvida? Parece muito seguro que Jesus lidava muito bem com tudo isso, não separando a pessoa e não excluindo nenhuma área. Acredito pessoalmente, que assim como podemos desenvolver nosso físico por uma boa alimentação, exercício e treinamento especializado, alguém pode tornar seu corpo físico numa máquina eficiente para um propósito, como temos vistos nos esportes de auto rendimento. O mesmo se pode conseguir com a parte intelectual. Pode-se conseguir uma disciplina e eficiência nos campos da inteligência, sabedoria e conhecimento, que se diria que a pessoa é um prodígio. Como pastor, sei que isso é plenamente possível também com o espirito. Começa-se pelo novo nascimento e aplica-se as disciplinas espirituais e investimento de alto nível, via Palavra de Deus, oração e exercícios espirituais que teremos também uma pessoa altamente eficiente nesse campo. É o que o texto diz sobre João Batista, disse sobre Jesus, sobre Sansão, Davi, Salomão, Isaías, Daniel etc. Os nossos irmãos na igreja podem almejar coisas maiores, se os líderes investirem adequadamente no treinamento para ministérios que efetivamente considerem o poder de Deus na vida das pessoas. Acredite: Voce pode ir mais longe do que foi até agora! Para mim também, isso é válido e não é tarde para começar.

Senhor, obrigado pelo potencial enorme com o qual tu me criaste, e agora que em Cristo sou uma nova criatura, posso todas as coisas em ti que me fortalece. Uma revelação da verdade no espírito é suficiente para desenvolvermos o teu projeto para nossas vidas. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

JOão, o Profeta do Altíssimo

Meditação do dia 22/09/2017

Lc 1.76 – E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, Porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos;

 João, Profeta do Altíssimo – Que as nossas palavras tem poder, isso ninguém duvida; agora, mais importante do que saber disso, é fazer bom uso desse poder. As palavras são sementes que lançamos quando as proferimos e ao longo do tempo elas vão germinando e crescendo e com os ingredientes certos elas produzirão em abundancia. Como já disse em outras ocasiões, sou de origem interiorana, agrícola, da roça mesmo e sei bem o que são flores, espinhos, carrapichos, picão, timbete, urtiga, mamãozinho, aroeirinha, unha gato, navalha de macaco e etc. Quando no texto de Gênesis, Deus fala que a terra produziria cardos e abrolhos, eu não preciso buscar o significado do seu correspondente em português. Quando vejo pessoas semeando palavras ruins, maldições, prevaricações, xingamentos e impropérios já imagino como será no tempo da colheita de tudo isso e os resultados dessa rotatividade de cultura. Meu amigo, pastor Jorge Linhares escreveu alguns anos atrás um livro que se tornou um best seller intitulado “Bênção e Maldição” e é abordado o peso das palavras ditas diariamente pelas pessoas, incluindo os pais, e mais ainda, pais cristãos. As palavras ditas repetidamente dia após dias, anos e anos, e até pela vida inteira sobre uma mesma pessoa, claro, tem um poder avassalador, tanto para construir, quanto para destruir. Podemos começar esse festival de destruição pelo nome dado à criança, e até bem antes dela nascer através das palavras ditas sobre ela só pela notícia da gravidez. Crianças são rejeitadas, amaldiçoadas, escorraçadas, malditas, antes mesmo de nascer pelas palavras dos pais e familiares. O nome dado a ela – todo nome tem um significado e ao chama-la está se confirmando sobre ela aquele significado. Muitos pais escolhem nomes pela sonoridade da palavra, pela moda do momento em termos de artistas e desportistas, sem medir as consequências para a vida da pessoa em questão. Tenho duas filhas e seus nomes significam “Graça” e “Força” e me alegra repetir sobre elas e para elas isso e a razão porque assim foram chamadas; e quem as conhece, pode atestar a influencia disso. Outro grande drama são as declarações negativas e destrutivas atribuídas aos filhos, nas palavras, comentários e críticas sobre elas; ao invés de semear virtudes, vitórias, afirmações de bênçãos, fazem exatamente o contrário do que teoricamente acreditam. Pechas morais e éticas abusivas, vergonhosas ditas sobre as crianças, são traduzidas posteriormente em atitudes e escolhas ruins, pois estão condicionadas a isso desde muito cedo. Craig Hill ensina sobre sete períodos em que toda pessoa da cultura hebraica bíblica deve ser abençoada e isso eles o fazem a milhares de anos e podemos testemunhar o efeito disso, comparativamente a todas as demais culturas dos povos. O Pai de João Batista, cheio do Espírito Santo “profetizou” sobre a vida de seu bebê recém nascido: E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo… Me permitam e mesmo sem essa permissão, eu vou pegar pesado aqui: Porque os pais evangélicos dedicam seus filhos à Deus? Claro, há um via cerimonial, cultura cristã, pedir a bênção divina e etc. Mas quantos depois se lembram da razão da existência daquela criança? Quantos trabalham para prepara-la para cumprir seu propósito? Estão investindo pesado para que os filhos sejam bem sucedidos financeiramente, famosos, ricos, independentes; mas a que preço? E a fé? E o propósito eterno? O que você tem profetizado sobre a vida de seus filhos, sobrinhos, crianças da igreja, da vizinhança, do bairro? Não somos responsáveis apenas pelas que biologicamente foram geradas por nós. Uma geração é responsável pela próxima geração! Os pais são responsáveis por seus filhos! Hoje, quero desafiar você após ler esse texto, a orar sob arrependimento pela forma errada e destrutiva como agiu até hoje (caso seja assim); e retirar as palavras e maldições e conceitos negativos e destrutivos semeados nos seus filhos, e reprogramar a semeadura poderosa de bênção e de vitórias sobre sua família. Nunca é tarde para recomeçar, inclusive sobre quem já é adulto, idoso e em qualquer etapa da vida atual. Hoje, é dia de ser cheio do Espírito Santo e profetizar um novo destino e uma nova identidade para quem amamos.

Senhor, meu Deus e Pai, todas as tua palavras são puras e verdadeiras e elas afirmam o quanto sou amado, acolhido por ti. Fui criado para um propósito tão especial, e sou único diante de ti e de todos os demais seres humanos. Sou aceito na tua presença, sou acreditado por ti e obrigado por confiar dons, talentos, habilidades e potencialidades a mim, e que desejo desenvolve-los e utilizar sabiamente para tua glória e honra. Sou grato pela família da qual vim e pela que construí. Que a graça do Senhor permaneça sobre nós e sejamos tudo aquilo para qual fomos criados e colocados aqui nesta época da história. Não nasci cedo ou tarde demais, nem na família errada, muito menos no lugar e condição errada. Sou resultado de um plano bem feito, cuidadosamente elaborado por ti, e tudo isso para cumprir um propósito tão eterno e valioso, que valeu a morte de Jesus, seu filho. Hoje, reafirmo a minha aliança contigo e de produzir descendentes abençoados que farão a diferença nos seus dias e assim será de geração em geração, segundo a tua perfeita vontade, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quem Será Esse Menino?

Meditação do dia 21/09/2017

Lc 1.66 – E todos os que as ouviam as conservavam em seus corações, dizendo: Quem será, pois, este menino? E a mão do Senhor estava com ele.

 Quem será esse menino? – Estamos bem familiarizados com as verdades bíblicas e nelas se contém muitas histórias lindas, verdadeiras e preparadas por Deus para cumprirem etapas de seus propósitos eternos. Para trabalhos especiais, exige-se ferramentas e instrumentos especiais! Em se tratando do relacionamento de Deus com pessoas, então Ele provê pessoas especiais. Encontramos várias pessoas nas Escrituras, que nasceram sob uma promessa divina aos seus pais, e outras tantas que assim que nasceram, revelou-se que destinava-se a algum propósito específico muito especial. Antes de nascer a primeira pessoa aqui na terra, Deus fez uma promessa a Adão e Eva, de que “…a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente…” (Gn 3.15). Quando Noé nasceu, seus pais foram avisados que aquele era alguém com uma vocação determinada em favor da humanidade. Abraão, teve seu filho por promessa; Durante a gestação Rebeca, esposa de Isaque, ficou ciente de que seriam gêmeos e que se tornariam nações; Poderíamos enumerar muitos outros mais. Como cristãos, entendemos o valor e o papel da família no contexto dos planos divinos para tudo o que diz respeito à humanidade. Para nós, nascemos todos dentro de uma aliança de bênção, já estabelecida com Abraão e ratificada com os demais patriarcas e consumada em Cristo Jesus, com o propósito de abençoar todas as famílias da terra. Assim, para nós, cada filho que nasce, é alguém especial dentro do programa de Deus para alcançar e redimir toda a raça humana. Então nossos filhos já nascem com um sentido de propósito e de destino. As duas grandes perguntas da vida, “quem sou eu?” e “porque estou aqui?” são respondidas pelas verdades da identidade e destino. Os pais são os agentes divinos para responder e confirmar no coração e na vida dos filhos essas respostas. Ao mesmo tempo Satanás também quer valer-se do protagonismo da paternidade humana para confundir e destruir a verdade de identidade e destino na vida dos filhos. Gerar filhos biologicamente é mais fácil do que estourar pipoca; isso qualquer ajuntamento carnal de um macho com uma fêmea produz um filho. Mas pessoas são mais especiais e mais complexas do que meramente um ser biológico existencial. É um sagrado privilégio gerar um filho, que trás a imagem e semelhança divina e vem a este mundo para desempenhar um papel especial e único, criado personalizado para ela. Os pais são os tutores e responsáveis para direcionar essa vidinha e encaminhá-la a descobrir seu lugar e seu papel. É um aprendizado e uma responsabilidade gratificante a ser encarada como ministério para Deus, com prestação de contas um dia. As pessoas ao verem tantas variáveis incomuns no nascimento do filho de Zacarias e Isabel, se punham a perguntar sobre quem seria esse menino, que já veio em circunstancias tão especiais. Todos teriam que acompanhar e trabalhar para que no tempo certo ele estive no lugar certo, pronto para realizar sua missão. Pais, vocês são responsáveis por guiar seus filhos aos propósitos divinos. Não podem, sob hipótese alguma agirem como os não cristãos, que aceitam não discutir religião, futebol e gostos pessoais. Essa de deixar que a criança cresça e escolha por ela mesma o seu caminho, é irresponsabilidade e o preço pago aqui e na eternidade será muito alto para quem entrar por esse caminho. Se crianças não precisassem de pais, para orientar, corrigir e direcionar, eles nasceriam como mato e cresceriam sob os cuidados do tempo, estações. Não se acha pronto para isso? Deus não nos dá responsabilidades impossíveis de ser executadas. Comece pela oração e invista no seu próprio desenvolvimento, para cumprir bem seu papel, tal qual Zacarias, José e todos os servos de Deus até hoje, agora, é a nossa vez!

Senhor obrigado pela bênção de ser pai e poder compartilhar da alegria de criar algo maior do que nós mesmos. Obrigado pelo propósito que tens para com nossos filhos e pela confiança de dá-los a nós, nessa época e nessas circunstancias em que vivemos. Eles são como flechas nas mãos do guerreiro, permita que a certemos todos os alvos no primeiro lançamento. Abençoa, oh! Senhor o ministério e o propósito com os filhos de cada pessoa que deseja cumprir a tua vontade e encara esse privilégio da paternidade como um ministério ao Senhor. Em nome de Jesus, oramos, amém.

Pr Jason