Pego pelo Estômago

Meditação do dia 24/03/2019 

E foi, e tomou-os, e trouxe-os a sua mãe; e sua mãe fez um guisado saboroso, como seu pai gostava.”  (Gn 27.14)

 Pego pelo Estômago – Quem não gosta de uma boa comida? Mas também quem espera ser vítima de uma armação via comida e na sua própria casa pelos seus próprios familiares? Estamos aprendendo nessas meditações sobre a vida de Rebeca e a sua contribuição para o reino de Deus. É inegável o que ela fez e o que representa na história do povo de Deus. Igualmente a ela, podemos pensar nas muitas oportunidades que temos de fazer coisas significativas para Deus e seus planos eternos e em meio as bênçãos e atividades edificantes, também agimos por conta própria, pisamos na bola de vez em quanto, e como dizia os antigos, “passamos os pés pelas mãos,” de forma até vergonhosa. O ser humano, é humano é humano mesmo! Estamos sujeitos a grandes feitos e a grandes vacilos. Ainda assim, Deus nos ama e não desiste de nenhum de nós e nos incentiva a continuarmos porque o que está sendo construído é muito maior do que nós mesmos e durará eternamente. Como nenhum de nós “é perfeito” podemos lidar com as falhas dos outros e acolher apenas aquilo que soma e acrescenta no nosso aprendizado. Rebeca não se torna reprovável e fora dos planos por ter agido de forma não ortodoxa e moralmente isenta. Ela viu uma oportunidade se perdendo por descuido ou por segundos interesses do marido e do filho mais velho e entendeu que deveria agir e tomar as rédeas da situação e foi à luta. Ela lançou mãos dos seus dons e talentos para atingir suas finalidades e com essa astúcia, conseguiu seu intento e reverteu a situação para aquilo que deveria ser a normalidade. Isaque se viu pego pelo prazer de comer e apreciar uma boa comida e os prazeres que alimentamos podem ser fatais para nossa capacidade de discernimento. Eu gosto muito de levar a sério a citação de Oséias: A sensualidadeo vinho e o mosto tiram o entendimento (4.11). Isaque não deixou de ser quem era e o valor que tem nos propósitos eternos de Deus, como também Rebeca, mas podemos aprender com a experiência deles  e quando chegarmos em situações em que há um dever de fé a ser realizado e o nosso prazer ou nossas escolhas, precisamos estar sensíveis a Deus e sua palavra para construirmos solidamente. Tenho telhado de vidro com toda certeza e não me atreveria a jogar pedras no telhado de Isaque ou Rebeca; mas tudo quanto foi escrito no passado, para nosso ensino e aprendizado aquilo foi registrado. Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança (Rm 15.4).

 

Senhor, graças de rendemos pela capacidade que tens de reverter situações nas quais tomamos decisões à revelia sem consultar ou sem nos basear nos teus princípios e com o teu amor consegues evitar danos maiores para os propósitos eternos dos quais somos parceiros na construção do reino eterno. Obrigado por nos dar novas oportunidades para fazer bem feito e de forma que o teu nome seja glorificado. Em nome de Jesus, amém!

 

Pr Jason

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Bênção ou Maldição?

Meditação do dia 23/03/2019 

 E disse-lhe sua mãe: Meu filho, sobre mim seja a tua maldição; somente obedece à minha voz, e vai, traze-mos.”  (Gn 27.13)

 Bênção ou maldição? – Já existem muitos estudos, livros, vídeos e conferencias sobre esse tema, e já passamos por esse tema e aqui hoje não será esse o roteiro principal dessa meditação; talvez até porque ela nem chegou a acontecer, mas o peso da palavra de Rebeca teve suas consequências. Normalmente as pessoas lutam com unhas e dentes por uma causa que verdadeiramente acreditam. Até dizem que “Se não há uma causa pela qual valha a pena morrer, então na verdade não há motivo para viver!” ou seja, para viver com intensidade é preciso paixão por uma causa. Rebeca tinha uma causa: seu filho Jacó. Ela se colocou em condição de risco para defender uma causa que para ela seria mais do que justa, pois Jacó deveria na sua opinião ser o verdadeiro e legítimo herdeiro da bênção paternal e das alianças entre Deus e a linhagem dos hebreus. Sabemos que Isaque ficou bem decepcionado ao perceber que fora enganado pelo filho menor, que astutamente infiltrou-se com a ajuda da mãe e trapaceou para receber a benção. Ele sentiu o drama de ver Esaú desolado por ter sido trapaceado pelo irmão e levado a herança que ele já tinha como certa. Por minha própria conta, entendo que Isaque refletiu sobre sua postura e por não ter trabalhado bem com discernimento aquela situação que de fato tinha muito significado e peso espiritual. Ele deve ter lembrado a palavra de Deus para Rebeca, quando ela consultara ao Senhor sobre a luta dos meninos no seu ventre e ela fora informada de que havia duas nações ali e que o maior serviria ao menor. Ela carregou em seu coração isso, mas parece que Isaque estava levando mais nas emoções e tentando recuperar a espiritualidade de Esaú que nunca dera muita importância para as verdades da fé de seus pais. Mesmo decepcionado, Isaque não amaldiçoou a Jacó e nem impôs um  peso sobre quem arquitetara aquela encenação. Mas só para fechar esse assunto, pouco tempo depois Jacó foi abençoado livremente pelo pai e recomendado a ir para Hará, na terra da sua mãe, para buscar lá uma esposa, mas com a necessidade de permanecer lá por algum, até que se acalmasse os ânimos de Esaú. Pois, bem, os anos se passaram e quando Jacó voltou próspero e amadurecido, com família constituída, sua mãe, Rebeca, já era falecida. Ambos, mãe e filho, não se viram mais. Palavras tem peso!

 

Senhor nós te adoramos por seu o Deus da nossa salvação. Em Jesus está reservado todas as bênçãos e recursos que tens para nós. Queremos pesar com sabedoria nossas palavras e compromissos. Queremos fazer uso sábio das oportunidades que nos vier à mão. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Master Chef

Meditação do dia 22/03/2019 

 Agora, pois, filho meu, ouve a minha voz naquilo que eu te mando:”  (Gn 27.8)

 Master Chef – Para os meus três leitores mais assíduos destas meditações do dia, eu gostaria de dizer que como muitos outros leitores da Bíblia e especialmente os amantes da boa mesa, como um amigo nosso de Cuiabá, todos os textos que falam de comida são de fato fascinantes. Todos os cristãos possuem um apelo muito especial pela comida, pois ela se tornou mais que alimento nos ensinos e convivência de Jesus Cristo nos seus dias aqui na terra. Frequentemente o vemos nos textos sagrados com seus discípulos comendo alguma coisa e outras tantas, ele ensinou e ilustrou ensinos com banquetes reais e até prometeu preparar um para nós ao chegarmos lá nas mansões celestiais. Nossas reuniões e confraternizações de aniversário, células e até mesmo reunião de líderes, sempre termina em comes e bebes, mas comes é claro! Nosso texto de hoje, se trata de uma experiência interessante, pois o contexto dessa família mostra Jacó mais caseiro do que Esaú e muito próximo de sua mãe e Esaú ao contrário era homem do campo, caçador e parça do pai. Mas o que não sabíamos era que Esaú era bom em fazer pratos de carne de caça, tanto é que ele e o pai tinham um gosto em comum sobre isso e foi isso que Isaque pediu para ele fazer e depois receber a bênção. Rebeca ouviu a conversa e chamou Jacó de lado e contudo tudo e disse que tinha uma carta na manga (figura de linguagem), que se a concorrência era para forno e fogão, então ela era uma boa candidata e e não iria fazer feio, porque além de saber cozinhar, também ela conhecia o prato preferido do marido e conseguiria substituir caça por cabrito e ele comeria tudinho e não perceberia a diferença! Vamos tirar o chapéu para Rebeca, pois foi “dito e feito!” ela garantira para Jacó, se para ele conseguir a bênção dependesse só do prato especial, então “você já está abençoado.” Estamos meditando aqui no uso dos dotes especiais ou talentos que as pessoas tem, que lhes foram dados por Deus para cumprirem um papel relevantes aqui nas suas vidas e Rebeca, lançou mão de uma de suas especialidades, mesmo a meio contragosto de Jacó, para legitimar o que para ela seria um direito natural de Jacó e não de Esaú. Do outro lado da ponta está Isaque, traído pelo apetite e bom gosto de comer, e ao fazer a escolha do prato principal do banquete de cerimonia da bênção paternal ao filho, permitiu que Rebeca replicasse o prato, ainda que por um genérico, mas muito parecido com o original e assim que Esaú chegou com o menu pedido pelo pai, este já se encontrava satisfeito por antecipação e só então percebeu que caíra em dois golpes ou dois contos de uma só vez. Fica o meu estímulo aos amados, que continuem a boa obra de utilização de seus dotes e talentos naturais e incluindo os culinários, mas façam um uso mais construtivo de relacionamentos e que as bênçãos venham pela amizade e comunhão produzida, nunca pelo engano e ou omissão da verdade sobre o que de fato comeram ou provaram. Como irmãos, não vale passar gato por lebre, essa já é velha!

 

Pai, obrigado por nos presentear com dons e talentos, que expressam a tua graciosidade e permite que irmãos expressem coisas boas e gerem amizade e comunhão à roda da mesa. Que valorizemos o bem e o correto, como fontes exprimir o caráter do Pai que está em nós, em Cristo Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Arte de Escutar

Meditação do dia 21/03/2019 

 E Rebeca escutou quando Isaque falava ao seu filho Esaú. E foi Esaú ao campo para apanhar a caça que havia de trazer.”  (Gn 27.5)

 A Arte de Escutar – Apesar de termos apenas uma boca, mas dois ouvidos, o exercício de ouvir é bem menos do que os 50% de proporcionalidade que se deveria acontecer em relação à fala ou comunicação verbal. Escutar se tornou uma prática, uma disciplina digna de estudo e treinamento para se comportar e de fato aprender a ouvir. Não são poucas as terapias de grupo e outras mais, para levar a uma boa performance. Por outro lado alguns profissionais se aperfeiçoaram em ouvir, e assim faturam bem cuidado dos que se reconhecem carentes de serem ouvidos. Até mesmo as Sagradas Escrituras pincelam o assunto como sendo de alto nível de sabedoria e até espiritualidade, essa escassa arte de ouvir. “Guarda o teu pé, quando entrares na Casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal (Ec 5.1). Levando em conta que na Nova “Aliança, a Casa de Deus” somos nós, pois o nosso corpo é a sede do nosso espírito, onde habita o Espírito Santo, refletir então sobre ouvir mais do que oferecer sacrifícios, nos leva a pensar nos frutos dos nossos lábios e suas práticas, como diz os textos a seguir: “Oferece a Deus sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos (Sl 50.14) e Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome (Hb 13.15). Não posso dizer muito sobre como era o processo de comunicação do casal patriarcal Isaque e Rebeca, mas o certo é que certo dia ele chamou Esaú, para uma conversa de pai e filho e de certa forma aquilo chamou a atenção ou no mínimo despertou a curiosidade da patroa e ela resolveu ouvir a prosa; não posso dizer que ela estava escutando atrás da porta ou da cortina em segredo, ou se à distancia e pelo fato de Isaque já estar enxergando pouco, facilitaria a aproximação furtiva. Mas o que ela escutou, levou-a a tomar uma decisão importante, para ela e para o outro filho, Jacó. Agora posso pensar mais assertivamente, que sendo boa e construtiva a comunicação deles, ou não, o que aconteceu à partir daquela oitiva, ela agiu e levou o filho à ação em segredo para a outra metade da família. Uma cisão tendo pai e filho de um lado e mãe e outro filho do outro lado, e tudo indica que o pai queria proteger algo para Esaú e a mãe não queria que Jacó perdesse algo que parece que escorregaria suavemente para alguém que não merecia ou não deveria receber. Tinha muito em risco para os dois lados. Mas será que existe lado, quando as decisões não são claras e há partes em segredo?

 

Senhor nos conceda sabedoria para ouvirmos a tua voz e santidade nos nossos ouvidos para filtrarmos o bem e o edificante e assim tomarmos decisões maduras e equilibradas que glorificarão o teu santo nome. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

 

 

 

Problemas Com Noras

Meditação do dia 20/03/2019 

 E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.”  (Gn 26.35)

 Problemas com as Noras – Sogras, noras e genros são motivos de grandes discussões existenciais desde os primórdios da sociedade humana. As línguas pretas dizem que “feliz foi Adão, que não teve sogra e nem caminhão!” Nesse caso, também Eva se deu bem! Já os meninos deles tiveram que enfrentar uma jornada dupla os sogros deles, também era seus pais, aí não dá para dizer que alguém era igualzinho ao pai ou mãe, por era tudo farinha do mesmo saco, no bom sentido. Não acho que parte dessas brincadeiras são implicações de quem tem sangue latino, mas em outras partes do mundo também aparecem menções similares, até aí tudo bem, mas Jesus fez citações de problemas de relacionamentos causados por pessoas que adotam um postura de vida de fé nele, que confronta outros familiares. Porque daqui em diante estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. O pai estará dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra” (Lc 12.52,53). Se isso era profético para os dias futuros, ou seja, em nossos dias; também havia profecia no Velho Testamento que era os textos sagrados dos judeus e dos quais Jesus fazia uso. Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq 7.6). Todos esses textos aludem a questões de fé e fidelidade a Deus e seus princípios e membros de famílias que não se enquadram, causam divisões tais que nos tempos finais, isso poderá significar até mesmo delatar familiares em troca de benefícios do governo do anticristo, que pressionará a igreja remanescente. Mas voltando ao original no tempo de Isaque e Rebeca, ao mesmo tempo que estamos diante de uma questão de fé e adoração ao Deus verdadeiro, o Altíssimo, o Deus de Abraão e das alianças, e essas moças, eram de linhagens fora do apropriado para aquelas situação quando a nação ainda era embrionária, e as gerações iniciais, os pilares patriarcais precisam ser muito firmes, para formarem uma sólida base de fé e compromisso. Costumo dizer para os jovens em palestras e até individualmente, que “Todo bom rapaz” agrada a “qualquer moça,” e vice-versa. O escolhido/a cristão, precisa saber o seu lugar, seu valor e o significado da importância de suas escolhas. Alianças estranhas e que afrontam os princípios divinos, produzirão resultados indesejáveis no futuro. Para rebater os argumentos de sempre, precisamos lembrar que: Exceção não é REGRA e não existe namoro EVAGELISTICO. Ainda que encontremos as exceções nas Escrituras, elas permanecem como exceção e as recomendações divinas precisam prevalecer sobre nossos interesses. Não se trata de que evangélicos são bons e não evangélicos são ruins ou esses são santos e aqueles são profanos ou racismo, preconceito ou discriminação. O cristão sabe que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita e que ele é infinitamente sábio para frustrar seus próprios planos. Ele vê o todo e sabe as razões e nossa fé diz que ele não precisa se explicar e cabe a nós obedecer e confiar. Esaú, o bonitão do papai Isaque nunca levou a sério as questões espirituais e as alianças com Deus; por isso mesmo não se deu o cuidado de buscar orientação e obediência aos pais. O relato diz que não nada de implicação de sogra, com ciúme do filho, ou mesmo do sogro; pois o queridinho da mamãe Rebeca era Jacó. O texto diz: E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.” Os pais tem que lidar com as escolhas dos filhos adultos e nem sempre elas são escolhas maduras, espirituais e dentro da vontade de Deus e dos padrões que foram ensinados. Agora é a oportunidade de exercitar as demais virtudes da fé, como paciência, tolerância, renúncia e especialmente separar a pessoa do filho de seu comportamento. Precisa-se abençoar a identidade e corrigir as atitudes, e cuidado para não tolerar as atitudes erradas por receio de amaldiçoar a identidade. Amamos a pessoa e rejeitamos o pecado dela, como Deus faz.

 

Senhor, nós precisamos de amadurecimento e discernimento para imitar ao Senhor na condução de nossas vidas e especialmente na correção e disciplina da formação de nossos filhos. Eles são bênçãos, herança do Senhor e é um privilégio cuidar deles como missão de vida e prepara-los para atingirem seus alvos, pois para isso foram criados por ti com um plano e propósitos muito especiais. Somos mordomos e parceiros nessa jornada e queremos ser fiéis e glorificar ao Senhor através da vida de nossos filhos. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Rebeca, Irmã de Isaque?

Meditação do dia 19/03/2019 

 E perguntando-lhe os homens daquele lugar acerca de sua mulher, disse: É minha irmã; porque temia dizer: É minha mulher; para que porventura (dizia ele) não me matem os homens daquele lugar por amor de Rebeca; porque era formosa à vista.”  (Gn 26.7)

 Rebeca, Irmã de Isaque? – Já vimos esse filme e é uma trilogia; esse é o episódio 3 da saga dos hebreus, os dois primeiros foram estrelados por Abraão e Sara, o primeiro tendo como cenário, o Egito, com participação especial do Faraó. O episódio dois se passou em terras dos filisteus, com as estrelas originais, e Abimeleque, rei de Gerar como ator coadjuvante. Anos mais tarde vem a versão com um novo casal no papel principal, Isaque e Rebeca, seguindo o mesmo enredo e também um descendente do rei filisteu no papel secundário. Umas poucas variações aparecem, principalmente que desta vez a mocinha não foi levada pelo vilão para o seu palácio. Tudo acabou ficando num pseudo romance virtual do soberano gentio, que ao observar melhor percebeu que estava sendo levado a cometer um erro e que poderia acontecer algo desagradável tal qual houvera com um dos seus ancestral. Por que será que os mesmos erros se repetem nas gerações de uma mesma família? Já sabemos, alguns podem afirmar categoricamente que Abraão abrira legalidade espiritual com sua conduta e a maldição se instalou na sua linhagem. Outros poderão ser mais deterministas e jogar toda a responsabilidade sobre Isaque, que estando numa situação de pressão, agiu pelo instinto de preservação, optando pela solução mais simples, ainda que contrariasse sua fé e conduta. Uns não tão espiritualizados diriam que é foi medo puro e ela caiu da graça e agiu na carne; só isso e nada mais! De propósito, não vou entrar no jogo desta vez e apenas assistir de fora; não que eu queria ficar em cima do muro, pois afinal até isso tem uma boa explicação. Os mineiros dizem que ficam em cima do muro, não por indecisão, mas para ter uma melhor visão dos dois lados do conflito! (???). Eu quero fazer perguntas, que me levem a examinar bem a questão e até por ângulos que eu mesmo não tenha visto ainda. Não tenho dúvidas quanto à ser errado induzir os outros a erros, quer por informação errada proposital ou por falta de informação suficiente para um juízo perfeito. As vezes não pecamos por comissão, ou seja, por cometer determinados atos, mas por omissão. Há uma citação no Novo Testamento sobre isso: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tg 4.17). O que nos faz admirar o absurdo da situação é o fato de ser pessoas de Deus, com vida exemplar e bom relacionamento com a oração e as práticas de disciplinas espirituais. Tanto Abraão, quanto Isaque tinham larga experiência de comunhão e conversas muito íntimas e pessoais com Deus; recebiam instruções e orientações muito nítidas e em todas as etapas de suas vidas, foram guardados e protegidos de forma muito evidente. As pessoas da vizinhança os tinham em grande estima e os reconheciam como pessoas de Deus. Agora, será que não temos tanto ou até mais iluminação espiritual do que eles? Temos uma revelação escrita completa, inspirada e clara sobre a vontade de Deus e os seus caminhos a serem vividos; temos uma revelação especial em Jesus Cristo e algo que eles nunca tiveram e nem imaginavam, um verdadeiro mistério reservado desde os tempos da eternidade e agora revelado nos termos da Nova Aliança. “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória” (Cl 1.26,27). Na nova Aliança não apenas temos o Emanuel, Deus conosco, mas Cristo em nós. Isso é um nível de revelação e intimidade que eleva em muito o nosso nível de iluminação. Se entendemos que Abrão e Isaque não tinham desculpas para pisar na bola daquele jeito, temos que rever nossos conceitos de permissividade e descuidos com práticas biblicamente firmadas como pecado. Somos e temos muito maior responsabilidade. Só para não esquecermos: “E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; Mas o que a não soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá” (Lc 12.47,48).

 

 

Senhor, obrigado pela iluminação que a tua Palavra e o teu Espírito Santo lança em nossas vidas. Graças pela obra de libertação do poder do pecado, que não mais tem poder de controlar-nos. Na  cruz fomos crucificados, mortos e contigo sepultados para a velha vida e contigo ressuscitados para andarmos em novidade de vida e com a promessa de que o pecado não mais terá domínio sobre nós que não andamos mais segunda a carne, mas segundo o Espírito. Louvado seja o Senhor pela redenção completa disponível a cada de todos nós, em Cristo Jesus; é no nome dele que oramos, amém.

 

Pr Jason

Mãe de Nações

Meditação do dia 18/03/2019 

 E o Senhor lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor. E cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis gêmeos no seu ventre.”  (Gn 25.23,24)

 Mãe de Nações – Certeza boa é a certeza que vem da revelação de Deus. Rebeca teve seus momento s difíceis e foi procurar ajuda e respostas em Deus e alcançou uma revelação deveras importante. Nos nossos dias, os casais vão ao médico que faz um exame minucioso da mãe e do bebê e eles podem ver as imagens do filho e recebem uma palavra da real condição e que está tudo bem. Eles voltam felizes e compartilham as boas notícias com familiares e amigos e agora é aguardar o grande dia, que até pode ser agendado antecipadamente. Nada contra os avanços da medicina obstetra. Rebeca passou pelo se pré-natal e quem fez para ela o diagnóstico da condição de sua gestação foi o próprio Senhor Deus. Muito além das imagens e das costumeiras medições e cálculos, ela recebeu uma palavra profética, não só para daqui uns poucos dias quando irá nascer dois garotos, mas foi também sobre um futuro distante e que ela abrigava pela fé no seu coração. Ela tinha consciência de se casara com um herdeiro de Abraão e que não se tratava apenas de herança física e material, mas de um legado espiritual de alianças, para a redenção de todas as famílias da terra. Com toda certeza, Rebeca não pensava em quantos habitantes tinha em toda a terra e muito menos num futuro de milhares de anos; e nem precisava, pois ela andava pela fé. Deus falou, eu creio e isso me basta! No dia que ela saiu da casa de seus pais, na companhia do mordomo Eliézer, seus pais profetizara sobre sua vida, para que viesse a ser a mãe de multidão de nações; e aqui está o próprio Deus, o Altíssimo, dizendo a ela, que em seu ventre havia dois povos, duas nações que se rivalizariam eternamente e que o menor prevaleceria sobre o maior. Se como pais já ficamos felizes e orgulhosos de saber que nossos filhos nascerão saudáveis e que há um futuro para eles desbravarem, imagina receber a confirmação de se está gerando vencedores e nações que serão prósperas por gerações sem fim. Nossas promessas continuam válidas, porque o mesmo Deus de Abraão, Isaque e Israel, dos santos profetas e apóstolos, o Senhor da igreja, é também o senhor dos tempos e dos séculos e nas suas mãos estão todas as coisas. Ainda que não saibamos muito sobre o futuro à nossa frente, sabemos o suficiente para estar em paz e confiados de que tudo a seu tempo se cumprirá. O Papel de Rebeca na história aconteceu e ela foi brilhante no seu desempenho e os dias, os anos, os séculos e os milhares de anos veem se sucedendo e agora é a nossa vez e o nosso tempo. Há grandes coisas para acontecer e Deus tem as pessoas certas para os papéis certos e nós, você e eu temos nosso lugar na trama e qualquer que seja ele, o importante e sermos fiéis e fazer a nossa parte. Estamos construindo um reino inabalável, que jamais passará e que dominará todos os demais reinos, então nada pode ser feito ao acaso e de qualquer jeito, sem excelência e qualidade. Um dia poderemos ver o quadro todo, e será maravilhoso!

 

Pai, obrigado pelo dia de hoje e pela oportunidade de ver e viver a tua vontade nesse tempo. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Luta dos Meninos

Meditação do dia 17/03/2019 

 E os filhos lutavam dentro dela; então disse: Se assim é, por que sou eu assim? E foi perguntar ao Senhor.”  (Gn 25.22)

 A Luta dos Meninos – As vezes é até engraçado pensar na vida antes dos modernos e sofisticados aparatos de que dispomos na atualidade. Pensando aqui na questão da natalidade, onde os governos tem de certo modo investido muito e cercado de bons cuidados para os filhos venham com boa qualidade de vida e possam se desenvolver saudavelmente. Os cuidado hoje, não ligados apenas à concepção, gestação e nascimentos, mas os cuidados com a saúde da mulher vem avançando e cobrindo cada vez mais áreas para desde crianças elas possam se preparar para tudo que diz respeito a sua vida e capacidades. Modernas, boas e seguras vacinas, tratamentos e cuidados preventivos fazem parte da rotina feminina, e para dizer a verdade, elas se cuidam muito melhor do que os homens, que ainda são “muito machos” para frequentar consultórios e fazer cuidados preventivos. Imaginemos, os vários cuidados com a natalidade que dispomos hoje e Rebeca não tinha e que poderia ter aliviado muito a suas angústias naquela que foi sua primeira e única gestação. Pra começo de conversa, ela já estava casada a vinte anos e acredito que mesmo assim, a presença da mãe lhe asseguraria uma condição mais tranquila, embora isso poderia ser suprido por outras mães da tribo. Até hoje, quando as coisas apertam todos, indistintamente, querem a mãe por perto. Mas mesmo sendo marinheira de primeira viagem, ela percebeu que algo não estava acontecendo como dizia os manuais, pois os bebês se mexerem ou chutarem no ventre é absolutamente normal e indica que tudo está se desenvolvendo bem. Mas com Rebeca não se tratava de “mexidas ou chutes” mais fortes. Era diferente, a ponto dela partir para uma campanha de oração, afinal ela seria a mãe de nações e seus filhos seriam herdeiros das promessas e alianças de Deus e aquela linhagem, mas algo a preocupava. Que bom que ela foi para a oração e buscar a Deus para aquilo que naquele tempo era humanamente impossível, como um ultrassom com imagens em 3D. Mas ao que tudo indica esses recursos já existiam no céu a mais tempo e Deus lhe disse que estava gestando gêmeos e mais do que isso, eles formariam duas nações, e mais, se pegariam durante todas as épocas de suas existências e um último detalhe: Preste atenção no menorzinho, ele prevalecerá sobre o outro. E não somente esta, mas também Rebeca, quando concebeu de um, de Isaque, nosso pai; Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), foi-lhe dito a ela: O maior servirá ao menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. Que diremos pois? que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma” (Rm 9.10-14). Não extremamente reconfortante saber que o nosso Deus tem o domínio, o poder e o governo de todas as coisas, e mesmo quando ainda não existimos nesse plano físico e material, já estamos dentro do projeto de Deus? Muitas dessas coisas, dificilmente vamos alcançar inteiro conhecimento ou entendimento nessa vida, mas podemos agir pela fé, pois o caráter de Deus é perfeito. No salmo 139, temos mais revelações sobre vida intrauterina com absoluta garantia de que ninguém é um erro ou acidente; mas que estamos dentro dos planos e propósitos do Senhor. Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia” (Sl 139.13-16). Gostaria de estimular-lhes a irem além do que estou escrevendo aqui e estudarem mais sobre isso nas Escrituras, será muito enriquecedor. Você tem uma história e ainda que esteja escrevendo parte dela hoje, ela foi planejada por Deus e você não é insignificante, inútil e nem um erro. Você é o melhor de Deus e extremamente valioso, pela sua criação, pelo amor divino dedicado e pelo preço da redenção que foi pago por você. Você vale muito e é muito importante.

 

Obrigado, Pai, pela história de cada um. Nenhum de nós somos insignificantes aos teus olhos, mas preciosos e úteis. Somos para o louvor de sua glória. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

A Razão das Orações

Meditação do dia 16/03/2019 

 E Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu.”  (Gn 25.21)

 A Razão das Orações – Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nele. (John Piper). Adoração e glorificação como rituais religiosos não agradam e nem glorificam a Deus, pois na essência não são atos voluntários e espontâneos de um coração de adorador. Rituais mecânicos são muito parecidos com mercantilidade da fé! adoração e serviço a Deus não são como investimentos financeiros, que quanto mais capital investido, melhor os retornos esperados. Quando pensamos em servir a Deus, há minúcias que se deve observar, como algumas ordens ou mandamentos: Servi ao Senhor com alegria; e entrai diante dele com canto” (Sl 100.2). Servir com Alegria. Ou: “Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração” (Sl 37.4). Deleitar-se no Senhor! Sendo mandamentos imperativos, fazer o contrário é desobediência; então servir ao Senhor sem alegria e sem deleitar nele não é culto e não é adoração e glorificação. Qual a razão da insistência de Isaque nas orações a Deus em favor da sua esposa Rebeca? Existem Ns respostas para isso e também vai depender da visão espiritual que o leitor das Escrituras tenha das realidades da fé. Todo cristão deve orar, pode dizer alguém; sim, é verdade. Todo marido deve orar pela esposa, também é verdade. Agora, o quanto ou o que deve impulsionar uma atitude de resistência e persistência na oração. Não deve ter demorado muito para o casal de patriarcas descobrirem que Rebeca era estéril e não parece ser um caso isolado naquele tempo e sabemos que naquela família esse histórico foi persistente. Quando duas verdades se opõem uma a outra e uma delas está em nítida rota de colisão com os propósitos conhecidos de Deus, isso induz a uma batalha de oração prevalecente. Deus não se contradiz e não comete erros ou enganos, então uma aparente dificuldade deve ser encarada como uma oportunidade de testar a fé e a capacidade de reverter uma situação para que ela se alinhe a verdade revelada. Aqui, a verdade revelada era os termos da Aliança de Deus com Abraão e Isaque, que presumia herança genética, filhos em número suficiente para se formar uma nação. Abraão teve um filho herdeiro da Aliança, então era necessário que ele também tivesse filhos, ao menos um. A esposa desse filho de Abrão foi escolhida dentro dos critérios divinos da aliança e abençoada pelos pais para vir a ser mãe de multidões. Esses são os fatos. Esterilidade não entrava na conta e quebrava a promessa. Na época não havia os modernos tratamentos para fertilidade humana e muito menos os diagnósticos precisos de que dispomos hoje. Isaque e Rebeca tinham consciência de seus papéis e da importância de superar essa resistência. Se por um lado era um fator humano e natural da genética; por outro, era espiritual e estava em vista aniquilar uma linhagem para o Messias e isso não limitava apenas a aparição de Israel como povo, mas tem à ver com a redenção da humanidade. Isaque não era, e não foi o salvador do mundo e não era esse o seu papel; mas gerar um filho, que daria continuidade a uma linhagem que atenderia posteriormente a essa vocação. Essa é a peça que encaixa na minha pergunta, sobre a razão das orações de Isaque. Ainda hoje, o plano de Deus está em andamento e as peças principais já se mexeram no tabuleiro da vida, mas ainda há etapas e coisas a serem feitas e é aí que entramos nós hoje. Pode ser algo simples, de menor importância, mas está para ser feito e complementa uma etapa do todo. Não desista, não desanime e não deixe de praticar a fase um da nossa vocação, que é a adoração a Deus e o serviço a ele, feito como culto e adoração. Não avalie nunca o valor do seu ministério em termos de números e resultados como a métrica do mundo. Deus espera fidelidade! Seja você, seja adorador. Ore! Interceda e pague o preço que vale, não o que custa.

 

Senhor Jesus, graças te rendemos, pela tua grandeza e esplendor divinos. Servir a ti e andar pelos teus caminhos é uma fascinante jornada de vida. Somos teus servos e colocados sabiamente onde estamos para fazer algo significativo, que dará seguimento ao teu eterno propósito de abençoar todas as famílias da terra. Obrigado por esse privilégio. Graças, pelo prazer que sinto e sentimos na tua obra. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Rebeca, a Amada

Meditação do dia 15/03/2019 

 E Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher, e amou-a. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe.”  (Gn 24.67)

 Rebeca, a Amada – a vida de Rebeca desde que aparece no cenário bíblico, é uma história muito bonita, um conto que pode ser cantado em verso e prosa, com o diferencial dos demais por ser verdadeiro e sem fada madrinha, bruxa ou feitiços. A história dela é de uma pessoa que creu em Deus e colocou sua vida a disposição do Reino para servir e era uma pessoa determinada, trabalhadeira, laboriosa e de uma simpatia cativante. Tem ingredientes de extrema beleza espiritual e disposição de enfrentar o desconhecido pela fé, sabendo que Deus estava no controle e mais do que isso, ela estava destinada a ser vencedora e vir a ser mãe de muitas nações. Ela cativou o coração e a simpatia do mordomo de Abraão e Isaque e pelas qualidades que ele identificou, sabia que seu senhor teria de fato uma esposa que fazia parte da aliança com o Deus eterno e que assim a aliança de entre Deus e Abraão estava muito bem encaminhada pela vida e testemunho de Rebeca. Isaque ficou satisfeito e as entrelinhas da história revelam isso, pois ele a amou à primeira vista e ela foi amada por toda a sua vida. Quando nos deparamos com relatos assim, ficamos com a sensação de que as coisas são muito fáceis para algumas pessoas e difíceis para outros, especialmente nós; mas a realidade é que todos os filhos de Deus passam por provações e enfrentam dificuldades na vida em todos os tempos. Ela apareceu na vida de Isaque como resposta das orações de Abraão e de Isaque certamente; todos os pormenores foram fora do comum e as provisões especiais de Deus podiam ser vistas o tempo todo. Mas o registro sagrado, se interrompe com a chegada e o casamento deles, mas não descreve o dia a dia que vivera e quando ela aparece novamente entendemos que a batalha de oração foi incessante para que a bênção prometida viesse a se materializar. Não fora fácil para Abraão e Sara, também não foi para Isaque e Rebeca. Mas hoje os celebramos como heróis da fé, porque lutaram e venceram, mesmo contra todas as adversidades. Esse é o papel de uma pessoa típica para representar o papel da igreja como noiva de Cristo. Vencerá sempre, mas para vencer é preciso lutar e prevalecer. Sem lutas, não tem vitórias!

 

Obrigado Senhor por vidas consagradas a ti e aos teus santos propósitos. Queremos olhar para os exemplos vencedores e dignos de serem imitados, para que possamos receber inspiração e confiança para continuarmos na caminhada que nos está proposta. Sempre poderemos contar com a tua graça e misericórdia, pois é assim que a obra redentora de Cristo está disponível a cada um de nós. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason