Meditação do dia: 28/07/2019

 Então disse Raquel: Julgou-me Deus, e também ouviu a minha voz, e me deu um filho; por isso chamou-lhe Dã. (Gn 30.6)

– Este foi o quinto filho de Jacó, desta vez com a concubina de Raquel, chamada Bila. Raquel denominou-o com esse nome que significa “JULGAMENTO” ou “ELE JULGOU.” Estamos percebendo que o embate entre as duas irmãs, esposas de Jacó, permanecia firme e a disputa era acirrada. Lia entendeu que os filhos que ela tivera, eram uma forma de compensação que Deus a estava dando, por ser a primeira esposa e ser desprezada, ou não ter a devida atenção, porque o casamento de romance verdadeiro era entre Jacó e Raquel, mas que por arranjos do seu pai, ela acabou se tornando uma esposa e ao dar quatro filhos, certamente Jacó se afeiçoaria a ela. Vendo que não gerava filhos, Raquel lançou mão de recursos disponíveis em sua cultura para obter filhos por meio de sua serva, uma concubina para Jacó. Ao nasceu a criança, Raquel o acolheu como seu, o que era permitido, pois os servos ou escravos eram apenas uma propriedade pessoal, sem direitos. Ela entendeu que Deus a julgou merecedora de clemencia, pois ela amava Jacó, desde que se avistaram no dia da chegada dele à Harã, na borda daquele poço no campo entre os pastores de ovelhas. Assim, ela entendia que embora a irmã também fosse uma esposa, mas não era necessariamente a preferencial, ou exclusiva do marido. Mas também ela se sentia desprestigiada por não gerar filhos, que certamente seriam muito mais amados e acolhidos pelo pai. Então Dã, o quinto filho de Jacó, seria uma veredito de Deus para ela, na disputa com a irmã e com ela mesma, pois ser mãe de filhos, que se tornariam uma grande nação, era um desejo ambicioso e muito promissor, além de entrar para dentro de uma aliança com Deus, pois sem os filhos, essa oportunidade seria totalmente de Lia. Para Jacó, é verdade que um filho ou mais de um com Raquel seria uma bênção e uma coroação dos esforços de ambos para viverem juntos, pois estavam sendo impedidos inicialmente de se casarem, por ela ser mais nova que a irmã e em sua cultura, segundo Labão, isso não era permitido, a filha mais nova se casar primeiro que a mais velha. Aqui, entre nós, brasileiros, brincamos chamando essa situação de “ficar para titia,” pois a mais nova casou-se primeiro. Também não lutamos por estabelecer famílias visando construir um reino, ou uma tribo ou mesmo dominar um território; isso ficou para trás, nos tempos das colonizações territoriais. Como cristãos, entendemos que os filhos são herança do Senhor e que nos são dados como presentes e com a responsabilidade de criá-los no temor de Deus, incutindo neles os ensinamentos bíblicos e o compromisso com a fé e os propósitos divinos, pois o reino já está destinado aos filhos de Deus. “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava…(Sl 127.3-5)

Senhor, obrigado por nos proporcionar a alegria de sermos participantes do teu Reino e poder criar nossos filhos sob as bênçãos da Nova Aliança. Cristo é o cabeça e o Rei do Reino já estabelecido e consumado, onde os teus propósitos se cumprirão na totalidade. Estamos construindo um projeto que fizestes desde a eternidade e as pessoas chamadas por ti, deram a sua contribuição e hoje, como igreja, estamos realizando em nosso tempo, a nossa etapa do grande plano da redenção em Cristo Jesus, obrigado, por contar conosco, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Concumbinato é Arranjo

Meditação do dia: 27/07/2019

 E ela disse: Eis aqui minha serva Bila; coabita com ela, para que dê à luz sobre meus joelhos, e eu assim receba filhos por ela. (Gn 30.3)

Concumbinato é Arranjo – Concumbinato, essa palavrão (no sentido de tamanho é claro) pesquisado nas versões atuais, vai apresentar a seguinte definição: Concubinato, em acepção atual, é um termo jurídico que especifica uma união formalizada pelas relações não eventuais entre o homem e a mulher impedidos de se unir por casamento civil, e também não reconhecido como união estável, conforme redação do artigo 1.727 do Código Civil de 2002.” Passando os olhos em algumas publicações cristãs, encontrei por exemplo um artigo que cita em um trecho o seguinte. “As concubinas geralmente não tinham direitos, inclusive com seus próprios filhos. Elas também não tinham direitos de propriedade de quem as possuía, e não eram consideradas família de maneira nenhuma. Quanto às concubinas em Israel, muitas delas tinham os mesmos direitos que as esposas legítimas, mas não eram tratadas com o mesmo respeito.” Apresento nessa meditação esse tema, não para discuti-lo, defende-lo ou atacá-lo. Tenho ponto de vista pessoal fechado sobre tal assunto e respeito o direito de qualquer que tenha também o seu; o nosso propósito aqui, e nos alimentar da Palavra de Deus e aprender com as experiências dos personagens, para melhorarmos as nossas práticas e evitar aquelas que não foram boas para eles. Sabemos que a cultura na qual nascemos e de onde muitos dos nossos valores são formados, exercem pesos nas decisões da vida. O passar dos anos e tempos altera e muda valores humanos e sociais dos povos. A fidelidade da Bíblia como Palavra de Deus narra os fatos como eles foram e como aconteceram, revelando que decisões são responsabilidades e trazem suas consequências. Um arranjo daquele tempo, era a possibilidade de um homem de família, de alguma forma, por alguma razão entrar num relacionamento que hoje, na nossa cultura, chamaríamos de “extraconjugal,” mas que era tolerado e socialmente aceito, especialmente quando a esposa não tinha condições de gerar filhos. Esse foi o caso de Abraão e aqui vemos novamente com Jacó; e a iniciativa em ambos os casos foram das esposas, que submeteram uma escrava de serviços pessoas, à condição de concumbina para seus maridos. Tal condição era oficial e os filhos gerados daquela relação, eram legitimados como sendo da esposa, incluindo os direitos de herança e tudo mais. Veja bem que quando nasceu o filho dessa serva de Raquel, foi a senhora que se alegrou, comemorou e deu o nome, atraindo para si o feito, como um ato da intervenção de Deus em resposta à suas orações; afinal ela estava perdendo espaço para a irmã, Lia. Isso faz parte dos arranjos humanos, para contornar situações difíceis, que em determinadas etapas, a pessoa perde a capacidade de confiar que Deus é suficiente para suprir e cumprir suas promessas. Tanto Sara, quanto Raquel, depois vieram a engravidar e gerar filhos, quando mais velhas, se bem que Raquel estava em idade natural para a maternidade. Ainda hoje, cristãos, famílias, pastores, igrejas e ministérios fazem arranjos para salvaguardar interesses, ou preservarem direitos. Na vida pessoal, cada um de nós, podemos nos autoavaliar e discernir situações em que sob determinada pressão, não venhamos a adotar arranjos para solucionar aquilo que Deus tem o seu tempo e o seu modo de fazer.

Senhor, obrigado por ser suficiente para nós e a tua Palavra, poderosa para criar todas as alternativas de soluções. Te amamos e queremos manter integral confiança em tua fidelidade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Perdendo a Paciencia

Meditação do dia: 26/07/2019

 Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel, e disse: Estou eu no lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?” (Gn 30.2)

Perdendo a Paciencia – que a idéia de discutir a relação é tão antiga quanto a própria sociedade humana. Sobrou até para Jacó, que sendo pressionado pela atitude intempestiva de Raquel, por não gerar filhos, teve que falar grosso e desabafar e alivia a tensão. Embora se amassem de verdade e tivessem uma condição estável no casamento, ela se sentia cada vez mais enfraquecida, porque a sua irmã estava gerando filhos e com isso se tornando a promotora do cumprimento das promessas de Deus para Jacó; agora eles já tinham quatro filhos; ela sendo a esposa favorita, não gerando filhos, ficava numa condição incômoda, pois os herdeiros eram sumamente importante para elevar o status de qualquer membro daquela sociedade. Jacó tinha uma estreita relação com Deus e havia recebido promessas muito grandes dentro do conceito de alianças, que Abraão e Isaque estabeleceram com Deus e agora, Jacó viera de tão longe para se casar e estabelecer uma família e a esposa que ele escolheu não conseguia ter filhos. Quando a gente olha para esse passado distante, dentro daquele contexto social e os seus valores, onde um projeto gigantesco estava sendo levado a efeito por Deus com uma linhagem específica, dá para perceber que no mundo espiritual existem e acontecem verdadeiras batalhas, onde muitas vezes nós, os humanos, fazemos parte importante, mas com uma condição de coadjuvantes quase imperceptíveis. Os hebreus, nessa busca por uma povo aliançado com Deus, se formou quase que exclusivamente com casamentos entre a própria tribo ou clã original; sendo Abraão casou-se com Sara, que era sua meia irmã por parte de pai, e ela foi estéril e mesmo assim foi consorte na promessa divina de que seria mãe de multidões de nações. O casal prevaleceu, gerando um filho único, dentro dessa aliança, que foi Isaque, quando o pai já estava na casa dos cem anos de idade e a mãe, aos noventa anos. Milagre puro e simples! Abraão não tinha problemas com geração de filhos, pois teve Ismael com a serva Agar e posteriormente quando viúvo, casou-se novamente e teve vários outros filhos. Isaque, casou-se com Rebeca, que era sua prima, que por sua vez também foi estéril e o casal batalhou por vinte anos em oração, até o nascimento de filhos gêmeos, Esaú e Jacó. Esaú distanciou-se desse sistema de casar em família e uniu-se a mulheres cananeias, reprovados pelos seus pais e assim ele foi se distanciando cada vez mais do pacto familiar de andar com Deus e gerar filhos dentro do mesmo clã. Jacó, voltou à terra natal de sua mãe e casou-se também com uma prima, filha do irmão de sua mãe; ele foi trapaceado pelo pai da moça, o tio Labão e se viu casado com Lia e não com Raquel, acordo firmado em troca de sete anos de trabalho; teve que repetir o contrato para de fato casar com Raquel, que agora se mostrou também uma mulher impossibilitada de gerar filhos; ao que tudo indica, pelo que vimos, Jacó era fértil e Lia também, porque tiveram quatro filhos. Nessa geração, ao invés de orarem juntos, parece que eles apenas discutiam entre si e tentavam apoiar um ao outro; quando não parecia funcionar, Raquel entrou em crise e ameaçou se matar, ou pelo menos disse isso ao marido, numa expressão que transferia para ele a responsabilidade dela não ter filhos. Ele se estressou com ela e disse que não dependia dele, e fora ele que bloqueara suas chances de se tornar mãe. Já vimos essas versões na vida mais moderna dos nossos dias. Casais frustrados com a impossibilidade de ter filhos e embora invistam muito em tratamentos e possibilidades, e elas as vezes falham. Hoje, claro as razões da paternidade não está pela necessidade de se formar uma nação ou um clã, pelo menos em nossa sociedade ocidental; que sabe em outros contextos pelo mundo, em outras nações e tribos isso ainda seja ocorrência; mas a verdade é que todos de fato gostariam de serem pais e mães. Dentro do nosso clã cristão evangélico, os filhos ainda são considerados uma bênção e uma dádiva divina; e eles são desejados e bem vindos, porque levamos também nos corações as promessas de Deus, sobre a gerações dos justos herdarem a terra, reconstruírem as ruínas que o pecado fez na sociedade e formarmos uma massa crítica de adoradores que implantarão um reino que jamais se acabará. Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer. A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada(Sl 112.1,2). E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar (Is 58.12).

Senhor, obrigado por tornar a nossa vida relevante e significativa dentro de um projeto muito especial que é a obra da redenção de todos, através do sacrifício de Cristo e também a formação do Reino de Deus. Somos privilegiados e honrados com a escolha de sermos seus filhos e uma geração de justos, gerando filhos que são bênçãos e farão coisas grandiosas, para glória e louvor do teu santo nome. Em Cristo, oramos agradecidos e desejosos de ver a tua glória, amém.

Pr Jason

Inveja da Irmã

Meditação do dia: 25/07/2019

 Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.” (Gn 30.1)

Inveja da Irmã“A Inveja é a arma dos incompetentes. Li essa frase escrita na traseira da carroceria de um caminhão. Dizeres populares à parte, a inveja é algo realmente ruim e causa muitos males. Tudo indica que Jacó estaria levando uma pressão muito forte por parte da Raquel. Embora todos os privilégios, ou ao menos supostos privilégios que ela tinha em relação à Lia, sua irmã mais velha e que estava levando uma nítida vantagem sobre ela, pois a essa altura, já tinha dado a Jacó, quatro filhos. O que leva uma mulher bonita, trabalhadeira, amada pelo marido, vivendo em condições de progresso e prosperidade, sentir inveja da irmã á ponto de pressionar o marido, com ameaças de suicídio? Não podemos dizer que ela estaria fazendo chantagem emocional, querendo mais atenção. Se o registro sagrado cita que foi assim que ela se dirigiu ao marido, então precisamos levar à sério o tema porque de fato isso aconteceu. Depois de milhares de anos entre nós e eles, é bem mais simples, com cabeça ocidental e mentalidade de ter poucos filhos e se não tiver nenhum, não é considerado uma tragédia, podemos ser simplistas na análise. Mas olhando os fatos, com os olhos e mente contemporâneos dela, podemos nos assegurar, que era uma situação preocupante. Ter filhos era crucial para uma mulher, ou uma família. Tanto do ponto de vista social, quanto espiritual além daquilo afetar o sistema financeiro e força de trabalho, que na maioria dos casos, era centrado na própria família. Tendo muitos filhos se poderia dedicar a muito mais empreendimentos, com mão de obra confiável e de menor custo. Tanto Raquel, quanto Lia estavam conscientes de seus papeis na vida de Jacó. Ele viera de Canaã, enviado pelos pais, para se casar e constituir uma família, para voltar e tomar posse das promessas de Deus, que foram feitas em termos de alianças eternas com Abraão, Isaque e agora com ele Jacó. Elas sabiam que o marido havia recebido uma promessa divina que seria pai de muitos filhos e que formaria uma grande nação, com a qual Deus construiria a obra da redenção através de um Messias, que descenderia daquela linhagem. O sentimento de ser mãe, cooperar com o marido no cumprimento de seus projetos de ter muitos filhos e ver surgir uma tribo e dali uma nação abençoada e abençoadora, era algo muito motivador para Raquel, que se viu apaixonada e correspondida no seu amor por Jacó; viu a luta dele com as atitudes de seu próprio pai; quando finalmente estavam juntos, ela percebe que sua irmã esta consolidando o sonho que era dela. Podemos nos ver na pele de Raquel, quando estamos empenhados em obedecer as verdades reveladas de Deus, focados em ser produtivos e percebemos que algo está fora do lugar ou por alguma razão não está dando certo. Pior ainda que alguém que atravessa nosso caminho por meios não recomendáveis começa a ganhar mais e mais vantagens. Posso dizer-lhes, que alimentar um sentimento de frustração e transformar isso em inveja, não é bom e nem aceitável para os filhos de Deus. Ser provocado e irritado por quem está em vantagem sobre nós é muito cruel; mas inda assim, devemos andar na luz e pelos caminhos corretos. Nada justifica alimentarmos o mal dentro de nós, com a desculpa emocional de que aquilo deveria ser meu e não dele ou dela. Se uma das pessoas leitoras dessas meditações, trás, ou alimenta no seu coração o legítimo desejo da maternidade, e se vê na impossibilidade, ou enfrentando dificuldades, minha solidariedade estará contigo, mas prefiro te orientar a ir para os joelhos em oração diante de Deus e apresentar a quem de fato pode te ajudar. Não vá para as pessoas, quem quer que sejam elas, procure uma promessa de Deus e firme-se nela. Abrace a sua fé e construa o caminho para a bênção do senhor chegar aos seus braços. Nunca aceite a frustração, a amargura e o ressentimento abrigarem-se no seu coração. Reserve este lugar para a adoração, o louvor e a gratidão. Quem deseja a vida, não pode desejar a morte! A inveja de Raquel a orientou mal.

Senhor, hoje minha oração é de gratidão e louvor pelas irmãs que lutam com fé e amor para serem mães e elas querem isso como fruto da tua bênção e aceitam a criação de um milagre grande o suficiente para contradizer os fatos e a ciência. Profetizo sobre os ventres que abrigarão em breve uma promessa do Pai Celestial; esses filhos serão criados desde a concepção em um ambiente de amor e acolhida, abraçados e amados pelos pais e serão as testemunhas vivas e materiais do favor incomparável de Deus na vida de seus pais. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Judá

Meditação do dia: 24/07/2019

 E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Senhor. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.” (Gn 29.35)

Judá – O significado do Nome Judá tem origem a partir do hebraico Yehudah, que pode ser traduzido para a língua portuguesa como “louvado”, “glorificado” ou “exaltado”. Este nome seria uma derivação da expressão hebraica Yah hu Dah, que era considerada uma exaltação de agradecimento à Deus. Esse é o quarto filho de Jacó e Lia, que dessa vez deixou de lado os desabafo de suas emoções e lutas contra a irmã, o que acabava sobrando também para o marido, Jacó. Dessa vez ela escolheu um nome que atribuía “louvor” a Deus, porque ela ia ganhando mais e mais pontos na sua briga interna pela afeição do marido. Fico pensando, que para Jacó, que viera de uma família pequena, só um irmão, e seu pai fora filho único, ele já estava muito realizado, porque tinha quatro filhos, de forma que dali para formar uma tribo, já era um bom caminho andado. O nascimento de Judá, foi um marco na vida e na experiência de Lia, pois a sua relação familiar tendia a se estabilizar, e o relacionamento com o Deus de Jacó, estava se revelando abençoador. Para uma mulher, naquela cultura e dentro dos contextos de sua vida, em que se casou praticamente com o cunhado, que era apaixonado pela irmã dela, numa negociação duvidosa do pai dela, como consequência, ela teve que viver à sombra da irmã, a esposa predileta. Deus a recompensou regiamente com quatro filhos, o que era uma grande demonstração de ser abençoada e merecer um espaço maior dentro do coração de Jacó. Mas também preciso destacar, que a atitude de reconhecer a Deus em louvor, gratidão e exaltação, sem dúvida é merecer de elogios. O nascimento de um filho é muito gratificante para qualquer pessoa que sempre sonhou em formar uma família e trabalhou para fazer isso da maneira certa, com a bênção de Deus, pois se está comprometido com uma aliança espiritual com Deus. Poder lembrar todas as vezes que se chama o filho, que ele está ali, testemunha viva e material do reconhecimento dos pais pela bondade e fidelidade de Deus, e assim louvam ao Senhor nomeando o filho com um nome cheio de significado, é um belo gesto de gratidão, sem dúvida. Como estamos lidando com uma família tão especial, no projeto de Deus, Judá veio a ser alguém muito e todo especial no futuro da tribo e da nação, pois é dele a descendência e linhagem de onde veio o Messias prometido. Não só, isso, como se tornou a maior e mais importante das doze tribos, que acabou trazendo para si no nome de todos eles, pois são mundialmente conhecidos como “Judeus.” Então, mesmo em meio às lutas e batalhas difíceis da sua vida e da minha, sempre haverá espaço para louvar a Deus e eternizar isso. Sabemos que as lutas passam, mas as bênçãos e o favor de Deus, permanecem sempre com a gente.

Louvado, seja sempre o nome poderoso do nosso Deus e Pai, como também do Senhor Jesus, que ganhou um nome que é sobre todos os nomes, no céus, na terra e em todo e qualquer lugar! Bendito seja o Espírito Santo, nosso grande Conselheiro, Consolador, que nos aproxima da Trindade e revela em nós toda a grandeza e santidade do nosso Deus. Glórias e honras, eternamente, amém.

Pr Jason

Levi

Meditação do dia: 23/07/2019

 E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Agora esta vez se unirá meu marido a mim, porque três filhos lhe tenho dado. Por isso chamou-o Levi. (Gn 29.34)

Levi“ligado”, “unido” ou “vinculado a alguma coisa ou alguém.” O terceiro de Jacó, chegou e Lia ainda insistia na sua luta por conquistar o afeto definitivo do esposo Jacó. Novamente ao dar nome ao filho, ela seguiu a linha de pensamento que vinha mantendo ao longo dos tempos, em revelar os sentimentos do seu coração, e o desejo de ser reconhecida como esposa e mãe. Levi, para ela seria o elo de ligação definitivo para de vez, a união e ligação tão almejada por ela viesse a se concretizar. Não podemos deixar de ver esse nome como profético, porque futuramente, os descendentes dele vieram a se tornar a tribo sacerdotal de uma grande nação e eles como sacerdotes, ministravam em nome de Deus para Israel, fazendo a ligação espiritual do povo com Deus e também foi a tribo que produziu Moisés, Arão e Miriã, pessoas que foram determinantes na libertação do povo das garras de Faraó e os conduziram para sua terra prometida. Embora, parece que Jacó exercia pouca influencia na hora de dar os nomes aos seus filhos, isso não significa que ele não tivesse um profundo laço com eles; ao contrário, eles foram crescendo e sendo treinados para serem líderes de uma grande tribo, e formar uma grande nação, onde a aliança de Deus viesse a se cumprir e eles poderem se apossar da terra de suas peregrinações. Olhamos para esses ensinamentos como lições espirituais em nossa jornada com Deus. Nossas promessas e razões de nossas batalhas, não é mais por um território geográfico, mas por uma herança eterna, participando da formação de um Reino, que na verdade tem suas raízes nessas histórias e justamente nessas pessoas. O que Abraão, Isaque e Jacó fizeram e formaram através dessas tribos, uma nação, com a qual Deus estabeleceu novas alianças eternas, e todas elas apontando para Cristo e seu sacrifício na cruz. Dali, veio a Igreja, o novo Israel de Deus, como um novo povo que foi enxertado na Oliveira verdadeira, para produzir frutos de qualidade. “E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti” (Rm 11.17,18). Embora, Jacó, Lia e Raquel, viessem travando lutas pessoas e internas na família, ainda assim os propósitos divinos estavam sendo estabelecidos. Isso é obra da graça, não tendo nenhuma participação dos merecimentos de quem quer que seja. Olho para isso, e vejo as minhas lutas pessoas, ou meus questionamentos, meus conceitos de família e relações sociais, mas acima de tudo e em meio a tudo isso, Deus está construindo o seu reino com a minha pequena parcela de cooperação, como de todos os demais filhos. Não espera Deus e não esperemos nós perfeição total para então iniciarmos nossas participações. Somos instrumentos de Deus, apesar do somos e do passamos.

Obrigado, Senhor por chamar pessoas falhas e sujeitas à fraquezas e até quedas, mas quem nos sustenta é o Senhor e somos gratos por isso. Hoje, peço força e graça para perseverar no caminho da comunhão e crescimento em ti. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Simeão

Meditação do dia: 22/07/2019

 E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Porquanto o Senhor ouviu que eu era desprezada, e deu-me também este. E chamou-o Simeão.” (Gn 29.33)

Simeão – Jacó ganhou um segundo filho, que alegria! Lia, ganhou apenas mais um round na luta contra o fantasma do desprezo e da concorrência com a irmã. Assim como ela colocou um nome no primeiro, que era uma forma de desabafo pela sua situação; agora também – Simeão, significa “Deus ouviu,” pelo que pode ser “ouvinte.” Nós não pensamos muito sobre o significado dos nomes que nossos contemporâneos colocam em seus filhos e na verdade eles expressam mais a vaidade dos pais ou a ostentação de um nome com sonoridade bonita; enquanto outros optam por homenagear pessoas famosas ou que estão em evidencia. Na verdade, o nome tem um significado e um peso, eu procuro ver a oportunidade de confirmar aquilo que acredito para a pessoa. Uma vez que o nome da criança tem um significado, cada vez que ele é chamado, ou seu nome é falado, se reafirma aquilo que propositalmente foi dado. Como os três leitores mais assíduos destas meditações sabe, temos duas filhas e cujos significados são “Graça” e “Força,” assim estamos sempre relembrado a graça de Deus que nos acompanhou nos tempos difíceis próximo ao nascimento dela (Grace) e a Hellen, veio num tempo bem mais favorável e em mente e coração queríamos valorizar um equilíbrio de boas coisas, a graça e a força; juntas isso é muito bom para a vida da gente. Lia, ainda lutava com suas dificuldades, mas estava transferindo para maternidade a razão de se sentir útil e a legítima genitora da prole das alianças de Deus com Jacó. Para ela, Deus ouvira suas orações e seu clamor por motivo do desprezo e afronta que sentia. Todas as vezes, que ela chamasse o filho, ou o nome dele fosse dito, estaria relembrado que Deus ouve as orações dos aflitos e que aquele menino, seria um testemunho da importância de alguém ouvir, e ele seria um bom ouvinte, uma forma de ajudar a mãe a lidar com tudo aquilo. Pensando mais profundamente e trazendo para nossas realidades atuais, certamente diríamos que Lia precisava mesmo era de aconselhamento pastoral. Alguém ajuda-la a ver sua estima tão baixa, como algo reversível, afinal, ela estava bem casada, sendo tratada com respeito e consideração, já gerara dois filhos, que trazia grande satisfação ao pai, que via ali sua aliança com Deus se fortalecendo e assim ele teria muitas razões para ir transferindo os ensinamentos espirituais da relação com Deus, que era a base de tudo o que ele cria e pela qual trabalhava. No mínimo, com aqueles dois filhos ele já poderia ver uma tribo se formando e assim os propósitos divinos sendo estabelecidos. Também, podemos ver, que à medida que avançamos bem em certas áreas da vida, ainda há outras em que existem lutas e conflitos, com os quais temos de lidar e não dá tempo de parar com um lada para atender o outro. Seguimos em frente, confiando que a graça de Deus vai nos acompanhando e nos guiando em cada etapa da caminhada. O importante é manter o foco naquilo que é principal, a razão de ser e estar empenhado na missão; as demais coisas serão acrescentadas. O que não pode acontecer é mascarar o mal e o erro, passando-se por insignificantes, ou camuflando pecados e erros como se na da estivesse acontecendo, já poucas pessoas, ou ninguém tá sabendo. Isso nunca deve ser aceito ou cultivado na vida pessoal, familiar ou ministerial.

Senhor, obrigado por ouvir sempre as nossas orações, tanto os louvores e expressões de gratidão, quando os gemidos e as agonias pelas lutas e provas. Amamos ao Senhor e temos consagrado nossas vidas em resposta ao teu amor e grandeza dos teus planos. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Os: Obrigado a todos que tem nos acompanhado e pelas felicitações dos meus 60 anos de vida, no dia de hoje, como também a transição ministerial que estamos processando na Monte das Oliveiras; de agora em diante, seguimos em passos mais calmos e auxiliando nos caminhos que a IBMO tem pela frente. Foram 28 anos de pastorado local, muito abençoados e frutíferos – a todos, muito obrigado e que Deus nos guarde sempre no seu amor e bondade.

Rúben

Meditação do dia: 21/07/2019

 E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o Senhor atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.” (Gn 29.32)

Rúben – “Eis o Filho” ou “Aqui está o filho.” Esse é o significado do nome do filho primogênito de Jacó. Do ponto de vista paterno, estava ali o início de uma prole grande conforme Deus lhe havia prometido e por isso ele celebraria isso com muita alegria e entusiasmo. Para alguém que vinha de uma família com alto índice de esterilidade, e estando casado dentro da mesma dinastia, ver agora o nascimento de um filho, era de fato muito significativo. Nos dias atuais, o nascimento de um filho é celebrado mas com a expectativa de que seja o único, ou quando muito, venha mais um. Houve uma inversão de valores e essa egoísmo materialista, serve de pá para cavar o declínio da civilização e lançar para o futuro um peso muito grande sobre os ombros de poucos em idade produtiva, para cuidar de muitos idosos. Para um hebreu, gerar filhos, era sinônimo de ser abençoado, quanto mais filhos, mais abençoado e agraciado por Deus a pessoa se sentia e a sociedade também assim o via. Dentro do propósito divino e nas alianças celebradas com Abraão, Isaque e já confirmadas com Jacó, eles deveriam formar uma nação, sendo assim, Rúben era muito bem vindo. Para a mãe, havia uma outra batalha, paralela, com a própria irmã, que se tornara uma rival e competidora. Na nossa cabeça, essa historia de duas esposas nunca cheirou bem, porque fomos formatados em uma cultura monogâmica e tanto a infidelidade, quando uma segunda pessoa são igualmente abomináveis até hoje. Lia, via a si mesma como a primeira esposa de Jacó, onde uma outra ou até uma concubina só seria admitida caso ela não pudesse comprovadamente gerar filhos. Mas a irmã mais nova, era de fato, a esposa do coração e por quem Jacó era apaixonado e certamente esperava que dela viesse filhos e por que não, o primogênito? Lia se via numa batalha pela afeição do esposo e a maneira mais próxima de tornar isso viável era pela concepção; assim pois quando veio o primeiro filho, ela optou por um nome que dissesse tudo o que ela sentia e passava. “Eis o filho, que ele esperava e que ela queria lhe dera, saindo assim em vantagem. Numa escala de valor, ela se sentia mais confortável, afinal, Raquel poderia ser mais bonita, mais amada, ter mais atenção, mas sem filhos os sonhos e o propósito da vida de Jacó não aconteceriam. As promessas de Deus lhe falavam de filhos e não de esposas, assim, Lia se via na condição de Jacó investir mais nela, porque a possibilidade de ter mais filhos seria com ela mesma. De certa forma, observamos no desenvolver da história que a linhagem oficial por onde as promessas seguiram, realmente foi dos filhos de Lia. Cada um com as suas lutas, mas sem deixar de lado o olhar fixo para o verdadeiro alvo para o qual estamos destinados a atingir. Fazemos o certo, porque é certo, e servimos a um Deus Todo-Poderoso, que é justo e fiel em seguir seus planos e nos permite participar deles, como coautores das ações que visam levar a redenção a toda a humanidade. Olhe longe, olhe pra frente!

Obrigado Pai amado, por permitir lutas e batalhas secundárias, enquanto caminhamos rumo a um objetivo maior e mais importante. Obrigado pelos filhos e pelos propósitos eternos que se efetivarão através deles de geração em geração. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Deprezada e Outra Estéril

Meditação do dia: 20/07/2019

 Vendo, pois, o Senhor que Lia era desprezada, abriu a sua madre; porém Raquel era estéril.” (Gn 29.31)

Uma Desprezada e Outra Estéril – Meditar na história do povo de Deus é muito interessante e construtivo para nós. Me refiro a observar os fatos depois de muitos anos de acontecidos, como se a gente estivesse num lugar alto e contemplando um cenário logo à baixo. Podemos ver o quadro todo, do ponto de vista individual de cada um deles, também do ponto de vista espiritual e como pessoas marcadas para cumprir um propósito muito especial com Deus. Como pessoas humanas, no plano social e familiar, podemos nos identificar com eles em suas lutas e conquistas; mas também podemos ver essas mesmas coisas com um filtro de espiritualidade piedosa, onde eles buscavam meios de cumprir a vontade de Deus, onde resultados eram esperados. Nos dias atuais encontramos muitas famílias formadas com propósitos nem tão nobres, enquanto outras querem muito andar na Aliança com Deus e agradá-lo em tudo. Casais que desejam muito terem filhos, para que sejam bênçãos no reino de Deus e cumpram as promessas da Nova Aliança. Em muitas situações por alguma razão eles descobrem que não podem gerar filhos; mesmo com as práticas médicas mais modernas à disposição, nem sempre é fácil para eles. Ao olharmos para Jacó e sua família, observamos que após a etapa de casar-se, vem a fase de gerar filhos; embora eles estivessem afinados quando a isso, não era o suficiente. Ao me deparar com esse texto de hoje, fiquei pensando: Que situação! O homem é forçado a casar-se com a cunhada, mas assume a responsabilidade e lutar para conseguir casar-se com Raquel, que lhe era muito amada. Agora que conseguiu, de certa forma, ele dedicou mais afeição a ela, que de fato era a esposa que ele queria ter. Mas olha o drama se repetindo, tal qual com Abraão, Isaque, agora com ele também, as esposas eram estéreis. Até parece que gerar filhos dentro das promessas e das alianças era realmente difícil. Pode ser encarado, materialmente como óbvio que a esterilidade feminina naquela família era uma realidade e geneticamente, casando entre eles a possibilidade dessa perpetuação não poderia ser descartado. Vendo isso como um desafio espiritual aos humanos, não a Deus, porque é Ele que constrói a história de cada um, tento perfeito governo e controle de todas as coisas. Para herdarem todas aquelas promessas, era crucial que parte disso, fosse absolutamente conseguido via milagres da intervenção divina. Todas elas conceberam e geraram filhos por uma ação poderosa do Senhor que interferiu na incapacidade humana delas gerarem filhos. Assim, Isaque, Jacó e seus doze filhos, são todos frutos da graça de Deus. Lia concebeu primeiro que Raquel, numa ação divina para compensar-lhe a incomoda condição de vida que ela estava experimentando como esposa legítima, mas não pretendida. Raquel era amada demais, mas permanecia estéril. De um lado tem alguém aceito e aprovado, mas improdutivo e por outro tem alguém contestado, renegado, mas eficiente. Talvez isso também possa ser pensado em situações agradáveis, mas limitadas em contraste com provações e dificuldades, mas altamente satisfatórias em termos de cumprir o desejado. Deus intervém e abençoa Lia e no devido tempo recompensa Raquel. O importante é que as promessas se cumpram.

Obrigado Pai, ainda que a vida não se apresente como desejada ou sonhada, mas ela contorna as dificuldades e realiza os teus propósitos. Ensina-nos a sermos fiéis em todo tempo e circunstancias, porque tu és fiel; em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Raquel & Lia

Meditação do dia: 19/07/2019

 E possuiu também a Raquel, e amou também a Raquel mais do que a Lia e serviu com ele ainda outros sete anos.” (Gn 29.30)

Raquel & Lia – Longe de mim trazer para essas poucas linhas a discussão sobre família em poligamia. Nem mesmo quero discutir isso como aspecto cultural oriental antigo ou atual. Vou ficar no raso, afinal, quem não sabe nadar não deve se aventurar em águas profundas. Vou me concentrar na família que Jacó constituiu e a ela se dedicou com muito empenho, pois tinha trabalhado muito e trabalhado duro, mantendo-se fiel à sua fé e à sua palavra empenhada com o tio-sogro-trapaceiro; mais ainda, ele dedicara sua afeição por Raquel e isso lhe custou dissabores, mas reverteu a situação com trabalho e dedicação. Os goianos dizem que “não a bem que não acabe e nem mal que sempre dure!” Isso significa que se a situação é ruim, uma hora, mais dias, menos dias, isso vai passar e a bênção chegará. O conceito de família era algo muito valioso para as pessoas daquele tempo; e Jacó sabia disso muito bem e estava disposto a fazer os maiores esforços para ter sua própria família. Mais do que casar e gerar filhos, ou ter herdeiros ou um nome a passar para frente; a saga de Jacó tinha conotação espiritual e estava fundamentado numa aliança eterna com o Deus Altíssimo, o mesmo que se revelara a seu avô Abraão e que lutara batalhas desgastantes para ver a promessa de Deus se realizar, não por falta de fé, mas para vencer as incapacidades e fraquezas humanas e depender inteiramente da bondade do Criador de todas as coisas. Seu pai Isaque era a resposta e o milagre de Deus na vida de Abraão e Sara, e agora estava passando o legado de fé e as alianças para ele, que precisou viajar para terras distantes para constituir sua família e cumprir e ver cumprir aquilo que recebera pessoalmente de Deus, no início de sua jornada para o oriente. Agora ele tinha uma família, e ele amou muito a sua família. Enfatizo sempre que as pessoas precisam dar o devido valor e colocar as prioridades em ordem, para que a bênção de Deus permaneça com elas, como está escrito na Palavra. Não é letra, mas vida prática. Família é um valor na fé cristã e através dela os propósitos se estabelecem. Mas a família não é um fim em si, é um meio, um canal por onde flui os favores do Senhor e um instrumento de ensino e aprendizado. Tem coisas que não tem como ensinar, só pode ser aprendido. A paternidade e maternidade trás uma riqueza de experiências que não se adquire em nenhum outro lugar ou situação. Quando se torna pai/mãe as reflexões levam a entender o que os pais queriam dizer e porque diziam. Mais do que o amor por uma mulher, uma história de amor linda e cheia de detalhes, a verdade é que Jacó se dispôs a pagar um preço para ter sua família, e valeu todo o seu esforço. Ali, as promessas de Deus já estavam em andamento e ninguém melhor do que ele para saber disso.]

Senhor, cada família é preciosa diante de ti, e através delas os teus planos e propósitos se estabelecem. A igreja é uma família ampliada e o amor do Senhor se revela através do corpo de Cristo, de pessoa para pessoa e de família para família. Jesus teve uma família e muitos irmãos e passou pelo que muitos de nós passamos e ele mostrou como vencer e ser produtivo, e ver os frutos no devido tempo. No nome dele, oramos por cada família e pela saúde delas. Amém.

Pr Jason