Jesus Cristo, o Filho de Abraão

Meditação do dia 31/08/2017

Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

 Jesus Cristo, o filho de Abraão – Para dizer a verdade, sou filho do seu Arnaldo, baiano, gente boa e ele é filho de João Gomes e sei que uma vez perguntei à meu pai, como se chamava o avô dele (meu bisavô), ele me disse, mas não me lembro mais e nem meu pai sabe muita coisa dele e quem dirá de outras gerações mais para trás. Também estou ciente de essa não é a realidade de todo brasileiro, mas em geral não ligamos muito ou não temos a cultura de cultivar relacionamentos ou conhecimentos desses nossos ancestrais. Como é o seu caso? Mas para os hebreus, era diferente, eles cultivavam com muito zelo essas questões, e até por isso mesmo que encontramos muitas e longas listras de genealogias nos registros bíblicos, (e que se constitui um terror para alguns leitores que simplesmente pulam essas páginas, e até afirmam que elas não tem utilidade para a vida espiritual); Isso é um engano crasso e grave. Deus na sua infinita sabedoria e excelente arquiteto e organizado como é, não ocuparia páginas preciosas da sua revelação para registrar algo que não tenha importância e utilidade; ponha uma coisa na sua cabeça, se está na Bíblia, é sério, é importante e tem utilidade e significado; se você não considera, não significa que não seja verdade! A maioria de nós, pouco enxergamos além da ponta do nariz, mas mesmo assim fazemos asseverações como se fôssemos profundos conhecedores. Voltemos, ao que interessa. Em Mateus e Lucas, temos duas listas da genealogia de Jesus, Como Mateus escreveu para leitores de origem hebraica, e com a finalidade de provar a legítima descendência real de Jesus, ele enfatizou isso, começando pelo patriarca Abraão, de onde se marca o começa da nação, passando pela linhagem real através de Davi e Salomão, chegando em José, pai de Jesus; com isso legitimando o direito ao trono de Davi. Lucas, que escreveu para um público grego, historicamente mais dado a filosofia e as origens de todas as coisas, aprofundou sua lista, partindo de Jesus, via linhagem de Maria (que entrava nas estatísticas pelo pai ou marido); assim na origem real que legitimaria o trono, Lucas chega a Davi, via Natã e não por Salomão, (e existe razão bíblica para tal); seguindo até Abraão, o patriarca da nação, mas se estendendo até Adão, criado por Deus, provando a origem absolutamente humana de Jesus. Além da nacionalidade, para nós, Abraão é fundamental no aspecto da fé, onde se baseia e se firma toda a doutrina da importância do relacionamento com Deus. Abraão não foi um teólogo, não foi sacerdote, nem profeta, no sentido que temos os demais das Escrituras; ele não fundou nenhuma religião e nem defendeu tese de alguma ortodoxia. Abraão era um fazendeiro (e bem-sucedido por sinal); e sua grande contribuição foi sua fé e obediência às revelações que tivera, para servir um Deus único, sem representatividade material ou antropomorfa, como nos demais cultos de sua época. Para espanto de muitos judeus, seus contemporâneos, Jesus fez uma afirmação maravilhosa, mas que sem a revelação do Espírito Santo, eles não compreederiam mesmo: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. (Jo 8.56-58). Pela fé, sem tantas evidencias e testemunhas tal qual temos nós, Abraão viu muito mais do que muita gente boa vê ainda hoje! Deparamos com gente duvidando se Jesus é realmente quem é, quem disse ser, sobre o que falou e ensinou e especialmente sem acreditar na sua missão e propósito. Enquanto se busca afirmar que ele é um mero revolucionário político social que se deu mal ou um visionário religioso silenciado pela religião de seus dias, ou até um charlatão de marca maior, eu me alegro em saber que ele é o filho de Abraão, e nele, eu sei que posso confiar. Para mim, a fé é muito simples: Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (Jo 5.24). Isso me basta, me satisfaz plenamente!

Pai amado, obrigado pela salvação que nos oferece em Cristo Jesus, gratuitamente, pela fé nele e no seu sacrifício. Jesus, é o tudo de que precisamos, além disso, é pura generosidade de tua parte, é graça maravilhosa para com os teus filhos. No nome do Teu filho, o filho de Abraão, amém.

Pr Jason

O Filho de Davi

Meditação do dia 30/08/2017

 Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

O Filho de Davi – Para se ter um nome poderoso, alguns fatores precisam estar presentes na vida de uma pessoa, ou acontecer com ela ao longo de sua vida. Um desses fatores é por nascimento; quando a dinastia já em si torna isso possível; Também, vem por herança; quando passa  de pai para filho na sucessão de gerações. Outro modo é quando a própria pessoa faz o seu nome se tornar grande, através de feitos, méritos e claro, muito esforço, de tal forma que faz o seu nome notável. No caso de Jesus Cristo, podemos dizer tranquilamente que pode juntar tudo isso e mais alguma coisa num pacote único; pois ele tem esse nome poderoso, por todos esses fatores. Para começar, ele é filho de Deus; isso é mais do que suficiente para entre os mortais dar-lhe posição de destaque. Humanamente falando, e o colocando no mesmo patamar com os demais, ele é descendente direto do rei Davi; não apenas um dos reis de Israel, mas filho do mais notável deles, o herói de guerra nacional que, ainda adolescente derrotou um gigante que desafiava todo o exército e ninguém se habilitara para enfrenta-lo, nem mesmo o rei Saul. Davi colocou a casa em ordem, expandiu as fronteiras territoriais e unificou e pacificou a nação e deixou tudo pronto para o próximo rei. Davi também foi um notável adorador do Senhor Deus, Jeová, sem falar em seus dotes de compositor, músico, poeta e escreveu coisas que até hoje nos abençoa e edifica; não se restringe o quanto outros poetas, escritores e músicos bebem dessa fonte. Com Mateus, o autor do Evangelho, escreveu diretamente endereçada a um público hebraico, que aguardavam a redenção da nação, a libertação de mais um cativeiro e sujeição à Roma, que muito os debilitava. Espiritualmente os judeus ansiavam pelo cumprimento das profecias que aludiam à vinda do Messias, que seria o grande libertador, não apenas como nação, mas também a vitória espiritual, encaminhando-os de volta à caminhar com Deus; então, algum filho dessa linhagem, teria sem dúvida um nome poderoso. Mas, a vida e a obra de Jesus, aqui na terra, com um ministério poderoso de ensino das Escrituras Sagradas, com uma grande autoridade, até mais que os grandes rabinos de seus dias; seus muitos milagres realizados ao vivo e à cores para beneficiar tantas pessoas e em variação tão grande que nem sendo muito adepto, fica difícil contestar. O que dizer de sua obra expiatória, ao morrer, ressuscitar e ascender aos céus, exatamente como as Escrituras prediziam, e ele mesmo predisse várias vezes? Ser chamado ali, de Filho de Davi, não era apenas uma citação genealógica, mas um título poderoso, de quem em muito suplantaria os seus ancestrais. Pessoas apelaram a esse nome, e foram socorridos, tal qual podemos fazer ainda hoje. “E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim. E Jesus, parando, disse que o chamassem; (Mc 10.47-49). O filho de Davi, jamais, deixa de atender ao clamor de quem nele confia!

Pai, obrigado por nos dar alguém com um nome tão poderoso e capaz de se fazer respeitar nos céus, na terra e em qualquer lugar. Graças, pelo Filho de Davi e pela vida eterna que ele dá a todos nós. No nome dele, oramos agradecidos, felizes e esperançosos, todos os dias, amém.

Pr Jason

O Poder do Nome Jesus

Meditação do dia 29/08/2017

 Mt 1.21 – E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

O Poder do Nome de Jesus – Acredito que uma grande maioria de pessoas, alimentam desde cedo, o desejo de escolher os nomes de seus futuros filhos. É um exercício de prazer e uma forma de homenagear outras pessoas que lhe são queridas, ou mesmo em muitos casos, é apenas o gosto pela sonoridade do nome, sem a mínima importância ao seu significado. Em muitas culturas, a escolha do nome de uma filho, tem um forte potencial de responsabilidade e observação por parte dos pais e isso está aliado aos traços da personalidade da criança, ou a promessas e desejos dos pais, ou serve como um marco importante de algo significativo, que pode ser para os pais, a família, ou até mesmo à nação ou até maior que isso. Na cultura indígena, observa-se bastante até se defina um nome com significado, que se torna também uma espécie de identidade da pessoa. (quem não se lembra do filme “Dança com Lobos”?) Para os antigos hebreus, isso era levado muito à sério, pois os pais buscavam propósitos eternos para seus filhos e era tido como bênçãos de Deus. é uma pena que as culturas modernas perderam essa significação e passaram a adotar cópias de personalidades, atletas, astros de cinema e tv; sempre que um personagem faz sucesso, as próximas levas de bebês já nascem carimbados. Penso que Maria e José também tinham seus sonhos de infância e o desejo pessoa de dar ao primogênito um nome que lhes fosse significativo, conforme sua cultura e fé. Mas quando o anjo fez a anunciação à Maria, também deu a ela essa notícia, que a criança já nasceria com um nome pré-definido por Deus, devido ao caráter de sua vida e seu destino de ministério. Jesus é Salvação de Jeová, ou Jeová é salvação, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Que destino glorioso para o coração daquela mãe, que não só recebera uma missão mais que bem-aventurada, que a colocaria numa posição esperada e desejada por todas as mulheres hebreias ao longos de todos os séculos, que seria a que geraria o Messias. Todas as vezes que ela chamava o seu filho, ela estava reafirmando a promessa da redenção eterna, prometida por Deus à humanidade. Jesus, é quem nos salva dos nossos pecados! Há tantos textos e referencias bíblicas que atestam o poder desse nome, não do vocábulo, mas do nome que encarna o caráter daquela pessoa enviada por Deus para fazer o maior de todos os trabalhos em benefício nosso. At 4.12 é lindo: E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.Como deixar de fora Fp 2.9-11 “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. Precisamos proclamar o evangelho, porque disso depende a salvação de vidas preciosas por quem Jesus deu sua vida e eles precisam saber dessa boa notícia do amor de Deus por eles. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Rm 10.13).

Jesus, o teu nome tem poder! Glorificado seja e bendito para todo sempre! Amém.

Pr Jason

Jesus Cristo

Meditação do dia 28/08/2017

Mt 1.1 – Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

 Jesus Cristo – Provavelmente estou iniciando uma ciclo de meditações sobre personagens da Bíblia e com eles aprender muito sobre a vida cristã e andar com Deus. Acho justo, muito razoável iniciar por Jesus Cristo e porque não, pela linhagem genealógica dele. Excetuando o casal inicial, Adão e Eva, que foram os primeiros humanos criados por Deus e colocados aqui, para deles desenvolver toda a espécie. E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação (At 17.26). Todos os demais nasceram num contexto de família e estabeleceu-se as gerações e em termos de estatísticas, as genealogias são muito importantes. Todos nascemos e temos um contexto anterior de ancestrais e com Jesus não foi diferente. Para ser uma pessoa humana, teria que ter pais humanos, pois ele deveria se identificar com sua espécie para se eficiente como redentor. Como os projetos de Deus todos tem início, meio e fim, a genealogia registrada de Jesus comprova soberbamente que ele é nosso parente e portanto habilitado para ser nosso representante. Ninguém marcou mais  a história humana do que a pessoa de Jesus Cristo. Esperado por milhares de anos e muitas gerações, onde povos e nações estabeleceram vínculos e tomaram decisões em virtude da promessa de sua vinda. Reis e poderosos souberam de sua futura aparição e muitos deles piedosos contribuíram para o preparo desse advento; outros foram instrumentos do mal na tentativa de evitar a qualquer custo que ele pudesse vir a nascer e assim se estabeleceu um conflito do bem contra o mal para a seu modo cada um validar sua opção. Desde a corrupção de Caim, o primeiro a nascer na terra, até chegar a José e Maria, foram envidados esforços para que uma linhagem santa e pura não tivesse continuidade, afinal o Messias não poderia vir de um contexto de perversidade e corrupção. Mas a boa notícia é que todos os fatos se deram como Deus projetara. Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos (Gl 4.4,5). Entre todas as razões possíveis que se possa imaginar sobre a pessoa de Jesus, a mais nobre de todas, é que ele veio para nos salvar dos nossos pecados e nos dar o direito de adoção de filhos de Deus. Nenhum outro conhecimento sobre ele sobrepõe a isso. O mais simples, é o mais valioso!

Obrigado, Pai amado, por preparar uma tão grande salvação e disponibilizá-la a nós na pessoa de Jesus Cristo o seu filho amado, nosso Salvador e Senhor. Ele seja a honra e toda a glória, por tudo o que ele foi, é e sempre será. É no nome dele, que está a nossa salvação e o perdão de nossos pecados, a nossa filiação e tudo mais que graciosamente podemos alcançar. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Corações de Pais e Filhos

Meditação do dia 27/08/2017

Ml 4.6 – E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.

 Corações de pais e filhos – Estamos fechando as meditações no Velho Testamento, e como já havíamos feito isso com o Novo Testamento, percorremos em sequencia os 66 livros da Bíblia com seus 1189 capítulos. Fazer isso com a companhia de vocês, irmãos e amigos nos acompanhando foi um enorme prazer e nossa gratidão e louvor vai para aquele que pode todas as coisas, até mesmo nos proporcionar o prazer da escrita de textos que sem a ajuda do Espírito Santo não teriam acontecido. A Deus, toda glória! A vocês, o meu muito obrigado pelos elogios, críticas e compartilhamentos com outras pessoas que muito me abençoaram; sou grato por todos vocês. Fechamos hoje com um tema que também muito me fascina e ao qual tenho destinado muito da minha força e energia nos últimos quase dez anos de vida e ministério, que é produzir hoje, na igreja cristã contemporânea uma cultura de bênção familiar geracional, que tem muito poder e é transformador. Todo o projeto divino de redenção para alcançar todas as pessoas da terra em todas as épocas e em todas as culturas, povos, nações, tribos e etc, passa por um trilho comum a tudo e a todos: FAMÍLIA. Ninguém, após Adão e Eva, entrou nesse mundo senão através de uma família. Todos nascem numa família, todos formam novas famílias e toda a estrutura social humana se baseia em famílias. A família é o elo mais forte, mais firme e possui uma capacidade de indestrutibilidade fora do comum. Estudando os fenômenos sociais, vemos que acontecem círculos em que a família e a estrutura familiar entram em crises, perdem a credibilidade e alguns mais afoitos anunciam em letras garrafais que a família está falida e o casamento vai desaparecer, por que a moda agora é… e daqui à pouco tem gente casando à rodo e vem um avivamento de voltar ao velho e bom casamento e família é tudo de bom. Creia-me, foi Deus, Jeová dos Exércitos, que criou a instituição “família” e o seu arqui-inimigo já tentou de tudo, mas a família, ainda hoje, no século 21, vai bem, obrigado. Casamento e família, são veredas antigas de Deus, são caminhos eternos, isso não vence, não acaba, não sai de moda e quando tudo dá errado, volta-se ao modelo que nunca varia e que dá sempre certo. Só pessoas egoístas, egocêntricas, vaidosas se opõe a esse projeto de Deus, porque elas pretendem gastar e consumir tudo o que produzem (quando isso acontece), consigo mesmas, com seus prazeres pessoais. Mesmo que isso atinja índices alarmantes e fique em risco de extinção, Deus fará que os corações dos pais se convertam aos filhos e vice-versa, em resposta ao poder de sua Palavra, na unção do Espírito Santo via mensageiros poderosos que representam o espírito profético do profeta Elias, que age tal João Batista antecedendo o Senhor Jesus. O reino futuro, a eternidade e tudo mais que virá, terá a certeza de famílias são constantes de geração em geração. Para ter pais e filhos se relacionando bem e para sempre é preciso ter jovens dispostos a nomorar, casar, ter filhos, brigar, reconciliar, e fazer isso de novo “de geração em geração, de eternidade em eternidade, pelos séculos dos séculos, abençoados por aquele que é o Alfa e o ômega, o princípio e o fim….”

Deus pai, Todo-Poderoso, Princípio e fim de todas as coisas, obrigado por nos conduzir nessa jornada de meditar em tua Palavra livro por livro, capítulo por capítulo até o dia de hoje. Obrigado pelo que o dia de hoje nos proporciona e por aquilo que o futuro nos reserva, mesmo que não o saibamos, mas já está prometido que a “bondade e a misericórdia do Senhor nos seguirá todos os dias de nossas vidas, amém.”

Pr Jason

Os Dízimos

Meditação do dia 26/08/2017

Ml 3.10 – Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.

 Os Dízimos – Não vou decepcionar meus leitores, pois muitos já estavam fazendo uma fezinha sobre qual versículo de Ml 3 eu usaria e 3.10 é o favorito da bolsa de apostas. Então, eu também acompanho a maioria, nesse quesito. Quando se fala em “dízimo” acontece reações as mais diversas: uns se arrepiam e julgam que isso é coisa da antiga aliança e não é para nós hoje; outros acham que não precisa ser 10%, fica salgado; outros são mais espirituais e acham que não deveria ser imposto, ou cobrado, mas voluntário e conforme tocar no coração; também tem aqueles que são favoráveis, só não contribuem; ainda tem aqueles que vivem com drama de consciência, dizendo-se que sabem que estão e falha, mas….. Bem, gente, aqui é uma meditação, não uma aula doutrinária, e nem tampouco estamos fazendo um tratado teológico e firmando verdades doutrinárias, embora, jamais pretendemos escrever qualquer coisa fora da ortodoxia cristã. Par começo de conversa, dízimo é coisa sim do Velho Testamento, entrou em nosso radar, pela ação do patriarca Abraão, que não foi o inventor da patente. Isso já era uma prática de culto dos povos antigos, em muitas, senão em todas as culturas – eles dizimavam nos seus atos de culto. Abraão entrou num relacionamento profundo e maravilhoso com Deus, e o cultuava TAMBÉM com o hábito de dizimar, ou oferecer a 10ª parte de algo em gratidão e reconhecimento do favor divino. Quando Israel estava se organizando como nação, durante o êxodo, isso foi incorporado nas leis cerimoniais da fé deles. Deus apenas regulamentou um prática  cultural dos povos em cultuar; como Israel servia a um Deus único, então essa prática veio para atender um princípio espiritual e suprir uma necessidade orgânica e material, mas que na sua essência, seu valor estaria vinculado às boas práticas de fé e devoção. Os antigos hebreus, tinham muito claro em sua sociedade que todas as coisas pertenciam a Deus, e que os homens são apenas mordomos desses bens, ninguém é dono de nada. Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos comigo. Portanto em toda a terra da vossa possessão dareis resgate à terra (Lv 25.23,24). Eles não tinham problemas com isso. Outro texto muito forte sobre esse direito e senhorio, encontramos em Sl 24.1 Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Existem muitos textos que abraçam esse conceito. Amados, dizimar, é culto, é serviço que prestamos a Deus, e como tal é exercício de fé, louvor e gratidão. Ninguém é obrigado a nada! Nem mesmo aceitar a salvação que Deus oferece em Cristo Jesus; ninguém é forçado como gado á entrar no céu, ou sair dos caminhos do inferno. Ninguém deve servir a Deus por obrigação, por medo ou para se livrar de castigo e maldição. O amor de Deus é infinitamente maior do que qualquer maldição ou castigo. Gosto muito de ler textos como: Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria; e entrai diante dele com canto. Sabei que o Senhor é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto. Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome. Porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração (Sl 100). Olhas os grifos que fiz!! “Ah! Reverendo, mas Deus não precisa de dinheiro!” Claro que não precisa, afinal, de que é que Deus tem necessidade? De nada! Deus é totalmente autossuficiente, autosatisfeito, ele se basta a si mesmo; não há nada que falte a ele, ele não sente falta de nada e de ninguém, Deus não tem carências! Ofertas e dízimos revelam a generosidade do coração do doador, o seu compromisso com o reino de Deus e à obra local onde ele congrega e participa com, entre outras coisas, os seus bens e finanças. Se o seu pastor, sua igreja ou denominação, extrapolam o bom senso e o padrão bíblico, ou utilizam mal, administram de forma infiel ou irresponsável, é responsabilidade administrativa dos membros cuidarem para se faça o certo e o bíblico. O erro ou a ganancia e o aproveitamento por parte de alguns, não invalidam a verdade bíblica eterna, e não deve azedar o seu coração contra Deus e estribar-se em dureza de coração, através de justificativas mesquinhas e avarentas. Há pessoas que alegam não dizimar, porque acham injusto a igreja receber dízimos de viúvas, pobres, pensionistas e aposentados, que ganham pouco…. Não seria razoável, que tais pessoas, que ganham bem, são organizados, filantropos ou engajados socialmente, contribuíssem e assim daria condições de mais pessoas serem assistidas? Na minha experiência de vida, jamais vi, ou ouvi de alguém dizimista fiel e consciente uma reclamação de que é pobre ou ganha pouco e se sente injustiçado por Deus. Deus faz milagres de provisão todos os dias para os seus amados e abre janelas onde não há nem parece, para que a sua bênção chegue! Dizimar, faz parte do princípio da semeadura – quem planta, colhe – da mesma forma que a avareza: que sonega, faz de má vontade, tá sempre em falta e no vermelho. O próprio Senhor Jesus, ensinou: Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo (Lc 6.38). Sou dizimista de coração e não trocaria esse privilégio por nada!

Senhor Jesus, obrigado por ser dono e Senhor de todas as coisas, incluindo as nossas vidas e tudo que elas significam. Graças pelo privilégio de servir ao Senhor com alegria, com os nossos bens que foi o Senhor mesmo que deu. Obrigado pela nossa força de trabalho que se traduz em geração de riqueza e fartura, abundancia em nossos lares. Obrigado por participar da construção do reino que é eterno, intransferível e o Senhor mesmo estará no trono. É orgulho ser teu servo! É privilégio para poucos contribuir financeira e materialmente para a tua obra! Tua generosidade é nossa fonte de inspiração. Obrigado, por essa mordomia, amém.

Pr Jason

Lábios e Boca Sacerdotal

Meditação do dia 25/08/2017

Ml 2.7 – Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a lei porque ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos.

 Lábios e boca sacerdotal – Gosto de meditar sobre verdades que me dizem respeito, porque aprendo com aquilo que descubro e isso se torna edificante; assim um dos propósitos ao escrever é rever meus conceitos e enquadra-los em conformidade com a palavra. Quando a Bíblia fala de sacerdotes, aplica-se literalmente à sacerdotes ou figuradamente ao conceito neotestamentário onde todos os salvos são sacerdotes. No Corpo de Cristo somos todos membros e exercemos nossos papeis para o bem e o desenvolvimento de todo o corpo, sendo que alguns cumprem funções especificas ministeriais como obreiros cristãos, tais como pastores, evangelistas, apóstolos, profetas, mestres e os demais dons e chamados vocacionais, mas isso não isenta ninguém de seu papel principal como sacerdotes para Deus. No conceito divino, os ministros devem ser um poço de sabedoria e conhecimento abençoadores para os demais. Não apenas adquirir conhecimento teórico, intelectual, acadêmico e saber discorrer sobre teses complicadas com nomes mais complicadas ainda; mas poder comunicar o amor e a graça de Deus numa forma que todo e qualquer um possa assimilar. Ouvi de alguém interessante que se aprendo algo novo e não consigo explicar aquilo de forma que minha vó consiga entender, então não aprendi nada. Sou assumido defensor da cultura, do estudo, do aperfeiçoamento e desenvolvimento em todos os níveis e sentidos, mas isso não pode tomar tanto espaço à ponto de ficar incomunicável ou perder a acessibilidade de quem precisa. Jesus, como nosso mestre e modelo, atendia todos os requisitos que qualquer método moderno impõe para um comunicador e desde as crianças, até os pobres, iletrados, idosos, sábios e cultos dos seus dias procuravam beber na sua fonte e saiam saciados sem nenhuma necessidade de baixar ou subir o nível. Ele ainda é o CARA!

Senhor Jesus, obrigado por ser nosso modelo, mas especialmente por ser nosso substituto na cruz e permitindo nossa reconciliação com Deus e a entrada na família e pelo propósito eterno que está em andamento nas nossas vidas. Obrigado, de coração, amém.

Pr Jason

Pai e Senhor

Meditação do dia 24/08/2017

 Ml 1.6 – O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? Diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?

Pai e Senhor – Não podemos olhar a Bíblia só como literatura e assimilar seu conteúdo como histórico e levar suas palavras no sentido literal, nem tampouco no figurado. Como cristãos, somos herdeiros da fé daqueles que receberam essas revelações e as preservaram como Palavra de Deus. Como adoradores, nosso desafio é o crescimento em intimidade reverente e uma atitude de submissão inteligente aos ensinos e prescrições nela registradas. Para nós, as Escrituras são sagradas, verdadeiras e são a revelação autentica de Deus à humanidade; seu autor é Deus mesmo e o real intérprete é o Espírito Santo; o principal personagem é Jesus Cristo através de sua vida e obra, incluindo seus ensinamentos, seus sofrimentos, sua morte, ressureição e ascensão em glória. Como um cristão batista, acredito nela como minha única regra de fé e prática. Com essa introdução, quero mostrar como vejo essa reivindicação divina, profetizada por Malaquias; Deus fala sobre fatos conhecidos e colunas firmes do saber humano, especialmente dentro da cultura hebraica, a quem originalmente a revelação se dirigia. O relacionamento entre pais e filhos, senhores e servos fazia parte da estrutura social e era firme e indiscutível o papel de cada um e de todos nos seus direitos e deveres; além de que Deus, como tal, para eles estava infinitamente cima do conceito em termos humanos. Mas na prática,
Deus se vê “obrigado” a mostrar a eles, o quanto eles baixaram o padrão divino ou elevaram o papel humano, que na verdade os valores se inverteram a tal ponto, que não havia mais respeito e reverencia com Deus e as coisas sagradas, nem mesmo comparável ao tratamento dado aos relacionamentos de pai e filho, servo e senhor. Ele reivindicou isso como responsabilidade dos sacerdotes, que naquela sociedade eram encarregados de ensinar e praticar pessoal e ministerialmente diante de Deus apresentando os homens a Deus e intercedendo por eles. Na Nova Aliança, onde estamos na graça de Cristo e na vigência da igreja, todos somos sacerdotes e todos somos responsáveis pelo culto e pela fé e suas práticas. Não é só responsabilidade dos pastores e ministros, mas de cada um, mas é justo que os líderes recebam maior parcela, pois são eles que delineiam as ações na igreja local. É fácil ver no contexto social atual, dentro da igreja, a prioridade que os “fiéis” dão à suas questões em detrimento do culto e de Deus. Os solteiros pedem a Deus um relacionamento com vistas a um casamento e família; quanto encontram a outra pessoa, nem sempre se tratam com respeito, reverencia e como um presente de Deus, e não raro, já partem “pra aquilo…” frustrando a santidade do casamento e a expectativa divina; quando se casam, esquecem a vida devocional e abandonam os ministérios e os talentos e vão correr atrás das vida como se Deus não pudesse cuidar deles… quando vem os filhos, viram objetos de idolatria e motivos para consumismos exacerbados e exibicionismo sócial, as vezes gastando o que não tem, para se mostrar a quem não está nem aí, mas comparece para comer de graça e falar mal da festa. Educação na fé e nos valores cristãos são relegados a um plano de mínima importância. Será que precisaríamos de uma revelação divina onde ele se manifesta em profecia para perguntar isso? “…se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? Diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome.” Deve ser motivo de vergonha profunda, orarmos ao Senhor afirmando “…Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome…” (Mt 6.9) e na verdade o que se faz é “…desprezais o meu nome.” Sinceramente, eu sempre entendo que Deus tem razão! Se essa é a visão dele, é o discernimento que ele tem e se tem alguém que entende dessas coisas é Ele! Vocês não concordam comigo, que é preocupante? Precisamos nos arrepender e converter nesse aspecto o quanto antes? Que tal hoje?

Senhor dos Exércitos, grande em santidade e poder, por favor me perdoe, por agir como um pseudo adorador. Confesso e admito minhas muitas preocupações com minha própria imagem, integridade e dignidade, fazendo manobras para salvar minha reputação. Mas me arrependo e admito a culpa e a responsabilidade e também aceito o perdão e a reconciliação que me é oferecida em Cristo. Busco no meu coração ajuda do Espírito Santo para mudar de postura e honrar quem de fato merece honra e respeitar reverente o Deus da minha salvação, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Pr Jason

Com os Pés no Monte das Oliveiras

Meditação do dia 23/08/2017

Zc 14.4 – E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul.

Com os pés no Monte das Oliveiras – O arrebatamento da igreja será um catalizador de muitas ações no processo final da redenção. Embora, pensando de forma mais rasa ou superficial, pessoas entendem que o arrebatamento é um fim em si; mas não é. Ele é a grande esperança da igreja, pois ao mesmo tempo que finaliza a jornada de trabalho nesta fase da vida da igreja, se inicia novas etapas, que os estudos escatológicos nos proporcionam. O arrebatamento em si tem sua glória e alegria, seguindo-se o encontros de todos os remidos nos ares com Cristo para estar com ele para sempre, e a chegada nos céus, que é um outro estágio da vida e dos acontecimentos e também tem muita gente boa pensando que é o ponto final de tudo que Deus preparou para nós. Também não é! Mas seguindo em frente, tem ali a grande recepção, as boas vindas na casa do Pai, o banquete, a ceia com o Senhor ministrando novamente à frente da mesa; depois a cerimonia de premiação, ou a distribuição de galardões por serviço prestado. Então vem a organização dos santos no céu, (esse é o nome que é utilizado para o que agora conhecemos como igreja, lá no céu é os santos); cada grupo terá suas funções na etapa final do processo de consumação da obra redentora, levada a efeito por Cristo. Então, virão tudo aquilo que vemos em Apocalípse, com o desenrolar da história e os fatos se afunilando para a segunda etapa da volta de Jesus, quando ele finalmente será visto por todos e é aqui que se encaixa o verso da meditação de hoje. Quando ele voltar com os seus santos, para aniquilar de vez o anticristo com suas tropas que terão cercado Jerusalém e a situação parecerá tão critica que só um milagre poderá salvar o povo de Deus, e claro, não serão decepcionados. Ainda haverá a implantação do Milenio, (para quem acredita que esse tempo virá pós grande a tribulação e etc.). Se, os fatos forem de fato assim, estaremos participando desse quadro descrito por Zacarias, por estarmos retornando à terra com o Senhor Jesus, para implantação do seu reino. Não tenho aqui a intenção de desafiar a teologia ou a escatologia de ninguém, uma vez que há diversidade de correntes e entendimentos desses fatos. Nesse caso, o que nos é comum, é que Jesus voltará, implantará seu reino, participaremos disso em colaboração direta e estaremos para sempre com o Senhor. Medite, desfrute dos benefícios da graça de Cristo e ame sua volta e consagre sua vida, e viva sua fé com fervor e devoção sincera. As diferenças doutrinárias e etc, quando Jesus assumir o comando ele coloca tudo nos eixos e como haverá um só Senhor, um só cabeça, tanto eu quanto você concordaremos com ele e ponto final. De uma forma ou outra, ele é o cara, ele tem razão, sempre e em tudo. Isso deve nos bastar.

Jesus, obrigado por tua promessa de voltar e liderar pessoalmente o processo de tão grande salvação que só o Senhor poderia executar. A ti seja a honra e a glória em todo tempo. Te amamos e te aguardamos, ora vem, Senhor Jesus! Maranatha!!

Pr Jason

Feridas Nas Mãos

Meditação do dia 22/08/2017

 Zc 13.6 – E se alguém lhe disser: Que feridas são estas nas tuas mãos? Dirá ele: São feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos.

 Feridas nas Mãos – Zacarias dá um tom profético apocalíptico muito intenso nesses capítulos finais de seu livro. Certamente é de conhecimento geral que esse livro faz parte das peças bíblicas importantes para se conhecer e entender apocalipse e as coisas dos últimos dias. Isaías é um livro messiânico, Ezequiel trata do papel de Israel na história, Daniel cuida dos impérios e reinos humanos e finaliza com o reino eterno, e Zacarias compõe esse quadro, pois ele lida com a restauração de Israel no pós cativeiro, mas espiritual e profeticamente trata dos tempos futuros (deles na época e também nosso ainda). As revelações sobre a pessoa e obra do Messias prometido iam ficando cada vez mais claras e precisas, mas com certeza, ler os tempos não é uma tarefa tão simples pois tem muitas variáveis e somente com o coração inteiramente consagrado e aberto à fé, que se torna imprescindível para adquirir conhecimento espiritual, se torna possível se situar bem. Temos por exemplo as pessoas dos anciãos Simeão e Ana, na porta templo de Jerusalém esperando pela chegada de José e Maria com o menino Jesus para ser apresentado e circuncidado; esses anciãos aguardavam a promessa da restauração de Israel e sabiam que isso tinha à ver com uma pessoa enviada por Deus, e pessoas nascem, e entre eles são apresentadas a Deus e eles tinham essas informações, e no dia certo, eles estavam no lugar certo. Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei, Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos viram a tua salvação, a qual tu preparaste perante a face de todos os povos; Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel. E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém (Lc 2.25-32,36,38). Veja que não era só eles que aguardavam a redenção de Israel, Ana falava a todos que esperavam por isso. Ainda que muita gente boa, muitas igrejas, muitos pastores, tenham se perdido no meio da missão e nem sabem mais a razão de suas vidas e ministérios, ou não conseguem situar-se no contexto histórico e a conexão com o reino de Deus, há muita gente ligada na graça divina e esperando o cumprimento das promessas. Zacarias fala das mãos de Jesus que foram feridas na cruz e na qual ele próprio da sua resposta de que foram feridas pelos seus amigos, o que o situa muito bem com seus ensinamentos na Nova Aliança, quando ele sabia o que estava fazendo e porque o fazia. Em Jo 15, ele disse: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. (13.14). Benditas mãos, benditas feridas!

Senhor Jesus, reconheço que essas feridas demonstram o teu amor para comigo e com as pessoas e por elas nós podemos ser curados de nossas enfermidades e doenças. Não foi em vão o teu sacrifício e a tua dor. Oro hoje pela cura na vida de muitas pessoas que eu amo e conheço e estão necessitando de uma ação poderosa em favor de suas vidas; sendo assim, na autoridade concedida à tua igreja para curar os enfermos no teu nome, eu invoco o teu poder sobre essas vidas e ordeno às enfermidades e doenças que desapareçam desses corpos, mentes, almas e vidas. Que elas se levantem no poder do nome de Jesus e na cura que ele providenciou na cruz para todas elas. Com gratdão, amém.

Pr Jason