O Caos no Trânsito

Meditação do dia 31/07/2017

Na 2.4 –  Os carros correrão furiosamente nas ruas, colidirão um contra o outro nos largos caminhos; o seu aspecto será como o de tochas, correrão como relâmpagos.

 O caos no trânsito – Será que Naum por antecipação viu uma prova de Fórmula Um? Fórmula Indy, ou outra da atualidade? Mas a descrição é muito atualizada, para quem viveu a mais de dois mil anos. O carro mais veloz que ele poderia ter visto, seria uma biga, daquelas utilizada nas guerras deles, puxada por um cavalo veloz. Mas com a mesma velocidade que alcançamos o progresso e o desenvolvimento, também vieram o caos e a destruição. Hoje, já necessita mais de combate corpo-a-corpo entre soldados num campo de batalha. Tudo se resolve de uma sala ou centro de comando tecnológico, com uma série de botões ou comandos a serem dados. De um continente, à milhares de quilômetros, se pode acertar um alvo especificamente marcado com um X. O conforto e a rapidez dos nossos transportes também sofre com o caos da imensidade de tantos outros com a mesma intenção e os mesmos destinos. Os meus amados irmãos que  moram e trabalham nos grandes centros que o digam. Moro numa cidade de trinta mil habitantes, longe de região metropolitana, e temos, acredite, quatro semáforos para controlar nosso fluxo de transito. Isso é o mesmo que vocês tem em quatro quarteirões de uma rua de suas cidades. Naum estava presenciando em sua visão, um quadro do futuro, quando o acerto de contas final acontecerá. Um dos lados sempre teve o desejo de destruir e arruinar tudo aqui na terra. O outro lado sempre amou e trabalhou para restaurar a ordem, a começar pelo interior de cada pessoa, onde o verdadeiro problema se instalou. Consertando o coração do homem, as demais coisas se encaminharão para a normalidade. A etapa de mais demorada e mais essencial está sendo levado à efeito pelo Espírito Santo nos nossos corações. Logo, logo, Jesus alinha tudo nos seus devidos lugares.

Senhor, que os nossos corações deixem de ser um caos como são as ruas de nossas cidades e seu trânsito. Queremos paz e somente o Senhor tem paz verdadeira a oferecer. Que hoje seja um dia de conquistas e de compreensão. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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Uma Fortaleza

Meditação do dia 30/07/2017

Na 1.7 – O Senhor é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele.

 Uma Fortaleza – Posso notar que na experiência de pessoas que foram e viveram muito próximos de Deus, o nível de satisfação espiritual nessas pessoas é muito grande e transborda em tudo que fizeram. Quando observamos as orações e cânticos de Davi nos salmos, percebemos que brotava muito fácil e espontâneo do se coração e fluía pelos lábios. Jesus mais tarde deixou registrado o fato de que aquilo que enche o coração humano, disso fala a sua boca. A boca fala daquilo que o coração está cheio! O profeta Naum, escrevendo sobre o mesmo roteiro de outros profetas, sobre a necessária conversão de Israel, e sua volta para Deus como condição para restauração e cumprimento de boas promessas divinas, embora ele lidasse com expressões de juízo e castigo, ele trouxe no meio do seu texto, essa joia da comunhão. Eu sei e vocês também, que para conhecermos os mandamentos de Deus, precisamos conhecer os seus princípios e para conhecer esses princípios é necessário conhecer o caráter de Deus. Uma fonte abundante de revelações bíblicas sobre o caráter divino estão justamente nos salvos e em textos onde as pessoas expressam suas relações de comunhão com Deus. Lendo Salmos, você depara inúmeras vezes com citações que dizem que “Deus é…” Como aqui nesse  verso, onde vemos que o Senhor bom –  quem diria uma coisa desta, a mesmo que tivesse experimentado e apreciado? Uma teoria sobre a bondade de Deus, daria margem para também outras deduções. As pessoas descritas na Bíblia andaram com Deus e todas elas testemunharam que verdadeiramente Deus é bom e passaram esses conceitos para suas gerações seguintes. A igreja no Novo Testamento viveu e experimentou a presença de Cristo, primeiro física e materialmente com Cristo encarnado, andando entre eles e realizando obras maravilhosas, que afetaram a vida e o destino de muitas pessoas. A igreja cresceu com essas verdades. Ao longo da história, em todas as épocas, os cristãos tem experimentado e testemunhado dessa verdade. Eu sei, por experiência que Deus é bom. Ao descrever Deus como uma fortaleza no dia de angústia, estamos afirmando que as pressões e provações virão sobre nós e com grande margem de chances de nos causar danos; mas Deus é uma fortaleza para quem está no meio de uma tempestade, está sob ataque e perseguição. Encontre a sua fonte de segurança nesses momentos de crise. Outra coisa muito boa é que ele conhece os que confiam nele, nada mal, já que a qualidade da minha fé, fará toda a diferença nessa hora. Já sabendo que Deus tem compromisso com sua Palavra, então fica mais fácil depender dele num momento difícil, pois quem conhece a Deus e confia nele, está diretamente ligado à sua Palavra. Certamente ela será um instrumento para socorrer esse filho piedoso em dificuldade. São verdades assim que alimentam a nossa força e nos leva a resistir um pouco mais e perseverar até que a vitória chegue.

Senhor, obrigado por tua bondade e socorro a mim e aos teus filhos nos momentos difíceis. A nossa confiança permanece em ti e na Palavra. E nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

É Proibido Pescar

Meditação do dia 29/07/2017

Mq 7.19 – Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniqüidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.

 É proibido pescar – Em se tratando de aconselhamento pastoral, e creio que nas terapias profissionais também, uma condição difícil de ser revertida é quando uma das partes não abandona o passado e fica remoendo os erros e pecados, seus ou da outra parte. Popularmente chamamos isso de “ficar arrancando defunto da cova.” O passado, como a própria palavra mostra, já passou, o futuro, ainda está à frente; assim o único tempo real e viável é o presente e é nele que vivemos, trabalhamos e fazemos as coisas acontecerem. É bem conhecido em termos evangelísticos, os três tempos da salvação: No passado, todos os nossos pecados foram perdoados por Deus, no ato do novo nascimento. No Presente, recebemos força e graça para vivermos em vitória sobre o pecado e seu poder dominador; no futuro, na manifestação de Cristo, seremos retirados da presença definitiva do pecado, ao recebermos novos e gloriosos corpos transformados. Essa verdade da redenção em Cristo, é aplicável em toda a vida humana e em todas as suas experiências. Deus, em sua infinita misericórdia, trás perdão e reconciliação plena ao arrependido. A obra perfeita do Calvário, é suficiente para cobrir todos os danos causados pelo pecado. Assim, quando Deus nos alcança, o faz integralmente, e a ilustração profética de Miquéias, é que ele lança todos os nossos pecados na profundeza do mar. Isso, em termos reais, significa que acabou, não tem mais volta, e não é possível trazer de volta. Quando algo cai nas profundezas do mar, tecnicamente é para dizer adeus. A nossa irmã Corrie Ten Boom, escritora holandeza do famoso livro “Refúgio Secreto,” dizia sobre esse texto de Miquéias, que Deus após lançar nossos pecados nas profundezas do mar, colocava uma placa no local, com os dizeres: “Proibido Pescar.” Ela tem razão. Se nem Deus, o maior ofendido na questão, já perdoou e lançou isso no esquecimento, que direito temos nós de reviver as questões? A amargura e o sofrimento que foi causado por uma situação, não melhora, se a revivermos constantemente. Ainda nos colocamos em situação de não conseguirmos progredir em novos relacionamentos e a comunhão fica muito prejudicada. Como pastor de igreja local, afirmo sempre que o cristão não tem a opção de não perdoar. É condição “sine qua non” para seguir a Cristo. A recomendação neotestamentária me parece muito forte: Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus (Hb 12.1,2).

Pai, obrigado pela obra completa e perfeita realizada por Cristo na cruz. Graças te dou pelo perdão dos meus pecados e aceitação de tua parte, para fazermos parte de tua família e sermos aceitos, amados e acolhidos sem jamais reviver o nosso passado. Obrigado pela redenção. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Está Declarado

Meditação do dia 28/07/2017

Mq 6.2 – Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus?

 Está declarado – Uma das coisas maravilhosas de se andar com Deus é a confiabilidade que ele transmite. As revelações de Deus não são confusas ou se comunica por meio de códigos e enigmas, que serviriam de prêmios, assim quem descobrir ou achar, leva, ou se dá bem. Não! Definitivamente não é assim. Entre as premissas que sustentam a nossa fé, está a que afirma que Deus é um ser inteligente e e que se comunica com suas criaturas. Dessa verdade, vem a conclusão óbvia, que se ele se comunica, então certamente o faz de modo que possa ser entendido. Seres inteligentes, constroem pontes e conexões. Eu, Jason, quando olho nas Escrituras em busca de manifestações e revelações de Deus, as encontro ali, se, até eu consigo ver, então não é tão difícil compreender a linguagem de Deus. Para Adão e Eva, no paraiso, foi dito, faça isso, isso e isso, não como disso, por causa disso e a consequência será essa. Entendeu ou tem que desenhar? O casal fez o que fez e deu no que deu. Tudo claro e compreensível. Abel e Caim, mesmo padrão! Noé e seu projeto, não foge a regra. Faça um arca, de tal material, medidas precisas, pavimentos, utilidades, etc. Abraão e os patriarcas, Moisés e o êxodo, o tabernáculo; Josué e a travessia do Jordão; Jericó e Aí… Davi, Salomão, Esdras e Neemias! No Novo Testamento, Jesus falava aos seus discípulo e depois ainda explicava. As multidões que ouviam os ensinos de Jesus e dos apóstolos, não tinham apostilas para acompanhar, com gráficos e números, mas eles entenderam. Quando Jesus deu a ordem da grande comissão, ninguém pediu explicações sobre pormenores ou colocou em dúvida. Eu não me desculpo, senão pelo fato de ser humano e como tal, a perfeição é um sonho e uma busca incessante; mas com as Sagradas Escrituras nas mãos, sendo templos do Espírito Santo, que nos guia à toda verdade, e com promessas e garantias bíblicas de uma unção que nos ensina, como I Jo 2.20,27 diz, E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis. Como podemos dizer que não sabemos o que Deus espera de nós? A verdade é que se espera respostas mastigadas, prontas, assim, um meio de fugir das responsabilidades de pensar e decidir. Deus não é religioso, não impõe fardos religiosos pesados de obrigações infindas, que tornam difíceis as nossas ações. Quem inventou religião e obrigações, foram as pessoas, e com certeza, patrocinados por alguém que gosta de confusão. Olha, novamente, o que Miquéias diz: “… o que é bom; … o que o Senhor pede de ti, … que pratiques a justiça, … ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus…. Do jeito de Deus é muito mais simples e bom para todos. Quanto mais inventa, mais problemas surgem.

Senhor, misericordioso e bondoso pra conosco, precisamos mesmo da sua ajuda e graça, pois somos e nos tornamos especialistas em dificultar as coisas. Jesus puro e simples e mais do suficiente para todos os males. Fé e obediência coloca tudo no devido lugar. Encaminha, o Senhor o meu coração para essa simplicidade e humildade. Em nome de Jesus eu oro. Amém.

Pr Jason

Tem Pão em Casa?

Meditação do dia 27/07/2017

Mq 5.2 – E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.

 Tem Pão e Casa? – Alguém já bateu à sua porta pedindo pão? Provavelmente sim. Ter pão em casa é comum, natural e necessário. Pão é algo comum em todas as culturas e povos, desde os primórdios, até hoje, com pães industrializados e produzidos em linha de produção aos milhares. Todo mundo come pão e todo mundo precisa de pão. Tão popular é esse alimento que se torna sinônimo de muitas outras coisas ditas em todo lugar como: “Ganha pão” (Trabalho); “Pão de cada dia” (provisão diária); “Pão e água” (privação de nível básico); “Pão e circo” (comida e diversão); “Pão de lágrimas” (sustento sofrível); “Pão que o… amassou” (humilhação) – mas também tem o lado bom, com o “pão nosso de cada dia” que assegura o cuidado divino em suprir fielmente para os seus filhos; Tem o “Pão da vida” que Deus nos deu, que Cristo. É justamente dele que o profeta Miquéias fala no texto de hoje. Fiz todo esse longo percurso rodeando, rodeando para dizer que nome da cidade natal de Jesus, tem esse significado, Belém é “Casa de Pão.” Jesus, o pão da vida, nasceu justamente numa cidade que tem essa marca. Universalmente todos os homens precisam do pão diário para sua sobrevivência física e à partir daí, correr atrás das demais coisas. Dessa mesma forma, Jesus é a provisão de Deus para a vida de todas as pessoas. Na condição de ser espiritual, criado à semelhança do seu Criador, o homem necessita de alimento para seu ser mais íntimo e verdadeiro e nas palavras do próprio Senhor Jesus, “… Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus (Lc 4.4). Fisicamente, precisamos de pão físico, alí da padaria ou feito em casa, para saciar a fome, por algum tempo, mas logo, precisaremos alimentar novamente. Tal qual a necessidade física e orgânica, espiritualmente também precisamos nutrir o nosso espírito, com alimento espiritual; aqui entra a leitura e meditação da Palavra de Deus, a oração, a comunhão, e outras disciplinas da fé. Os judeus, quando do seu êxodo, foram presenteados por Deus com o suprimento de um manjar que caia milagrosamente todas as manhas nos arredores do acampamento e as famílias recolhiam as porções necessárias para o dia, e por isso, diziam que era “Pão do céu,” por quarenta anos tiveram essa fonte de suprimento ininterrupto, conforme a promessa divina. Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não. E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos termos da terra de Canaã (Ex(16.4,35). Jesus disse aos judeus de seus dias, que aquele não fora o verdadeiro pão do céu, pois ele era esse pão que desce do céu e dá vida eterna aos que dele experimentarem. O contrário do anterior, em que todos que comeram, vieram a morrer, mas agora não seria mais assim. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo (Jo 6.48-51). Belém, uma pequena cidade, não aspirava grandes pretensões nas questões nacionais, mas Deus tinha planos maiores para ela. Dali originava a linhagem real de Davi e como tal, Jesus herdeiro do trono e profeticamente também viria a nascer ali. A história tem o seu modo próprio de fazer as coisas acontecerem, mas quem realmente a escreve, é Deus. Assim, o imperador romano decreto um censo populacional e obriga as pessoas a voltarem às suas origens e recadastrarem; isso aconteceu exatamente quando José e Maria estavam vivendo aquela experiência da anunciação para a chegada do Messias prometido. No culto judaico, havia a cerimonia dos pães da proposição, que ficavam expostos na presença de Deus e trocados à cada sábado, podendo os sacerdotes e familiares se alimentarem deles, que simbolizavam a provisão divina constante e permanente para o seu povo. Jesus é tudo isso para nós e para o mundo todo. Não pode faltar pão em casa, nunca e por nenhuma razão.

 

Obrigado Pai, pelo pão nosso de cada dia, tanto físico e material, como o Pão da vida, que é Jesus. Somos gratos pela vida eterna que ele nos concede ao crermos em sua vida e seu sacrifício. Obrigado, por não faltar pão em minha vida, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Nações Sedentas de Deus

Meditação do dia 26/07/2017

Mq 4.2 – E irão muitas nações, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.

 Nações sedentas de Deus – Estamos acostumados aos ciclos da vida e na vida. Como disse Salomão, em Eclesiastes, O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol (Ec 1.9). O repeteco e constante; aquilo que já foi forte e caiu em desuso, de repente volta com força total, e a grande novidade do momento, já existiu a muito tempo atrás. Isso também se dá com a os ciclos de fé e falta de fé da sociedade. Uma geração é devota, dedicada e operante e aquilo parece que cansa a geração mais nova, que se acostuma com o mover e quer outra motivação, e assim não levam aquilo tão à sério; logo vem outra geração desiludida com a informalidade e o descompromisso e reiventa novamente um avivamento fervoroso com suas características próprias e tudo começa de novo. Eu vejo isso mesmo nos modelos mais estáveis mostrados na Bíblia. Abraão foi um adorador quase que único e muito comprometido e divulgar a fé monoteísta e com alianças firmes entre Deus, ele e sua geração posterior. Isaque, parece que viveu na sombra do “paizão” cheio de fé, e com um intercessor como aquele, não tinha muito o que se preocupar. Jacó foi devoto que o Pai e ao enfrentar o tio e sogro trapaceiro, teve que apelar para o Deus de Abraão e Isaque e ter sua própria experiência. Já os filhos de Israel, os doze, também viveram na sombra da fé do Pai, que até no leito de morte, ainda estava ministrando profeticamente na vida deles. As promessas divinas à Abraão e sua posteridade, era marcada pelas promessas de influencia poderosa e marcante na vida de povos e nações ao redor deles. O território geográfico deles, propiciava estar cercado de todos os lados e ter relações de testemunho a muitos povos e nações. As profecias sempre enfatizavam que esses povos buscariam um conhecimento salvador e abençoador para si mesmos, no Deus de Israel. Pena que o próprio Israel, dificultava isso com seus próprios pecados e as vezes se misturando com os cultos pagãos e idólatras de seus vizinhos. Particularmente, sou muito esperançoso de ver cumpridas essas etapas do processo de redenção e presenciar a restauração de todas as coisas no seu devido  lugar, e certamente, ver o povo israelita reconciliado com sua vocação e sua história, será muito gratificante. A pessoa que mais amamos, Jesus, é um judeu, um israelita e como tal, um filho de Abraão e o principal restaurador de todas as coisas. Ele é filho de Davi, e o herdeiro legítimo e aquele que vai se sentar no trono para sempre. Presenciar Jesus em plena operação e governando literalmente um povo e um reino; vai dar gosto de ver e participar. Uma das razões do crescimento espiritual individual apontados pela mordomia cristã, é justamente nos prepararmos para servirmos no devido tempo e lugar, que o futuro nos proporcionará. Hoje, servimos a um rei, que foi e logo volta para botar as coisas em ordem e distribuir trabalhos e funções aos seus fiéis; você tem pensado nisso? É bom levar à sério sua vocação e salvação.

 

Senhor Jesus, rei meu e Deus meu! Digno és de receber o poder e a honra e a glória de todos os teus servos, que esperam pela redenção e cumprimento da vontade do nosso grande Deus e Pai. Graças de rendemos, pelo tempo de treinamento e aperfeiçoamento, antes de entrarmos definitivamente e eternamente na posse do reino. Que venha o nosso Senhor! Amém.

 

Pr Jason

Cheios do Poder do Espírito do Senhor

Meditação do dia 25/07/2017

Mq 3.8 – Mas eu estou cheio do poder do Espírito do Senhor, e de juízo e de força, para anunciar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado!

 Cheios do Poder do Espírito do Senhor – Sempre há uma diferença entre a teoria e a prática, em tudo, definitivamente, em tudo. Um pregador sem o poder do Espírito Santo é um teórico. Repousar no campo da teoria é fácil e cômodo; afinal, quem quiser contestar, que o faça. Um teórico pode apresentar sua prédica com tão boa argumentação e subsídios, que facilmente ela se passa por verdade; e pode ser verdade, mas uma verdade não experimental, apenas dita, apresentada e na falta de contra-argumentação, prevalecerá como absoluta. Não é segredo para ninguém, que sou pastor de uma Igreja Batista Nacional, sim, de Renovação Espiritual. Tecnicamente falando, somos guardiães de uma mensagem poderosa, uma herança de pessoas que escreveram uma página nova na história da igreja brasileira. Houve um período que o “fogo do Espírito” literalmente ardeu em igrejas, seminários, cidades e povoados, por todos os cantos da nação, influenciando e edificando muita gente e a Seara o Senhor desenvolveu rapidamente. Hoje, trabalhamos por preservar acesa essa chama; pois não apenas cremos nisso, mas entendemos quão sagrado é sermos igreja no poder de Deus. Podemos estudar e conhecer toda a teologia envolvida nisso, desde as promessas do agir do Espírito de Deus no Velho Testamento, os avivamentos nos tempos bíblicos e na história da igreja, mas mais do que isso, preciso ser cheio do Espírito de Deus hoje, para o pleno desempenho do meu trabalho. O mundo quer melhores métodos, melhores ferramentas, novos sistemas, mas Deus quer melhores pessoas, e isso só é possível via novo nascimento, fruto de pregação poderosa, bíblica, clara, contundente e desafiadora. Já estamos na profética época citada por Spurgeon, em que “nas igrejas não teriam mais pastores para apascentar as ovelhas, mas palhaços para entreter bodes.” Em todos os tempos, Deus sempre levantou pessoas, homens e mulheres, comprometidos e prontos para lidar com a situação dos seus dias. Moisés e Josué enfrentaram seus desafios, Gideão teve os seus; Samuel com Saul e depois Davi e as crises nacionais; Elias e Eliseu e a volta do paganismo; Esdras e Neemias com reconstrução e aproveitadores; e todos, um por um, tinha o seu desafio. Agora estamos nós aqui, diante do pós-modernismo e a ausência de absolutos, a quebra da autoridade e falta de compromisso e a frivolidade em todos os lados. Mas ainda assim, Deus tem levantado, homens, ministros, igrejas e ministérios no poder do Espírito do Senhor, para contestar o pecado da nação, das autoridades, das igrejas e de quem quer que seja. Para bater de frente com o sistema, precisa ser cheio do Poder de Deus, porque o sistema é bruto! Meu querido leitor, uma verdade para você guardar hoje: Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? (Lc 11.13). Peça, e seja cheio do Espírito Santo, hoje mesmo!

 

Senhor, derrama sobre o teu povo, o poder de que necessitamos para prevalecermos sobre o mal e o pecado. Queremos e precisamos do mover sobrenatural do Senhor em nossas vidas, para sermos verdadeiras testemunhas e realizar a tua vontade. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Mquinar o Mal é Mau

Meditação do dia 24/07/2017

Mq 2.1 – Ai daqueles que nas suas camas intentam a iniqüidade, e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque está no poder da sua mão!

 Maquinar o mal é mau – Nosso texto de hoje, mexe com a particularidade íntima e individual de todos nós, e ninguém escapa de ter que ponderar sobre isso. Cada coisa tem o seu lugar e cada lugar é para sua finalidade e propósito. Até os profissionais das ciências comportamentais, enfatizam a importância da rotina sadia de hábitos, e o uso adequado desses espaços para uma boa saúde emocional e cura. Primariamente, os utensílios e espaços aludem à uma memória, quer congnitiva, quer afetiva ou laboral. Assim, quando se fala: “Mês da cozinha,” rapidamente a pessoa se volta para refeição, ajuntamento de família e bons momentos. Quando cita-se “sala de estar,” já estamos até relaxando, e voltando-nos para descanso, lazer e informalidade; quando fala “mesa de estudo,” a idéia já vem séria, comprometida e responsável Ali não é espaço para lazer ou diversão, mas estudar e trabalhar duro nos afazeres e com vistas ao rendimento. Quando se fala em “cama,” estamos lidando com descanso noturno, repouso, intimidade e privacidade; ali é particular, não são muitos os que tem acesso ou permissão para participar. Por ser um lugar tão íntimo e privado, é sim, um excelente lugar para pensar, meditar e orar; podemos buscar a Deus e apresentar-lhe nossas demandas mais íntimas e pessoais, incluindo chorar aos seus pés, meditar profundamente, por longos tempos e sem que essa intimidade e privacidade seja violada ou invadida, as vezes nem mesmo pelo cônjuge. Quando focamos em uma situação, problema ou desafio, por vezes passamos noites quase que em claro, quando não, totalmente de olhos abertos e mente focada naquele alvo. É certo, que a idéia primaria de se ir para a cama, é dormir e descansar, pois a noite é um intervalo para isso. Amanhã é um novo dia e trará consigo os seus desafios. A Palavra de Deus recomenda não ficar ansioso e antecipar as preocupações, mas antes confiar que o nosso Pai Celestial vai andar conosco e nos ajudar nas soluções. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal (Mt 6.34). Agora o profeta Miquéias, entrou numa particularidade muito íntima das pessoas, ao falar publicamente de uma prática que, convenhamos, existe, mas ninguém assume, ou quer oficialmente admitir, ficando no campo das suposições informais. Mas o Espírito Santo diz que é prática pecaminosa. Me refiro, ao fato de pessoas com algum poder, autoridade, influencia ou ocasionalmente oportunidades, usar um patrimônio do bem, para uma finalidade mesquinha, quando não maligna e perversa. Usar o tempo de repouso e descanso, onde deveria repor suas reservas de energias para o trabalho e a produtividade do bem, para maquinar como fazer o mal, tirar proveito de alguém ou alguma coisa e se dar bem, sem que ninguém perceba, ou até o ajude, pensando que se trata de algo inocente e muito bem intencionado. Utilizar a inteligência e o potencial dado por Deus, para abençoar e construir, para fins tão egoístas e verdadeiras armadilhas, que inevitavelmente as pessoas de boa fé irão sucumbir. Precisamos prestar atenção na pequena expressão: Ai daqueles que… porque está no poder da sua mão!” Quando Deus diz: “Ai daquele que…” isso deve ser motivo de preocupação. Desejo ter, e desejo também a vocês, boas noites de sono e repouso abençoado; boas madrugadas de encontros com Deus, mesmo deitados, meio sonolentos, mas de comunhão e de revelações animadoras. Não permitamos que maquinemos o mal, ou desejos ruins assumam lugar em nossos corações e mentes, num espaço tão sagrado e íntimo como a nossa cama, o nosso quarto e especialmente, na nossa vida.

 

Senhor, conceda oportunidade de arrependimento e busca de graça libertadora, para que o nosso leito continue puro e digno de visitações poderosas do Senhor, a cada manhã nos inspirando e instruindo para dias de trabalho produtivos e abençoadores. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Com Quem Deus Fala?

Meditação do dia 23/07/2017

Mq 1.2 – Ouvi, todos os povos, presta atenção, ó terra, e tudo o que nela há; e seja o Senhor DEUS testemunha contra vós, o Senhor, desde o seu santo templo.

 Com quem Deus fala? – As pessoas desenvolveram conceitos próprios sobre verdades eternas, e muitos desses conceitos não passam de fuga da verdade conhecida e que deveria ser observada. Entre essas idéias, está a da religião, onde cada um escolhe a sua ou alguém escolhe por muitos e todos seguem o efeito manada. Assim, cada tem cria seus próprios meios de fugir das responsabilidades espirituais, buscando fórmulas de interpretação filosófica para atender as demandas de suas almas. Sendo assim, o mundo foi loteado entre as muitas religiões e crenças, que procuram angariar fiéis e adeptos e algumas para atingir seus alvos, até aceitam se misturar e conviver com outros conceitos, é o que se chama de sincretismo religioso. Mas no fundo mesmo, o que acontece, é que as pessoas estão fugindo de servir a Deus ou se submeter aos seus padrões retos e justos estabelecidos em alianças com a humanidade. O profeta Miquéias, foi chamado para também contestar os pecados do seu povo, os israelitas, que na época estavam divididos em dois estados, conhecidos como Judá, ao sul e e Israel, na parte norte da terra de Canaã. Mas a profecia dele, não para nortistas e sulistas, ou um dos dois, mas era, “para todos os povos, a terra e tudo o que nela havia…” Os israelitas ostentavam ser o único povo de Deus, sendo que na verdade, sua missão e vocação, era ter uma estreita relação de comunhão com o Deus criador, e torna-lo conhecido a todas as demais nações e famílias da terra. Mas eles enrolaram o evangelho das boas novas do amor de Deus na bandeira patriota e esqueceram da missão. Quando Deus envia uma palavra, ele o faz visando o todo de todos os povos. Não somos mais especiais ou menos especiais que outros, mas como podemos perceber, o pecado nivela todos por baixo, num nível muito ruim. Os pecados dos brasileiros não são menos danosos do que os pecados dos argentinos, como os americanos não são mais ou menos diante de Deus, do que os ingleses o alemães; Deus ama a todos os povos, mas também espera o arrependimento e a conversão de todos. Isso também pode ser adaptado para o contexto de igrejas locais e denominações. Em At 17. 30,31, todos são chamados a mudar de vida, para o mal não apanhe a todos. “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.

 

Obrigado, Senhor, por falar de muitos modos com os povos e nações para que vivam e sirvam ao Senhor com alegria e desfrutem de todas as bênçãos que tens para eles. Queremos ouvir a tua voz e andar pelos teus caminhos, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Chateado Com o Sucesso

Meditação do dia 22/07/2017

Jn 4.2 – E orou ao Senhor, e disse: Ah! Senhor! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal.

 Chateado com o sucesso – Não creio que eu seja muito melhor do o profeta Jonas! Mas como posso analisar a experiência dela à luz da minha, isso me dá a vantagem de tecer observações sobre sua atuação e conduta. Se por um lado todos nós queremos ter sucesso naquilo que fazemos, entendemos que Jonas deveria estar pulando de alegria, porque pregou para uma grande cidade e praticamente teve 100% de resultados positivos em termos de conversão e consagração de vidas à Deus; incluindo evitar uma tragédia de uma cidade tão populosa ser destruída por alguma espécie de juízo. Por outro lado, parece que Jonas se propôs a cumprir sua tarefa, apenas para desencargo de consciência, pois ficou profundamente irritado, descontente com a conversão dos ninivitas. Ele queria mesmo era que a cidade fosse destruída. Mas um fator aqui, que me chama a atenção é o fato dele expressar sua revolta em oração à Deus, justamente explicando que já sabia que Deus iria perdoar e por isso mesmo ele fugira para Társis e não anunciar a mensagem àquele povo. Ele foi profundamente sincero, mas um tipo de sinceridade doentia, perversa. Ele mostrou, ou pelo disse que conhecia a Deus e ao seu caráter compassivo, misericordioso, longânimo e de grande benignidade; e estava certo, pois o Senhor mostrou essas qualidades para com o povo arrependido, e também mostro para um profeta rancoroso e ingrato. Se Deus não fosse bom como ele cria, certamente teria sobrado no mínimo uma broca para ele. Olha, meus queridos, como Deus foi generoso com Jonas, criando ilustrações com a aboboreira milagrosa que nasceu e cresceu num dia e também desapareceu na mesma velocidade. Deus não se estressou com Jonas, mas trocou idéias com ele, levando-o a compreender o valor de uma alma e o coração de Deus que não faz acepção de pessoas, quer sejam judeus, quer sejam gregos, assírios, brasileiros, ou qualquer outra etnia. Jonas presenciou tantos milagres e sinais sobrenaturais em tão pouco espaço de tempo; pode ver o poder de Deus operar maravilhosamente, e como israelita, viu o seu Deus ser reconhecido e adorado por uma nação inteira. Qual pastor não ficaria orgulhoso e feliz com tamanho sucesso ministerial? Destruição de vidas humanas não é aceitável, ainda que sejam de pecadores contumazes e até perseguidores da fé. Não há espaço para revolta e ressentimento no coração de quem representa a Deus e está responsável por comunicar o seu amor.

 

Senhor, obrigado por ser exatamente como Jonas descreveu. Permita-nos te adorar como o nosso Deus grande e poderoso e nos aproximar para aprendizado, nos conformando à tua santidade e bondade. Verdadeiramente o Senhor ama os povos e somos prova disso. O nosso Deus salva e perdoa generosamente. Te amamos e apresentamos nossa gratidão, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason