Meditação do dia 14/03/2016
2 Cr 31.1 “E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades de Judá e quebraram as estátuas, cortaram os bosques, e derrubaram os altos e altares por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, até que tudo destruíram; então tornaram todos os filhos de Israel, cada um para sua possessão, para as cidades deles.”
Um dia de manifestações – Há poucos dias estava vendo uma reportagem na TV sobre a influencia judaica na cultura brasileira, que é muito maior e mais entranhada do que a maioria de nós imaginamos. O repórter citou por exemplo o costume onde a maioria das família e donas de casa normalmente fazem uma faxina geral na sexta feira; é dia de limpar, arrumar e dar uma geral. Segundo a reportagem herdamos isso do hábito judaico de guardar o sábado, portanto, na sexta feira, eles antecipavam esse serviço; não deixa de ser interessante. As festas promovidas pelo rei Ezequias, celebrando a Páscoa e restaurando o templo e o culto e convocando a população para participarem, produziu um avivamento de fé e devoção a Deus e um desejo de fazer as coisas do jeito certo de agora em diante. Por muitos anos eles vinham convivendo com uma fé contaminada com outros cultos e os altares e lugares sagrados a toda sorte de ídolos e deuses se espalhavam pelo país inteiro. Alguns desses lugares sagrados, eram bosques plantados e cultivados em homenagem a certos cultos e as estátuas e lugares elevados onde se cultuavam ou construíam marcos eram vistos em abundancia, numa concorrência desleal ao que lhes fora ensinado na lei e nos mandamentos. Ao saírem no final da festa em Jerusalém, cheios de um zelo fervoroso e um desejo de livrar-se de vez da contaminação espiritual, eles fizeram uma verdadeira operação de limpeza contra o culto pagão em Israel. Quebraram e desfizeram de tudo o que não fazia parte do culto a Jeová e que constituía violação das leis de Deus. Fizeram isso em Jerusalém e Judá e foram pelo interior do país “botando pra quebrar!” Isso foi literal! Para nós, hoje, isso é simbólico na ação, mas deve ser literal na atitude do coração. Ninguém vai sair por aí quebrando nada e coisa alguma do culto de outras pessoas ou agredindo a crença e a manifestação que lhes é assegurado constitucionalmente. A questão é nossa, dentro de nossas próprias igrejas e denominações, mas ainda mais profundo, é dentro de cada um de nós, como pessoas, indivíduos. O culto à Deus é algo muito íntimo e pessoal, já que cada um terá que prestar contas de si, perante o tribunal de Deus. O tipo de avivamento que interessa e faz diferença, acontece quando a nossa devoção e o nosso compromisso é levado tão à sério que vasculhamos a nossa vida e destituímos todo e qualquer ídolo e objeto que esteja recebendo atenção que concorra com a espiritualidade que a Bíblia exige daqueles que adoram a Deus em espírito e em verdade. Quebrar imagens de barro e de ferro ou de madeira é fácil, o duro é renunciar a si mesmo e dar a Deus o louvor e a honra que lhe é devido. Aparentar e externamente ser puritano, santarão é fácil e simples e até dá moral. Mas Deus vê o coração e ama a verdade no íntimo, como diz no Salmo 51.6. Promover um da de manifestação é bom, mas o nosso coração tem que estar já convertido e disposto a não praticar aquilo contra o que estamos protestando. Para varrer a idolatria do mapa, tem que começar com o meu mapa pessoal.
Senhor, Tu és o Deus que vê, foi assim que Agar, a serva de Abraão te conheceu e sei que tudo vês, tudo podes e nada escapa ao teu cuidado. Nada há escondido que um dia o Senhor não trará a plena luz. Graças te rendemos por podemos andar na luz e assim ter comunhão contigo e com todos os que amam a verdade e a justiça e se esforçam por andar na tua luz. Aviva, ó Senhor o nosso coração, com avivamento que transforma e liberta, sem legalismo e no leva a crucificação da carne e seus apetites exagerados. Santifica-nos através da tua Palavra. Em Nome de Jesus, Amém.
Pr Jason