Meditação do dia 06/05/2016
Jó 15.31 “Não confie, pois, na vaidade, enganando-se a si mesmo, porque a vaidade será a sua recompensa.”
Cuidados com a vaidade – Me lembro de uma anedota caipira sobre um português que tirava leite de suas vacas no sítio, e vendia de porta em porta na cidade. Acontece que ele não era nada honesto e acrescentava água ao leite, para ter maiores lucros. Avarento não confiava em bancos e por isso guardava o dinheiro em casa e conseguiu juntar uma mala cheia de dinheiro. Como estava rico resolveu viajar de volta para “as terras de além mar, lá detrás dos montes.” Embarcou num navio e não se separava da mala cheia de dinheiro. No Barco havia um outro viajante com um macaco muito peralta e arteiro que não foi com a cara do portuga e começou a perturbá-lo, deixando-o muito irritado. O clímax da aversão se deu quando o macaco lhe roubou a mala de dinheiro e subiu no mastro principal do navio e começou a bater a mala, até que ela abriu e toda a grana foi levada pelo vento, caindo no mar e se perdendo para sempre. O leiteiro desonesto, se desesperava ao ver aquilo e finalmente se aquiesceu dizendo: “Todo aquele dinheiro, da água veio e pra água voltou!” O amigo de Jó, recomenda para que ele não coloque sua confiança na vaidade, enganando-se a si mesmo, pois dessa mesma forma ele seria recompensado. Buscando a definição de vaidade, encontramos: “Qualidade do que é vão, vazio, firmado sobre aparência ilusória.” Ou “Qualidade do que é vão, instável ou de pouca duração.” Ainda; “A vaidade (chamada também de orgulho, ostentação, presunção, futilidade, algo sem valor, soberba ou amor próprio) é o desejo de atrair a admiração das …” Qualquer dessas definições não é lá algo recomendável para se estruturar a vida e coisas importantes da vida. Colocar a confiança na vaidade é completa insensatez. A vida é muito importante para ser desperdiçada ou colocada em risco, sobre fundamentos tão frágeis. Viver de aparência é risco assumido com a consciência de que não dará resultados bons e duráveis. Deixe-me falar sobre uma área que entendo um pouco e lido com ela no meio dia a dia, que é o ministério pastoral á frente de uma igreja. Tenho muitas pessoas sob minha responsabilidade, que esperam que eu ensine certo, faça as coisas certas e traga aos seus corações uma segurança espiritual e eclesiástica, para que elas se dediquem bem nas demais áreas de suas vidas. Eu tenho 52 semanas por ano outros 52 domingos para ministrar pregações, ensinos e orientações baseados na Palavra de Deus. Bom todos os pastores tem isso também, mas no que me diz respeito estou sempre de olho no que posso fazer com tantas oportunidades; ao final de cada ano, qual é o resumo, o balanço do que fiz e como utilizei esse tempo e oportunidade? Isso não deixa ficar pregando aleatoriamente, escolhendo assuntos de última hora, para preencher um espaço de tempo. Não quero construir um ministério sobre aparência de ministério sério e espiritual, sob vaidade e ostentação e ficar de bem com a galera! Ministério, é coisa séria, e um dia vou prestar contas disso e lá já será tarde demais para arrependimento. E você, está vivendo confiando em vaidades? Em valores vãos? Reflita! Senão, um dia a casa cai!
Senhor Deus, graças de dou, por seu investimento na minha vida, através do sacrifício de Jesus lá na cruz. Ele deu sua vida por mim, deixou sua glória para vir viver e experimentar a vida humana, para ser o Salvador dos homens. Obrigado por Jesus ser o nosso substituto, mas também exemplo de como viver uma vida real, saudável, útil e abençoadora e ao chegar ao ponto final, poder dizer que “está consumado!” Quero um coração consagrado, autentico e fiel a ti e à tua Palavra. Em nome de Jesus, amém.
Pr Jason