O Justo Não Será Desamparado

Meditação do dia: 17/07/2025

“Fui moço e agora sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão.” (Sl 37.25)

O Justo Não é Desamparado Começo a escrever essa meditação, dizendo a você que me lê, que pela primeira vez em inumeráveis vezes que já li esse texto, eu me vi de uma forma nova, diferente e porque não, divertida. É que conheço essas palavras desde a minha adolescência, e de lá para cá já se passaram uns bons anos. Já preguei e já citei esse texto em muitas ocasiões e sempre eu dizia que Davi dizia que fora moço e agora já era velho – mas hoje ao ler o texto, percebi que agora eu também já me enquadro na mesma situação, pois também já fui moço e agora sou velho… quem diria!!! Por esses dias, farei 66 anos e isso é uma boa quantia e que bom que foram bem vividos, utilizados em sua maioria, (40) deles no ministério pastoral de tempo integral e (49) desde a minha entrega pública e confissão de fé em Jesus. Sou muito grato por isso, e também a vocês que nos últimos anos tem compartilhado comigo nesse processo de edificação através das meditações diárias e constantes; acredito que crescemos juntos. Deus abençoe vocês e continuem firmes e fortes, porque o trabalho de vocês também terá recompensa. Pensando no texto e na verdade sobre os justos não serem desamparados, certamente pessoas dirão que há controvérsias, pois pode haver e certamente há, situações em que pessoas boas, cristãs e piedosas passam por momentos e crises bem difíceis e ficam sem apoio. Sim e não, diria eu! Nós, ocidentais e maiormente latinos e sul americanos, temos algumas prioridades e escalas de valores que não batem muito com os valores bíblicos e espirituais encontrados na Palavra de Deus. Estamos atualmente num momento cultural e de cosmovisão muito pervertido e contaminado com o humanismo e egoísmo, tudo junto e misturado com a colher de pau daquele que ronca e fuça. A Bíblia é um livro oriental, escrito por orientais, para orientais e chegou até nós como palavra de Deus, regra de fé e prática, para conhecermos as verdades do Reino de Deus, os princípios espirituais e de vida do ponto de vista de Deus, de forma imutáveis, intransferíveis e acima das culturas e conveniências humanas, mundanas e etc. Enchemos nossas casas, vidas e nosso tempo com tanta quinquilharia e inutilidades e dizemos que não dá viver sem essas coisas; as pessoas se sentem frustradas, decepcionadas se não puderem se encher de coisas e desperdícios, com danos, prejuízos e perdas diárias, mas é assim que querem viver e é assim que consideram “ser uma vida boa!” Por isso, temos nossos conceitos de tantas vidas desvalidas, desamparadas, marginalizadas, oprimidas e sem oportunidades. Mas quem estabeleceu tais critérios? Quem elegeu quais bens são indispensáveis? Quem modera o que é o certo e o conveniente para todos? Eu pergunto: Os padrões e critérios bíblicos e divinos nos satisfazem? O que Jesus pregou e ensinou sobre bens, riquezas, necessidades e satisfações, é suficiente para nós? A maioria dos cristãos ainda nem compreenderam o que diz o Salmo 23.1: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.” Para o seu conforto, estou falando de mim também!

Senhor, obrigado por ser o nosso Deus e o nosso provedor, de tal forma que administras perfeitamente bem as necessidades dos seus servos, não deixando faltar e não desperdiçando, mas fazendo o melhor proveito de tudo que está disponível, desde o início. Confiamos em ti, que nos levará a maturidade e ao crescimento para uma vida feliz e satisfeita em todos os sentidos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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