Meditação do dia: 11/01/2026
“Ele faz cessar as guerras até os confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo.” (Sl 46.9)
As Armas de Guerra – Desejo seguir e desenvolver um raciocínio que iniciamos na meditação de ontem, para nos aprofundarmos em questões que podem produzir caminhos de cura e libertação, ou ao menos edificação. Entendemos que as guerras citadas ali não são as bélicas entre as nações, embora não as exclua; as armas ali designadas como arco, lança e carros de guerra, também não são literais, mas não nos exime de ponderar sobre o tema na mente do Salmista, que fora um homem de guerra, guerreiro valente e vencedor de muitas batalhas e guerras. O outro lado que pensamos, foi observar a exortação de Tiago: “De onde procedem as guerras e brigas que há entre vocês? De onde, senão dos prazeres que estão em conflito dentro de vocês?” (Tg 4.1). é público e notório nos dias atuais que consultórios de analistas, psicólogos, terapeutas e psiquiatras estão com agenda lotada e não atendem apenas vítimas de violências, abusos, traumas de serviços que exigem um alto grau de periculosidade e estresse. Até crianças menores de dez anos já estão nesses filas. Cristãos, que por natureza de sua fé e práticas de oração, adoração, comunhão e intimidade com Deus e as realidades sobrenaturais, sendo templos do Espírito Santo e acessando recursos de cura e saúde por meio da fé; estão também apinhando os gabinetes pastorais, consultórios médicos e psiquiátricos e dando muitas oportunidades aos diversos profissionais de saúde mental e emocional. Tiago, que era irmão de Jesus, praticamente escreveu o que o seu irmão e Mestre ensinou: “¹⁹Porque do coração procedem maus pensamentos, homicídios, adultérios, imoralidade sexual, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. ²⁰São estas as coisas que contaminam a pessoa; mas o comer sem lavar as mãos não a contamina” (Mt 15.19,20). Quais são as armas e equipamentos usados nessas guerras interiores? O que se faz para afastar “os inimigos?” Como se protege dos ataques à mente, as emoções? Como se protege das chantagens emocionais? Como atacamos e destroçamos aquilo que cruza nosso caminho? Como reagimos quanto confrontados ou atacados e nos tornamos vulneráveis? O escritor aos Hebreus ensina uma verdade muito profunda sobre uma das razões ou efeitos da encarnação de Cristo para o propósito da redenção: “¹⁴Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, também Jesus, igualmente, participou dessas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, ¹⁵e livrasse todos os que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” (Hb 2.14,15). O pavor da morte mantem as pessoas escravas por toda a vida. Como falamos, primeiro tentamos entender o texto literalmente: Morte aqui não necessariamente, o fim da vida física. Pode ser a vida emocional, psicológica, a reputação, o nome, o testemunho; o medo de pecar, de errar, de não dar conta. Veja e pense como algo assim deixa pessoas apavoradas, em pânico, travadas, até literalmente. Já viu gente grande com medo de agulha de injeção? Ou coletar sangue para exames? Agora imagine temas mais fortes e relevantes?
Senhor, obrigado por nos livrar do mal, da morte e de tudo que isso agrega e significa. Tu és o autor da vida, o doador da vida, aquele que nos sustenta e garante a nossa sorte. Em ti podemos andar em vitória e segurança porque as tuas promessas são firmes e fieis. Somos gratos em nome de Jesus, amém.
Pr Jason