Meditação do dia: 17/01/2026
“O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.” (Sl 46.11)
A Prática de Servir o Senhor dos Exércitos – Somos servos de Deus, de vontade própria; escolhemos abraçar a fé e as responsabilidades que isso traz e ao mesmo tempo desfrutar dos benefícios advindos do exercício fiel e responsável de nossa relação com Deus. O apóstolo Paulo, ensinou que quem se alista, tem um compromisso e uma responsabilidade: “³Participe dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. ⁴Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é agradar aquele que o recrutou” (2 Tm 2.3,4). Continuaremos vendo as sequencias que escolhemos, numa espécie de meditação-estudo bíblico, já vimos duas partes: A. Conceitos na Bíblia sobre Deus como Senhor dos Exércitos – B. Experiencias e eventos com Deus como Senhor dos Exércitos; Agora teremos uma sequência: C. Realidades práticas por ter Deus como Senhor dos Exércitos: 1. 2 Tm 2.4 – Soldado cristão quer agradar quem o alistou. “⁴Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é agradar aquele que o recrutou.” 2. Ef 6.10-17 – Deus providenciou armas e armaduras para o combate da fé. “¹⁰Quanto ao mais, sejam fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. ¹¹Vistam-se com toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo. ¹²Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais. ¹³Por isso, peguem toda a armadura de Deus, para que vocês possam resistir no dia mau e, depois de terem vencido tudo, permanecer inabaláveis. ¹⁴Portanto, fiquem firmes, cingindo-se com a verdade e vestindo a couraça da justiça. ¹⁵Tenham os pés calçados com a preparação do evangelho da paz, ¹⁶segurando sempre o escudo da fé, com o qual poderão apagar todos os dardos inflamados do Maligno. ¹⁷Usem também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.” 3. 2 Co 10.4,5 – As nossas armas não são carnais e sim, poderosos em Deus. “⁴Porque as armas da nossa luta não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruir fortalezas. Destruímos raciocínios falaciosos ⁵e toda arrogância que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento à obediência de Cristo.” 4. Rm 13.12 – Revistamo-nos das armas da luz. “Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.” 5. 2 Co 6.7 – Armas da justiça, tanto ofensivas quanto defensivas. “na palavra da verdade, no poder de Deus; pelas armas da justiça, tanto para atacar como para defender;” É perceptível que tudo na vida, em todos os aspectos estão relacionados com a batalha espiritual da qual fazemos parte e que é a razão de termos sido alistados no exército de Deus. Precisamos estar cientes de que todos os elementos se juntam para cumprir os propósitos divinos em relação a obra de redenção. Assim sendo não podemos pensar e conceber a idéia de que o exército de Deus é composto apenas de anjos e seres celestiais e espirituais. Numa guerra de verdade, há muito mais áreas envolvidas do que simplesmente a linha de frente onde está o conflito. Há muitas equipes e diversas tarefas e habilidades necessárias, que até parecem que não tem nada com guerras. Não é só fuzileiros e armamentos bélicos que ganham uma guerra. Transporte esse conceito para a vida espiritual e um propósito eterno, envolvendo toda a humanidade, de fato, é muito maior que a nossa compreensão primária. Qual é o nosso lugar e o nosso papel?
Senhor dos Exércitos, grande é o Senhor e os teus propósitos eternos; graças te rendemos por fazermos parte dos teus planos e propósitos. Pedimos sabedoria e discernimento para fazermos o melhor com os recursos que estão à nossa disposição, te louvamos em nome de Jesus, amém.
Pr Jason