Shekinah

Meditação do dia: 21/02/2025

“Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas; o Deus da glória troveja; o Senhor está sobre as muitas águas.” (Sl 29.3)

Shekinah – A conhecida palavra Shekiná (Shekïnâ), traduzida como “resplendor, presença de Deus habitando entre o Seu povo,” não aparece nem no AT nem no NT.  Ela deriva do verbo Shãkhan (שכן = habitar, fazer morada), o qual aparece em versículos como: Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo Gn 9. 27). Então veio um, que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu; ele habitava junto dos carvalhais de Manre, o amorreu, irmão de Escol, e irmão de Aner; eles eram confederados de Abrão (Gn 14.13). Naqueles dias Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome com o qual Deus a chamará: O Senhor é a nossa justiça (Jr 33.16). Também aparece em Êx 40.35 – “Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia [Shãkhan] sobre ela, e a glória do Senhor [kãbhôdh] enchia o tabernáculo.”  Shekiná (Shekhinah, Shekïnâ), na verdade, é um conceito cabalístico, místico, que a considera como a face feminina da Presença Divina. Segundo a Cabala,(*) Shekiná é uma energia cósmica poderosíssima que habita no interior do Universo, vivifícando-o e sendo a sua alma ou espírito. Como foi escrito acima, a glória de Deus está muitas vezes associada a brilho ou esplendor. Em Ez 1: 26-28 está escrito: “Por cima do firmamento que estava sobre a sua cabeça, havia algo semelhante a um trono, como uma safira; sobre esta espécie de trono, estava sentada uma figura semelhante a um homem. Vi-a como um metal brilhante, como fogo, ao redor dela, desde os lombos e daí para cima; e desde os seus lombos e daí para baixo, vi-a como fogo e um resplendor ao redor dela. 28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem em dia de chuva, assim era o resplendor em redor. Esta era a aparência da glória do Senhor; vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava”.  “Assim era o RESPLENDOR em redor” é traduzido na bíblia hebraica da seguinte maneira: “assim era o REFLEXO ao seu redor.”  Os escritores dos Targuns criaram a palavra ‘Shekiná’ para indicar o próprio Deus, removendo o conceito de Deus com forma e sentimentos, o que o judaísmo tradicional pregava e não deixava ser removido. Esse novo ponto de vista, na verdade, trouxe um conceito abstrato de Deus, mais frio e distante (uma simples ‘energia cósmica,’ ao invés de um ser com identidade própria). Ezequiel, assim como todos os outros que tiveram a visão do trono, descreveu a glória de Deus com a aparência de brilho e resplendor. Isso nos mostra que o Senhor é o mesmo de ontem, de hoje e de sempre, ou seja, luz; uma luz de verdade que resplandece nas trevas, expulsando todo tipo de falso ensino e mentira do inimigo. Por isso, João escreveu: “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1 Jo 1.5-6).Assim, continuarei a fazer o que sempre tenho feito. Com isso, frustrarei aqueles que procuram uma oportunidade de se orgulhar de realizar um trabalho como o nosso. Esses indivíduos são falsos apóstolos, obreiros enganosos disfarçados de apóstolos de Cristo. Mas não me surpreendo. Até mesmo Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é de admirar que seus servos também finjam ser servos da justiça. No fim, receberão o castigo que suas obras merecem. (2 Co 11.12-15 NVT)

(*)Kabala = sistema filosófico-religioso judaico de origem medieval (XII-XIII), mas que integra elementos que remontam ao início da era cristã. [Compreende preceitos práticos, especulações de natureza mística, esotérica e taumatúrgica; afirma que o universo é uma emanação divina, tendo grande importância a interpretação e deciframento dos textos bíblicos (Antigo Testamento)

Senhor Deus e Pai, graças te rendemos e louvamos o teu santo nome, por todas as tuas maravilhas. Seja sempre engrandecido o teu nome e o teu trono de glória. Oramos, adoramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Deus da Gloria (3)

Meditação do dia: 20/02/2025

“Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas; o Deus da glória troveja; o Senhor está sobre as muitas águas.” (Sl 29.3)

Deus da Glória (3) – Seguimos compartilhando um material de uma série de mensagens que pregamos na Monte das Oliveiras à algum tempo atrás, que foi muito edificante e como estamos meditando nesse salmo que enfatiza muito sobre a glória de Deus e o Deus da glória, entendi que seria oportuno compartilhar com todos. espero que seja de fato edificante. Vamos lá? No AT, a manifestação física de que a presença de Deus estava chegando (a glória de Deus) poderia ser a aparência de um fogo consumidor, no caso de Sua autoridade e Seu poder serem usados. O Senhor, seu Deus, é fogo devorador; é Deus zeloso (Dt 4.24). Para os israelitas que estavam ao pé do monte, a glória do Senhor no alto do Sinai parecia um fogo consumidor (Êx 24.17). Uma vez que recebemos um reino inabalável, sejamos gratos e agrademos a Deus adorando-o com reverência e santo temor. Porque nosso Deus é um fogo consumidor (Hb 12.29). Em outros casos, quando Seu propósito era outro e Ele desejava mostrar outro aspecto do Seu caráter, ao invés de fogo aparecia nuvem, fumaça, vento ou, então, o cicio suave, como aconteceu com Elias. O Senhor ia adiante deles. Durante o dia, guiava-os com uma coluna de nuvem e, durante a noite, fornecia luz com uma coluna de fogo. Isso permitia que caminhassem de dia e de noite. E a coluna de nuvem não se afastava do povo durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite (Êx 13.21,22). No dia em que foi armado o tabernáculo, a tenda da aliança, a nuvem o cobriu. Desde o entardecer até o amanhecer, a nuvem sobre o tabernáculo parecia uma coluna de fogo. Era assim que sempre acontecia: à noite, a nuvem que cobria o tabernáculo tinha a aparência de fogo. Cada vez que a nuvem se elevava da tenda, o povo de Israel levantava acampamento e a seguia. No lugar onde a nuvem parava, eles acampavam (Nm 9.15-17). A nuvem no NT é algo intimamente relacionado à presença de Jesus, e que não apenas representa a glória de Deus, onde o Espírito Santo está implícito, mas é também um símbolo físico da essência divina que está parcialmente encoberta ao homem.

Obrigado Senhor, por se revelar em  Cristo Jesus e manifestar o seu amor e bondade. Te louvamos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Deus da Glória (Parte 2)

Meditação do dia: 19/02/2025

“Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas; o Deus da glória troveja; o Senhor está sobre as muitas águas.” (Sl 29.3)

Deus da Glória (2) – Na Bíblia, a glória de Deus está muitas vezes associada a brilho ou esplendor.  Os pastores viram a glória de Deus no nascimento de Jesus: “Naquela noite, havia alguns pastores nos campos próximos, vigiando rebanhos de ovelhas. De repente, um anjo do Senhor apareceu entre eles, e o brilho da glória do Senhor os cercou. Ficaram aterrorizados, mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo! Trago boas notícias, que darão grande alegria a todo o povo. Hoje em Belém, a cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor!” (Lc 2.8-11) No momento da transfiguração de Jesus, quando a Bíblia descreve a presença de uma nuvem luminosa envolvendo os discípulos), “Seis dias depois, Jesus levou consigo Pedro e os dois irmãos, Tiago e João, até um monte alto. Enquanto os três observavam, a aparência de Jesus foi transformada de tal modo que seu rosto brilhava como o sol e suas roupas se tornaram brancas como a luz. De repente, Moisés e Elias apareceram e começaram a falar com Jesus. Pedro exclamou: “Senhor, é maravilhoso estarmos aqui! Se quiser, farei três tendas: uma será sua, uma de Moisés e outra de Elias. Enquanto ele ainda falava, uma nuvem brilhante os cobriu, e uma voz que vinha da nuvem disse: Este é meu Filho amado, que me dá grande alegria. Ouçam-no! Os discípulos ficaram aterrorizados e caíram com o rosto em terra. Então Jesus veio e os tocou. “Levantem-se”, disse ele. Não tenham medo. E, quando levantaram os olhos, viram apenas Jesus” (Mt 17.1-8). Tanto no AT como no NT, assim como está relacionada com nuvem ou fumaça, vento tempestuoso e fogo. A experiencia da visão de Ezequiel: “Quando olhei, vi uma grande tempestade que vinha do norte. Uma nuvem faiscava com relâmpagos e brilhava com luz intensa. Dentro da nuvem havia fogo e, no meio do fogo, resplandecia algo semelhante a âmbar reluzente. Do centro da nuvem surgiram quatro seres vivos de aparência humana, porém cada um tinha quatro rostos e quatro asas. Suas pernas eram retas, e seus pés tinham cascos como os de bezerro e brilhavam como bronze polido” (Ez 1.4-7). “Os seres vivos eram semelhantes a brasas acesas ou tochas reluzentes, e relâmpagos pareciam faiscar entre eles. Os seres vivos se deslocavam de um lado para o outro rapidamente, como relâmpagos. Enquanto eu olhava para esses seres, vi quatro rodas que tocavam o chão junto a eles, uma roda para cada um. As rodas brilhavam, como se fossem feitas de berilo. As quatro rodas eram semelhantes e feitas da mesma forma; cada uma tinha dentro dela outra roda que girava na transversal” (Ez 1.13-16). “Acima deles estendia-se uma superfície como o céu, brilhante como cristal. Abaixo dessa superfície as asas de cada ser vivo se estendiam de modo a tocar as asas dos outros, e as outras duas asas cobriam seu corpo. Quando voavam, o estrondo de suas asas soava para mim como ondas do mar quebrando na praia, como a voz do Todo-poderoso, ou como os gritos de um grande exército. Quando os seres pararam, abaixaram as asas. Enquanto estavam com as asas abaixadas, uma voz falou de além da superfície acima deles” (Ez 1.22-25). “Acima dessa superfície havia algo parecido com um trono de safira. No trono, bem no alto, havia uma figura semelhante a um homem. Da cintura para cima, tinha a aparência de âmbar reluzente que cintilava como o fogo, e, da cintura para baixo, parecia uma chama ardente que brilhava com esplendor. Estava rodeado por um aro luminoso, como arco-íris que resplandece entre as nuvens num dia de chuva. Essa era a aparência da glória do Senhor para mim. Quando a vi, prostrei-me com o rosto no chão e ouvi a voz de alguém que falava comigo” (Ez 1.26-28). O que Ezequiel descreve aqui nos versos 22 e 26 é muito semelhante ao que Moisés descreveu ter visto no Monte Sinai. Ex 24.9,10 – “Depois, Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e os setenta líderes de Israel subiram ao monte, onde viram o Deus de Israel, e sob os pés dele havia uma superfície azulada como a safira e clara como o céu.”  Na maioria das vezes, é quase impossível separar a expressão ‘Glória de Deus’ ou ‘Glória do Senhor’ da presença desses fenômenos físicos, em especial da nuvem. Assim, ‘Glória de Deus’ ou ‘Glória do Senhor’ simboliza a revelação do poder, da pessoa, da natureza e da presença de Deus para a humanidade, às vezes acompanhada de fenômenos físicos; portanto, o Espírito Santo está implícito nesta manifestação. Apenas em Êx 19.9, 16, 18 e Êx 20: 18 – é que a bíblia descreve a presença de Deus como uma nuvem escura, acompanhada de trovões, relâmpagos e fogo: “O Senhor disse a Moisés: “Virei até você numa nuvem densa, para que o povo me ouça quando eu lhe falar e, assim, confie sempre em você. Moisés relatou ao Senhor o que o povo tinha declarado. Na manhã do terceiro dia, houve estrondo de trovões e clarão de raios, e uma nuvem densa envolveu o monte. Um toque longo de trombeta ressoou, e todo o povo que estava no acampamento tremeu. O monte Sinai estava todo coberto de fumaça, pois o Senhor havia descido em forma de fogo. Nuvens de fumaça subiam ao céu, como de uma imensa fornalha, e todo o monte tremia violentamente.”  “Quando o povo ouviu os trovões e o som forte da trombeta, e quando viu o clarão dos raios e a fumaça que subia do monte, ficou a distância, tremendo de medo.” (Ex 20.18.

Senhor, obrigado pela manifestação da tua glória e por nos encher da tua graça através da tua presença em nossas vidas por meio do Espírito Santo que em nós habita. Somos gratos, louvamos, adoramos e proclamamos que o Senhor é o Deus de toda a glória, para sempre e eternamente, amém.

Pr Jason

Deus da Glória

Meditação do dia: 18/02/2025

“Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas; o Deus da glória troveja; o Senhor está sobre as muitas águas.” (Sl 29.3)

Deus da Glória – A glória de Deus significa dignidade, honra, reputação, esplendor, a manifestação do poder de Deus onde é preciso. Descreve a revelação do caráter e da presença de Deus. Dicionário de língua portuguesa define GLÓRIA com os seguintes significados:Celebridade, renome, reputação, honra, orgulho, magnificência, brilho, esplendor, prestígio, alegria, satisfação, grande mérito, superioridade, dignidade. No dicionário de Inglês, outras definições podem ser acrescentadas: Exaltação, louvor ou honra, que é concedido por consentimento geral; algo que traz ou é digno de louvor (especialmente na frase ‘coroa de glória’). Uma expressão de ação de graças, adoração ou culto: “Glória a Deus!” A beleza e a felicidade do céu (no sentido espiritual); A palavra bíblica para glória de Deus é kãbhôdh (hebr; pronuncia-se ‘kavôd’) ou doxa (Septuaginta, a versão grega do AT). Significa peso ou dignidade, e que pode ser entendida como a manifestação do poder de Deus onde é preciso, honra, vitória, proteção, abundância, riqueza, reputação. “Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo” (Ex 40.34,35). “Deu ao menino o nome de Icabode, e disse: “Foi-se embora a glória de Israel”, pois a arca de Deus havia sido tomada, e seu sogro e seu marido estavam mortos. Disse ainda: “Foi-se embora a glória de Israel, pois a arca de Deus foi tomada!” ( Sm 4.21,22). “Fazei, pois, umas imagens das vossas hemorróidas e dos vossos ratos, que andam destruindo a terra, e dai glória ao Deus de Israel; porventura aliviará a sua mão de cima de vós, e de cima do vosso deus, e de cima da vossa terra” (1 Sm 6.5). Confira também: (1 Rs 8: 11; 1 Cr 16: 28; 1 Cr 29: 12; Is 11: 10; Is 24: 23; Is 42: 12 etc.). É o equivalente judaico do Espírito Santo operando com sua presença e poder na igreja. O Senhor é digno de receber toda honra e toda glória: “Tu és digno, ó Senhor e nosso Deus, de receber glória, honra e poder. Pois criaste todas as coisas, e elas existem porque as criaste segundo a tua vontade” (Ap 4: 11). Kãbhôdh serve para descrever a revelação do caráter e da presença de Deus na pessoa e na obra de Jesus Cristo. Ele é o resplendor da glória divina: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles” ( (Hb 1.3-4). “O Filho irradia a glória de Deus, expressa de forma exata o que Deus é e, com sua palavra poderosa, sustenta todas as coisas. Depois de nos purificar de nossos pecados, sentou-se no lugar de honra à direita do Deus majestoso no céu, o que revela que o Filho é muito superior aos anjos, e o nome que ele herdou, superior ao nome deles” ((Hb 1.3-4 NVT).

Senhor Deus de toda a glória! A ti pertence toda honra e glória que possamos tributar ao Senhor como o Deus de nossas vidas. Te engrandecemos e louvamos por isso e tudo que se refere ao teu glorioso nome e poder, em todas as gerações, para todo sempre, amém.

Pr Jason

A Glória de Deus e a Beleza de Sua Santidade (2)

Meditação do dia: 17/02/2025

“Deem ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorem o Senhor na beleza da sua santidade.” (Sl 29.2)

A Glória de Deus e a Beleza da Sua Santidade(Parte 2) – Um terceiro efeito de vermos a glória de Deus é uma transformação em nosso relacionamento com os outros. Uma vez que tenhamos recebido esta revelação da glória de Deus, não podemos continuar com nossas velhas maneiras de tratar os outros. Tudo precisa mudar. Paulo adverte: “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4.31,32). Deus está dizendo através de Paulo, “Vocês viram a Minha glória e conhecem a Minha natureza – que sou pleno de graça, longânimo, pronto a perdoar. Quero que vocês expressem aos outros quem EU SOU.” Quando Jesus diz, “Seja misericordioso com os outros, como Deus foi misericordioso contigo,” a palavra “misericórdia” vem do grego que significa “angústia, tormento.”  O sentido pleno é “levar para o seu coração a angústia e o tormento das dores da outra pessoa com a intenção de lhe dar conforto e alívio.” Ser misericordioso quer dizer tomar a dor do outro. Isso inclui os que nos ofendem. Isso é exatamente o que o Senhor faz por nós. Quantas vezes Jesus tomou a sua angústia e tormento causados pelo pecado, lhe dando consolação e perdão em troca? Quantas vezes Ele removeu as suas lágrimas e falou bondosamente com você através da Sua palavra? Ele faz isso por nós vez após outra. Podemos fazer aplicações mais práticas, respondendo algumas perguntas, como: 1. Como não aceitar em nossos corações o tomar a angústia e o tormento de alguém que sabemos estar sofrendo? Em resposta ao amor de Deus. 2. A palavra “compaixão” significa “ser afetado, tocado pela angústia e tormento dos outro – e estar resolvido a fazer alguma coisa quanto a isso.” Vamos ser compassivos? 3. Se você teve uma revelação da glória do Senhor, saberá o que significa provar do Seu amor, misericórdia e perdão. E você está sendo transformado por esta glória? 4. Agora, Jesus diz: “Tome esta glória e faça-a brilhar no mundo ao seu redor.” É hora de agir em amor, como o Senhor continuamente tem feito por você e por mim. Amém!

Senhor, obrigado por manifestar a sua glória e nos revelar a sua pessoa com todo amor, compaixão, misericórdia que de fato não merecemos, mas somos gratos por isso. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Glória de Deus e a Beleza de Sua Santidade

Meditação do dia: 16/02/2025

“Deem ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorem o Senhor na beleza da sua santidade.” (Sl 29.2)

A Glória de Deus e a Beleza da Sua Santidade – Quero compartilhar aqui um depoimento, o testemunho de um grande líder cristão, que revolucionou a ministério de levar o Evangelho aos marginalizados, drogados e gangues de Nova York. Um testemunho de Davi Wilkerkson: Durante anos de ministério, experimentei períodos sérios da disciplina do Senhor – como uma vara me corrigindo. Numa destas vezes eu estava sendo caluniado terrivelmente. Depois de algum tempo fiquei fisicamente esgotado por esta batalha. Um dia Deus me direcionou à oração de Jeremias: “Castiga-me, ó Senhor, mas em justa medida, não na tua ira, para que não me reduzas a nada” (Jr 10.24). As palavras de Jeremias se tornaram a minha oração diária durante aquele tempo de provação. Eu orava, “Senhor, corrija-me e julgue-me se assim for. Mas, por favor, não o faça em ira. Se eu ouvir mais uma palavra irada que seja, isso vai me destruir.” Toda vez que verbalizava esta prece, eu ouvia a voz do Senhor me cochichando: “David, se escolhi te corrigir, é porque te amo. Esta provação não é absolutamente julgamento meu. Sou misericordioso, pleno de graça, amoroso e longânimo contigo. Agora, se aquiete e veja a minha glória.” O conhecimento da Sua glória – da Sua natureza e caráter – me levou a um estado de total repouso. Na verdade, uma vez tendo tal revelação da glória de Deus, nunca mais precisaremos temer que Ele nos corrija em ira. Amados, todos que verdadeiramente adoram a Deus declaram a bênção de Suas promessas. Veem a Sua glória no amor que Ele tem por eles, e se apropriam desta glória para estabilizar suas almas conturbadas. Um segundo efeito de se ver a glória de Deus é uma mudança no semblante. “Viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, viam que a pele do seu rosto resplandecia” (Êx 34:.5). O semblante de uma pessoa é a exteriorização do coração. Nesse verso, a face de Moisés simplesmente refletia a glória de Deus em sua alma. Você pode se deleitar na presença de Deus se quiser; mas é algo inteiramente diferente a Sua glória ser revelada em você. “Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue,” (Gl 1.15,16). A revelação que Moisés recebeu foi gloriosa, mas foi apenas algo que ia se desvanecendo. O esplendor em sua face e em seu coração era o resultado dele haver tido um vislumbre da natureza de Deus. Mesmo assim, quando os israelitas o viram, eles souberam que ele havia tido uma experiência sobrenatural. Zacarias, o pai de João Batista teve uma revelação de Deus no templo: “E toda a multidão do povo estava fora, orando, à hora do incenso. E um anjo do Senhor lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso. E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. E o povo estava esperando a Zacarias, e maravilhava-se de que tanto se demorasse no templo. E, saindo ele, não lhes podia falar; e entenderam que tinha tido uma visão no templo. E falava por acenos, e ficou mudo” (Lc 1.10-12,21,22). Hoje temos algo muito mais glorioso do que Moisés teve. Nós na verdade tocamos e apalpamos a glória de Deus. “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida” (I Jo 1.1). João está dizendo realmente, “Deus revelou a plenitude da Sua glória a nós em Cristo. Vimos a Sua glória encarnada em uma pessoa. E nós andamos com Ele e O tocamos.”  Hoje não só vemos a plenitude da glória de Deus em Cristo, como ela também habita em nós – e refulge em nossos corações: “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” (2 Co 4.6). “Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tt 2.11-13). Quem é esta graça? É Jesus Cristo, cheio de misericórdia, bondade e amor. Paulo está dizendo em essência, “Tal graça que em nós habita é a revelação da bondade de Cristo. Se você permanecer Nele, a revelação Dele lhe instruirá no viver santo. Te ensinará misericórdia, graça, ternura e perdão.”

Senhor, obrigado, por tamanha bondade e misericórdia para com os teus filhos. Te louvamos e adoramos, por tudo o que tu és. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Glória Devida ao Seu Nome

Meditação do dia: 15/02/2025

“Deem ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorem o Senhor na beleza da sua santidade.” (Sl 29.2)

Glória Devida ao Seu Nome – Jesus Cristo é a imagem expressa de quem Deus é. O Pai reuniu todo o Seu caráter no Filho. Quando o nosso Senhor se tornou carne, foi uma revelação plena da natureza de Deus – a Sua misericórdia, graça, bondade e prontidão para perdoar. “Nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Cl 2.9). “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser [personalidade, natureza] (Hb 1.3). O mesmo se mantém hoje em todo aquele que recebe a revelação da glória de Deus. Nós que estamos em Cristo devemos ser transformados em uma expressão da natureza amorosa, perdoadora e misericordiosa de Deus. Paulo diz que o contemplar da glória de Deus tinha poder para transformar aquele que a contempla: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2 Co 3.18). Paulo acrescenta que devemos continuar buscando esta revelação da glória de Deus até que nos tornemos arraigados nela: “Estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.17-19). Ele está dizendo, na verdade, “Continue buscando a glória de Deus até que a revelação irrompa em você!” Alguns efeitos da revelação da glória de Deus: 1 – O primeiro efeito da glória de Deus é uma mudança em nosso relacionamento com Ele. Quando Moisés viu a revelação da glória de Deus – a sua natureza e o seu caráter maravilhosos – ele caiu de joelhos e O adorou. “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou” (Êx 34.8). Moisés ficou tão tocado pelo que viu – o quão misericordioso, paciente e amoroso Deus é com seus filhos, mesmo com os que O entristecem – que O adorou em reverência. Moisés O adorou mesmo não estando cheio de esperanças quanto a Israel. Ele sabia que o povo se inclinava para a apostasia. Naquele exato momento, lá em suas tendas eles ocultavam pequenos ídolos de ouro que haviam trazido do Egito. Moisés deve ter pensado, “Como vou controlar este povo? Até quando vai durar a paciência de Deus com essa idolatria?” Mas Deus não tinha intenção de destruir o povo. Tudo isso era um “teste de misericórdia” para Moisés. O Senhor estava perguntando: “Como você vai Me apresentar ao povo? Apenas como um Deus cheio de condenação? Ou misericordioso e longânimo e sempre pronto a perdoar?”.Essa foi a revelação da glória de Deus! E ela tranquilizou o coração de Moisés. Ele imediatamente orou: “E disse: Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, vá agora o Senhor no meio de nós; porque este é povo de dura cerviz; porém perdoa a nossa iniqüidade e o nosso pecado, e toma-nos por tua herança” (Êx 34.9). A revelação da glória de Deus deve ser a fonte de toda a nossa adoração. Deveríamos regularmente reivindicar a Sua glória, testificando em oração:

“Senhor, sei que és santo e justo, que não toleras o pecado. Mas também vi a Tua glória, e ela me faz conhecer que a Tua disposição não é para me destruir. Tu não me condenas em minhas contendas. Caí tantas vezes que eu poderia já ter sido posto de lado à esta altura. Mas Tu continuas a me mostrar o quão amoroso e longânimo És comigo. Amém e amém!!!”

Pr Jason

Graça e Força

Meditação do dia: 14/02/2025

“Deem ao Senhor, ó filhos de Deus, deem ao Senhor glória e força.” (Sl 29.1)

Glória e Força – “Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos n’Ele.” Uma verdade central e crucial da fé cristã é que Deus nos criou para a sua glória! O Objetivo de Deus a cada fase da criação e salvação é magnificar a sua glória. É possível magnificar com um microscópio ou com um telescópio. Deus criou o universo para magnificar a sua glória da forma como um telescópio magnifica os astros. Tudo o que Ele faz em nossa salvação Ele o faz com a intenção de magnificar a glória da sua graça desta forma. A cada passo a Bíblia diz que Deus faz estas coisas, através de Cristo, para expor e magnificar a sua glória. A Bíblia diz que é possível a todo cristão ver a glória do Senhor. De fato, Deus diz que irá revelar a Sua glória a todos que o buscarem para vê-la: “Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?” (Jo 11.40). Por que nos é importante ver e compreender a glória de Deus? É porque a revelação da Sua glória tem o objetivo de equipar o povo para as tempestades da vida. Segundo Paulo, tal revelação da parte de Deus tem propósitos de edificação espiritual para nossas vidas como igreja. “Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados” (At 20.32). O que é exatamente a glória de Deus? Não é uma manifestação física, ainda que alguns cristãos pensem que seja. Não é um sentimento de êxtase que o toma ou uma luz sobrenatural que irrompe. Em termos simples, a glória de Deus é uma revelação da Sua natureza e atributos. Quando o Senhor escolhe nos mostrar a Sua glória, isso é revelação de o quanto Ele quer ser conhecido por nós. Quando o Senhor enviou Moisés para libertar Israel, lhe disse “Vá, e diga que EU SOU te enviou.” Mas não deu explicação de quem “EU SOU” era. Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós(Ex 3.13,14). Então Moisés, já em meio à jornada diz a Deus: “Rogo-te que me mostres a tua glória” (Êxodo 33:18). Moisés tinha uma fome torturante de saber quem era o grande EU SOU, qual a essência de Sua natureza e caráter. Deus respondeu a oração de Moisés. Ele instruiu Moisés a se ocultar na fenda de uma rocha e aguardar o Senhor passar. Enquanto Moisés esperava não ouviu nenhum trovão, nem viu relâmpago, nenhum abalo de terra. Em vez disso, a glória de Deus veio a ele em uma simples revelação: “E, passando o Senhor por diante dele, clamou: Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniquidade, a transgressão” (Ex 34.6,7). Quando Deus revela a Sua glória ao povo, é com um propósito em mente. Ele permitiu que Moisés visse a sua glória para que este fosse transformado pela compreensão desta glória. A mesma coisa é real para nós hoje. Deus revela a Sua glória a nós para que possamos ser tranquilizados em nossa caminhada diária.

Te louvamos e adoramos, porque o Senhor é Deus glorioso, compassivo e muito misericordioso. Somos felizes e satisfeitos em ti e nos alegramos em fazer a tua vontade, com a graça e a força que o Senhor mesmo nos concede. Agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Povo de Deus

Meditação do dia: 13/02/2025

8O Senhor é a força do seu povo, o refúgio salvador do seu ungido. 9Salva o teu povo e abençoa a tua herança; apascenta-os e exalta-os para sempre.” (Sl 28.8,9)

O Povo de Deus – Uma expressão muito bonita e apropriada no Livro de Salmos sobre o povo de Deus, o que também conhecemos como a Igreja de Cristo, agora na Nova Aliança, diz o seguinte: “Saibam que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio” (Sl 100.3). Isso pode muito bem servir de uma declaração de fé. O que você crê? O que você confessa? Ah!! “Eu sei que o Senhor é Deus! Eu sei que foi quem fez a mim e a você, a todos nós! Eu creio que pertenço a ele (por direito de criação, de preservação e de redenção). Acredito que sou e somos o seu povo; isto é, tanto individualmente, como coletivamente, somos dele, ele tem um povo e faço parte desse povo. Sou uma ovelha dele, mas também faço parte de um rebanho!” Isso gera satisfação, senso de pertencimento, senso de propósito, isso anula a idéia de solidão e desprezo, desvalorização. Posso não ser a maior ovelha do rebanho, a que tem melhor e mais bonita lã; talvez eu não seja a que produza mais leite; a que melhor reproduz; a ovelha mais premiada! Mas sou uma ovelha, parte de um rebanho, recebo todos os cuidados e amor do pastor do rebanho! O mundo não gira em torno de mim; não sou o centro das atenções e nem preciso disso para me sentir amado e afirmado. O meu valor vem daquele que me criou, que me sustenta, que me ama e que investiu um alto preço para me ter! Você acha isso pouco? Acha isso insignificante? Se somos fracos. O Senhor é a nossa força! Se estamos em perigo, o Senhor é o nosso refúgio! Refugio não só para se proteger, mas para salvação!!! É Deus que salva o seu povo, não é a nossa competência, inteligência, estratégias, habilidades… é Deus mesmo que nos salva o seu povo e abençoa a sua herança! Herança bendita, abençoada, próspera, estável, prevalecente, resiliente, vencedora! Gente, é o Senhor que apascenta o seu povo, e nos engrandece, enche a nossa bola, nos valoriza todos os dias, sempre! Tudo isso acontece ao mesmo tempo, simultaneamente a todas as demais coisas que estão acontecendo em nossas vidas, em nossa caminhada de fé e em nossa esperança futura. Tudo junto e misturado!

Pai, Filho e Espírito Santo, o que dizer mais sobre o teu amor e o teu cuidado para conosco? Como nos encontramos abrigados, acolhidos, amados todos os dias; mesmo com todas as nossas fraquezas e pecados, ainda assim, não há discriminação, nem rejeição, ninguém é descartável ou segregado; muito pelo contrário, somos chamados à comunhão, para sentar à mesa do Senhor e saciar-nos com as delícias das muitas bondades de Deus. Obrigado, louvado e engrandecido seja o teu nome, sempre, hoje e eternamente, amém!

Pr Jason

Quais as Razões do Louvor

Meditação do dia: 12/02/2025

6Bendito seja o Senhor, porque ouviu a voz das minhas súplicas! 7O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei.” (Sl 28.6,7)

Quais as Razões do Louvor – Uma vez que escrevo esses textos para um público leitor essencialmente cristão, e na sua maioria evangélicos, é muito natural dirigir os temas e as narrativas sobre a vida cristã, o culto e a adoração a Deus. Estudamos cada tema com a simplicidade natural de adoradores que estão à procura de crescimento e aprendizagem na Palavra de Deus, observando e aprendendo com quem já percorreu esse mesmo caminho no qual estamos seguindo. Irmãos e adoradores dos tempos bíblicos viveram suas vidas e andaram com Deus, num tempo e num contexto diferente do que vivemos atualmente, mas não podemos dizer que seria mais simples, mais fácil ou mais complexo ou difícil do que o nosso tempo. A Experiencia e a história mostram que cada geração enfrenta os seus próprios desafios. Aqui no texto de hoje, o salmista apresenta suas razões para adorar e louvar a Deus, fazendo sua confissão de fé e confiança na capacidade de Deus cuidar dele e tudo que lhe cercava. Como já citamos, nesses textos de salmos, podemos conhecer muito bem as expressões que marcam a presença do caráter de Deus, percebido pelo adorador. Quanto mais se conhece o caráter de uma pessoa, melhor pode ser o relacionamento e a confiança nela. Com a pessoa de Deus em nosso relacionamento de filhos, adoradores e servos, é exatamente a mesma coisa. Qual é a nossa experiencia de vida e nas quais a poderosa ação divina tem feito a diferença? Os cristãos dos tempos modernos, criaram os chamados “quadrados” da vida e utiliza um quadrado para cada coisa; assim, a vida ficou separada em diversos blocos e alguns deles não se comunicam entre si. O resultado disso é uma vida fragmentada, deficiente em muitos seguimentos e as realizações de uma área nem sempre compensa as frustrações de outras e esse saldo deficitário vai tornando a vida cada vez mais opaca, sem graça, sem perspectivas. Por isso mesmo temos tantas pessoas que já se resignaram a apenas sobreviver e aguardar o fim do expediente da vida. A vida para eles se torna em nascer, sofrer, trabalhar e pagar contas, envelhecer e morrer; felicidade é algo que fica num horizonte distante, só mesmo para alguns privilegiados. Mesmo cristãos que encontraram uma nova vida em Cristo, pelo novo nascimento, alimentam uma esperança furada de “um dia” ir para o céu e lá tudo será maravilhoso, aqui não; aqui é amargura e choro, mas quem aguentar firme até o dia de partir, será premiado. Nada mais distante da verdade do que a Bíblia chama de vida vitoriosa, abundante e cheia de propósitos em Cristo Jesus. Não sem sentido que alguém profetizou: “O meu povo está sendo destruído, pois lhe falta o conhecimento” (Os 4.6).

Senhor, obrigado por ser a nossa força, a nossa luz e a nossa salvação!

Pr Jason