Um Herói Necessário

Meditação do dia: 04/12/2025

“Cinja a espada no seu flanco, herói; cinja a sua glória e a sua majestade!” (Sl 45.3)

Um Herói Necessário As lutas do povo de Deus nunca foram em vão e nem foram causadas pelo desejo de lutar e guerrear; sempre foram necessárias para os propósitos de Deus serem alcançadas. A luta do bem contra o mal vai muito além de intrigas entre pessoas, povos e nações. São coisas entre principados e potestades, e com finalidades muito preciosas, porque no fundo disputam as vidas humanas, criadas e amadas por Deus. Sendo assim, a obra da redenção é uma obra complexa, que exigiu um grande investimento da parte de Deus e Cristo teve que dar a sua vida em resgate de tudo aquilo que Deus ama. Assim sendo esse personagem aparece em todas as páginas das Sagradas Escrituras, lutando e vencendo em favor do seu povo. Se não fosse algo tão sério, porque Deus teria um exército? “¹³Quando Josué estava perto de Jericó, levantou os olhos e olhou; e eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada. Josué se aproximou dele e perguntou: Você é dos nossos ou dos nossos adversários? ¹⁴Ele respondeu: Não sou nem uma coisa nem outra. Sou príncipe do exército do Senhor e acabo de chegar. Então Josué se prostrou com o rosto em terra e o adorou. E lhe disse: Que diz meu senhor ao seu servo? ¹⁵O príncipe do exército do Senhor respondeu a Josué: Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é santo. E Josué fez assim” (Js 5.13-15). Só para frisar detalhes, sublinhei algumas frases que demonstram algumas coisas muito importantes para prestarmos atenção: Primeiro ele diz a Josué que não é nem de um lado e nem do outro; gosto de pensar como Deus vê e age no mundo dos homens, sendo imparcial e justo. Muitos cristãos tem uma ilusão de que Deus “é da igreja dele” e quem não é daquela crença, denominação, não tem Deus ou Deus não tem compromisso com ele. Outros são mais evoluídos e dizem que Deus é “evangélico” e fora disso ele nem liga. Ele se apresenta como um príncipe, ou seja, é um oficial graduado do exército de Deus, quem sabe, um general. Esses, nunca aparecem sozinhos. Outro detalhe, é que Josué prostrou e o adorou e ele aceitou a adoração – isso indica sua identidade: Era Cristo pré-encarnado. Só Deus pode ser adorado e anjos não aceitam adoração. Não vou nem discorrer aqui sobre as muitas manifestações da presença do exército de Deus ou parte dele agindo em favor de Israel, na própria conquista de Jericó, e em tantas outras ocasiões. Quero fechar essa meditação com o texto profético de Isaías: “²”Por que as suas roupas estão vermelhas? Por que se parecem com as roupas de quem pisa uvas no lagar?” ³”O lagar, eu o pisei sozinho. Dos povos, ninguém esteve comigo. Pisei as uvas na minha ira; no meu furor, as esmaguei, e o seu sangue respingou nas minhas roupas, e todas elas ficaram manchadas. ⁴Porque o dia da vingança estava no meu coração, e o ano da redenção havia chegado. ⁵Olhei, e não havia quem me ajudasse; fiquei admirado por não haver quem me apoiasse. Por isso o meu próprio braço me trouxe a salvação, e o meu furor foi o meu apoio” (Is 63.2-5).

Senhor, obrigado por nos alcançar com sua salvação, fruto do teu penoso trabalho e sofrimento. Agora somos redimidos e podemos nos alegrar com tão grande salvação. Te agradecemos, por tão grande amor e pela graça concedida a nós. amém.

Pr Jason

Um Herói

Meditação do dia: 03/12/2025

“Cinja a espada no seu flanco, herói; cinja a sua glória e a sua majestade!” (Sl 45.3)

Um Herói Uma nação com uma forte vocação conquistadora como era Israel, que já surgiu com uma promessa de possuir uma Terra Prometida e pela qual teria que lutar e conquistar no devido tempo, certamente apreciavam a luta. Os reis iniciais foram reis guerreiros, incluindo Davi, o nosso salmista, que ainda adolescente já cravou seu nome na história se tornando um herói de guerra, ao derrotar o gigante Golias. Depois, como militar foi um guerreiro quase que inigualável e um grande conquistador. Certamente esse estilo de vida aparece nos seus salmos, poesias, musicas e composições em geral. Nada de estranho ele profetizar sobre o futuro Messias, que ele de certa forma já sabia que seria seu descendente e que se assentaria no trono para sempre. Com tantos inimigos ao redor da sua nação e as constantes invasões e ações hostis, eles sempre iriam esperar um rei guerreiro, valente, conquistador que marchasse à frente de seus exércitos. Um dos nomes preferidos que eles utilizavam para falar do seu Deus, era exatamente, o “Senhor dos Exércitos.” “Todos os anos esse homem ia da sua cidade para adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos, em Siló, onde Hofni e Fineias, os dois filhos de Eli, eram sacerdotes do Senhor” (1 Sm 1.3). Uma breve pesquisa na net encontramos: O nome Senhor dos Exércitos aparece mais de 200 vezes nas Escrituras do Antigo Testamento. Deus é chamado pela primeira vez de “Senhor dos Exércitos” em 1 Samuel 1:3. A palavra SENHOR, com todas as letras maiúsculas, refere-se a Yahweh, o Deus redentor e autoexistente. A palavra hostes é uma tradução da palavra hebraica sabaoth, que significa “exércitos” – uma referência a qualquer exército, espiritual ou terrestre. O nome Senhor dos Exércitos enfatiza o controle soberano de Deus sobre todo poder, domínio, força e reino. Nós cantamos com muito entusiasmo as músicas que eles também cantavam nas suas celebrações e muitas delas eram proféticas, como essa do Salmo 24. “⁷Levantem as suas cabeças, ó portas! Levantem-se, ó portais eternos, para que entre o Rei da glória. ⁸Quem é o Rei da glória? O Senhor, forte e poderoso, o Senhor, poderoso nas batalhas. ⁹Levantem as suas cabeças, ó portas! Levantem-se, ó portais eternos, para que entre o Rei da glória. ¹⁰Quem é esse Rei da glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da glória” (Sl 24.7-10). Para nós da Nova Aliança, não resta nenhuma dúvida de quem é o Rei da Glória! Jesus é o Rei da Glória!!!

Senhor, tu mereces esse título e para sempre serás louvado, engrandecido e exaltado, porque as tuas conquistas lhe deram esse direito. Ninguém é comparável ao Senhor nosso Deus, nosso rei e Senhor. Aleluia, amém.

Pr Jason

Para Deus é Questão de Honra

Meditação do dia: 02/12/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Para Deus é Questão de Honra O relacionamento entre a trindade é perfeito e maravilhoso por natureza, seres perfeitos no mais estrito ou amplo sentido desta palavra; eles interagem em harmonia e solidariedade. Palavras humanas, por mais bem colocadas, não traduzem com certeza a integridade de tudo o que aquilo significa. Quando Jesus fez a oração pelos seus discípulos, que chamamos de oração sacerdotal em João 17, ele reafirmou essa idéia que estamos citando aqui nessa meditação. “²⁰Não peço somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por meio da palavra que eles falarem, ²¹a fim de que todos sejam um. E como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, também eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. ²²Eu lhes transmiti a glória que me deste, para que sejam um, como nós o somos; ²³eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (Jo 17.20-23). Uma boa idéia é ficar quieto, em solitude completa, diante do Senhor, em contemplação absoluta, até receber alguma revelação do Espirito Santo, sobre isso, senão, tudo não vai passar de filosofar sobre profundidade, quando nossa mente não vai nada mais fundo do que a profundidade de um prato.  Paulo, que alcançou pela bondade de Deus uma grande revelação da redenção, escreveu aos filipenses, o que entendemos como algo grande, muito grande: “⁹Por isso também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, ¹⁰para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, ¹¹e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Quando afirmamos que para Deus Pai, é uma questão de honra, elevar o nome de Jesus, não é algo posicional ou poético, mas é algo transcendental, profundo e de uma sabedoria que é preciso mais do que imaginação para chegar a compreensão plena. Não se o quanto vocês já investiram na compreensão daquela oração de Paulo aos cristãos de Éfeso – vale a pena gastar tempo e esfolar joelhos até a luz brilhar: “¹⁸Peço que ele ilumine os olhos do coração de vocês, para que saibam qual é a esperança da vocação de vocês, qual é a riqueza da glória da sua herança nos santos ¹⁹e qual é a suprema grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder. ²⁰Ele exerceu esse poder em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nas regiões celestiais, ²¹acima de todo principado, potestade, poder, domínio e de todo nome que se possa mencionar, não só no presente século, mas também no vindouro. ²²E sujeitou todas as coisas debaixo dos pés de Cristo e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, ²³a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Ef 1.18-23). Que a glória do Senhor se manifeste sobre nós.  nossa oração hoje sejam as palavras de Paulo aos Romanos 11.33-36.

“³³Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão inexplicáveis são os seus juízos, e quão insondáveis são os seus caminhos! ³⁴”Pois quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? ³⁵Ou quem primeiro deu alguma coisa a Deus para que isso lhe seja restituído?” ³⁶Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre. Amém!”

Pr Jason

Deus Abençoou o Messias

Meditação do dia: 01/12/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Deus Abençoou O Messias Tudo em família, graças a Deus! Entre eles nunca houve animosidades, ao contrário, a trindade santa é a mais perfeita comunidade que existe. São três divinas e distintas pessoas existindo em uma única essência e plena harmonia, o que causa efeito em toda a criação e no relacionamento com suas obras. Não me canso de apreciar o poema do Salmo 8, de ponta a ponta é maravilhoso: “¹ Ó Senhor, Senhor nosso, como é magnífico o teu nome em toda a terra! Pois puseste nos céus a tua majestade. ⁹ Ó Senhor, Senhor nosso, como é magnífico o teu nome em toda a terra!” (Sl 8.1,9). Em toda a Escritura Sagrada, as manifestações proféticas referentes ao Messias, são sempre acompanhadas de afirmações que deixavam um rastro fácil de identificar para os adoradores e estudiosos das palavras de Deus; mas ainda assim, os líderes e sábios entre os israelitas não perceberam a beleza e a grandiosidade das revelações e não conseguiram identificar em Jesus, o Messias prometido. “³⁹Vocês examinam as Escrituras, porque julgam ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. ⁴⁰Contudo, vocês não querem vir a mim para ter vida” (Jo 5.39,40). Diversas vezes na vida pública de Jesus, à começar pelo seu batismo no Rio Jordão, por João Batista, vemos Deus, afirmando a identidade do Filo e ao mesmo tempo, é possível presenciar a Trindade se manifestando. “¹⁶Depois de batizado, Jesus logo saiu da água. E eis que os céus se abriram e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. ¹⁷E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me agrado” (Mt 3.16,17). Outra manifestação tremenda da afirmação de Deus Pai para com Jesus, foi em resposta a sua oração e para abençoar também os seus discípulos: “²⁸Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei. ²⁹A multidão que ali estava e que ouviu aquela voz dizia ter havido um trovão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou. ³⁰Então Jesus explicou: Não foi por minha causa que veio esta voz, e sim por causa de vocês” (Jo 12.28-30). Meditemos na importância disso tudo para nossas vidas e nossos relacionamentos, tanto para com Deus, como para com a convivência com os irmãos na fé e nossos ministérios. É muito enriquecedor!

Senhor, obrigado por afirmar sua paternidade para com Jesus, para conosco e nos dando a certeza de sua presença e cuidado para com tudo o que diz respeito ao teu Reino e nosso compromisso de viver para tua glória. Agradecemos por tudo isso, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Nenhuma Outra Fonte

Meditação do dia: 30/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Nenhuma Outra Fonte – Esse texto dessa meditação não é de minha autoria e muito menos uma adaptação ou paráfrase. Encontrei esse artigo, no site “Voltemos ao Evangelho” – Um ministério parceiro da Fiel. Ele é de autoria de Scott Hubard e publicado em 16/08/22. A quem eu faço questão de honrar com os devidos créditos e respeito. Amei o texto e aprendi muito e entendi que muitos seriam abençoados com ele e por isso estou compartilhando. Então, boa leitura e meditação. (Continuação)

A graça, então, não é uma qualidade abstrata que podemos possuir à parte de Cristo. Há apenas um tipo de graça: “a graça do Senhor Jesus Cristo” (2 Co 13.13), a graça que flui livremente “no Amado” – “para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado” (Ef 1.6). Se pudéssemos imaginar a graça menos como uma substância espiritual e mais como uma Pessoa gloriosa, nossa própria reforma espiritual poderia não estar tão atrasada. Não apenas nos encontraríamos mais seguros quanto ao legalismo e antinomianismo; podemos também encontrar nossos corações tranquilizados e acomodados na presença de nosso magnífico Cristo. Em vez de olharmos incansavelmente para dentro de nossa justificação diante de Deus, olharíamos para sua justiça. Em vez de nos apoiarmos em táticas espirituais para nossa santificação, nos apoiaríamos em sua ressurreição. E em vez de esperar, em um céu vago, por nossa glorificação, esperamos em sua vinda gloriosa. Como João Calvino nos aconselha: “Visto que nele abunda o rico estoque de todo tipo de bem, bebamos desta fonte e de nenhuma outra” (Institutas, 2.16.9). Sim, vamos beber de Cristo e somente de Cristo, pois a graça não tem outra fonte. Aqui, termina esse maravilhoso artigo, que adotamos nesses dias, em porções diárias para nossa edificação e crescimento espiritual. Certamente não podemos desmerecer a graça de Deus e muito menos exagerá-la, permitindo-nos criar uma vida lassa e frouxa em relação ao pecado, “só porque estamos na graça!” Gosto muito das palavras de Paulo sobre isso: “⁵Assim também nos dias de hoje sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. ⁶E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm 11.5,6). Assim, aproveitando bem o gancho que nos deu o texto de Salmos, que fala da graça que haveria nos lábios de Cristo, bebemos dessa fonte, com alegria e muita satisfação.

Senhor, muito obrigado por cumprir as profecias e revelações que diziam sobre o teu caráter, a tua perfeição e a grande obra que farias para nos resgatar para Deus e nos habilitar como santos e amos em Deus. Te louvamos se agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Glorificados Pela Graça

Meditação do dia: 29/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Glorificados pela graça Esse texto dessa meditação não é de minha autoria e muito menos uma adaptação ou paráfrase. Encontrei esse artigo, no site “Voltemos ao Evangelho” – Um ministério parceiro da Fiel. Ele é de autoria de Scott Hubard e publicado em 16/08/22. A quem eu faço questão de honrar com os devidos créditos e respeito. Amei o texto e aprendi muito e entendi que muitos seriam abençoados com ele e por isso estou compartilhando. Então, boa leitura e meditação. (Continuação)

Não há ninguém que seja justificado em Cristo que não seja também santificado em Cristo – e ninguém que seja santificado em Cristo que não seja também glorificado em Cristo. A partir do momento que Deus nos une a Jesus, a glória cresce lentamente dentro de nós: primeiro a semente, depois o caule, depois o botão. E “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória” (Cl 3.4). Em um momento, em um piscar de olhos, o botão desabrochará em plena floração. Em Cristo, a graça não apenas preenche nosso passado (na justificação) e permeia nosso presente (na santificação); também adorna nosso futuro. Assim, Pedro escreve: “esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo” (1Pe 1.13). A graça chegou na primeira vinda de Cristo, trazendo justiça e santificação – “¹¹ Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos.  ⁴Mas quando se manifestou a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor por todos, ⁵ele nos salvou, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo a sua misericórdia. Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, ⁶que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, ⁷a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 2.11; 3.4-7). E a graça chegará na segunda vinda de Cristo, trazendo glorificação. E o que vai acontecer? Jesus “transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.21); “transformados seremos todos” (1Co 15.51). De todas as maneiras que pudermos ser, “seremos semelhantes a ele” (1Jo 3.2).

No entanto, mesmo assim, quando nossa conformidade com Cristo estiver completa, o rio da graça continuará fluindo. Ao caminharmos ressuscitados pelos novos céus e nova terra, nossa glorificação se tornará o pano de fundo para Deus mostrar, por todas as eras vindouras, “a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.” (Ef 2.7). Cada batida de nossos corações glorificados ecoará a graça daquele que se juntou a nós na sepultura para nos levar à glória.

Tua Senhor, é a honra e a glória para sempre em nossas vidas e em todas as obras das tuas mãos! Tu és merecedor de toda a adoração, de todas as criaturas que criaste para tua glória e comunhão. Somos satisfeitos em ti e naquilo que alcançamos, sem nenhum merecimento de nossa parte, tão somente por tua graça infinita. Obrigado, Senhor Jesus, amém.

Pr Jason

Santificados Pela Graça

Meditação do dia: 28/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Santificados pela graça Esse texto dessa meditação não é de minha autoria e muito menos uma adaptação ou paráfrase. Encontrei esse artigo, no site “Voltemos ao Evangelho” – Um ministério parceiro da Fiel. Ele é de autoria de Scott Hubard e publicado em 16/08/22. A quem eu faço questão de honrar com os devidos créditos e respeito. Amei o texto e aprendi muito e entendi que muitos seriam abençoados com ele e por isso estou compartilhando. Então, boa leitura e meditação. (Continuação)

A verdadeira graça de Deus é o remédio para nossas tendências legalistas. É também o remédio para nossas tendências antinomianas. (“Antinomianas” refere-se a algo relativo ao antinomianismo, que é uma crença religiosa ou filosófica que rejeita a necessidade da lei moral ou de outras leis. No contexto religioso, é a crença de que a salvação vem apenas pela graça e fé, tornando as leis (como a Lei de Moisés) desnecessárias ou sem importância. Este termo também pode se referir a um conflito entre normas jurídicas (uma antinomia jurídica). Pois se a graça nos une a Cristo, então não podemos desfrutar apenas parte dele; não podemos abraçá-lo para justificação sem também abraçá-lo para santificação. Tudo o que Cristo é em sua humanidade perfeita deve se tornar nosso, incluindo sua santidade. Poucas passagens desmantelam nossas ideias unidimensionais de graça como Romanos 6 faz. Paulo, depois de celebrar a graça que vem a nós na justificação “¹⁵Mas o dom gratuito não é como a ofensa. Porque, se muitos morreram pela ofensa de um só, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos! ¹⁶O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou. Porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça deriva de muitas ofensas, para a justificação. ¹⁷Se a morte reinou pela ofensa de um e por meio de um só, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. ¹⁸Portanto, assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os seres humanos para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos para a justificação que dá vida. ¹⁹Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. ²⁰A lei veio para que aumentasse a ofensa. Mas onde aumentou o pecado, aumentou muito mais ainda a graça, ²¹a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reinasse pela justiça que conduz à vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 5.15-21), antecipa a pergunta antinomiana: “¹Que diremos, então? Continuaremos no pecado, para que a graça aumente ainda mais? ²De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós, que já morremos para ele?” (Rm 6.1-2). E por quê? Porque quando Cristo morreu sob a maldição do pecado, ele nos sepultou com ele “¹⁰Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. ¹¹Assim também vocês considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Rm 6.10-11), e quando Cristo ressuscitou do domínio do pecado, ele nos agarrou pela mão e nos conduziu para sua liberdade “⁴Fomos sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida. ⁵Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição, ⁸Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele” (Rm 6.4-5, 8). Daí as palavras vitoriosas: “Pois o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rm 6.14). Se a graça é apenas perdão, a declaração de Paulo soa vazia. Mas a graça é mais do que perdão. “Graça é poder, não apenas perdão”, escreve John Piper. Sim, e não qualquer poder, mas o mesmo poder que pulsava nas veias de Jesus quando ele saiu da sepultura. A santidade depende da força da ressurreição. Alguém pode se perguntar: “Se tornamos a santificação necessária na vida cristã, não nos desviamos para o legalismo?” Não, não nos voltamos para o legalismo; preferimos cair na graça. A santificação, embora envolva nosso esforço total, é tanto um dom da graça quanto o é a justificação. Podemos nos esforçar e lutar pela santidade; podemos até cortar uma mão ou arrancar um olho. Entretanto, a cada passo, Cristo nos ensina a dizer: “todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1Co 15.10).

Pai, Todo-Poderoso, digno de honra, glória e louvor para sempre e eternamente! Receba a nossa gratidão pela magnífica obra santificadora concedida a homens falhos, mas tornados santos pela graça em Cristo Jesus. Te louvamos e adoramos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Salvo Somente Pela Graça

Meditação do dia: 27/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.2)

Salvo Somente Pela GraçaEsse texto dessa meditação não é de minha autoria e muito menos uma adaptação ou paráfrase. Encontrei esse artigo, no site “Voltemos ao Evangelho” – Um ministério parceiro da Fiel. Ele é de autoria de Scott Hubard e publicado em 16/08/22. A quem eu faço questão de honrar com os devidos créditos e respeito. Amei o texto e aprendi muito e entendi que muitos seriam abençoados com ele e por isso estou compartilhando. Então, boa leitura e meditação. (Continuação)

O que isso tem a ver com legalismo e antinomianismo? Tudo, se tivermos olhos para ver. Pois o legalismo e o antinomianismo prosperam apenas quando separamos a graça de Cristo do próprio Cristo. Somente quando tratamos a graça como uma “coisa” abstrata podemos imaginar que a graça é suficiente para isso, mas não para aquilo: para algumas justiças, mas não para todas as justiças; para o perdão, mas não para a santidade. Entretanto, se a graça vem a nós no Amado, então a graça nos dá salvação completa, justificando-nos com sua justiça, santificando-nos com sua santidade e glorificando-nos com sua glória. Como um rio poderoso rolando em nossa direção desde a eternidade, a graça nos leva a tudo o que Cristo é e tudo o que ele fez, levando-nos da salvação passada para a salvação futura. Justificados pela graça – Muitos que lutam contra o legalismo sabem falar a linguagem da graça. Todavia, como Ferguson mostra tão poderosamente, “onde a linguagem da graça abunda, é possível que a realidade do legalismo abunde ainda mais” (The Whole Christ, p. 91). Talvez possamos recitar os cinco solas, renunciar à ideia de justiça pelas obras e dizer com o apóstolo: “Porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus” (Ef 2.8). No entanto, o tempo todo, podemos ouvir o sussurro interior de que essa graça não é suficiente para nós. Não dizemos que nossas boas obras nos justificam ao lado da graça de Deus, mas podemos sentir isso. Como resultado, nos sentimos justificados por Deus somente quando nos sentimos bem diante dele: quando podemos olhar para nossa leitura da Bíblia, evangelismo e outras obediências com pelo menos alguma satisfação. Quando Deus nos dá graça, no entanto, nunca precisamos nos perguntar se sua graça será suficiente para nossa justificação. Tal pensamento trata a graça como uma coisa, como moeda para o preço de admissão do reino. Mas se temos alguma graça, então a temos em união com Jesus Cristo. E se estamos unidos a Cristo, então temos tudo o que ele tem e tudo o que ele é. Nele temos justiça – “Mas vocês são dele, em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, ³¹para que, como está escrito, “aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (1 Co 1.30,31), redenção “Nele temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.7), adoção – “¹⁶O próprio Espírito confirma ao nosso espírito que somos filhos de Deus. ¹⁷E, se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo, se com ele sofremos, para que também com ele sejamos glorificados” (Rm 8.16-17) — tudo o que precisamos para que o favor de Deus repouse sobre nós para sempre. Quando cremos em Jesus, não “recebemos” uma certa quantidade de graça dele e então esperamos que seja suficiente para nossa justificação. Não, pela fé nós “nos revestimos de Cristo” – “porque todos vocês que foram batizados em Cristo de Cristo se revestiram” (Gl 3.27) de tal forma que agora, mesmo quando nos sentimos envergonhados pelo nosso pecado, sua justiça nos cobre como um manto – “Tenho grande alegria no Senhor! A minha alma se alegra no meu Deus, porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas joias” (Is 61.10).

Senhor, somos teus filhos e nos curvamos diante de tua sabedoria e amor demonstrado em Cristo Jesus lá na cruz. Nada somos e nada temos a menos que recebamos de ti. Continuamos dependentes de tua graça e verdade, para uma vida de comunhão e serviço no teu nome. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Graça Não é Algo, Mas Alguém – Cristo

Meditação do dia: 26/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.1)

A Graça Não é Algo, Mas Alguém – Cristo – Esse texto dessa meditação não é de minha autoria e muito menos uma adaptação ou paráfrase. Encontrei esse artigo, no site “Voltemos ao Evangelho” – Um ministério parceiro da Fiel. Ele é de autoria de Scott Hubard e publicado em 16/08/22. A quem eu faço questão de honrar com os devidos créditos e respeito. Amei o texto e aprendi muito e entendi que muitos seriam abençoados com ele e por isso estou compartilhando. Então, boa leitura e meditação.

Poucas palavras são mais preciosas no vocabulário cristão do que a palavra graça. No entanto, poucas palavras são mais mal compreendidas e mal aplicadas, mesmo por aqueles que valorizam o evangelho de Jesus. Já no Novo Testamento, encontramos as duas maneiras básicas pelas quais a graça pode ser distorcida. A primeira é a ilusão legalista, exibida na advertência de Paulo aos gálatas: “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes” (Gl 5.4). O segundo é o erro antinomiano, como quando “certos indivíduos […] transformam em libertinagem a graça de nosso Deus” (Jd 4). Tanto legalistas quanto antinomianos podem anunciar “somente a graça” — mas a frase realmente significa “graça ignorada” para um e “graça abusada” para o outro. De qualquer forma, como Sinclair Ferguson mostra poderosamente em seu livro The Whole Christ, a graça cai em desgraça. Agora, a maioria de nós não é legalista hipócrita nem antinomiano amante da libertinagem. Mas cada um de nós está propenso a se inclinar para um erro ou outro. E quanto mais nos inclinamos, menos maravilhosa se torna a graça, e mais pesada a vida cristã se sente. Oh, quão necessário, então, permanecer firmemente na genuína graça de Deus – “Por meio de Silvano, que considero um irmão fiel, escrevo para vocês de forma resumida, exortando e testemunhando que esta é a genuína graça de Deus. Continuem firmes nessa graça” (1Pe 5.12)! Apesar de todas as diferenças entre legalistas e antinomianos, os dois geralmente compartilham uma semelhança surpreendente: eles tratam a graça como uma coisa que Deus dá, e não como um presente de Deus para si mesmo. Como escreve Michael Reeves: “Quando os cristãos falam de Deus nos dando “graça” […] podemos imaginar rapidamente que “graça” é algum tipo de dinheiro de um bolso espiritual que ele distribui. Mesmo a velha explicação de que “graça” é “as riquezas de Deus à custa de Cristo” pode soar como algo que Deus dá.” Bem, então, o que é graça? Reeves continua: “A palavra graça é realmente apenas uma forma abreviada de falar sobre a bondade pessoal e amorosa da qual, em última análise, Deus se doa” (Delighting in the Trinity, p. 88). Nas Escrituras, a graça de Deus nunca é separada do Deus da graça — e em particular, do Deus-homem da graça, Jesus Cristo. Os dois estão tão entrelaçados que Paulo pode chamar a vinda de Cristo de vinda da graça – “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos” (Tt 2.11). Toda graça vem a nós, portanto, “através de” Cristo – “³Este evangelho diz respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi ⁴e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor. ⁵Por meio dele viemos a receber graça e apostolado por amor do seu nome, para a obediência da fé, entre todos os gentios” (Rm 1.3-5). “Em” Cristo – “que nos salvou e nos chamou com santa vocação, não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos,” (2 Tm 1.9) — ou, como João coloca, “da sua plenitude” – “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça” (Jo 1.16). Talvez Paulo a descreva mais gloriosamente do que todos quando escreve:

[…] assim como [Deus] nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos deu gratuitamente no Amado […]. (Ef 1.4-6). A graça vem a nós “no Amado” — e em nenhum outro lugar. Graça é seiva da verdadeira Videira, calor da verdadeira Luz, afeto do verdadeiro Noivo. Em outras palavras, quando Deus nos dá graça, ele nos dá Cristo.

Senhor, obrigado por enriquecer as nossas vidas com a tua graça, maravilhosa graça, mesmo quando não a entendemos plenamente, mas podemos crer, acolher e experimentar pela fé e assim somos abençoados e transformados mais e mais à tua semelhança. Te louvamos e agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Graça Nos Lábios

Meditação do dia: 25/11/2025

“O senhor, ó rei, é o mais formoso dos filhos dos homens; a graça se extravasou nos seus lábios; por isso, Deus o abençoou para sempre.” (Sl 45.1)

Graça nos Lábios – Estamos meditando em um texto profético messiânico, onde as qualidades de Jesus são citadas e exaltadas com uma beleza poética maravilhosa, mas não é licença poética, pois o Messias, ou o Senhor Jesus, foi realmente tudo o que as Escrituras descrevem e quem o conheceu não se decepcionou; nós que viemos depois, somos privilegiados de sermos participantes de sua graça e bondade; inclusive nosso tempo é até chamado de “Tempo da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.” Uma verdade descrita por João no início do seu Evangelho, confirma a citação do salmo que é a base da nossa meditação. “Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (Jo 1.17). Moisés foi alguém de uma grandeza e estatura espiritual inigualável entre os homens e de uma proximidade de Deus, que muitos poucos e provavelmente ninguém atingiu, senão ele. O legado da vida e do ministério de Moisés ficou eternizado na Lei escrita e entregue aos povo escolhido; a luta pela libertação do povo das garras da tirania egípcia na escravidão; a organização daquele amontado de gente, numa nação e estado bem montado, com leis boas, justas, realizáveis e administração eficiente, sem contar no seu ministério sacerdotal, profético e sua liderança firme e vida fiel diante do povo e diante de Deus. Não se pode diminuir a importância da sua vida e do seu papel na história da humanidade. Mas a graça e a verdade vieram por Jesus; isso é um outro nível de revelação e até se escreve que Moisés, como servo ele foi fiel na casa de Deus; mas Jesus, é filho, na sua própria casa! “¹Por isso, santos irmãos, vocês que são participantes da vocação celestial, considerem atentamente o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus, ²o qual é fiel àquele que o constituiu, como também Moisés foi fiel em toda a casa de Deus. ³No entanto, assim como aquele que edifica uma casa tem maior honra do que a casa em si, também Jesus tem sido considerado digno de maior glória do que Moisés. ⁴Pois toda casa é edificada por alguém, mas aquele que edificou todas as coisas é Deus. ⁵E Moisés foi fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas. ⁶Cristo, porém, como Filho, é fiel em sua casa. Esta casa somos nós, se guardarmos firme a ousadia e a exultação da esperança” (Hb 3.1-6). À título de sugestão, recomendo que vocês leiam e novamente este texto de Hebreus e parem um pouco e vejam a riqueza do que é descrito, também sobre nós. que privilegiados somos de em Cristo Jesus recebermos dessa graça que ele trazia em seus lábios e na sua vida e foi compartilhada com cada um de todos nós.

Senhor, obrigado por tamanha graça e bondade. Reconhecemos que não há merecimento de nossa parte, mas em humildade e fé nos apropriamos, acolhendo com amor o que nos é oferecido por obra e graça do Nosso Senhor Jesus. Em nome dele oramos agradecidos, amém.

Pr Jason