Ponto de vista

Meditação do dia 20/06/2015

Nm 13.33 “Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.

É uma questão de ponto de vista! Cada um vê como lhe convém ou conforme a atuação da sua fé. Gosto de uma história, em que pessoas deficientes visuais foram levados a um passeio no zoológico e entre as muitas atividades, fora lhes dado a oportunidade de se aproximarem e tocarem num elefante, que todos já ouvira falar mas não tinham uma noção verdadeira de como seria esse animal. Ao retornarem, foram fazer os relatos das experiências e então os que conheceram o elefante fizeram as seguintes descrições: Um havia tocado na orelha do animal e disse que um elefante se parece muito com uma folha de bananeira; outro, pegou no rabo e descreveu que um elefante se parece com uma corda; um outro abraçara a perna do animal e disse que lhe parecia como uma árvore e um outro, apalpara a lateral e descreveu que ele era muito parecido com uma parede. Todos tinham certas razões e ao mesmo tempo todos estavam errados, pois basearam suas observações por apenas um aspecto do todo. Costumamos dizer que toda moeda tem dois lados, e é claro que tem, mas há coisas que possuem mais que dois lados a serem levados em conta. Esses espias, que foram nomeados para examinar a terra prometida e apresentarem um relatório completo e informar à congregação, as condições da terra que eles conheciam até então, apenas por relatos dos patriarcas, que há muito haviam morado lá e também a palavra que Deus lhes dera sobre ela e que seria o lugar definitivo deles, por herança e fruto da aliança de bênçãos celebrada entre Deus e seus antepassados, Abraão, Isaque e Israel. Dois dos doze espias, Josué e Calebe, viram o mesmo que os outros dez e concordaram com tudo o que Deus havia dito e com as histórias e promessas que lhes foram transmitidas ao longo da vida. Os outros dez, disseram que aquilo tudo era verdade “até a página cinco;” Eles concordaram que a terra era boa, fértil, ampla, produtiva, desejável e que Deus havia falado e prometido; mas isso tudo era teoria! Na prática, é muito difícil, complicado, tem gente lá e gente grande, tem exércitos, e ir lá é suicídio! Resumiram suas observações dizendo, que havia gigantes lá e ao se compararem, eles pareciam gafanhotos e não dava não! Onde foi que eles colocaram a fé e as promessas de Deus? Quem disse que Deus queria que eles se virassem sozinhos para conquistar aquela terra? Para Josué e Calebe, a questão não era quantos e de que tamanho eram, mas quem tinha a promessa e a presença de Deus. Quanto maior fosse o gigante, maior seria o tombo. Que promessa Deus tem para você e sua família? Para sua igreja? Para o seu Ministério? Sem luta não há vitória, mas não se pode vencer ou perder antes de lutar. A intensidade da luta também determina o brilho da vitória! Não existe glória em vencer um inimigo que não oferece resistência! Heróis não são os que não têm medo ou são invencíveis, mas os que lutam e vencem a despeito das circunstancias e dos recursos. Quem tem promessa de Deus, já saiu na frente para ser um conquistador. Veja a você mesmo como um pessoa de Deus, corajosa, batalhadora e determinada. Deixe que os fracos se vejam como fracos, incapazes e parecidos com gafanhotos! A terra é sua, a promessa é sua! Faraó que era muito mais poderoso já caiu; o Mar Vermelho que parecia intransponível, já ficou no passado; o deserto amedrontador já está conquistado e todos os dias tem maná, tem água da rocha e tem a nuvem da glória e o fogo que ilumina e direciona! Não chegamos até aqui para perder e ser destruídos! Seja forte, te veja forte, não como gafanhoto.

Pr Jason

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Meditação do dia 12/06/2015

Meditação do dia 12/06/2015

Nm 5.6,7 “Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher cometer algum dos pecados em que caem os homens, ofendendo ao SENHOR, tal pessoa é culpada. Confessará o pecado que cometer; e, pela culpa, fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e dará tudo àquele contra quem se fez culpado.

Confissão e restituição – Duas atitudes muito sérias e muito importantes na vida cristã. As duas fazem parte de um estilo de vida reconciliada e mantida em ordem constantemente. O pecado é uma realidade e seus efeitos são sempre desastrosos. Na experiência cristã, o pecado é como um acidente; ele acontece, mas não é normal e nem aceitável. Deus conhece e reconhece a nossa limitação e as possibilidades de nos mantermos longe dele. O critério do que é pecado e do que não é, está na Palavra e ela sim, é nossa regra confiável. A Bíblia, como Palavra de Deus valida a experiência pessoal; mas o contrário não é verdade, nossas experiências não servem para validar as Escrituras; portanto não se deve usar as experiências pessoais para interpretar ou afirmar verdades espirituais. Deus disse aos filhos de Israel que seus pecados, ainda que nas questões de relações sociais e pessoais, ofenderia a Ele e tornaria a pessoa culpada. Estamos lidando com o conceito de que a vida íntima e pessoal de cada um, faz parte de um complexo maior e mais abrangente que envolve outras conexões e todas elas estão ligadas ao relacionamento com Deus. Deus não é um ser religioso e não se agrada de rituais vazios que apresentam grandes feitos, mas não valorizam o que mais importa, que o relacionamento entre as pessoas e entre pessoas e Deus. O cristianismo não é uma religião, é um relacionamento! Relacionamentos precisam ser mantidos em bom nível e medidas saudáveis de lubrificação precisam ser mantidas em ordem. Todos os relacionamentos humanos, por si só, produzem atritos e desgastes, então surge a necessidade de meios que sirvam de lubrificantes de relacionamentos. A confissão e a restituição fazem parte destes mecanismos. Reconhecer os erros cometidos propositalmente ou não e apresentar o tratamento que Deus diz que seja o suficiente para eliminar a ofensa e suas consequências. Não basta apenas admitir no íntimo do coração que errou! Isso deve seguir de confissão e arrependimento e a disposição de fazer o tratamento adequado, onde entra a restituição. Restituição trata-se de uma operação de reparar os danos e prejuízos causados. Isso vai desde devolver objetos, valores, até palavras e bens e morais e espirituais que foram destruídos ou danificados pelo pecado. O Espírito Santo é um Cavalheiro muito especial e é capaz de guiar com extrema sensibilidade o nosso coração e a nossa vontade para fazer as coisas certas, do jeito certo e no tempo certo. Consulte-o.

Pr Jason