Meditação do dia: 11/05/2026
“Aquele que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, farei com que veja a salvação de Deus.” (Sl 50.23)
Aquele Que Me Oferece – A bênção de meditar na Palavra de Deus é que ela é infinita, poderosa e não é exagero nenhum dizer que ela é “Toda-Poderosa,” afinal, ela é a Palavra de Deus. É viva, é energizante, penetrante e suficiente para criar tudo; isso já foi feito uma vez e não se esgotou! Jesus Cristo é a Palavra Encarnada! “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Ela é tão poderosa hoje, quando a lemos, quando meditamos, proclamamos, quanto foi no momento em que Deus a transmitiu. Estamos diante de uma grandeza que não podemos compreender e dimensionar pela razão; nossas faculdades e habilidades cognitivas, assimilar apenas aquilo que é visível, aparente, palpável e sensorial das Escrituras Sagradas. A verdadeira compreensão, vem através de atividades no espírito humano, revestido pelo Espírito Santo e numa atitude de submissão voluntária e intencional de todo o ser ao controle e comando do Espírito Santo. “²¹Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, Deus achou por bem salvar os que creem por meio da loucura da pregação. ²²Porque os judeus pedem sinais e os gregos buscam sabedoria, ²³mas nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios. ²⁴Mas, para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus” (1 Co 1.21-24). Meu foco na meditação de hoje está na simplicidade das palavras a serem observadas e aplicadas dentro desse contexto; estou falando de – “Aquele que me oferece…” pode ser qualquer um, todos, quem quiser, quem se propuser fazer… no Reino de Deus, existem certos protocolos, que precisam ser conhecidos, praticados e seguidos, porque é o governo de Deus, do jeito de Deus, para glória de Deus, independente das nossas opiniões, desejos e vontades de fazer do jeito e meter o nosso “bedelho” nas coisas dos outros e no caso aqui, no governo de Deus. Em todos esses mais de quarenta anos servindo como pastor de igrejas locais, primeiro como pastor auxiliar e depois como pastor titular e agora novamente como auxiliar, sempre vi, ouvi e recebi conselhos, sugestões e dicas de como fazer as coisas, como pastorear e como fazer a igreja crescer, ser mais santa, mais evangelística, mais missionária, mais disciplinada, mais produtivas e por aí vai. Muitos desses conselheiros, nunca foram pastores, as vezes nem bons membros de igreja, outros eram pastores, mas com poucos resultados que justificasse me dar “conselhos” de como fazer. No reino de Deus, tudo é feito pelos filhos, para os filhos e seguindo as métricas de Deus, em santidade, justiça, retidão, solidariedade, honestidade e transparência. No reino de Deus os fins não justificam os meios. Fazemos o certo, porque é certo! Não porque é mais fácil, menos dispendioso. Ainda que a justificativa é que seria mais econômico e será “uma bênção!” Fazemos do jeito de Deus, ou será rejeitado a oferta no altar, como foi a de Caim, como foi a de Datã, Abirão e Coré; como foi a oferta generosa de Saul, com os bois premiados conseguidos dos despojos de Amaleque. Deus não precisa de sobras, de aquisição de brechó, de promoção tipo, “pague um e leve dois.” Olha o que ele diz sobre tal comportamento: “⁷Farei tremer todas as nações, e serão trazidas as coisas preciosas de todas as nações, e encherei este templo de glória, diz o Senhor dos Exércitos. ⁸Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos. ⁹A glória deste novo templo será maior do que a do primeiro, diz o Senhor dos Exércitos; e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.7-9). Deus tem meios e poder de mobilizar nações para levantar recursos para realizar seus propósitos. Se ele pode fazer com nações, por que ele não pode lidar com pessoas? Ou por que ele ficaria refém de pessoas individualmente e o poder aquisitivo delas? Outra – “⁶O filho honra o pai, e o servo respeita o seu senhor. Se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o respeito para comigo? Eu, o Senhor dos Exércitos, pergunto isso a vocês, sacerdotes que desprezam o meu nome. Mas vocês perguntam: “Como desprezamos o teu nome?” ⁷Vocês oferecem pão impuro sobre o meu altar e ainda perguntam: “Em que te havemos profanado?” Nisso de pensarem que a mesa do Senhor pode ser desprezada. ⁸Quando vocês oferecem em sacrifício um animal cego, será que isso não está errado? E, quando trazem um animal coxo ou doente, será que isso não está errado? Ora, experimentem oferecer um animal desses ao seu governador! Será que ele se agradará de vocês ou será favorável a vocês? diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 1.6-8). Aquele for oferecer algo a Deus, faça direito, faça certo, faça dentro dos critérios e padrões de Deus, não dos seus, dos meus, da igreja ou que o líder exige e ensina.
Senhor, obrigado por ensinar pelo exemplo: ao nos dar, nos deste o melhor, o teu precioso e único filho, perfeito, santo, imaculado, eterno e para nos dar uma perfeita e completa salvação. Quando temos oportunidade de oferecer ao Senhor, esse é o caminho e o modelo a ser seguido e praticado. Agradeço pela lição, em nome de Jesus, amém.
Pr Jason