Não Me Retires o Espírito Santo

Meditação do dia: 03/08/2026

“Não me lances fora da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.” (Sl 51.11)

Não me Retires o Espírito Santo – Algo que nunca pode sair do nosso olhar ao meditar, estudar e aplicar a Palavra de Deus em nossas vidas, é o fato de que agora, vivemos na NOVA ALIANÇA! Isso é inteiramente diferente do que era nos tempos bíblicos do Velho Testamento. Todo o conhecimento, toda a prática de fé e adoração, foram afetados pela mudança de Alianças. Todos os tipos, símbolos, figuras, alegorias, promessas e profecias que se referiam a um futuro Messias, se cumpriram em Cristo Jesus e seu completo e perfeito sacrifício na cruz. “⁴Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, ⁵para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. ⁶E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao nosso coração, e esse Espírito clama: “Aba, Pai!” ⁷Assim, você já não é mais escravo, porém filho; e, sendo filho, também é herdeiro por Deus” (Gl 4.4-7). O modo como conhecemos hoje da relação do Espírito Santo agir, no povo de Deus, também sofre uma alteração muito significante. Nos tempos do Velho Testamento, especialmente após a saída dos israelitas do cativeiro do Egito e entrarem na posse da sua Terra Prometida, foram regulamentadas todas as coisas, através da revelação da Palavra de Deus, através de Moisés, que lhes deu as leis e as prescrições dos cerimoniais e rituais de culto e as relações das pessoas individualmente com Deus em termos de consagração, dedicação e serviços. A nação de Israel, tinha um sistema de governo Teocrático, onde Deus era o poder maior. Os reis, os ministros de estado, juízes, representantes do povo e autoridades delegadas, eram “ministros de Deus.” Elas cumpriam suas funções como servindo a Deus, o chefe de governo; o rei era o chefe de estado. Os profetas, eram servos que sob inspiração divina, ouviam a voz e a vontade de Deus e transmitiam ao povo tais instruções; poderiam ser consultados, tanto pelo rei, ministros, como também por cidadãos comuns. Os sacerdotes, eram a tribo de Levi, que foram separada no êxodo e tinham um ministério perpétuo e representavam o povo diante de Deus, apresentando o culto, as ofertas e ofícios próprios para manter a boa ordem e a condição espiritual do povo. Na Antiga Aliança, apenas, os reis, os sacerdotes principais, e os profetas tinham permanente em si a unção cerimonial e a presença do Espírito Santo sobre si, para validar também a autoridade divina para o ofício que exerciam. Então Davi, era rei, fora ungido por Samuel e depois confirmado pelas autoridades tribais como rei de todo o Israel. Aqui, ela demonstra a compreensão que tinha e o quanto seria difícil ele continuar reinando e governando o povo de Deus, sem a autoridade de Deus. Se Deus retirasse dele a unção espiritual, ele seria um mero rei formal; ele entendia que não deveria ser assim, e que o seu pecado e a sua atitude provocara essa triste calamidade. Essa mesma possibilidade existe hoje, quando a pessoa desobedece, não se arrepende, insiste na prática do erro, ela perde a unção. Sem discernimento ela não admite isso, insiste em continuar, porque afinal, “é ungida, separada, consagrada, ordenada” e os fiéis, também sem discernimento espiritual, continuam apoiando e até brigando para defender aquela autoridade, que na verdade não representa mais uma autoridade espiritual. “Lembre-se, pois, de onde você caiu. Arrependa-se e volte à prática das primeiras obras. Se você não se arrepender, virei até você e tirarei o seu candelabro do lugar dele” (Ap 2.5).

Senhor, obrigado por nos chamar para viver uma vida cheia do Espírito e servir na obra do Senhor, com todo o coração, lembrando que somos teus servos, teus filhos, chamados para representar o Reino de Deus aqui na terra. Somos agradecidos pela ação do Espírito Santo habitando em nós e nos guiando a toda a verdade. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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