Senhor Dos Exércitos – Nosso Engajamento

Meditação do dia: 17/10/2026

“Tu, Senhor, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e castiga todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.” (Sl 59.5)

Senhor Dos Exércitos – Nosso Engajamento – Algumas Realidades práticas que aparecem em nossas vidas por termos a Deus como Senhor dos Exércitos: 1. Engajamento exclusivo — “Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é agradar aquele que o recrutou” (2 Tm 2.4). O soldado cristão quer agradar quem o alistou e servir com excelência. 2. Equipamento adequado – “¹²Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais. ¹³Por isso, peguem toda a armadura de Deus, para que vocês possam resistir no dia mau e, depois de terem vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef 6.12,13). Nosso comandante, o Senhor dos Exércitos providenciou armas e armaduras para o combate da fé. 3. Armas espirituais poderosas em Deus – “³Porque, embora andemos na carne, não lutamos segundo a carne. ⁴Porque as armas da nossa luta não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruir fortalezas. Destruímos raciocínios falaciosos ⁵e toda arrogância que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.4). As nossas armas não são carnais e sim, poderosos em Deus, pois o tipo de combate que enfrentamos também não é carnal, ou material. 4. Revestimento necessário – “Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (Rm 13.12). Revistamo-nos das armas da luz, nosso desafio é estar prontos, revestidos daquilo que acreditamos que sejam componentes que resistem as tentativas e se opõem ao caráter dos nossos inimigos espirituais. 5. Armas Ofensivas e defensivas – “na palavra da verdade, no poder de Deus; pelas armas da justiça, tanto para atacar como para defender” (2 Co 6.7). Precisamos e temos à nossa disposição armas da justiça, tanto ofensivas quanto defensivas; devemos saber utilizá-las para sermos de fato eficientes. Quando um cristão, já amadurecido e experiente, negligencia e deixa de lado as boas práticas, ou simplesmente se torna descuidado; isso pode gerar um fator de conflito em sua vida interior. As principais características que serão produzidas na vida dessa pessoa são, primeiramente apatia; ele se torna lento, descuidado, apático, distante e desinteressado por questões espirituais, como se aquilo não fosse realmente importante e sua participação não fizesse a diferença. Outra faceta que surge é transigência, ou seja, ele se torna permissivo, dando ocasião para permissões e transitar por situações perigosas ou nocivas à sua fé e ao seu crescimento espiritual. Coloca em risco tudo o que já havia conquistado. Cuidemos com atenção, pois estamos em guerra e o nosso inimigo não alivia e não faz acordos.

Senhor, agradecemos a nossa convocação para fazermos parte do teu exército, entrarmos em combate e para isso precisamos sermos treinados, encorajados e ajudados em todo tempo. Somos gratos pela presença constante do Espírito Santo, que não só habita em nós, mas também nos guia a toda a verdade. Pedimos sabedoria e discernimento dos céus, para combatermos o bom combate e permanecermos firmes na fé; em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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