Os Meus Votos

Meditação do dia: 07/11/2026

“Pois ouviste, ó Deus, os meus votos e me deste a herança dos que temem o teu nome.” (Sl 61.5)

Os Meus Votos – Temos a oportunidade de meditar hoje sobre um assunto interessante, de grande valor entre as práticas cristãs e muita gente se aventura por essas veredas e algumas nem sabem bem do que se trata. Votos estão na prateleira de cima, no nível das obrigações voluntárias que a pessoa pode fazer e sempre os votos estão ligados a alguma necessidade intensa no deseja e nas aspirações das pessoas, ao ponto delas se obrigarem, empenhando a sua palavra, a sua honra diante de Deus, de realizar uma tarefa ou se abster de algo importante na vida para demonstrar gratidão e reconhecimento pelo pedido feito e atendido por Deus. Diante de uma condição aflitiva, a pessoa ora a Deus, suplica e se obriga com um voto a ser cumprido assim que a graça for alcançada. Os votos são entendidos como uma promessa solene, portanto não pode ser violado os termos do que se votou. “⁴Quando você fizer algum voto a Deus, não demore a cumpri-lo, pois ele não se agrada de tolos. Cumpra o voto que você faz. ⁵Melhor é não fazer voto do que fazer e não cumprir” (Ec 5.4,5). Gostaria de pensar com vocês em alguns votos que encontramos na Bíblia, que validam a experiencia dos adoradores e revelam a grandeza da responsabilidade de cumprir. Primeiro, foi Jacó, quando saiu de casa: “²⁰Jacó fez também um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa para vestir, ²¹de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus; ²²e a pedra, que pus como coluna, será a casa de Deus; e, de tudo o que me concederes, certamente te darei o dízimo” (Gn 28.20-22). Um segundo, foi de Ana, mãe de Samuel.  “¹⁰E Ana, com amargura de alma, orou ao Senhor e chorou muito. ¹¹Ela fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos, se de fato olhares para a aflição da tua serva, e te lembrares de mim, e não te esqueceres da tua serva, e lhe deres um filho homem, eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias da sua vida, e sobre a cabeça dele não passará navalha” (1 Sm 1.10,11). Uma terceira referencia que escolho compartilhar é a perspectiva de Jesus sobre o valor da veracidade intima dos filhos de Deus, servindo a integridade de coração de substituto da necessidade de se obrigar através de votos. “³³Vocês também ouviram o que foi dito aos antigos: “Não faça juramento falso, mas cumpra rigorosamente para com o Senhor o que você jurou.” ³⁴Eu, porém, lhes digo: não jurem de modo nenhum; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; ³⁵nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser a cidade do grande Rei. ³⁶Não jure pela sua cabeça, porque você não pode fazer com que um só cabelo fique branco ou preto. ³⁷Que a palavra de vocês seja: Sim, sim; não, não. O que passar disto vem do Maligno” (Mt 5.33-37). Conforme a sua fé e o seu nível de comunhão com Deus, estude bem as suas necessidades e veja quando for aprazível fazer um voto solene diante do Senhor. Sabendo que Deus é fiel e justo em tudo que faz, exercitar a fé é muito bom.

Graças damos ao Senhor nosso Deus, por cuidar de nós com um amor muito grande e por suprir em Cristo todas as nossas necessidades. Agradecemos o privilégio de podermos entrar na tua presença santa, no santo dos santos, e buscar ajuda em tempo oportuno. Somos gratos por tua fidelidade e nunca deixar suas promessas caírem por terra sem cumprimento. Te louvamos e agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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