Prazer na Vontade de Deus

Meditação do dia: 11/09/2025

“⁷Então eu disse: “Eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; ⁸agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; a tua lei está dentro do meu coração.” (Sl 40.7,8)

Prazer na Vontade de Deus – Esse texto é profético, apontando para Cristo e sua vida de serviço e grande prazer em fazer a vontade de Deus acontecer. A comunhão existe na trindade desde a eternidade não foi interrompida devido a encarnação de Jesus. A mais perfeita comunidade se manteve firme e forte nas relações de companheirismo, comunhão e unidade. Deus, o Pai, havia feito um projeto universal, eterno e completo para a redenção da sua criação que se perdera na desobediência e rebeldia lá no Jardim do Éden e Jesus se apresentou como a pessoa da trindade que viria a esse mundo, assumiria a forma humana, experimentaria a vida humana nos seus aspectos e assim se tornaria um perfeito intercessor, por conhecer as demandas do lado divino, mas também as necessidades dos mortais e assim poderia atuar como advogado, se colocando na condição de sacerdote e também de vítima, numa oferta completa, plena e cabal que foi imediatamente aceita diante dos céus. Você consegue lembrar e ligar aos textos de Filipenses? “⁵Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, ⁶que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. ⁷Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E, reconhecido em figura humana, ⁸ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. ⁹Por isso também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, ¹⁰para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, ¹¹e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11). Diante da agonia iminente de sua prisão e morte, Jesus orou buscando no Pai, a força para suportar aquela hora e sendo aquela a única forma de salvação da humanidade, ele tomaria aquele cálice de sofrimento, renunciando a sua vontade, o contrário do que fizera Adão, o primeiro representante da raça humana em outro Jardim; Adão disse não ao plano de Deus e sim aos seus desejos e condenou a todos. Jesus, lá no Jardim do Getsêmani, disse não à sua vontade e sim ao propósito de redenção e salvou a todos. “¹²Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado veio a morte, assim também a morte passou a toda a humanidade, porque todos pecaram. ¹⁵Mas o dom gratuito não é como a ofensa. Porque, se muitos morreram pela ofensa de um só, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos! ¹⁸Portanto, assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os seres humanos para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos para a justificação que dá vida” (Rm 5.12,). O prazer de Jesus realizava a vontade de Deus para a salvação de todos nós; o nosso prazer está em servir a Deus em resposta ao seu grande amor e ao sacrifício perfeito que ele fez por nós. Não temos como compensar a Deus, pagando ou retribuindo o investimento em nós, mas podemos servi-lo de livre vontade, com prazer e muita alegria, levando o conhecimento da salvação ao máximo de vida ao nosso alcance.

Te louvamos, Pai, te engrandecemos, Senhor Jesus, te exaltamos, ó Espírito Santo, pela obra perfeita que fizeram em nosso favor. Nos rendemos a ti e aos teus planos, com muita alegria e gratidão. Agora somos filhos, somos herdeiros e estamos dentro do teu propósito eterno. Agradecemos por tudo isso, no precioso nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (7)

Meditação do dia: 10/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (7) – Na nova Aliança, as coisas tomam novos contornos, mas não dilui a santidade e os bons propósitos de Deus. A graça não é desculpa para pecar ou permissividade sem limites. Olha o que Paulo ensina aos Romanos: “¹Que diremos, então? Continuaremos no pecado, para que a graça aumente ainda mais? ²De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós, que já morremos para ele?” (Rm 6.1,2). Ao treinar os seus discípulos, ao ensinar sobre a doutrina do perdão, reconciliação e restauração espiritual, ele usou a seguinte história: “²³Portanto, se você estiver trazendo a sua oferta ao altar e lá se lembrar que o seu irmão tem alguma coisa contra você, ²⁴deixe diante do altar a sua oferta e vá primeiro reconciliar-se com o seu irmão; e então volte e faça a sua oferta” (Mt 5.23,24). Aqui, estamos vendo Deus (Jesus é Deus) falando algo sobre um ritual de culto. Ele diz que a reconciliação com uma pessoa ofendida é importante e deve ter prioridade até sobre o ato de ofertar a Deus. Não existe a possibilidade da pessoa estar bem com Deus, estando com relações quebradas com o próximo. A religiosidade pode empurrar as pessoas para o outro extremo dessa mesma situação: a pessoa é pacífica, cordial e de boas relações com todas as pessoas ao redor; então ela entende que isso lhe dá méritos diante de Deus, porque ela não ofende e não prejudica ninguém; assim ela é melhor do que as demais que inclusive frequentam templos, exercem ministérios, fazem trabalhos sociais e se sacrificam em fusão da fé e da religião. Nesta série de meditações, estamos vendo situações em que Deus prefere que não se façam ofertas, à fazê-las de forma religiosa e com más atitudes e intenções. Aqui, nesta passagem, Jesus disse, que a pessoa deve sim, fazer a sua oferta, apenas, deve inverter a ordem; antes de entregar a oferta, deve se reconciliar com alguém que se sente ofendido por alguma atitude no relacionamento com esse adorador. Costumo ligar esse mesmo princípio, com o ensino de Paulo sobre a participação na Ceia do Senhor: “Que cada um examine a si mesmo e, assim, coma do pão e beba do cálice” (1 Co 11.28). o correto é examinar-se, fazer os devidos acertos E PARTICIPAR! Não se deve examinar, perceber que há falhas, erros ou pecados e assim fugir, negar, ou se omitir de participar porque se encontra indigna de participar. A atitude de se arrepender, se propor a acertar e de fato fazer o que é certo, habilita a pessoa a servir-se na mesa do Senhor. Uma simples mudança de compreensão melhora muito a condição do adorador. Afinal, Jesus morreu e ressuscitou para nos salvar, nos reconciliar e nos dar acesso a Deus. Fugir disso nem é inteligente, quando mais espiritual.

Senhor, graças de rendemos pela obra perfeita da redenção, efetuada por Jesus nosso Senhor lá na cruz. Agora somos filhos, somos herdeiros, alcançamos graça e reconciliação e podemos confiar no teu amor e na tua salvação. Queremos nos manter reconciliados e em condições de pela fé, adorarmos ao Senhor em Espírito e em verdade, podendo apresentar a ti as nossas vidas como ofertas de louvor e gratidão por tudo que o Senhor é, por tudo que o Senhor faz e nos concede a cada dia, pela graça e apropriada pela fé em Jesus, o te amado filho, no nome de quem oramos, amém.

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (6)

Meditação do dia: 09/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (6) – Pretendo encaminhar essa série de meditações para um desfecho edificante e que produz alegria nos corações de todos nós ao nos encontrarmos alinhados com a perfeita vontade de Deus, livre das amarras das religiosidade, especialmente aquela religiosidade vazia e calculista que procura tirar vantagens da fé e se apropriar de benefícios espirituais através de esforço humano e racionalidade. O Salmo 50 propõe uma conversa séria em que Deus coloca em pratos limpos ao seu povo a sua posição. “⁷”Escute, meu povo, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra você. Eu sou Deus, o seu Deus. ⁸Não o repreendo pelos seus sacrifícios, nem pelos holocaustos que você continuamente me oferece. ⁹Não aceitarei novilhos da sua casa, nem bodes dos seus apriscos. ¹⁰Pois são meus todos os animais do bosque e o gado aos milhares sobre as montanhas. ¹¹Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que vivem no campo.” ¹²”Se eu tivesse fome, não teria necessidade de dizê-lo a você, pois meu é o mundo e a sua plenitude. ¹³Acaso como eu carne de touros? Ou bebo sangue de cabritos? ¹⁴Ofereça a Deus sacrifício de ações de graças e cumpra os seus votos para com o Altíssimo” (Sl 50.7-14). Esse texto aponta as mesmas reivindicações divinas dos demais que vimos até agora, em cada uma das meditações anteriores. Atos de culto não podem ser transformados em moeda de trocas ou meios de se alcançar finalidades, favores e produzir agrada a Deus pelo simples fato de serem oferecidos. O culto deve ser uma experiencia pessoal de diálogo do adorador com Deus. Tecnicamente Deus está presente em todo lugar o tempo todo, então entrar na presença de Deus é apenas uma forma de expressar que a pessoa está à partir daquele momento separando aquele tempo e realizando aquelas atividades como atos de adoração, louvor e como forma de expressa a Deus a sua devoção. Fazer as coisas de forma mecânica e decorada, só artificial e superficial, não só não agradam a Deus como não satisfaz a necessidade interior da pessoa. Somos adoradores por natureza, fomos criados para estar próximos de Deus e servi-lo e nos satisfazer nele. Se a pessoa não praticar adoração verdadeira, ele praticará adoração falsa, que não agradará a Deus, mas satisfará a cabeça do religioso. Se a adoração não for verdadeira, então não é adoração, é idolatria e isso vai exatamente ao contrário do propósito do Deus Criador e do relacionamento dele com todos nós. “²³Mas vem a hora — e já chegou — em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Porque são esses que o Pai procura para seus adoradores. ²⁴Deus é Espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.23,24).

Senhor, queremos compreensão para servir melhor ao Senhor e declarar os teus grandes feitos, os teus louvores, porque só o Senhor é Deus. Te amamos e adoramos de todo o nosso coração. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios

Meditação do dia: 08/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (5) – Seguindo a nossa saga de meditações temáticas, sobre situações em que a Bíblia diz que Deus não quer sacrifícios, rituais e ofertas, porque as atitudes dos corações de tais adoradores não estão devidamente alinhadas com a religiosidade que estão expressando. As oferendas a Deus têm um valor e um significado, que vai desde a salvação substitutiva realizada por Cristo na cruz, até a adoração, louvor e gratidão por bênçãos recebidas ou votos e compromissos assumidos. Os homens têm muito de religião dentro de si e Deus, não tem nada de religião nas suas demandas. Deus escolheu ter relacionamentos, então a vida cristã, não é religião, mas um relacionamento com Deus. Como todos os relacionamentos, eles demandam tempo, dedicação, compromisso, investimento e quando mais próximos, mas fortes são os laços e resultados de tal relacionamento. Preciso passar com vocês pelo texto do profeta Isaías, sobre esse tema, que foi uma mensagem profética muito significativa para Israel e para todo o povo de Deus, incluindo a nós como igreja. Me refiro ao capitulo 58, em resposta a questionamentos do povo, Isaías levou a mensagem de que as aparências daquele povo, eram as melhores possíveis, pois demonstravam fidelidade, perseverança na busca, interesse na verdade e continuidade nos atos de cultos. Só que a resposta divina, diz a eles que tudo aquilo não passa de fachada, pois o que na verdade prevalecia eram seus próprios interesses, suas vaidades, suas injustiças e maldades, tudo muito bem camufladas de ações religiosas. “¹Grite a plenos pulmões, não se detenha! Erga a voz como a trombeta e anuncie ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados. ²Mesmo neste estado, ainda me procuram dia a dia, têm prazer em saber os meus caminhos. Como povo que pratica a justiça e não deixa o direito do seu Deus, perguntam-me por sentenças justas, têm prazer em se aproximar de Deus, ³dizendo: ‘Por que jejuamos, se tu nem notas? Por que nos humilhamos, se tu não levas isso em conta?’ Acontece que, no dia em que jejuam, vocês cuidam dos seus próprios interesses e oprimem os seus trabalhadores. ⁴Eis que vocês jejuam apenas para discutir, brigar e bater uns nos outros; jejuando assim como hoje, o clamor de vocês não será ouvido lá no alto” (Is 58.1-4). Esses versos finais acima, devem nos levar a refletir sobre razões porque as pessoas jejuam, fazem votos, propósitos e se sacrificam em nome de uma causa; qual causa é de fato uma justa causa para oração e jejum e o quanto isso implica em glória para Deus e benefício para o Reino dos Céus? Dando uma boa meditada no verso 5, onde parece que há uma dica de como fazer as coisas, mas na verdade o que ali revela são as oportunidades que as pessoas encontram e criam para aumentarem as suas exposições e ostentações aos olhos dos outros ao seu redor. Ganham status de espiritualidade, consagração além dos demais e visibilidade como moeda de troca. “⁵Seria este o jejum que escolhi: que num só dia a pessoa se humilhe, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? É isso o que vocês chamam de jejum e dia aceitável ao Senhor?” (v.5). O que o profeta apresenta como a versão de Deus do que é jejuar e se consagrar, parece mais uma lista de ações sociais, humanitárias, beneficência e atitudes de responsabilidade éticas e sociais, trabalhistas, com o objetivo de construir um lugar melhor e relacionamentos melhores. Tem muito pouco ou nada de abstinências, negação pessoal e rigidez alimentícia. As experiencias da vida do povo de Deus provam que acontecem ciclos que se repetem de tempos em tempos. Olhando a história da igreja vemos esses ciclos se sucedendo – sai da pressão, crescem, enriquecem, descuidam da espiritualidade, mundanizam, sofrimento, arrependimento, avivamentos, crescimentos e tudo começa de novo. Misericórdia!!! Sempre há os piedosos, sempre há os mundanos, sempre há os resistentes à verdade e sempre há os que pagam o preço para que a graça de Deus continue fluindo. Agora, é a nossa vez, esse é o nosso tempo, a nossa oportunidade. Em que ciclo você acha que estamos? De qual grupo você entende que faz parte? O que será que se espera de nós nesses dias?

Senhor, pedimos graça e misericórdia, por entendemos que os dias são maus e estamos nos finais dos tempos descritos pelos profetas, por Jesus e pelos apóstolos. Estamos expostos a todo tipo de anarquia, vandalismo e espiritualidades vazias e mercantis. Somos teus filhos e reconhecemo-nos como sal da terra e luz do mundo, vivendo dias difíceis até a volta do Senhor! Olhamos para ti e esperamos no Senhor a nossa redenção e pedimos forças para permanecermos fiéis até o fim, por venceremos em nome de Jesus, amém e amém!!

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (4)

Meditação do dia: 07/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (4) – Uma das mais clássicas passagens bíblicas onde Deus se revela contrariado com a prática de tentar agradá-lo com coisas e não com vida no altar, consagração pessoal e voluntária, na prática da verdadeira piedade e não com rituais ainda que sejam aqueles estabelecidos pela sua própria Palavra, está registrada no livro do profeta Samuel, na passagem onde o rei Saul recebeu uma ordem para executar e fez do seu jeito e tentou justificar a desobediência pela prática de sacrifícios. “²²Porém Samuel disse: Será que o Senhor tem mais prazer em holocaustos e sacrifícios do que no obedecer à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o ouvir é melhor do que a gordura de carneiros. ²³Porque a rebelião é como o pecado da feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e o culto a ídolos do lar. Por você ter rejeitado a palavra do Senhor, também ele o rejeitou como rei” (1 Sm 15.22,23). Foi uma mensagem dura e contundente para uma pessoa que estava relativizando suas ações mesmo tendo recebido uma ordem clara e ter agido a seu modo e quando questionado se apressou a se justificar. Para os cristãos da Nova Aliança, é sabido que há uma enorme diferença entre uma pessoa religiosa e uma nascida de novo; entre um cristão espiritual e uma pessoa carnal. Escrevendo aos cristãos romanos, Paulo disse-lhes sobre a condição de uma pessoa carnal, diante das possibilidades espirituais: “⁵Os que vivem segundo a carne se inclinam para as coisas da carne, mas os que vivem segundo o Espírito se inclinam para as coisas do Espírito. ⁶Pois a inclinação da carne é morte, mas a do Espírito é vida e paz. ⁷Porque a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar. ⁸Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.5-8). Cumprir rituais, cuidar de coisas materiais ligadas à fé e ao culto a Deus não substitui a prática da verdade e da comunhão com Deus através da vida de obediência. Obedecer é melhor do que sacrificar. Meu professor de Antigo Testamento no seminário nos dizia que o alfabeto de Deus é diferente do humano, pois o dele é assim: “O B D C…”  faz sentido para você?

Senhor, obrigado por dirigir nossas vidas com base nas tuas Palavras que são vivas e verdadeiras, tão eternas quanto o Senhor. Somos gratos pela tua justiça e santidade e reconhecemos que jamais recebemos ordens absurdas ou impossíveis de serem executadas. Te amamos e adoramos com gratidão e louvor. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (3)

Meditação do dia: 06/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (3) – Nos tempos do profeta Isaías, o relacionamento do povo de Deus e suas ações de culto estavam tão distantes daquilo que as Sagradas Escrituras ensinam e descrevem, que Deus enviou uma mensagem ao povo através desse profeta, que revela a insatisfação divina com o culto e os rituais que eram ações completamente vazias de significado e devoção verdadeiras. “¹¹O Senhor diz: “De que me serve a multidão dos sacrifícios que vocês oferecem? Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados. Não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. ¹²Quando comparecem diante de mim, quem requereu de vocês esse pisotear dos meus átrios? ¹³Não me tragam mais ofertas vãs! O incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados e a convocação das assembleias. Não posso suportar iniquidade associada à reunião solene. ¹⁴As Festas da Lua Nova e as solenidades, a minha alma as odeia; já são um peso para mim; estou cansado de suportá-las.” ¹⁵”Quando vocês estendem as mãos, eu fecho os meus olhos; sim, quando multiplicam as suas orações, não as ouço, porque as mãos de vocês estão cheias de sangue” (Is 1.11-15). Gostaria que você voltasse na leitura desse texto de Isaías e prestasse bastante atenção nos muitos apontamentos que o Senhor fez das razões porque não aceitava o culto e as ofertas das pessoas. Não se trata das ofertas ou do modo como elas são apresentadas, mas da condição da vida dos adoradores. Elas se acostumaram com os rituais e os ofereciam mecanicamente, tudo era muito artificial, supérfluo e racional sem nada de fé, devoção e reverencia. Não se serve a Deus fazendo rituais, cumprindo compromissos e obrigações sacrificantes, caros e preciosos, mas onde o coração e a vida da pessoa não está naquilo. Não muda nada em nossos dias e na Nova Aliança; só saber que Deus nos ama, que Cristo morreu por nós na cruz e que somos perdoados pelo seu sacrifício, isso em si não muda a vida de ninguém. Frequentar igrejas, cantar cânticos religiosos, oferecer dinheiro e até serviço, se desgastar fazendo coisas para Deus, dizendo que dedicou a vida inteira ao serviço de Deus e sofreu pela causa do Evangelho… mas quais foram e quais são os verdadeiros motivos?

Senhor, te louvamos e agradecemos pela vida eterna que ganhamos por aquilo que Jesus Cristo fez lá na cruz e colocou a nossa disposição. Cremos na tua Palavra e no poder transformador que ela tem e entregamos nossas vidas aos teus cuidados para que sejamos adoradores e servos dispostos e disponíveis a ti e ao teu serviço. Agradecemos por tudo, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (2)

Meditação do dia: 05/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios (2) – Quando os israelitas saíram do Egito para possuírem a sua própria terra, a chamada “Terra Prometida” eles se organizaram como povo e com o centro de suas atenções no culto a Jeová, ou o Senhor nosso Deus. Eles foram instruídos por Moisés, que recebera as revelações divinas e lhes transmitiram. Foi lhes ordenado construírem um tabernáculo para servir de lugar de adoração e onde se manifestaria a presença de Deus. O lugar mais especial desse tabernáculo era o Santo dos Santos, um local em formato de cubo, com largura, comprimento e altura exatamente iguais e em cujo centro ficara depositado a Arca da Aliança. Ela era uma caixa retangular, de madeira, revestida de ouro e com uma tampa, também revestida de ouro e esculpido à partir do revestimento a figura de dois querubins, cujas asas cobriam totalmente a arca e era dali, entre eles que se revelava a Glória de Deus, chamada por eles de Shekinah. “Ali eu me encontrarei com você e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei com você a respeito de tudo o que eu lhe ordenar para os filhos de Israel” (Ex 25.22). Essa tampa, era chamada de “Propiciatório” – o lugar onde se faz propiciação; isto é onde se oferece algo capaz de cobrir, pagar, substituir – no sentido de prover perdão para o pecador que se arrepende e se propõe a acertar as coisas com Deus. Um animal era sacrificado e o seu sangue era levado pelo Sumo Sacerdote, uma vez no ano, no sétimo mês na festa da Propiciação. Ali era respingado o sangue e os pecados da nação eram cobertos, perdoados e com validade até o ano que vem na mesma época. Isso se relacionava a capacidade falível dos sacrifícios de animais, como símbolo de algo que viria no futuro e teria validade permanente diante de Deus, para fazer uma eterna redenção. “¹¹Quando, porém, Cristo veio como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos humanas, quer dizer, não desta criação, ¹²e não pelo sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Santuário, uma vez por todas, e obteve uma eterna redenção” (Hb 9.11,12). Mais do que uma compreensão intelectual do ritual e dos valores envolvidos naqueles sacrifícios, o cristão precisa ligar a verdade da redenção, o alto preço do sacrifício de Cristo, ao imenso amor de Deus em prover tal oportunidade a pecadores como nós, que somos os beneficiados. Não se trata de atos religiosos e rituais, mas de um amor muito grande e uma generosidade capaz de doar-se ao extremo em favor de quem não merece e nem tem como retribuir o investimento divino. Por isso é muito importante compreender e amar a graça de Deus, porque somos salvos pela graça através da fé, sem obras. Você compreende isso?

Senhor, obrigado por tão grande sacrifício, por tão grande amor demonstrado através da vida de Jesus Cristo o teu amado filho. Não merecemos, mas agradecemos a generosa oferta misericordiosa, pela tua graça infinita. Te louvamos e engrandecemos o nome, que está acima de todo e qualquer nome, o nome de Jesus, amém!

Pr Jason

Quando Deus Não Quer Sacrifícios

Meditação do dia: 04/09/2025

“Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” (Sl 40.6)

Quando Deus Não Quer Sacrifícios – Sabemos que Deus não se contradiz, nem mesmo muda de opinião ou precisa rever algum conceito ou decisão tomada. Ele é Deus! Mas ainda assim encontramos na Bíblia, acontecimentos e narrativas que expressam verdades que diferem de algo conhecido e rotineiro. Um exemplo disso são os sacrifícios oferecidos como culto a Deus. Quem ensinou e prescreveu tais práticas foi o próprio Senhor nosso Deus, e isso existe desde o início da sociedade humana. No dia que Adão e Eva pecaram contra Deus, ele se apresentou a eles com a solução para o pecado e a atitude errada humana e as medidas redentoras para solucionar o problema. “O Senhor Deus fez roupas de peles, com as quais vestiu Adão e sua mulher” (Gn 3.21). O texto acima, apresenta a solução para o problema e para os efeitos colaterais causados por ele. Quando eles pecaram, descobriram que estavam nus e se esconderam, também confeccionaram roupas de folhas de figueira para se cobrirem. “⁶Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu; e deu também ao marido, e ele comeu. ⁷Então os olhos de ambos se abriram; e, percebendo que estavam nus, costuraram folhas de figueira e fizeram cintas para si” (Gn 3.6,7). Eles perderam a comunhão com Deus pela desobediência a sua instrução e ao invés de se verem sábios, poderosos, iguais a Deus, perceberam que estavam nus, porque perderam a autoridade e a inocência e se viram envergonhados e procuram fugir e se esconder de Deus. O Senhor tomou a iniciativa de vir ao encontro deles, apresentou-lhes as consequências de seus atos, fez saber que arcariam com as devidas consequências e em seguida, sacrificou animais, sendo substitutos do casal humano, e de suas peles, fez as vestes para eles, porque eles estavam cobertos de folhas e roupas de folhas não duram muito ou quase nada. Assim são as ações humanas no sentido de repararem os seus pecados, o melhor que se produz são só folhas! O que Deus oferece é permanente, definitivo e capaz de solucionar de fato todas as implicações das atitudes humanas. Com o desenvolvimento da civilização o culto foi se organizando, pois logo vemos os filhos de Adão e Eva oferecendo seus próprios sacrifícios, certamente instruídos pelos pais e ainda que caídos ainda havia uma certa comunhão e presença divina na vida deles, pois ambos perceberam que suas oferendas foram aceitas ou não. “³Aconteceu que, ao fim de um certo tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. ⁴Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. O Senhor se agradou de Abel e de sua oferta, ⁵mas de Caim e de sua oferta não se agradou. Caim ficou muito irritado e fechou a cara. ⁶Então o Senhor lhe disse: Por que você anda irritado? E por que essa cara fechada? Se fizer o que é certo, não é verdade que você será aceito? Mas, se não fizer o que é certo, eis que o pecado está à porta, à sua espera. O desejo dele será contra você, mas é ⁷ necessário que você o domine” (Gn 4.3-7). Deus falava com eles e eles entendiam, correspondiam ou não e podiam corrigir a ação e haveria aceitação plena da parte de Deus. Veja que a atitude humana de rebelião contra Deus e sua Palavra é coisa antiga, só havia quatro pessoas no mundo e já tinha rebelde sem causa operando e desafiando a Deus. Parece que nada mudou, ainda hoje, em pleno século 21, as pessoas sabem a vontade de Deus, ouvem a palavra de Deus, são instruídos sobre o caminho a seguir e escolhem fazer do próprio jeito, mas querem que os resultados sejam perfeitos e que Deus precisa engolir as coisas do jeito que as pessoas querem fazer. Isso não funcionou para Caim, não funcionou para ninguém e nunca irão funcionar.

Senhor, obrigado por nos ensinar o caminho da vida e os passos certos que devemos tomar indicados pela tua perfeita vontade, com base na redenção no sacrifício de Jesus, que foi prefigurado por sacrifícios de animais até o devido tempo quando ele veio como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Agradecemos a sua ajuda e iniciativa, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Mais do Que Podemos Contar

Meditação do dia: 03/09/2025

“São muitas, Senhor, Deus meu, as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para conosco; não há ninguém que possa se igualar a ti. Eu quisera anunciá-los e deles falar, mas são mais do que se pode contar.” (Sl 40.5)

Mais do Que Podemos Contar – “Como faz para comer um elefante inteiro?” Me recordo muito bem da primeira vez que vi essa expressão, como forma de exercitar a criatividade e aceitar grandes desafios. Parece muito engraçado pensar nisso, mas faz todo sentido. A resposta é: “Uma mordida de cada vez!” Como é que um atleta corre uma Maratona? Um passo de cada vez! Como se escala uma montanha muito alta? Um pouco de cada vez… e assim por diante como todos os desafios que enfrentamos na vida. O nosso salmista, está pensando nas grandezas de Deus, no seu infinito poder e agir em benefício do seu povo; nas suas muitas misericórdias e nos seus atos de proteção, livramento, bênçãos e tudo quanto pudermos pensar em como Deus cuida de nós. Como contar todas as suas maravilhas? Nós, nem mesmo lembramos ou sabemos tudo o que Deus faz e age em nosso favor. Quantas vezes você acha que Deus já te livrou de perigos, acidentes, riscos e problemas, que você nem sequer tomou conhecimento que aquilo poderia ter acontecido? Já aconteceu com vocês, de receberem uma instrução no seu íntimo, no coração, para fazer algo ou passar por determinado lugar, fazer determinada coisa e você obedece e não aconteceu nada depois? Pois é, comigo também! Quantas dessas vezes se evitou algo perigoso, ou agimos antes e o perigo nem chegou a iniciar? Quantas vezes nossos filhos foram abençoados com proteção e livramento que nem eles sabem e nem nós ficamos sabendo? “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra” (Sl 34.7). As bênçãos do Senhor acompanham nossas vidas todos os dias e por mais que a gente, conte, testemunhemos, escrevamos livros, produzamos mídias e etc, não esgotaremos as muitas bênçãos do Senhor em nossas vidas, famílias e ministérios. Os mais antigos cantavam um hino chamado “Conta as Bênçãos!”

(https://youtu.be/wWcmdZLw-yY?si=7_42gF0hxuqdRegk)

Senhor, obrigado, por todas as bênçãos que temos recebido das tuas mãos. Te louvamos e engrandecemos o nome, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Deus é Inigualável

Meditação do dia: 02/09/2025

“São muitas, Senhor, Deus meu, as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para conosco; não há ninguém que possa se igualar a ti. Eu quisera anunciá-los e deles falar, mas são mais do que se pode contar.” (Sl 40.5)

Deus é Inigualável – A grande maioria dos cristãos não possuem formação teológica e nem mesmo estudos aprofundados sobre a fé e as verdades fundamentais do cristianismo. Sem nenhuma dúvida, isso não faz falta alguma! Isso não atrapalha e não dilui o poder da fé de ninguém. A razão para tal é o fato de que o verdadeiro cristianismo não é uma religião, mas sim um relacionamento. Tudo na fé cristã se fundamenta na experiencia de cada um com Deus, com sua Palavra e tudo muito bem supervisionado pelo Espírito Santo, que é Deus e habitou entre o povo de Deus e na Nova Aliança passou a habitar em cada um, tornando-nos templos vivos de culto e serviço ao nosso Deus. As verdades teológicas, cientificas, com todos os seus parâmetros são boas coisas, mas se elas não estiverem alinhadas com o coração de verdadeiro adorador, tudo não passa de informação e toda informação estará sujeito a investigação e poderá ser comprovada ou rejeitada. Quando escreveu aos cristãos gregos de Corinto, Paulo citou o sistema de Deus se revelar que parece bem o contrário da sabedoria humana tradicional e acadêmica. “¹⁸Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, ela é poder de Deus. ¹⁹Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.” ²⁰Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o questionador deste mundo? Não é fato que Deus tornou louca a sabedoria deste mundo? ²¹Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, Deus achou por bem salvar os que creem por meio da loucura da pregação. ²²Porque os judeus pedem sinais e os gregos buscam sabedoria, ²³mas nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios. ²⁴Mas, para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus” (1 Co 1.18-24). Os profetas do Antigo Testamento também profetizaram sob a inspiração e unção do Espírito Santo, desafiando os povos dos seus tempos a apresentarem quaisquer evidencias de alguém à altura de concorrer com a grandeza de Deus. “⁵”Eu sou o Senhor, e não há outro; além de mim não há Deus; eu o cingirei, mesmo que você não me conheça. ⁶Para que se saiba, desde o nascente do sol até o poente, que além de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro. ⁷Eu formo a luz e crio as trevas; promovo a paz e crio os conflitos; eu, o Senhor, faço todas estas coisas. ¹²Eu fiz a terra e criei nela o ser humano; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens. ¹⁸Porque assim diz o Senhor, que criou os céus e ele é o único Deus; que formou a terra e a fez ele a estabeleceu; ele não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: “Eu sou o Senhor, e não há outro” (Is 45.5-7,12,18). Alguma novidade nisso, para nós? Não! Nos tornamos adoradores, filhos  e servos de Deus, com a experiencia de sermos nascidos de novo, obra poderosa do Espírito Santo através da Palavra de Deus. Só e tudo isso. “¹¹Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. ¹²Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome, ¹³os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. ¹⁴E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.11-14). Como foi a sua experiencia inicial? Como está sendo a sua experiencia diária de comunhão e adoração ao Deus verdadeiro, inigualável? Torne-a crescente e ascendente passo a passo!

Senhor, graças te rendemos e declaramos as tuas maravilhas! Não há ninguém, nada igual, próximo ou parecido como Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso, o Criador dos céus e da terra. Somos teus filhos por obra e graça da tua bondade em Cristo Jesus, que se entregou por nós lá na cruz, comprando-nos de volta para a família de Deus. Agora somos filhos, somos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo, e somos felizes, gratos e adoramos de coração ao Senhor nosso Deus, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason