Fogo e Glória

Meditação do dia 19/02/2016

2 Cr 7.3 “E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.”

Fogo e Glória – Quem não gostaria de estar nesse culto? Para mim, por observação, não tem nada à ver com manifestações histéricas e emocionais em reuniões promovidas com o interesse de levar as pessoas a experiências de êxtases, ainda que através de meios religiosos com misto de indução anímica. Não era também um culto pentecostal, daqueles “fogo puro!” Era uma reunião para inaugurar o templo e os seus instrumentos e acessórios. Quando o rei Salomão orou agradecendo a Deus por ter prometido e cumprido cabalmente todas as suas palavras, dadas a Davi seu Pai, sobre o reino, sobre sua família e sobre a construção do santuário, também abençoando o povo de Deus ali presente, aconteceu isso tudo. Foi uma manifestação da presença de Deus, com sua glória e poder de forma visível a olho nu; não foi uma visão espiritual mística em que apenas uns poucos privilegiados poderiam ver. Todos os filhos de Israel viram descer o fogo e a glória do Senhor sobre o templo. Isso me faz pensar na intenção do coração de Deus em se revelar a todos igualmente, sem privilégios, sem regalias, uma vez que todos são filhos e o propósito daquilo tudo foi levar aquelas pessoas a uma experiência de adoração e contemplação inédita para eles. Sabemos que nada substitui a experiência; tudo que aquelas pessoas ouviram ao longo de suas vidas, sobre as maravilhas que Deus operara aos pais no deserto, e na terra de canaã quando chegaram, eram relatos verdadeiros e ninguém duvidada, mas agora eles estavam vendo com os próprios olhos, milhares de pessoas experimentando a mesma revelação. Quando se prostraram, foi fruto de algo que era muito real para cada um. Outra detalhe que me chama a atenção é que ao presenciarem ao vivo a manifestação da glória de Deus, as expressões ditas por todos, eram muito parecidas, ou até uniforme: “…Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre…” A bondade de Deus foi proclamada por milhares de pessoas em adoração e prostração. Deus é bom, a sua benignidade dura para sempre, isso é maravilhoso e Deus é isso, mesmo que eu não tenha a experiência que eles tiveram, mas o meu coração abraça essa verdade. Ao encontrar o Senhor, a primeira coisa que vem a mente revela o conteúdo do coração da pessoa. Os lábios expressando uma verdade verdadeira do mais íntimo da pessoa e quase como se falasse sem controle racional, é automático, é espontâneo… “…Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre…”

Senhor, o justo vive pela fé! Assim, no meu coração eu posso contemplar o Senhor, na beleza de tua santidade, e posso extasiar-me de prazer e alegria por saber que que tu és bom, e a tua benignidade dura para sempre. Permita, Pai, que os teus filhos tenham experiências grandes e duradouras com o teu sobrenatural. Que a cada dia, possamos estar mais perto de ti e mais prostrados diante de ti. Adoramos aquele que é, que era e que há vir, o Deus Todo-Poderoso! Obrigado, por permitir que te conheçamos mais e mais, em nome de Jesus, Amém!

Pr Jason

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A Boca e a Mão de Deus

Meditação do dia 18/02/2016

2 Cr 6.4 “E ele disse: Bendito seja o Senhor Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi meu pai; e pelas suas mãos o cumpriu, dizendo:”

A Boca e a Mão de Deus – O falar e o agir de Deus. Essas foram as razões para o louvor e a gratidão de Salomão ao cultuar a Deus. Tudo o que havia sido dito a Davi, foi prontamente realizado e o rei ouvira as promessas e agora via as obras prontas e sabia que isso dependia inteiramente de Deus em sua fidelidade. Estamos vivendo um período de tempo na história, em que Deus não é mais conhecido por sua Palavra fiel, seja em termos de promessas ou ameaças e juízos; pois o povo está sendo conduzido por uma liderança cega, ávida por lucros e benefícios, que no entender do apóstolo São Paulo, “pensam que a piedade é fonte de lucro” (I Tm 6.5). Sendo assim, as poucas coisas que ensinam ao povo é que Deus serve aos seus propósitos e está disponível aos seus interesses. A fé e a devoção deles está num tipo de Deus, que mais se parece com um cofre forte ou um caixa eletrônico, onde o cliente só precisa ter o cartão e saber a senha. É na verdade o tempo apropriado para o arrependimento verdadeiro, a hora do quebrantamento de coração e de se prostrar diante da majestade santa e começar por reconhecer quem realmente somos. A fé cristã, se propõe a descansar sobre uma base bem sólida que é a Palavra de Deus, a Bíblia, a nossa regra de fé e prática. Cremos e praticamos o que nela está escrito. Rejeitamos e repudiamos tudo o que fere ou contraria essa verdade. É ponto pacífico, o ensino bíblico sobre a Identidade dos filhos de Deus, saber isso, nos coloca numa posição correta para adoração, louvor e a vida de oração de forma geral. É verdade que somos filhos; que somos aceitos; que somos amados incondicionalmente por Deus; somos bem-vindos na sua presença em todo o tempo; é verdade que somos perdoados, libertos, justificados, santificados, um dia seremos glorificados; é bíblico que podemos orar com fé e termos todas as respostas; é fato que o Pai cumpre todas as suas promessas; é fato que Ele nos vê com bons olhos, por causa da nossa identificação com Cristo; é fato que somos vencedores, mais que vencedores; é fato que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece; é vero que segundo a sua riqueza em glória, Cristo há de suprir nossas necessidades; é fato que temos um inimigo espiritual; ele é astuto e perigoso; também é fato que temos proteção e segurança em Cristo. Nossa posição em Cristo, ou seja, nossa identidade nos garante tudo isso e muito mais, bem mais… “Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nos…” (Ef 3.20). Mas nada disso anula, ou tira de nós, ou facilita violar fatos tão firmes quantos estes: Deus é Deus! Deus é Santo, é justo, é puro, digno de reverencia e respeito, é para ser temido com temor e tremor. Por seu meu Pai, ele não deixa de ser o Todo-Poderoso – Ele jamais abriu ou abrirá mão dos direitos de ser quem Ele é e ser tratado como tal. Sua Palavra e sua vontade não fica à mercê de interpretações individuais e a qualquer tempo podem ser modificadas e profanadas. Mesmo sendo você um cristão velho de casa; uma pessoa com uma boa folha de serviço; alguém que tenha desenvolvido uma ótima intimidade com Deus, isso não te dá privilégios no sentido de desrespeito e ficar sem juízo. Estou lhe convidando a repensar sua fé no sentido da prática; você e eu podemos estar abusando da paciência de Deus. Quem peca tendo conhecimento, recebe juízo mais severo; não foi para isso que Jesus nos salvou. É um convite a humilhar-nos diante da poderosa mão de Deus e ceder-nos a veracidade das palavras da sua boca. O que Deus diz, Ele faz!

Pai santo, venho prostrar-me diante de ti reconhecendo que o Senhor é digno de todo o meu respeito e toda a minha reverencia; Pai de amor e misericórdia, permita que o meu coração e a minha alma não se iludam com vaidades humanas e assim me desvie dos sábios caminhos propostos em tua Palavra. Guia-me sob os teus olhos, com a tua generosa mão. Para ti sempre serão o meu louvor e a minha adoração. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

Dia de Inauguração

Meditação do dia 17/02/2016

2 Cr 5.14E os sacerdotes não podiam permanecer em pé, para ministrar, por causa da nuvem; porque a glória do Senhor encheu a casa de Deus.”

Dia de inauguração – Uma das coisas mais desejadas por todos nós, é saber que Deus aceitou o que fizemos ou o que lhe oferecemos. Quando o relacionamento é autêntico, a Bíblia sugestiona que não é tão difícil perceber a diferença entre o sim e o não de Deus. Abel e Caim, os dois filhos de Adão e Eva, quando assumiram a responsabilidade do próprio culto em suas vidas, ambos ofereceram ofertas em altares edificados por eles, e o texto é bem claro que o sacrifício de Abel foi aceito e o de Caim não o foi e ele percebeu isso a ponto de estampar na fisionomia o seu desagrado e descontentamento por ter sido recusado a sua oferta. Quando Coré, Datâ e Abirão, vieram diante de Moisés e Arão em tom de desafio e requerendo para si os mesmos direitos de exercer o ministério sacerdotal, e foram instruídos por Moisés para que comparecessem no dia seguinte diante de Deus e da congregação com incensários…Eles foram reprovados e todas aquelas pessoas que estavam com eles. Quando Moisés inaugurou o tabernáculo construído durante a peregrinação no deserto, o Senhor Deus, se manifestou e o fogo santo diante dele acendeu o altar do holocausto, e a glória de Deus encheu o templo de glória, impossibilitando a presença humana ali para ministração; então todos souberam que Deus aceitara e recebera de bom grado todo o trabalho até ali. Agora, novamente quando Salomão inicia a solenidade de inauguração do templo, ao trazer a Arca da Aliança para o lugar apropriado que fizera, eis que aparece a aprovação de Jeová, por meio da manifestação da sua glória. Quando Jesus foi iniciar sua vida ministerial e compareceu no Jordão para ser batizado por João Batista, assim que saiu da água, o Espírito Santo veio sobre ele em forma corpórea como uma pomba e a voz de Deus, dizendo que “…este é o meu filho amado em quem tenho prazer…” No dia de de Pentecostes, quando consideramos o dia inaugural da igreja de Cristo aqui na terra, o fogo e o poder de Deus se manifestaram de forma sobrenatural entre os discípulos presentes ali no cenáculo. Essas inaugurações maravilhosas, todas seguidas de sinais poderosos de Deus, me fascinam, porque não se trata de animação e barulho, nem tão pouco de eventos elaborados e ensaiados previamente, ou criados pela imaginação humana – é ação de Deus, sua graça, sua glória manifestando a sua aprovação e acima disso, a sua presença poderosa. Se é verdade que como termina algo é que se conta, parece que como se inicia algo é ainda mais forte. Se Deus está no começo, é tudo o que precisamos e com fidelidade e reverencia, cultivamos piedosamente as atitudes que o agradam e façam com que ele nunca deixe de estar ali e satisfeito de estar. Agradar a Deus é um alvo muito importante para mim! Mais que isso, é uma necessidade! É vital!

Senhor, que a tua glória esteja sobre a minha vida todos os dias, sendo santuário onde tu habitas, quero ser e agir em santidade e reverencia, buscando andar nos caminhos propostos pelo Senhor, pelas veredas antigas do Senhor. Oro por discernimento e visão espiritual, porque isso é a minha vida, o meu culto, a minha oportunidade de andar diante de Ti. Mais do que te encontrar, desejo que tenhas prazer nesse encontro; da minha parte, só a tua graça e misericórdia me permitem entrar no Santo dos Santos, e é aí que desejo estar, todos os dias, em adoração por tudo que o Senhor é para mim… em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

O Altar de Bronze

Meditação do dia 16/02/2016

2 Cr 4.1 “Também fez um altar de metal, de vinte côvados de comprimento, de vinte côvados de largura e de dez côvados de altura.”

O altar de Bronze – Algumas versões da Bíblia utiliza a palavra “metal” para descrever esse altar, e não deixa de ser mesmo de metal, mas se trata de bronze. O bronze é uma liga metálica homogênea composta pela mistura de cobre e estanho, podendo conter porções de outros elementos, com objetivos específicos para cada uso. Nos utensílios sagrados do tabernáculo hebreu, ele foi usado para confeccionar o altar que receberia os sacrifícios e ofertas pelo pecado. Assim sendo esse metal ficou aceito como sendo um símbolo de julgamento, pois ali, o pecador receberia a sentença pelos seus pecados que eram imputados ao animal sacrificado e queimado em função do perdão divino para aquele adorador. Hoje, fiquei olhando admirado para o tamanho desse altar construído pelo rei Salomão, para estar na entrada do templo, no pátio, onde receberia os muitos sacrifícios. Quando pensamos a priori, a idéia que me vinha a mente era algo grande, mas não tão grande assim. Adequando as medidas em côvados, para os nossos padrões de centímetros, um côvado corresponde aos nossos 45 cm. Nesse caso, o altar aqui tinha nove metros de comprimento por nove metros de largura e quatro metros e meio de altura. Fiquei baseando essas dimensões, comparando com algo mais familiar, como a casa onde moro; o terreno mede doze metros de largura, nesse caso, centrando o altar, ficaria um corredor de um metro e meio de cada lado em relação aos muros da divisa; quatro metros e meio da altura dele, é a altura média de uma casa, do lado de fora, pois internamente do piso ao teto, normalmente é dois metros e oitenta até três metros de altura. Era uma grelha gigante, e ainda tinham que pensar no abastecimento de lenha para o fogo que ali ardia constantemente. Salomão gostava de fazer coisas grandes, e com certeza também a demanda exigia isso, pois em se comparando com o altar original, feito por Moisés, a diferença era enorme. “Farás também o altar de madeira de acácia; cinco côvados será o comprimento, e cinco côvados a largura (será quadrado o altar), e três côvados a sua altura” (Ex 27.1). Esse media 2.25 m x 2.25 e 1.35 de altura. Agora, claro, isso não era apenas um grande incinerador de carnes de animais, isso seria até profanação pensar ou atribuir tal finalidade a ele. Ali na verdade, se revela o tamanho da misericórdia divina para com os pecadores e seus pecados. Ali, cada pecador comparecia para trazer sua oferta, acompanhado de sua confissão e admissão de culpa perante Deus, e os sacerdotes faziam a oferta, para que de modo simbólico, o pecado recebesse o perdão dos pecados, mediante a morte substitutiva de uma vitima inocente, prefigurando o sacrifício maior levado a cabo por Jesus Cristo lá na cruz do Calvário. É por causa daquele sacrifício, que minha alma hoje encontra paz e descanso espiritual. Não somos perdoados porque somos bonzinhos, religiosos, fiéis ou piedosos. Custou a vida de Cristo, ele derramou o seu sangue para fizesse propiciação por mim e por você.

Pai santo, graças de dou pelo perdão dos meus pecados baseado nas tuas muitas misericórdias mostrada por Jesus lá na cruz. Reconheço e confesso que sou pecador e recebo o perdão por aquilo que Cristo fez, sem nenhum merecimento da minha parte. Se aquele altar tinha tamanho tão grande, que chega a ser assustador, posso imaginar o tamanho das minhas culpas e onde abundou o pecado, a tua graça superabundou em justiça e graça. Que a minha alma permaneça reconciliada contigo em perfeita comunhão; Assim o seu Espírito Santo pode continuar guiando-me pelos caminhos da verdade, da justiça e da fé. Obrigado, porque o sangue de Jesus tem poder e valor diante de ti, como provisão de perdão e graça, em nome de Jesus, eu oro em fé.

Pr Jason

Onde Devemos Construir?

Meditação do dia 15/02/2016

2 Cr 3.1 “E começou Salomão a edificar a casa do SENHOR em Jerusalém, no monte Moriá, onde o SENHOR aparecera a Davi seu pai, no lugar que Davi tinha preparado na eira de Ornã, o jebuseu.”

Onde devemos construir? Eu sei que o melhor lugar para se trabalhar, é ao lado de Deus, onde Ele já está atuando. Quando vamos realizar uma tarefa dada por Ele, é fato que junto com a ordem de serviço, está também as instruções precisas do que e como fazer. Desde os tempos bíblicos, quando acontecia uma revelação divina, elas eram claras e precisas, sem necessidade de interpretação, era apenas seguir as instruções; foi assim com Noé sobre a Arca; foi assim com Abraão sobre a terra prometida, foi assim com Moisés para tirar o povo do Egito, construir o tabernáculo e na condução do povo; foi assim com Josué em substituição à Moisés na liderança do povo e na conquista de Canaã e todas as demais que pudermos lembrar. Ao correr os olhos sobre esse texto, vi logo uma série de indicações de localização, que tornava muito simples para Salomão, iniciar o seu trabalho. Ali está escrito: “Em Jerusalém – No Monte Moriá – Onde o Senhor aparecerá… – No lugar que Davi… – Na eira de Ornã. Não sou dado a misticismo, mas creio que instruções divinas tem propósitos e finalidades. Posso até não saber ou entender, mas deve ser obedecido, por lemos nas Escrituras, que “…a justiça se manifesta de fé em fé, como está escrito, o justo viverá da fé” (Rm 1.17). Todos nós hoje que lidamos com as coisas sagradas e espirituais, como as responsabilidades ministeriais, precisamos estar atentos as instruções divinas em como fazer as coisas, para que os resultados sejam os esperados. Todo cristão tem como certo em seu coração, que a vontade de Deus sempre será realizada, pois os meios e recursos não são problemas para o Senhor da Seara. A obra de Deus não sofrerá atrasos ou danos pela impossibilidade de suprimentos; a boa mordomia nos ensina que compete ao Senhor prover para os seus servos e é obrigação dos servos, confiar na capacidade do amo suprir-lhe em tudo que a tarefa requer. Veja bem, quando contratamos alguém, ou uma empresa para a realização de uma obra, os termos são acertados antes e cada um tem responsabilidades, que de suprimentos, quer de gestão responsável. Será que o Senhor nosso Deus desconhece esses termos? Claro que não! Quando Jesus, antes de ascender aos céus deu aos discípulos a grande comissão, de ir por mundo e pregar o Evangelho e fazer discípulos; ele não estava consciente de custos, logística, estruturas físicas, materiais, literaturas, treinamentos, viagens etc.? Com toda certeza, ele sabia e sabe até hoje, bem melhor que nós mesmos. A questão fica então por conta da gestão humana! Como captamos e como destinamos.

Grande é o Senhor e mui digno de louvor, por todos os seus grandes feitos em toda a terra! Tudo criastes, oh! Senhor e tua administração é perfeita e justa; nada falta e nada sobra para desperdício. Onde estamos e o que fazemos, tem tudo à ver com o que determinaste para nós, nesse tempo. Ensina-nos a cada dia, a vermos os teus recursos e como cuidar para que façamos o máximo em produtividade com um mínimo de desgaste, para satisfação e realização dos nossos corações, e honra e glória ao teu santo nome. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

Qual o Tamanho de Deus?

Meditação do dia 14/02/2016

2 Cr 2.6 “Porém, quem seria capaz de lhe edificar uma casa, visto que os céus e até os céus dos céus o não podem conter? E quem sou eu, que lhe edificasse casa, salvo para queimar incenso perante ele?”

Qual o tamanho de Deus? Filosoficamente deve ser uma grande pergunta, ou ao menos uma boa pergunta, que permite muita argumentação até uma grande variedade de respostas e alternativas. Como não dá para pensar em Deus como sendo uma pessoa física, como nós humanos, pois aí daria para medir sua estatura. Espiritualmente falando, ai sim, fica ainda mais complexo o processo, porque teremos que partir para palavras como infinito, imensurável e outras mais. Poeticamente também teríamos muito campo a ser percorrido, pois a licença poética permite descrições lindas e exageradas e ainda assim, não faria jus ao que realmente precisamos ou pretendemos. Um cristão de temos idos, fez uma narração, sobre o amor de Deus, usando expressões como: “Se o mar fosse tinta, e o céu fosse papel, e cada árvore fosse transformada em pincel, ainda seria pouco para descrever o amor de Deus que é sincero e fiel.” Mas só podemos compreender Deus por estrita revelação do próprio Deus, que o faz através do Espírito Santo e assim conseguimos, dentro de nós, no nosso espírito, ou no nosso coração ter certos parâmetros da grandeza daquele que servimos e adoramos, como sendo não só grande, mas grandioso. Salomão ao tomar a iniciativa de edificar um templo, para adoração ao Deus de seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó, que se revelara a Moisés e transmitira leis e mandamentos para um relacionamento com eles, como povo de Deus;  se viu numa situação de redefinir suas afirmações e convicções de fé, pois se iria construir uma casa para Deus, ela teria que representar essa pessoa que ali seria cultuada; então ele percebeu que não seria possível construir uma casa para Deus, pois ele, o seu Deus era imensamente grande, fora dos termos e medidas humanas, pois “…os céus e até os céus dos céus o não podem conter…” Que medidas são essas? Então Salomão concluiu que no máximo ele poderia edificar uma casa onde se ofereceria ofertas e sacrifícios como culto a Deus. Hoje, pessoalmente não mudou nada, ainda não temos como conter Deus em qualquer lugar, seja uma igreja, seja um edifício ou qualquer outra estrutura…. Mas esse mesmo Deus e senhor, cabe no coração! No meu e no seu coração! “Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos” (Is 57.15).

Obrigado, paizão, por seu imenso amor, tão grandes és tu, que as nossas palavras se tornam pobres em significado para expressar o que és. Graças te rendemos e declaramos com fé, que não há nada e nem ninguém como o Senhor, nosso Deus, grande em força e poder, rei do universo e soberano sobre tudo e sobre todos, mas que se digna de habitar no coração de pessoas simples e pecadoras como eu, mas que se rende a ti e se curva diante de tamanha grandeza, glória e majestade. A ti, a honra, a glória e o louvor em todo o tempo, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Um Cheque em Branco

Meditação do dia 13/02/2016

2 Cr 1.7 “Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.”

Um cheque em branco – Desde criança eu ouço aquelas histórias que são versões de Aladin e a lâmpada mágica, onde se esfrega uma lâmpada ou se abre uma garrafa mágica e de dentro sai um gênio bonzinho que concede três desejos ao seu novo amo. Mas claro, isso é apenas histórias; mas o que aconteceu com Salomão, foi verdadeiro e não tem nada a ver com “gênios mágicos,” e muito menos foi por sorte. Salomão era um homem de Deus, estava servindo como Rei e buscando a Deus em oração e cuidando de sua vida espiritual, tratando do perdão dos pecados e levando o povo a se aproximar mais e mais de Deus. Ele não estava fazendo um campanha de sete semanas e muito menos correndo atrás de bênçãos; ele buscava de todo o seu coração o Deus abençoador, ele queria Deus, a face de Deus e não as mãos de Deus e as bênçãos de Deus para inflar seu ego. A iniciativa da revelação foi divina; a proposta foi divina, a porta foi aberta pelo lado de dentro e não fora forçada por cerimônias e ritualismos. Já me referi a esse texto em outras meditações, pois a primeira vez que li essa passagem, eu era um adolescente, que não conhecia a Deus e estava fascinado pela leitura da Bíblia e esse texto me cativou. A beleza de uma revelação divina a um mortal, dando lhe a oportunidade de pedir o que quisesse e ser atendido; acho que vocês podem imaginar o que uma verdade desse pode fazer na cabeça de um adolescente de 16-17 anos de idade, trabalhando duro debaixo de sol quente e ansiando por uma vida melhor. A minha motivação com certeza não era tão pura quanto foi a de Salomão, mas também eu não tinha as raízes e bases espirituais que ele possuía, mas Deus que conhecia tão bem o coração do jovem rei, também conhecia o meu e foi ali que ele me atraiu e conseguiu a minha atenção. Nos dias atuais, o cheque já está ficando fora de moda e com muito pouco prestígio; mas os mais experientes sabem muito bem, que cheque já foi um documento de muito valor e de uso muito responsável. Nesse tempo, dar ou passar um cheque em branco, ou seja, apenas com a assinatura e deixando ao portador a liberdade de preencher com o valor que lhe conviesse, era um privilégio para poucos, de ambos os lados, tanto o que emitia, como o portador e esse deveria ser alguém de muita confiança e responsabilidade para ter tal privilégio do emitente do cheque. E foi o que Deus fez com Salomão. Por um lado, Deus conhecia a integridade e o desejo legítimo que havia naquele coração naquele momento de sua vida e serviço; por outro lado, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, tinha e tem até hoje, um lastro de recursos que são inesgotáveis e que nenhum ser humano, por mais gastador que seja, é capaz de abalar a conta bancária do Senhor de todas as riquezas. O interessante é que Salomão pediu algo de muito maior valor agregado e de utilidade do que bens materiais e financeiros, e isso agradou a Deus, que lhe presenteou com um “UP” ou bônus generoso, que agradaria até o Tio Patinhas dos quadrinhos. Ontem escrevi sobre as chaves do sucesso e veja que Salomão fez bom uso delas e os resultados confirmam isso. Quem busca riquezas e bênçãos, pode encontrar um monte dessas coisas, mas quem busca a Deus, encontra a fonte de todas as coisas boas e duráveis e recebe bem mais do que poderia pedir ou pensar.

Senhor Deus de amor e bondade, que por graça e misericórdia se revela a nós das mais variadas formas; sei que não sou merecedor dos menores dos teus favores, mas ou agradecido pela posição de filho que a tua graça me concede e os recursos que isso torna acessível a mim. Graças, Senhor, por me receber na sala do trono, onde em tempo oportuno me favorece com teu amor e bondade. Concordo com Paulo que afirmava que a tua graça era suficiente para ele, e o é também para mim. Bondade e misericórdia me acompanham todos os dias. Obrigado por seu o meu Pai, Abba Pai! Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

Dando ou Devolvendo?

Meditação do dia 12/02/2016

1 Cr 29.14 “Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.”

Dando ou devolvendo? Na verdade a questão a ser discutida é sobre o senhorio da nossa vida. Se eu sou o cara, o dono, o senhor, então as posses realmente são minhas e também as responsabilidades; nesse caso, Deus está sem o compromisso de me suprir e prover; por que uma das funções do senhor, é suprir e prover para os seus servos; se eu sou o senhor, essa obrigação é minha. Sendo Deus o senhor da minha vida, então as posses e direitos pertencem a ele. Como também o compromisso de prover minhas necessidades. Uma vez que reconheço a soberania e o senhorio divino, perco o direito de reivindicar posses e direitos pessoais. Tudo simplesmente pertence ao meu senhor e quando entrego alguma coisa, como oferta, dízimos, votos e etc. estou dando a Deus algo que pertence a ele e que em sua generosidade me passou como provisão para minhas necessidades e da minha família, com suficiência tal, que posso abençoar outras pessoas em suas situações de carência. Se estamos por exemplo construindo um templo, um projeto social, e entramos com ofertas, estamos dando daquilo que ganhamos de Deus. Na mordomia cristã, não existe nada meu, tudo é de Deus! Ao entender esse princípio, tornamos o Pai, o dono e senhor dos “nossos” bens, assim, o carro que uso, a casa em que moro, as roupas que visto, os bens móveis e imóveis, culturais, morais, intelectuais e espirituais, como dons, talentos e e oportunidades, todos, são propriedades de Deus e estão disponíveis a nós para uso, prazer, conforto e são essencialmente ferramentas e instrumentos para realizar os propósitos e a vocação da nossa vida. Em sua economia, Deus não desperdiça nada e tudo que disponibiliza tem utilidade e função, tanto no tempo quanto na eternidade daquilo que ele espera que construamos. O apóstolo São Paulo, ensina aos cristãos de Corinto, que construímos com materiais como outro, prata, pedras preciosas, ou com madeira, feno e palha; e como é a durabilidade das obras, também o é a recompensa a ser recebida. “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (I Co 3.10-15). Fica a pergunta: Você é servo ou Senhor? Dono ou beneficiário? Muito de sua condição de vida pode estar dependendo disso. Se tem faltado provisão e recursos, será que não é porque as posições estão invertidas e você assumiu uma função que não tem condições de cumprir, pois seus recursos são bem menores do que os de Deus.

Deus provedor, te reconheço como o meu Deus, o Senhor da minha salvação; também reconheço que teu é tudo o que existe, incluindo a minha vida e tudo que foi agregado a ela, para um propósito muito especial. Sou grato pelas bênçãos recebidas e com essa provisão tu tens me dado condições de realizar os teus planos e cumprir a missão para a qual fui criado e preparado e por causa dela estou aqui. Obrigado pelas pessoas e instrumentos que tornam minha vida e meu ministério mais produtivo e mais suave e até prazeroso. Obrigado por tua fidelidade! Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

As Chaves do Sucesso

Meditação do dia 11/02/2016

1 Cr 28.9 “E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai, e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária; porque esquadrinha o Senhor todos os corações, e entende todas as imaginações dos pensamentos; se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre.”

As Chaves do Sucesso – Independentemente da versão pessoal, da filosofia ou do sistema de valores, todos e cada um de nós deseja ter sucesso na vida. Para uns, sucesso se resume em cifras, outros em status, ainda outros é fama, tem a turma do poder, da influencia, como tem os do anonimato e até da simplicidade e tranquilidade. Mas todos comemoram quando alcançam o que estabeleceram como ser bem-sucedido. Os reis e nobres também correm atrás e os personagens da Bíblia, também buscavam um lugar ao sol. Sou um fã incondicional desse texto, e ele faz parte da minha vida, desde o início da minha vida de fé e ministério. Tenho trabalhado com ele em muitas ocasiões e especialmente quando trato com jovens e em situações de iniciantes em novas posições. O rei Davi, já estava velho e perto de passar o bastão, ou o cetro, a coroa e o trono; ele convocou uma reunião ministerial com as principais autoridades e pessoas de influencia e passou a eles informações e orientações sobre o andamento do governo e os procedimentos adequados, afinal eram o povo de Deus. Então ele voltou-se para o jovem Salomão ali presente e lhe passou o que chamo de três chaves para o sucesso. A primeira chave: Conheça o Deus de teu pai – Não há sucesso sem ter Deus em primeiro lugar na vida. Não se trata de um slogam político, empresarial ou religioso. É uma questão pessoal, intima e verdadeira. Poucas pessoas no mundo conheceram a Deus tão bem e de forma tão íntima como o Rei Davi; Deus mesmo disse que achou nele um homem segundo o seu coração. Ele tinha plena convicção que tudo o que acontecera em sua vida e todos os caminhos do bem foram pelo favor de Deus. O conhecimento de Deus não se adquire por pesquisa, estudo, esforço ou vontade própria, mas por revelação graciosa do próprio Deus. Se ele não se revelar, tudo não passa de informação estéril e vazia. A segunda chave: Sirva a Deus com coração íntegro e alma voluntária – Quem conhece a Deus, tem prazer em servi-lo e o faz voluntariamente. Ninguém deveria servir a Deus por obrigação, mas por devoção pessoal. Digo isto, por a nossa condição de “servo de Deus” é uma condição voluntária, por escolha pessoal livre em resposta de gratidão pelo que Deus é e pelo que fez por nós. Ao nos redimir, nos comprar na condição de escravos do pecado em que estávamos sujeitos, Cristo deixa bem claro, que nos comprou para a liberdade. Pela gratidão reconhecemos sua graça e por escolha e constrangimento do seu imenso amor, ao morrer por mim, sendo ainda pecador e não pedindo nada em troca, eu entrego a ele a minha vida e me submeto ao seu senhorio. Quem conhece a doutrina da graça, sabe do que estou falando. A terceira chave: Busque a Deus – Buscar a Deus em oração, cultivar uma vida devocional, investir tempo na presença dele é a coisa mais produtiva que uma pessoa pode fazer. Oramos a Deus para satisfazer o anseio interior do nosso espírito e da nossa alma. Oramos a Deus para glorifica-lo, reconhecendo-o como ele é, muito acima daquilo que faz por nós. Adoramos a Deus porque ele é Deus e não porque nos dá coisas e faz coisas por nós. Ele é Deus e continua sendo o que é independente de sua relação comigo. Quem conhece a Deus e o serve de coração perfeito não ora só para ganhar coisas ou fazendo troca, mercantilizando a sua fé. Deus cuida de nós, de graça muito melhor do que nos cuidamos dos nossos filhos, ele é perfeito, nós ainda não, estamos à caminho. Quem usar essas três chaves, está na bênção! Qualquer que for a sua definição de sucesso, você chegará lá e ficará em paz e seguro no seu coração.

Senhor, essas chaves são reais e estão disponíveis a nós hoje como esteve para Salomão quando ia iniciar sua vida como Rei do seu povo. Conhecer a ti é a melhor decisão e o mais feliz desafio da vida de uma pessoa. Servir a ti é um privilégio incomparável e traz alegria e satisfação para a vida inteira. Obrigado por se revelar a nós, homens pequenos, quando clamamos a ti e pedimos misericórdia, porque somos falhos e fracos, mas o nosso coração está em ti. Que bom que tu tens prazer em nos receber na sala do trono de graça e misericórdia. Louvado sejas Senhor, por tudo que és e por tudo que tens revelado e feito por mim e por nós. O meu coração se alegra em ti e a minha alma descansa serena nos teus braços de amor. Obrigado, em nome de teu filho amado, o meu Senhor Jesus, amém.

Pr Jason

Ratificando as Promessas

Meditação do dia 10/02/2016

1 Cr 27.23 “Não tomou, porém, Davi o número dos de vinte anos para baixo, porquanto o Senhor tinha falado que havia de multiplicar a Israel como as estrelas do céu.”

Ratificando as promessas – Quero pensar com vocês hoje sobre a importancia de se viver numa aliança com Deus. Abraão recebeu promessas de Deus para ele e sua descendência, e as mesmas promessas foram confirmadas com Isaque, depois com Jacó e este fez questão de repassar isso para seus doze filhos, que foram os patriarcas da nação. Mediante os profetas, tais promessas sempre eram relembradas e confirmadas em todas as gerações. Aqui no tempo do Rei Davi, ele ordenou um censo populacional e como de costume eles recenseavam as pessoas em idade militar, no caso deles, acima de vinte anos de idade. Mas parece que Davi tinha a intenção de saber também o futuro do seu exército, já fazendo o levantamento das pessoas abaixo dos vinte anos, mas por razões outras, não o fez, mas também ele se apegou às promessas que haviam de que o Senhor Deus multiplicaria em grande maneira os filhos de Israel. Quando Jesus celebrou a ceia momentos antes de ser preso, ele disse que estava instituindo uma nova aliança, agora confirmada e selada com o seu sangue, ali representada pelo cálice de vinho, do qual todos participaram. Uma aliança de peso eterno e confirmada por nada menos do Jesus Cristo, ela se torna muito segura, muito firme mesmo. A possibilidade dela vir a ser quebrada ou anulada, deixa de existir, por causa do seu fiador, que ele próprio, o Senhor Jesus. Quem está enquadrado na aliança, desfruta de todos os privilégios e direitos garantidos no pacto. Deus não tem problemas com sua memória, então ele não se esquece de nada, muito menos de um compromisso assumido e selado com sangue, o sangue de seu filho Jesus Cristo. Quando esse redentor forte se torna o Senhor da nossa vida, torna-se também o fiador da aliança de Deus conosco, garantindo assim para seus seguidores os benefícios da nova aliança. Ao nos mantermos em plena e perfeita comunhão com Cristo e seu corpo aqui na terra, a igreja, estamos andando na aliança e os benefícios dela estão disponíveis a nós e tudo o que o cristão precisa é exercer na prática sua parte na aliança e ao gastar tempo com a Palavra, ele se vê diante de muitas confirmações do que significa viver em aliança. Nossos filhos e os filhos de nossos filhos precisam serem lembrados e ensinados sobre as promessas de Deus das quais eles são herdeiros e beneficiários. Deixar de criar os filhos nos caminhos de Deus, não é apenas um desastre religioso em termos de fé, como é privá-los de algo que lhes é legítimo. Mas em termos legais ou jurídicos, “direitos não conhecidos, são direitos não reivindicados.” Como reivindicar algo que não se conhece como de direito? Então, vamos estudar a Bíblia!

Deus de alianças, que fez pactos de amor e cuidado para com os teus filhos; trazemos a ti a nossa gratidão por sermos chamados pelo teu nome e podemos clamar por aquilo que foi conquistado por nós lá na cruz. Assim como até hoje, tu és fiel aos termos da aliança com Abraão, Isaque e Jacó, também confirmaste através dos santos profetas e apóstolos, que há uma nova aliança, para o povo comprado pelo sacrifício de Jesus no Calvário. Estou e estamos vivendo dentro deste pacto e o ratificamos constantemente, celebrando a Ceia do Senhor, aguardado até que o Senhor volte. Ilumine os nossos caminhos, para vivermos verdadeiramente os termos dessa aliança contigo e sermos fiéis em transmitir às novas gerações os desígnios do Senhor. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason