Meditação do dia 03/03/2017
Jr 7.16 “Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei.”
Quando Deus não quer que ore – Temos que conviver com o contraditório o tempo todo, menos com Deus e sua palavra que são sempre coerentes, estáveis e imutáveis. Mas aqui estaremos fazendo apenas um exercício devocional, quando analisamos nossas atitudes diante de palavras já conhecidas de Deus e como deveríamos nos comportar. Pelo conhecimento que temos da vida de oração, sabemos que Deus deseja e tem muito prazer na oração dos seus filhos. Quando oramos, podemos cultivar nossa gratidão, nosso reconhecimento e transformar em louvor e adoração. As orações também servem para apresentar nossas necessidades em forma de petições e quando isso é feito de forma que está dentro da vontade divina e para propósitos nobres e altruístas, elas sempre são respondidas. Outro fator importante da vida de oração é a intercessão, quando apresentamos a Deus as necessidades de outras pessoas, ou do reino, em que estamos comprometidos em expandir. Na intercessão, ficamos como intermediários, buscando e e batalhando até que a bênção venha ou a solução. A referencias nas Escrituras, ligando a atividade intercessória ao trabalho de um guarda ou vigia, que se punha a guardar uma brecha aberta no muro da cidade, por um adversário invasor. “E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei” (Ez 22.30). No Novo Testamento encontramos Jesus ensinando e incentivando aos seus discípulos na prática da oração. A igreja primitiva orava muito e orava bem. A história cristã está cheia de relatos de pessoas, igrejas e movimentos de oração, que fizeram a diferença. Então, como Deus se apresenta a Jeremias e diz para ele não orar, porque ele não iria ouvir suas orações em favor daquelas pessoas? O contexto informa, que essa pessoas necessitadas de oração, conheciam a Deus e sua vontade e deliberadamente escolheram afrontar a Deus com idolatria, desobediência e independência, dando a si mesmas o direito de serem abençoadas por Deus e receber proteção e cuidado, só pelo fato de serem quem eles achavam que eram. Então a disciplina viria logo e o profeta foi instruído a não interferir. Em algumas situações ainda hoje, pessoa desafiam a Deus e se tornam alvos de sua disciplina, mas como estão em estado de rebeldia e o nível de discernimento é muito baixo, elas não conseguem ver a realidade ao seu redor e reduzem tudo ao infortuito e fase ruim. Nesses casos, o líder espiritual deve permitir que a disciplina venha para produzir arrependimento e conversão e assim salvar aquelas vidas. Então, ter pena, necessariamente não é a melhor atitude. Se receber uma orientação dessas, acate e permita a Deus ser Deus naquela situação.
Senhor, tu és Deus em todo tempo e lugar de nossas vidas e sempre tens o melhor para os seus filhos, mesmo que isso implique em disciplina e correção. Permita que o nosso interior esteja em permita harmonia e sintonia com a tua vontade, parar continuarmos a andar juntos e em comunhão. Em nome de Jesus, amém.
Pr Jason