Abel Depois de Morto Ainda Fala

Meditação do dia 11/12/2017

Hb 11.4 – “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.”

Abel depois de morto ainda fala – Esse texto bíblico de Hebreus onze é chamado por muito de “Galeria dos Heróis da Fé;” e faz sentido, pois desde a exposição em boa ordem, como a idéia de que eles testemunham a nosso favor pela perseverança e persistência na fé até o triunfo final, como se eles estivessem nas arquibancadas e nós nas pistas, nós, competindo e com chances de vencer e eles aplaudindo e incentivando a não desanimar. Tem momentos que fico meditando nisso e até viajo na imaginação e no meu coração eu percebo que quem já correu e venceu, pode muito bem incentivar os colegas da mesma equipe. Nós, você e eu, somos a equipe de Deus, da fé, representantes do reino de Deus na atualidade. Somos nós que agora estamos nas pistas, como numa competição de corrida de bastão. Não basta correr muito, correr certo, mas também saber receber da geração anterior e passar o bastão para a próxima. Ninguém ganha sozinho, ninguém perde sozinho, afinal somos um corpo. E o primeiro personagem na descrição do escritor, foi justamente Abel, e ele já abordou o elemento chave de todo o relacionamento com Deus, a fé. “Pela fé Abel ofereceu a Deus…” Já que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6); é evidente que Abel possuía fé e a utilizava com exatidão. Nesse caso, a fé não para mover coisas ou produzir resultados pessoais, o que também é possível e viável através dela, mas Abel estava apenas e tão somente cultuando ao seu Deus e fazendo do jeito certo, do jeito que Deus se agrada e nesse caso, o importante é o objeto do culto, Deus, e não a si próprio, seu conforto, sua conveniência; o culto a Deus pela fé genuína, é Deus mesmo no centro. Ele merece o que as palavras dizem tanto e a experiência esvazia sempre: Deus seja digno de todo o louvor, toda a adoração e em todo tempo… Abel não estava competindo com seu irmão, eles não eram protótipos de Renovados e Tradicionais ou Pentecostais e Ortodoxos, não nós contra eles, ou é eles ou é nós. Não havia bandeira para ser hasteada e ficar sob tal insígnia. Só havia Deus, um Deus, o criador a ser adorado. E Abel só teve, ao que tudo indica, uma oportunidade, e acertou cem por cento na primeira tentativa, porque na verdade não foi uma tentativa, foi um culto pela fé. Nós brasileiros, somos como se diz, “sangue latino” aversos a muita formalidade, por isso nossos cultos tem mais de informalidade do que liturgia finamente elaborada e seguida metodicamente. Gostamos do improviso, mas mesmo assim, tem momentos que ainda fico um tanto incomodado com formalidade demais e vida de menos. Muita organização e pouca unção e, isso, claro, estou falando de mim e do meu ministério. Temos fé demais para certas coisas e aspectos da vida cristã, e fé de menos para outras, como a sensibilidade, a complacência, a contemplação e a profundidade das experiências. Mas Abel nos inspira e muito. Pela fé podemos obter melhores resultados. E faremos isso, em nome de Jesus.

Pai, obrigado por gostar tanto que teus filhos se apropriem das maravilhas da comunhão e da intimidade contigo, pela fé, em Cristo e no seu sacrifício na cruz. Graças, pelas experiências de irmãos como Abel e outros que viveram o melhor do Senhor e ganharam o selo de aprovação tua. Obrigado, pelo Espírito Santo que vai nos ajudar a superar dia a dia. No nome de Jesus, amém

Pr Jason

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