Meditação do dia 07/02/2018
“Dessa terra ele partiu para a Assíria, onde fundou Nínive, Reobote-Ir, Calá” (Gn 10.11)
Ninrode, Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidencia – Salomão disse que não há nada novo debaixo do céu… “O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol” (Ec 1.9). Vejamos a continuidade das páginas do livro de Abraão de Almeida, Babilônia, Ontem e Hoje: O Natal era celebrado em honra do nascimento do filho de Semíramis e muitos dos costumes praticados por nós neste dia seguem em linha direta aos dias de Babilônia. Páscoa (em inglês: Easter), era uma festa em honra da deusa Isthar; a sexta-feira da paixão, era o dia de lamentação e choro pela morte do filho, que diziam ter si do martirizado. Foram os mesmos idólatras que choraram por Tammuz, uma das grandes abominações cometidas pelas mulheres judaicas nos dias de Ezequiel. “Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz” (Ez 8.14). O dia da nossa senhora, em 25 de março, era celebrado em honra do nascimento de Semíramis, e o dia 8 de setembro em memória da sua assunção. Todo o sistema religioso do nosso tempo, bem como a religião do Tibet são praticamente o mesmo como o antigo sistema babilônico. O sacerdócio, o celibato, a vestimenta dos frades e freiras, os mosteiros e conventos, a confissão auricular, a missa, o purgatório, tudo foi instituído em Babilônia por essa mulher. O povo comum de Babilônia era feito membro desta igreja prostituída e admitido como herdeiro do céu pelo batismo na sua infância, e essa falsa doutrina a cerca do novo nascimento por intermédio do batismo passou depois às igrejas chamadas cristãs, mas apóstatas. Mais tarde, e pela confirmação, essas crianças eram iniciadas nos mistérios da religião babilónica, e cada candidato comia parte dum bolo e jurava fidelidade à Rainha do Céu.” “E as mulheres acrescentaram: “Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e derramávamos ofertas de bebidas para ela, será que era sem o consentimento de nossos maridos que fazíamos bolos na forma da imagem dela e derramávamos as ofertas de bebidas?” (Jr 44.19). Vários pesquisadores das religiões antigas foram surpreendidos pelas flagrantes semelhanças existentes entre aquelas práticas e as que hoje se observam no catolicismo romano. Dão como exemplo os conventos e as monjas existentes muitos séculos antes de Cristo, em Babilônia, no Tibet, na Índia e no Japão. As sacerdotisas de Freya, na Escandinávia, faziam voto de virgindade perpétua e viviam como monjas. Em Roma, a deusa Vesta, chamada de Virgem Imaculada, possuía suas sacerdotisas, que também faziam voto de virgindade perpétua, mas que eram, na realidade, muito pouco virgens… No Peru, durante o famoso Império dos Incas, idêntico costume prevalecia com as santas virgens. Prescott refere-se a estas monjas: “Outra singular analogia com as instituições católicas romanas podemos ver nas Virgens do Sol, conhecidas pelo nome de eleitas. Eram donzelas dedicadas ao serviço das deidades, as quais, desde a infância, se separavam de suas famílias e se introduziam em conventos, onde eram colocadas sob os cuidados de velhas matronas, chamadas – mamáconas. Era seu dever guardar o fogo sagrado na festa Raymi. Ao entrar para o convento, as recolhidas e am obrigadas a uma rigorosa clausura, chegando a ser privadas de toda e qualquer comunicação, mesmo com as pessoas de sua família. A desgraçada que fosse surpreendida na inobservância dessa disciplina, segundo a lei dos Incas, deveria ser queimada viva. É maravilhosa a íntima semelhança que existe entre as instituições do índio americano, do antigo povo romano e do moderno Romanismo,” da sua autoridade espiritual. Assim como a estátua de Júpiter é agora adorada em Roma como a verdadeira imagem de São Pedro, assim se tem crido que as chaves de Jano e Cibele representam as chaves do mesmo apóstolo.” Ainda segundo as doutrinas pagãs, Tammuz foi morto por um javali, e por isso se observavam quarenta dias de jejum e pranto (quaresma), até à festa de Isthar (páscoa). Findando a quaresma, Tammuz “ressuscitou” e esta “ressureição” passou a ser comemorada com frangos, ovos e coelhos. Em homenagem à Rainha do Céu faziam-se bolos com um “T”, de Tammuz. Desta antiga prática vieram as hóstias. O politeísmo babilônico, caracterizado pelo culto de demônios e deuses-animáis, era cheio de mistérios. “As grandes orações têm sido sempre o traço distintivo das grandes religiões, mas na Babilônia e na Assíria a prece, em sua maior parte, mal transpôs o encantamento e a adivinhação. Quando as coisas iam mal, a encantação era utilizada para remendá-las. Se havia temor da aproximação do mal, recorria-se às artes divinatórias a fim de afastá-lo. Nenhuma outra religião revelou tão grande desenvolvimento das artes divinatórias. Acreditava-se na predição de quase tudo, mediante o exame do volume, da forma, das marcas e peculiaridades do fígado de um animal sacrificado, pois havia a certeza de que nesta víscera se localizavam a inteligência e as emoções… A astrologia adquiriu tal desenvolvimento, ao ponto de criar a idéia popular de contribuir aquela prática para a principal feição da religião…”
Senhor meu e Deus meu, a ti pertence a honra e a glória, o domínio e o poder para todo sempre, de eternidade em eternidade; porque antes que as coisas existissem, tu sempre eras e as criastes para tua honra. Somos teus filhos, comprados com o precioso sangue de Jesus, ter filho, a quem adoramos e reconhecemos como o Rei dos reis e Senhor dos Senhores! Só tu és Deus. Em nome de Jesus, amém.
Pr Jason