Ser Bênção e Ser Abençoado

Meditação do dia 13/02/2018

E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. (Gn 12.2)

Ser bênção e ser abençoado – Os cristãos gostam muito de bênçãos, gostam tanto que vão aos extremos afim de conseguirem uma bênção; e alguns nem sabem o que é, mas querem, e se vem de Deus, melhor ainda. Alguns grupos denominados cristãos promovem verdadeiras maratonas de corridas atrás de bênçãos. Para alguns colegas que convivem a mais tempo comigo já se familiarizaram com a expressão que utilizo bastante, que “de pires na mão,” isso vem da tradição mais antiga onde os pedintes e mendigos andavam com um pires ou prato na mão e tudo que caísse ali era lucro. Hoje temos cristãos, pastores, missionários, igrejas, missões e entidades que vivem como pires na mão, até quando não precisam, mas o hábito é muito forte. Pedem mais que filho de cego! (outro adágio antigo). Abençoar é um ato muito natural em Deus, que criou todas as coisas e todas foram sendo abençoadas assim que surgiam, incluindo o homem e a família. A cada pacto ou aliança, sempre vinham acompanhados de promessas e uma bênção. Mas com Abrão, isso tomou uma dimensão muito maior, porque os relatos do relacionamento entre Abrão e Deus, elevou muito o conceito de divindade e humanidade terem laços estreitos e uma teologia se mostrou no modo dos favores do Eterno se materializarem na vida do amigo e pai da fé. Uma evidencia boa que vemos no texto de hoje é que a chamada, as promessas e as bênçãos tudo foi iniciativa de Deus. Foi o Senhor que disse a Abrão: abençoar-te-ei. Isso aparece por diversas vezes em muitos textos diferentes; Abrão não estava correndo atrás de coisa alguma, nem estava fazendo campanha, corrente de oração e nem propósitos para em troco receber uma bênção. Ele estava vivendo a sua vida de fé, de obediência e de aprendizado. Deus falara para ele sair da sua terra e família, o que era uma grande zona de conforto humano, que garantia segurança, proteção e refúgio, mas tudo humano, natural e falível, passageiro. O seu chamado era para conhecer e experimentar coisas maiores e mais permanentes, até mesmo eternas. Abrão teria que confiar no seu Deus e não servi-lo por lucro ou comodidade. A bênção de Abrão o atingiria na vida pessoa, familiar e nos seus descendentes que naquele momento não existia e humanamente lhe era impossível ter. A vida espiritual, a vida social e a vida financeira dele seriam alcançadas pela bênção de Deus. Não foi e não seria uma bênção para um ou alguns aspectos da vida, mas uma autorização que o permitiria prosperar em tudo e em todo tempo. Apenderemos mais para frente que a bênção foi incorporada na Aliança celebrada por Deus com ele e seus descendentes e isso vale tanta para a descendência física e biológica (Judeus, israelenses) como para os descendentes espirituais (os da fé).

 

Obrigado Pai celeste, por ter chamado alguém tão simples e que se entregou tão sem reservas para andar contigo e aprender e ensinar o culto a Jeová, o Senhor único e criador de todas as coisas. Nosso pai na fé, foi fiel a ti e por isso hoje a salvação é uma realidade em Cristo Jesus e somos agora herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Graças te rendemos e expressamos a nossa confiança na tua Palavra e nas tuas promessas. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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