Anonimato

Meditação do dia 08/04/2019 

“E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão!” (Gn 24.12)

 Anonimato – Me recordo da história de uma garotinha, filho de um ministro bem sucedido em seu ministério, com quem aprendi muito e tenho gratidão por isso; numa conversa entre os pai e filha sobre provavelmente servir ao próximo sem esperar reconhecimento e coisas assim, ela disse ao pai: “Quando eu crescer e ficar muito famosa, eu não vou querer que ninguém saiba!” Que bom que as crianças podem simplificar bem as coisas da vida. Quando pensamos em anonimato, facilmente nossa mente associa o tema a duas principais possibilidades: (i) Uma denúncia sobre alguma coisa errada e (ii) Matéria escrita e o autor deseja se manter em segredo. Mas o anonimato tem seus faces positivas também e de muito bom proveito nas ensinos da fé cristã. O Sal por exemplo exerce um papel fundamental e não deixa de ser anônimo, isto é, ele só é percebido se passar das medidas ou para mais ou para menos. Um churrasco, uma salada estando no ponto ideal só a elogios, mas se passar ou faltar o sal, todos sabem exatamente o que é que faltou ou passou. A mordomia como vista e ensinada na Bíblia, exige uma administração fortemente carregada de anonimato. O mordomo é um servo e quem tem a preeminência é o Senhor. Os resultados são dele e para ele. A satisfação do mordomo é sua tarefa ter sido completada com sucesso. O papel de um embaixador é também fundamentado no anonimato. Ele não tem voz própria, não fala em seu nome, não tem opinião pessoal; ele apenas representa o seu país, fala em nome do seu pais e emite opiniões de seu pais, em nome de seu governo. Quando o embaixador brasileiro em outro pais, diz algo, aquele pais e quem tomar conhecimento dirá: “O Brasil disse…. – a posição do Brasil é…. – o Brasil fará….” Eliezer sabia muito bem disso. Ao chegar na beira do poço em Harã, ele orou a Deus, porque ele era um adorador do Altíssimo Deus, a quem seu senhor servia e influenciara aos seus servos e familiares a conhecer e servir. Abraão tinha lhe dado ordens e dito que ele seria bem sucedido por o Deus a quem ele servia, lhe havia feito promessas a ele e a seus descendentes, e que sua viagem seria prosperada porque o anjo de Deus o acompanharia. Assim ao orar, ele invocou o Deus que tinha alianças com seu senhor e pediu um bom encontro, para que suas misericórdias se manifestasse à Abraão. Ele entendia que sendo Abraão agraciado, ele já estaria recompensado por poder ter concluído sua missão. Voltar para casa, com uma moça para se casar com Isaque, era para Eliézer uma grande bênção de Deus sobre a vida de seu senhor, e era isso que importava. Sendo mordomos dos bens de Deus, somos chamados á fidelidade e a uma vida de sucesso, para glória e engrandecimento do nosso Senhor e do seu Reino. Fama e anonimato não combinam, assim como humildade e orgulho ou generosidade e avareza, bênção e maldição. Repetindo: Grandeza não combina com ser servo; ou é grande ou é servo, as duas coisas não dá. É maravilhoso ser servo do Grande Deus Todo Poderoso, o
Altíssimo, o Possuidor dos Céus e da Terra. Mas ser O Grande Servo de Deus não bate muito bem.

 

Senhor, o teu nome é grande e deve ser assim reverenciado, adorado, louvado e engrandecido em todo tempo entre todas as gerações. O teu trono é de glória e todos os seres prostram-se diante de tua majestade e isso é maravilhoso e produz alegria em nossos corações, por termos sido chamados para servir a ti e isso nos dá dignidade e honra. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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