Jeová-Nissi

Meditação do dia: 13/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

JEOVÁ-NISSI = O SENHOR É MINHA BANDEIRA – Liderança divina, tendo Deus como o nosso condutor, ele é a nossa vitória e a nossa força. O fundo histórico revela que o povo de Deus estava em peregrinação, rumo à terra prometida. Estava no deserto e haviam superado uma crise por falta de água, suprida milagrosamente por Deus, jorrando água da rocha. O povo de Deus é atacado por Amaleque, uma tribo beduína de salteadores do deserto. Amaleque é tipo de agentes malignos que atacam de surpresa e de forma covarde, pessoas indefesas ou em situação difícil, quando estão em direção à bênção de Deus. “Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho” (Mt 13.19). O maligno rouba a semente à beira do caminho, impedindo que ela germine, cresça e produza frutos e bênçãos na vida das pessoas. “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo” (I Pe 5.8,9). O diabo anda em derredor procurando devorar. O povo de Deus tem que agir unido como um corpo bem disciplinado para resistir e vencer os amalequitas. Cada um tem que saber e assumir sua posição contra o ataque inimigo. Josué foi para o campo de batalha com os soldados para o corpo-a-corpo. Moisés foi para o monte para oração e intercessão espiritual. Arão e Hur subiram para auxiliar a Moisés e assisti-lo e sustentá-lo. A batalha era mais espiritual que física. O discernimento espiritual dos intercessores foi fundamental para a vitória. Quem realmente venceu? Moisés? Arão e Hur? Josué e os soldados? O Reino de Deus? Deus ordenou a Moisés que escrevesse isso para memória e contasse para Josué, que Deus riscaria a memória de Amaleque de debaixo dos céus. Contradição? Parece, mas novamente precisamos de ajuda do Espírito Santo, pois amaleque foi vencido e riscado para sempre, mas esse tipo de batalha sempre existirá. Haverá guerra contra Amaleque de geração em Geração? Parece que cada geração tem que enfrentar o seu próprio amaleque antes de entrar na posse de sua herança verdadeira. Amaleque é um inimigo espiritual que o povo de Deus enfrentará sempre. Quando o povo de Deus conhece a verdade sobre esses conflitos espirituais e não leva muito à serio, aparece o que chamamos de  “transigência” contra os princípios de Deus. Isto é, sabe-se o que deve fazer, mas não faz, facilita, negocia e até sede espaço. Isso gera insegurança espiritual. O cristão que não pode ter Deus como sua bandeira sofre com insegurança pois tem conflito com a liderança de Deus. Algumas conclusões que surgem disso, são: a) Enquanto a bandeira estiver hasteada, sabemos que não fomos derrotados. b) Deus é nossa bandeira e essa jamais será capturada pelo inimigo. c) Por mais terrível que estiver a batalha, tendo Jesus como nossa bandeira, a esperança estará sempre presente. “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Em cristo sempre teremos paz, no mundo temos aflição, mas podemos ter bom ânimo, Cristo venceu o mundo. Nós também venceremos!

Senhor, obrigado por ser a minha bandeira hasteada no alto do Calvário. Lá o Senhor ganhou a batalha das batalhas e me deu uma nova vida cheia de propósitos e significados. Posso lutar e vencer todos os dias. Agradeço pela ajuda do Espírito Santo para discernir e lutar legitimamente e andar em vitória todos os dias. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Um Altar

Meditação do dia: 12/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

Um Altar – Uma vez que o próprio Senhor Deus disse para Moisés escrever o relato daquela batalha em um livro para servir e ficar como memorial para Josué e Israel, a idéia de edificar um altar é totalmente dentro do esperado para pessoas adoradoras de Deus. Esse altar serviria para o propósito da adoração específica pela vitória sobre amaleque, mas também seria um ponto de referencia para todos os filhos de Israel, que presenciaram a mão poderosa do Senhor provendo livramento e proteção. Acredito que as nossas escolhas revelam o nosso caráter – assim, após uma batalha intensa, com muitos riscos e humanamente eles contavam inicialmente com poucas chances de vencer, à menos que houvesse alguma intervenção sobrenatural e poderosa a favor deles. Aconteceu! Enquanto Moisés orava fervorosamente lá no cume do monte, como se toda aquela batalha dependesse somente de suas orações, ele  foi incansável e contou com a ajuda e a parceria de Arão e Hur, que também entenderam o papel de cada um naquela guerra; embora fosse Josué e os soldados que estavam no vale, lutando corpo a corpo, homem a homem, cá em cima, eles oravam, vigiavam e observavam o agir de Deus e compreenderam como fluía o mover do poder de Deus. Viram poderiam fazer mais do simplesmente orar e crer; poderiam ser mais diretamente ativos cooperando para que o a graça de Deus em resposta às orações e o levantar das mãos de Moisés pudesse atingir maiores proporções, a ponto de levar Josué à vitória. Um grande amigo, falou certo dia, que a palavra “ORAÇÃO” trás em si “orar” e “ação.” Não é uma ação passiva, mas ao contrário, é totalmente ativa e até agressiva. Quem levanta um altar o faz com a intenção de adorar, servir, apresentar alguma oferta a Deus; está disposto a colocar sua fé em ação. Aquelas pessoas foram convocadas para participarem em diversos níveis de uma batalha, que aparentemente era apenas para quem tivesse habilidade militar, soubesse manejar uma arma de combate. Mas aos poucos, foram sendo mais pessoas convocadas e engajadas, para levantar suprimentos, orar, interceder e observar. Agora que a batalha já fora ganha e todos voltaram a se reunir sem maiores riscos, foram colocados à parte sobre o que de fato acontecera e como cada um contribuiu para que todos pudessem celebrar em segurança. Aquele altar não seria apenas para Moisés, ou Arão, que era o sacerdote, nem para Josué e os capitães; era o altar que marcava o ponto em que todos poderiam tributar o seu louvor e a sua gratidão a Deus pela conquista de todos. A celebração verdadeira é uma celebração de todos! Todos venceram, porque todos participaram e contribuíram. O contrário teria sido um desastre total para todos, pois a derrota de Josué, seria a derrota de Israel, e cada um que fazia parte do acampamento. A lição aqui é o sentido de Corpo! A igreja é o Corpo de Cristo, e a vitória de um é a vitória de todos.

Senhor, obrigado por sustentar a nossa sorte. Graças te damos por ser aquele que vai à frente em nossas lutas e provas. Não perdemos porque o Senhor sempre age em nosso favor e em Cristo nós somos mais do que vencedores. Agradecemos pela ajuda, todos os dias e nos nossos corações se tornam o lugar da adoração em espírito e em verdade, graças ao teu amor por cada um de todos nós. oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Riscado da Memória

Meditação do dia: 11/04/2023

“Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.” (Ex 17.14)

Riscado da Memória – Houve muitos povos e nações que se levantaram e se ergueram no cenário mundial e outros apenas tiveram influência localizada, mas de repente desapareceram definitivamente e nunca mais é mencionado. Eu amo história e as demais ciências próximas dela, como geografia, arqueologia e etc. Olhando dessa ótica humana, é sempre um grande prejuízo para a humanidade a perda de um grupo significativo de seres que formavam uma identidade e habitavam um determinado território e fazia fronteiras, negociava, influenciava e eram influenciados. Quais seriam os legados que eles poderiam ter deixado ou que contribuições marcaram a presença deles entre nós? Mas como tudo mais nessa vida, há ligações espirituais que conectam e desconectam as pessoas e os grupos. Aqui, temos uma descrição muito triste nesse sentido, mas foi a realidade e sabendo da justiça e retidão do Criador, entendemos que esta foi a medida necessária. Mas Deus decreta definitivamente o fim daquele grupo ou tribo nômade, dos amalequitas. Certamente isso não aconteceu porque eles atacaram a Israel ali no deserto; jamais seria por um único ato bárbaro, que seriam sentenciados de forma tão radical. Observando a própria história de Israel que estava se formando e estavam à caminho de sua terra, lá no começo da história dele, na conversa com Abraão, o patriarca, Deus disse que ainda levaria um tempo para que a promessa se cumprir, porque o povo de Abrão teria que se formar, se tornando uma nação e por outro lado a medida da iniquidade dos cananeus ainda não chegara num limite que precisaria serem freados em definitivo. Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia (Gn 15.13-16). A capacidade do amor, misericórdia e braço forte, capaz de sustentar promessas por centenas de anos e sem que nada se perca. Abraão ainda não tinha filhos e Deus lhe falou sobre descendes como vivendo dentro de outra nação propositadamente e que tal nação também receberia seu julgamento pela condição como tratou seu povo. E falou sobre a medida de injustiça dos amorreus que era grande, mas continuava em ascendência até atingir um limite de juízo definitivo. Muito do que aconteceu na conquista de Canaã, foi juízo de Deus por práticas abomináveis que exigiam da justiça divina uma ação. Deus não mudou e não mudará nunca, e veremos isso com a igreja, que faz parte da nova aliança. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres (Ap 2.5). Quantas igrejas perderam o seu brilho, a sua unção e tudo que restou foi prédios e estruturas físicas e humanas, uma mera sociedade ou associação que se reúne, mas não tem nada com adoração, missão ou espiritualidade. Deus riscar algo ou alguém da memória é muito triste, mas pode acontecer.

Senhor, agradecemos a tua justiça e o teu juízo que justo e verdadeiro. Em Cristo, somos amados, aceitos, acolhidos e temos uma missão e uma oportunidade de sermos diferentes e fazermos a diferença. Abraçamos a fé como o caminho de andarmos contigo em novidade de vida, todos os dias. Oramos em fé, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Registro Memorial

Meditação do dia: 10/04/2023

“Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.” (Ex 17.14)

Registro Memorial – O nós mais sabemos é que não sabemos nada, quase nada, muito pouco, para dizer a verdade. Além dessa realidade, ainda existe a verdade de que nem tudo que alegamos saber, é de fato como asseveramos. Mas isso não gera insegurança e nem nos põe em posição de desânimo ou descrédito. Somos humanos e isso nos coloca em uma condição privilegiada de sermos criados segundo um propósito eterno, obra prima das mãos poderosas do Criador de todas as coisas. Não fomos criados com defeito ou falhas, mas fizemos escolhas muito cedo que nos levaram a essa condição e ainda assim, o Criador investiu muito alto na restauração da condição de dignidade e valor. A obra da redenção é um grande projeto divino de restaurar todas as coisas às condições originais e ao legítimo senhor de todas as coisas. Um dia veremos tudo isso consumado, literalmente consumado; lá na cruz do Calvário, Jesus proferiu essas palavras e ali o preço e as condições se confirmaram. Nossa meditação de hoje é, digamos um momento pós guerra com amaleque; onde forças invisíveis mas poderosas se defrontaram e os homens se debateram em combate corpo a corpo, ora prevalecia um, ora prevalecia outro e no final prevaleceu a força do bem, do amor e esperança. Como mortais, todos que estiveram envolvidos naquele conflito teriam histórias divergentes para relatar, todas sobre a mesma batalha, mas desconexas em si. Exercitando a nossa mente criativa, cheia de imaginações e narrativas, poderíamos colher depoimentos de várias pessoas e iriam parecer batalhas muito diferentes uma das outras. Para Josué, fora uma batalha renhida, apertada, com inimigos traiçoeiros, bem armados e conhecedores do território. Caso se arrastasse por mais tempo e eles fossem utilizar a geografia do local, os amalequitas levariam enorme vantagem por conhecer o terreno e estarem familiarizados em correr e esconderem naqueles labirintos de areia, rochas e vales traiçoeiros para novatos e inexperientes no deserto. Soldados israelitas que nunca haviam combatido, poderiam não saber como oferecer resistência se o conflito se arrastasse para além de um dia inteiro. Para Moisés lá do alto do monte, em oração com Arão e Hur, eles viam o revezamento de um ou de outro levando certas vantagens sobre os outros, mas levou um certo tempo para que percebessem que o ocorrido lá em baixo tinha à ver com as orações cá em cima do monte e mais precisamente sobre o levantar de suas mãos. Arão e Hur, perceberam que precisariam serem mais proativos e facilitar a Moisés permanecer de braços erguidos e custasse o que custasse, eles eram decisivos nesse processo. Depois que cessou o combate e se reagruparam, Deus deu essa palavra a Moisés que registrasse a experiencia e contasse a Josué o que de fato acontecera, pois ele não teria como saber. O registro daquela batalha era para ficar para memória de Josué, do exército, do povo e porque não, para nós na posteridade, milhares de anos depois. Deus ainda luta as nossas batalhas e há situações em que só a ação de Deus é capaz de reverter um processo, onde o inimigo já armou suas ciladas e fez preparativos para derrotar o povo de Deus. Mas havendo alguém em oração e clamor com fé, sempre haverá esperança e a vitória virá. Assim como Moisés registrou para Josué saber a verdade, hoje, nós precisamos testemunhar o que o Deus tem feito por nós, mesmo quando não fomos nós que agimos na batalha. Contar os feitos de Deus em nosso favor é perpetuar a sua glória e a grandeza do seu nome.

Senhor, muito obrigado por nos ajudar em nossas lutas e batalhas em favor da verdade e pela salvação de vidas preciosas que o inimigo deseja roubar, matar e destruir, mas o Senhor veio para salvar e dar a vida eterna. Agradecemos a ajuda, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Vitória de Josué

Meditação do dia: 09/04/2023

“E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada.” (Ex 17.13)

A Vitória de Josué – Estando concentrado numa tarefa, sem que se possa dispersar a atenção, as coisas que estão acontecendo por perto, podem passar despercebido, sem que se consiga fazer alguma conexão com o que estamos fazendo. Isso pode ter acontecido com Josué, que estava lá em baixo, no vale, lutando com seus soldados contra um adversário forte e traiçoeiro, que viera num momento delicado. Josué estava encarregado de combater e concentrou todas as suas forças e energias naquilo que estava diante dele. Na sua parte da tarefa, ele não tinha oportunidade para parar e contemplar o que estava acontecendo por perto. Moiés, Arão e Hur estavam lá no alto do monte e de lá eles podiam fazer observações da batalha ao mesmo tempo que podiam orar e interceder. No final do dia, quando Josué finalmente liquidou o seu inimigo, podia então relaxar um pouco e contemplar o que fizera. Quem ganhara aquela batalha? Josué sabia que fora ele e os seus homens que lutaram bravamente e não cederam até a vitória final. Moisés, Arão e Hur sabiam de mais coisas e tinham visto de um ângulo totalmente diferente; eles haviam percebido e discernido verdades espirituais muito fortes, porque era uma batalha muito além do combate corpo a corpo travado ali em baixo. Forças espirituais exerciam influencias no mundo físico. A lição que podemos tirar é que enfrentamos muitas lutas e nem sempre elas são simplesmente o que aparenta ser. Por detrás de ações humanas pode haver forças espirituais que precisam ser combatidas com armas espirituais adequadas. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo (2 Co 10.4,5).

Obrigado Senhor, por nos dar vitórias em todos os nossos combates, pois tu és o Senhor dos exércitos e estás sempre atentos aos ataques que os teus filhos recebem do inimigo. Pedimos sabedoria e discernimento para prevalecermos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Mãos Firmes

Meditação do dia: 08/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Mãos Firmes – Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda (1 Tm 2.8). Após diagnosticar uma situação, o próximo passo é agir para solucionar. Aqueles homens subiram ao monte para orar e interceder em favor de Josué e o exército de Israel, que estava lá em baixo, no vale, lutando contra os amalequitas. Eles acreditavam no poder da oração e sabiam que essa seria a melhor maneira de colaborarem para a vitória do povo de Deus. À medida que permaneceram orando e vigiando, porque eles observavam os movimentos das tropas lá em baixo e logo perceberam algo, que se confirmasse, faria toda a diferença. À medida que Moisés permanecia com as mãos levantadas, Josué e seus soldados prevaleciam; mas quando ele cansava e abaixava suas mãos para um descanso, o inimigo prevalecia. Isso é uma metáfora muito forte. Ficou comprovado que enquanto o líder descansava, o inimigo ganhava força e avançava sobre o povo de Deus. Era inevitável que Moisés abaixasse as mãos e também perceberam que era inevitável que ele permanecesse com suas mãos erguidas. Como conciliar as duas coisas? A resposta é criatividade, parceria e soma de esforços, trabalho em conjunto. Arão e Hur, perceberam que embora o segredo fosse a atuação de Moisés, eles poderiam contribuir significativamente. Precisavam encontrar uma posição que fosse confortável para Moisés e que lhes facilitasse segurar suas mãos firmes, dando o suporte necessário. Estamos falando aqui de discernimento espiritual. Lições a serem aprendidas e colocadas em prática imediatamente. Arão e Hur compreenderam como eles poderiam interagir com o mundo invisível e espiritual, onde a verdadeira batalha se travava. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas (2 Co 4.18). podemos ver além do mundo físico e material e contemplar coisas grandes no mundo espiritual. É ali que as coisas verdadeiramente acontecem. Podemos desenvolver a nossa percepção espiritual, porque somos pessoas espirituais; somos o templo do Espírito Santo e não militamos segunda a carne, mas segundo o espírito e nesse mundo, há regras, armas, armaduras e muito poder. Por incrível que parece, Jesus é Senhor também nesse mundo espiritual.

Senhor, obrigado pelo teu poder e domínio em todo tempo e lugar. Podemos confiar em tua capacidade de orientar e dar discernimento para que a tua igreja ande em vitória e conquiste mais território para tua glória. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Lado à Lado

Meditação do dia: 07/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Lado à Lado – Lado à lado nos leva a pensar em parcerias, cooperação construtiva e participação solidária. Ali não havia concorrência ou desejo de primazia. Estavam ali para dar suporte ao líder Moisés e se esforçaram até o fim da batalha, vencida lá em baixo por Josué. O trabalho feito em equipe permite a participação de mais pessoas e cada um oferecendo sua contribuição, para um bem muito maior do que cada um conseguiria produzir sozinho. Estamos vivendo tempos difíceis e o individualismo é muito incentivado e propagado por todos os lados; assim formamos uma cultura de provisões individuais, desde muito cedo. Nossas crianças já entram numa acirrada concorrência muito cedo na vida, muito antes de entenderem o que competir. Os pais sobrecarregam a agenda das crianças com atividades e mais atividades, cursos e treinamentos para que eles sobrevivam no mercado de trabalho tão concorrido. Um dos melhores materiais de ensino sobre liderança é o Livro de Neemias na Bíblia. Aquele homem de Deus que servia como copeiro do Rei Ataxerxes, já no final do período do cativeiro na Babilônia. Esse homem pediu a Deus a oportunidade de fazer alguma coisa pelo seu povo que estava regressando à sua terra e acabou sendo nomeado Governador da província onde estava Jerusalém e encarregado de reconstruir a cidade e o templo de Deus. Qualquer pessoa que deseja aprender mais sobre como administrar, precisa ler e estudar esse livro. Lá estava tudo em ruínas e a pouca população desmotivada e sofrendo ameaças de inimigos que viviam ao redor. Vou deixar para vocês irem à essa fonte e se abastecerem de bons ensinamentos, mas aqui, desejo apresentar algo que me fascina muito quando leio essas Escrituras. No capítulo três, há uma sequencia de pequenas palavras, que a priori parece apenas indicar uma ordem e a designação de trabalhos executados por diversas pessoas. Mas é mais do isso. Encontramos ali que o Sumo sacerdote Eliasibe com seus irmãos sacerdotes, se levantaram para reconstruir o muro e colocar portas… Isso definitivamente não é atribuição de trabalho sacerdotal! Mas as circunstancia eram especiais e exigiam das pessoas, entregas e dedicação especiais. Eles não se omitiram diante de um desafio que exigia deles ir muito além de suas funções e atribuições para fazerem mais do era esperado deles. Mas observando os versículos até o final do capítulo, encontramos um tesouro, do qual estava me referindo, pois eles iniciam com as seguintes palavras: “E junto a ele…” (Ne 3.2); “E ao seu lado…” “Depois dele…” E as descrições vão falando de pessoas e suas profissões e ocupações, que simplesmente se prontificaram a servir na construção do muro, o que produziu o fenômeno de terminarem em tempo recorde. Acabou-se, pois, o muro aos vinte e cinco do mês de Elul; em cinqüenta e dois dias. E sucedeu que, ouvindo-o todos os nossos inimigos, todos os povos que havia em redor de nós temeram, e abateram-se muito a seus próprios olhos; porque reconheceram que o nosso Deus fizera esta obra (Ne 6.15,16). A vitória da união e cooperação entre o povo de Deus produz tristeza nos inimigos do bem. As chances deles fazerem males e trazerem prejuízos são frustradas. Na sua igreja, ou ministério, ou mesmo na sua profissão, pode haver muito trabalho a fazer e nem é sua função ou obrigação, mas se houver cooperação, todos sairão ganhando e pode-se trabalhar um ao lado outro, um depois do outro, para o bem de todos. Essa lição de humildade e serviço da parte de Arão e Ur ao servirem a Moisés, ensina-nos que também podemos servir em funções que não são nossas e que até pessoas menos qualificadas, podem fazer tal serviço. Se é para sustentar as mãos de Moisés levantadas, não precisa ser um “Sumo Sacerdote,” ou alguém com tal status… podemos descer dessas nossas posições de orgulho e vaidade egoísta. Servir é a palavra chave”

Pai amado, graças te damos nesse dia, pela lição de humildade de servir, sem pensar em status, posição ou ocupação que temos em outros lugares. No teu Reino somos todos servos do Rei. Obrigado também pelas vidas que estão ao nosso lado e dispostas a darem de si em função da necessidade maior. A nossa tarefa é realmente grande, a seara é grande, o mundo por evangelizar é grande, mas é a graça do Senhor que fará prosperar o nosso esforço. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Arão e Hur

Meditação do dia: 06/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Arão e Hur – Liderança compartilhada. Me lembro de uma história fictícia criada para ilustrar o trabalho de equipe, ou a harmonia em família. Isso aconteceu numa preleção para casais, onde alguém questionava o seu papel e culpava o outro lado; exatamente como Adão e Eva lá no Jardim. Fora Adão que recebera as instruções de Deus de como proceder. Eva foi quem tomou e comeu o fruto e depois compartilhou com ele que também comeu. Os dois se deram mal! Na história ilustrativa diz-se que se um casal estiver num barco à remo, em um rio, e os dois começarem a discutir sobre de quem é a responsabilidade de remar e enquanto discutem, nenhum dos dois remam e o barco se encaminha para uma terrível cachoeira e despenca. Independe de quem é a responsabilidade, os dois podem se ferirem ou até morrerem. Muitas situações na vida, não importa as desculpas ou as responsabilidades, na verdade o que de fato importa é o bem-estar de todos. Em nossa meditação de hoje, está acontecendo uma grande e terrível batalha, onde o pequeno exército improvisado dos filhos de Israel estão confrontando uma horda de saqueadores nômades do deserto. De quem é a responsabilidade? De Moisés? Da liderança? De Josué? Dos soldados? Aqui nem deveríamos estar discutindo quem é o quê, ou quem faz o quê! O povo está sendo atacado e alguém precisa defender. Se não houver acordo, todos serão saqueados e muitos serão mortos. Deus poderia livrar o povo dos saqueadores? Claro, se ele os protegeu do exército de Faraó, muito maior e muito mais bem equipado e preparado, esse bando não seria um desafio para Deus. Mas, como Israel iria se preparar para enfrentar muitas outras lutas tanto para se defender, quanto para conquistar sua terra e posteriormente, protege-la? Deus não é muito de teoria e foi direto à prática. Aquela escaramuça, tinha também um lado didático. Nem tudo que parece ruim, é apenas ruim e difícil, mas pode ser um meio muito eficiente para se aprender e praticar. Moisés, Arão e Hur subiram o monte para orar e interceder. De pronto, todos diriam que, estando num monte para oração, tendo a presença de alguém como Moisés, não precisaria de nossas orações ou nosso apoio, ele é maduro espiritualmente e muito íntimo com Deus e poderoso em oração! Tudo isso é verdade, mas aquilo seria um trabalho para ser feito em equipe. Moisés era a peça-chave, mas ela precisa de apoio, e era para isso que estavam ali Arão e Hur. Podemos aplicar esse princípio em muitas situações de nossas vidas, no campo familiar, profissional e ministerial. Há pessoas que precisam de nosso apoio, ali ao lado, sustentando suas mãos e em outros casos, somos nós que precisamos ser sustentados por outros, ao nosso redor. Não deve haver espaço para disputas de poder e posição. A vitória será bênção para todos e a derrota será um desastre para todos também. Moisés não venceria sozinho e Arão e Hur sozinhos, separados de Moisés também não. Muito menos se Arão ficasse ao lado de Moisés e Hur lutasse sozinho, ou o contrário também. Somos um Corpo em Cristo, e o que nos une em termos de trabalho e missão deve ser mais forte do que as nossas diferenças de opinião, gostos e preferencias. Se a nossa chamada for para sustentar os líderes e fizermos isso bem feito, seremos agraciados com muita satisfação e contentamento, afinal fizemos tudo o que era esperado de nós e o fizemos bem feito. Se somos os líderes e precisamos vencer com o apoio de outras pessoas, porque ser derrotado só para não dividir os méritos? Que mérito há numa derrota, onde poderíamos vencer, se houvesse humildade para aceitar ajuda?

Senhor, obrigado pelos auxiliares que existem e estão disponíveis para nos auxiliar ou aceitar a nossa participação nos projetos que tens dado a eles. Somos um só corpo e formamos um exército, assim sendo a vitória de um é a vitória de todos. Obrigado pelo amor que nos une e leva a viver em solidariedade e cooperação em favor do Reino de Deus. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Pedra Para SEntar

Meditação do dia: 05/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Uma Pedra Para Sentar – Criatividade e proatividade. Isso é o que explica a atitude de Arão e Hur ao perceberem como poderiam ganhar a guerra mais rápido, com menos desgastes para eles, Moisés, Josué e o exército de Israel. Agora parece simples, mas na verdade coisas assim acontecem até hoje perto de nós e nem sempre nos atentamos para as soluções mais simples, estando bem à mão e que não tem custo algum. Já meditamos em muitos outros textos bíblicos e em situações de provisão sobrenatural; na maioria das vezes Deus sempre lança mão de estratégias simples e elementos presentes são utilizados como catalizadores da bênção. É pouco frequente a introdução de elementos novos nos cenários, ondes os humanos estão precisando de ajuda ou interferência divina e Deus se manifesta. Relembrando: O chamado de Moisés, a Vara, já estava com ele à muito tempo. Em Mara, ao sanar as águas amargas, um madeiro que estava ali mesmo. O maná foi novo e foi criado especialmente para aquela situação. A água da rocha, esta já estava lá, ou como o apostolo Paulo, ela os seguia desde o começo. E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo (1 Co 10.4). Eu ensino e muitos outros pastores que são de níveis bem acima do meu, que produzem treinamentos de liderança, concordamos que onde há uma necessidade, ali também há a solução. Necessidades produzem demanda que produzem soluções. Se uma igreja local ou um ministério em si, tem uma demanda, é muito raro, a solução não estar ali; só é preciso criatividade e investimento em treinar e equipar os santos do Senhor. Moisés, Arão e Hur estava empenhados em oração e intercessão de suma importância para a vitória de Josué e seus comandados, lá em baixo no vale. Já estava constatado que a batalha armada e física entre israelitas e amalequitas, estava sendo ganha ou perdida pela atitude de três homens no alto do monte. Além de orarem e clamarem a Deus, as mãos de Moisés precisavam estar levantadas. O líder sempre tem papel decisivo, ainda que diferente dos demais. Josué e os soldados eram quem eliminava os soldados inimigos ou os faziam fugir; Mas o poder de Deus agia pela intercessão de Moisés com as mãos levantadas. A pergunta que não cala: Deus poderia agir ali sem que Moisés tivesse que levantar as mãos, só pela oração? Sim, afinal ele pode todas as coisas. Mas a batalha era dele e ele é quem escolhia a estratégia. Antes do exército ser de Josué, ele era do Senhor dos Exércitos. Havia ali um contingente de guerreiros humanos e outro dos exércitos celestiais, ambos sob o comando de Deus. Você e eu, qualquer cristão, igreja, ministério nos dias atuais como os da história da igreja, dependemos inteiramente da bênção do Senhor para vencermos e prevalecermos em nossas batalhas. As estratégias com as quais vencemos algumas, necessariamente servem em outras situações. A Pedra sobre a qual Moisés precisa se sentar, estava ali por perto o tempo todo. Ela certamente representa o descansar em Deus, ao mesmo tempo que continuamos empenhados no trabalho. É algo firme, forte, resistente e capaz de suportar nossas fadigas e fardos que nós mesmos sentimos o peso, como Moisés sentia o peso de seus braços. Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é (Dt 32.4). Encontre a sua rocha de descanso mesmo em meio à sua luta. Não desista e não deixe de aceitar o apoio e a iniciativa de quem está ao seu lado, te ajudando até a vitória final.

Senhor, obrigado por seu a nossa rocha de descanso, o nosso refúgio bem presente nos tempos de aflição. Também estendemos o nosso louvor e gratidão pelas pessoas ao nosso lado, que sustentam as nossas mãos e utilizam os dons e habilidades criativas dadas a elas pelo Senhor para nos apoiar e muitas vezes de forma decisiva. Todos vencemos, mas não sozinhos. Agradecemos pelas respostas de oração e intercessão, que fazem diferença no teu reino e para a tua glória. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

As Mãos de Moisés Eram Pesadas

Meditação do dia: 04/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

As Mãos de Moisés Eram Pesadas – A razão de meditarmos é conseguir extrair alimento espiritual para nossa edificação e crescimento. Não estamos propensos a discutir doutrinas, costumes ou tecer críticas ácidas sobre as pessoas e suas histórias. Comparamos as verdades naturais, materiais, físicas e circunstanciais para fazer analogia com realidades espirituais lá e cá, para estabelecer um parâmetro onde nós mesmos poderemos nos situar e então aplicar às nossas vidas. Estudamos a Palavra de Deus com o coração temente, humilde, desejoso de aprender e aberto àquilo que o Espírito Santo pode e quer fazer; pois ele estava lá, presente ao vivo e à cores, inspirando e ajudando aquelas pessoas e ajudou nas transcrições humanas das verdades divinas e fê-las chegar até nós e aplica-as em nossas vidas hoje. Então respeitamos muito a verdade revelada por Deus em sua santa Palavra. Sabemos que quem escreveu o Livro de Êxodo, foi o próprio Moisés e as histórias narradas aqui, ele estava presente, fez parte delas e quando não era ele, estava presente ajudando a resolver as questões que geraram a narrativa. Como ele descreveu que suas mãos eram pesadas, entendemos isso como entenderíamos qualquer descrição de alguém que precisou ficar um longo tempo em oração a Deus, com as mãos levantadas e também se cansou e as juntas começaram a doer, simples assim! Em português temos uma expressão figurada semelhante, com a mesma grafia, mas como se trata de uma figura de linguagem o significado é outro. Quando dizemos que alguém tem a(s) mão(s) pesadas, significa que como líder, ele é uma pessoa severa, que não tolera deslizes e faz muitas cobranças de quem está sob suas ordens. Quando tem que punir ou aplicar disciplina, já se sabe que é sem compaixão. No caso de Moisés, se tratava de peso físico, ou seja, era literal a expressão. Ele deveria ser um homem octagenário e o corpo já cobrava um  certo preço, por isso mesmo, para ele ficar por longos períodos em oração, com os braços levantados, era desgastante fisicamente e lhe produziam dores. Líderes são homens como todos os demais, eles também sofrem com as limitações físicas de peso, idade, condições de preparo físico, clima, e tudo o que já sabemos. Líderes realizam grande trabalhos e fazem a diferença em suas áreas de atuação, mais ainda são homens e precisam ser respeitadas as suas limitações e cooperar para que eles possam continuar servindo. Ninguém deve ser privado de servir porque tem limitações ou com o passar dos anos surgiram alterações em sua vida e exige mais cuidados e proteções. O caráter de uma pessoa deve permanecer fiel e íntegro a vida inteira; o zelo, a santidade, a consagração e alegria de servir, isso nunca deve desaparecer com o passar dos anos. Mas as demais coisas os liderados precisam compreender e cooperar. Para o bem de todos. Também ele reconhecer seus limites e aceitar ajuda é sinal de humildade e respeito ao seu organismo e àqueles a quem ele ama e serve.

Senhor, obrigado por nos criar e nos dar oportunidade de servir e saber que a jornada física e cobra o seu preço e precisamos respeitar nossos limites. A graça e a bênção do Senhor continuará com todos nós, até o dia que nossa participação deva terminar segundo a sua presciência e graça. Agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason