Ofertas São de Deus

Meditação do dia: 14/10/2023

“O Senhor disse a Moisés: Diga aos filhos de Israel que me tragam uma oferta. De todo homem cujo coração o mover para isso, dele vocês receberão a minha oferta.” (Ex 24.18)

Ofertas São de Deus – É obvio, mas não ficou claro, ou é claro, mas não tão óbvio? O culto a Deus tem aspectos interessantes, que precisamos estudar à luz da Bíblia e entender o motivo porque determinados elementos foram incluídos e como devem ser oferecidos. Nos tempos bíblicos do Antigo Testamento, havia as práticas de culto, que eram ensinadas e passadas de pai para filho e de geração em geração. À medida que a civilização foi crescendo e desenvolvendo novos conceitos, surgiram os aglomerados humanos, desde pequenas vilas e povoados, até cidades grandes e populosas, com sofisticação crescente; assim também os rituais de cultos deles foram sofrendo alterações e regulamentações. Veio em seguida os sacerdotes profissionais, logo depois os charlatões e os falsos, os místicos e nada muito diferente do que temos na atualidade. Os adoradores do Deus Criador, seguiram o modelo inicia de culto familiar, onde o pai de família servia e tinha a responsabilidade sacerdotal e do ensino da fé e das práticas de culto, que eram via de regra repassada ao filho mais velho da casa. Abraão era um adorador desse modelo e passou isso aos descendentes, que permaneceram fazendo assim até chegarem à época da saída do Egito. Agora, nessa nova fase, Deus mesmo, nessas manifestações e revelações que temos acompanhado, demonstrou sua vontade expressa em forma escrita através de Moisés, que subiu ao Monte para receber leis e regulamentações tanto para a nação, como para a sociedade em si e os seus mais diversos setores da vida. O centro da vida dessa nova nação seria o culto a Deus e o núcleo principal desse culto a Deus seria através do Tabernáculo, com seus apetrechos, rituais e cerimonias, para todas as necessidades da fé e da prática. Aqui, entra a regulamentação de se ofertar a Deus; hoje, no texto que estamos apreciando, se trata de ofertas especificas para se construir o tabernáculo e tudo que dizia respeito aos elementos e instrumentos dos rituais. Tal oferta seria para Deus, dedicadas a realização daquele propósito específico. As coisas de Deus, são feitas, mantidas pelo povo de Deus. A obra de Deus, feito à maneira de Deus, sempre terá a provisão de Deus. O princípio que aprendemos aqui, é que aquilo que doamos para a obra de Deus (seja ela qual for) aquela oferta, não é minha oferta, mas é oferta de Deus e para Deus. O rei Davi sabia disso muito bem: “Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e nós só damos o que vem das tuas mãos” (1 Cr 29.14). O que damos, já veio das mãos generosas de Deus que nos provê de tudo. Captou?

Senhor, obrigado por ser generoso e doador. Somos agradecidos por nos fazer entender os princípios que regem o relacionamento contigo e como podemos ser abençoadores, seguindo os teus princípios. Te agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Coração Voluntário

Meditação do dia: 14/10/2023

“O Senhor disse a Moisés: Diga aos filhos de Israel que me tragam uma oferta. De todo homem cujo coração o mover para isso, dele vocês receberão a minha oferta.” (Ex 24.18)

Coração Voluntário – Os princípios divinos estão expostos por todo lado nas Escrituras, cabendo a nós explorar, descobrir e colocar em ação para o nosso próprio enriquecimento e prazer. Estamos falando que Deus não dá ordens absurdas; não pede nada que não tenhamos para entregar e nem mesmo permite vir sobre nós provação maior do que as nossas forças. Quando lemos que Deus é o Criador de todas as coisas, estamos literalmente afirmando que ele criou mesmo todas as coisas; e todas as coisas significa mesmo TODAS AS COISAS! Come a pensar pela criação do próprio homem: criado no sexto dia da criação. “²⁷ Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. ³¹ Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia” (Gn 1.27,31). O homem só foi criado, quando já havia todo o ambiente pronto e preparado para ele viver e existir aqui. Tudo foi assim: Os animais aquáticos foram criados depois da criação da água. Os animais terrestres, foram criados depois que o ambiente apropriado já existia. Os astros foram criados depois que já existia céus… Quando Deus tirou os filhos de Israel do Egito, ele disse para eles pedirem coisas, objetos, presentes aos egípcios e que eles achariam graça aos olhos deles e de fato aconteceu: “Fale, agora, aos ouvidos do povo que todo homem peça ao seu vizinho e que toda mulher peça à sua vizinha objetos de prata e de ouro” (Ex 11.2). Todo mundo fora indenizado pelos anos de trabalho que serviram de graça aos egípcios, portando quando Deus pediu que lhes oferecessem uma oferta, ele não estava pedindo algo impossível. Quando não se reconhece essa capacidade provedora divina, é muito fácil fazer uma acusação injusta a Deus, como fez aquele homem da parábola contada por Jesus. “Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: “Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou, fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.” (Mt 25.24,25). Com um caráter tal, Deus queria que apenas pessoas com um coração voluntárioso e de livre vontade, se apresentasse para ofertar.

Pai, graças te dou e como povo, graças te damos, por ser quem és e ensinar ao teu povo de forma tão prática, como se revela na tua Palavra. O teu amor está presente em toda a tua obra e a doação é a marca do amor. Agradecemos por isso, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Hora de Ofertar

Meditação do dia: 13/10/2023

“O Senhor disse a Moisés: Diga aos filhos de Israel que me tragam uma oferta. De todo homem cujo coração o mover para isso, dele vocês receberão a minha oferta.” (Ex 24.18)

Hora de Ofertar – Como estou escrevendo, de certa forma, para leitores evangélicos, cristãos e adoradores do Senhor Deus, o Criador de todas as coisas, aquele que sustenta e governa tudo em santo amor, não deve ser muito difícil discorrer sobre ofertas para Deus. Como temos escrito por vezes seguidas, a Bíblia é bem coerente em suas narrativas e não deixa pontas soltas, sem que possamos entender como as coisas funcionam. Ofertar faz parte do culto a Deus! Ofertar é culto a Deus! É uma forma de demonstrar gratidão e reconhecimento pelas muitas bênçãos já recebidas e acima de tudo, tributar honra e glória, àquele que é dono de todas as coisas. Estamos reconhecendo que tudo pertence a Deus e que somos seus administradores, mordomos mesmo. Sendo assim, entregar dízimos e ofertas não está ligado ao quanto eu tenho ou ganho, mas ao quanto eu amo a Deus, a sua obra e reconheço seu senhorio sobre a minha vida e também o serviço que cabe a nós, seus filhos fazermos e administrar. Durante esses próximos dias, iremos trabalhar muito sobre o contexto desse relacionamento do povo hebreu com Deus, que os estava tirando do Egito para leva-los para uma terra que lhes pertencia a muitos anos e que só agora eles iriam tomar posse como povo. Abraão, Isaque e mesmo Israel, estiveram lá, se consideraram herdeiros dessa promessa, mas como povo e nação, só agora eles iriam entrar ali. Até bem poucos dias, eles provavelmente não teriam condições de ofertarem grandes coisas, mas não é isso que se leva em conta, afinal, humanos doarem coisas materiais para o Criador do universo, que tem tudo disponível a si, não há muito que se possa dar. Mas Deus não estava ali, pedindo uma oferta porque necessitava de algo, como até hoje ele não precisa. Entender isso é uma chave poderosa para a prosperidade e a realização pessoal. Não é, de fato intrigante, Deus pedir coisas à pessoas? Será que ele está querendo suas, minhas, nossas coisas, ou está olhando para o que está dentro do nosso coração e como lidamos com as suas bênçãos?

Senhor, agradecemos pela vida, como um presente e uma oportunidade de viver e compartilhar do teu poder de criar e realizar grandes coisas. Agradecemos pelo suprimento de todas as nossas necessidades, físicas, materiais, emocionais e espirituais, muito acima de nossas expectativas e esperanças. O Senhor é um Deus doador, generoso, abençoador e serve de modelo e inspiração para todos nós. agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Quarenta Dias e Quarenta Noites

Meditação do dia: 12/10/2023

“E Moisés, entrando pelo meio da nuvem, subiu o monte; e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites.” (Ex 24.18)

Quarenta Dias e Quarenta Noites – Quarenta dias e noites, no alto do Monte Sinai, no meio da nuvem, na presença de Deus, longe dos olhares dos homens e de tudo aquilo que era o seu trabalho de cada dia. Longe do estresse da vida cotidiana! Isso é de dar inveja, no bom sentido é claro! Como também pode ser o inverso, isto é, a coisa mais apavorante, atemorizante que alguém poderia experimentar. Olhar os outros e o serviço ou ocupação que eles exercem pode ser estimulante, como também pode ser entediante ou estressante. Temos um ditado popular que afirma que “vida boa é a do vizinho!” e a versão country é que “o pasto do vizinho é sempre mais verde!” e tem a versão urbana: “A grama do jardim do vizinho é sempre mais verde!” Voltemos a nossa atenção e a nossa intenção para o que estava acontecendo lá no deserto do Sinai, onde os israelitas, recém saídos do Egito e a dura escravidão, estavam acampados, aguardando instruções divinas através de Moisés. Esses últimos dias foram muito movimentados, como revelações fantásticas, inéditas e certamente, ninguém jamais vira, ou ouvira falar de Deus se manifestando assim de forma tão perceptível, audível e sensível aos sentidos humanos. Todos viram, ouviram, sentiram os tremores e abalos e ninguém poderia dizer que não testemunharam algo muito fora do comum. Para alguém se manter ateu, ou neutro, ou pensar que o conceito de Deus era apenas algo interior ou da cabeça, naquelas circunstancias, tal pessoa teria que fazer um esforço muito grande. Nos colocando na cena, poderíamos estar em algum daqueles muitos e prováveis; poderia ser no meio da multidão, uma pessoa comum, apenas um adorador e fiel servo de Deus, com uma vida comum, sem nada de diferente das demais pessoas. Poderíamos estar em alguma posição de liderança tribal ou familiar e de alguma forma, alguém esperava algo da gente. Poderia ser que éramos lideres de terceiro ou segundo escalão e muitas pessoas olhavam para nós e perguntavam sobre os próximos passos, embora elas estivessem no mesmo quadro que nós, tendo que esperar o que o líder Moisés traria. Poderíamos estar como auxiliares diretos, como um daqueles setenta anciãos, que futuramente se tornaram o “Sinédrio Israelita.” Sou pastor, será que poderia estar na posição de Arão ou um de seus filhos? Ou de um levita? Sendo hoje, o camisa 10 da igreja, poderia me colocar no papel de Moisés e ter a responsabilidade de estar na presença de Deus e representar toda aquela massa de pessoas. Essa a posição de maior destaque na cena – Moisés subindo o monte, sumindo em meio à nuvem, desaparecendo e não dando as caras por mais de um mês! O que acontecia cá em baixo? O que acontecia lá em cima? A questão é o que está acontecendo hoje, agora, comigo, contigo, conosco, com o povo de Deus? Parece que o que conta mesmo é quem está na presença de Deus, para receber e fazer o que ele quer de cada um de nós; os outros, eles são só um detalhe, meu papel é o que conta!

Senhor, tem misericórdia, me conceda sabedoria para direção para me localizar hoje, onde estou, onde devo estar e onde, de fato o Senhor quer que eu esteja. Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

O aspecto da Glória do Senhor

Meditação do dia: 11/10/2023

“Aos olhos dos israelitas, o aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no alto do monte.” (Ex 24.17)

O Aspecto da Glória do Senhor – Acredito muito que temos crescido e nos edificado nesses tempos em que compartilhamos as meditações e pelo estudo e dedicação de cada um de vocês, todos fomos abençoados e progredimos. A razão de escrever meditações, é para me ajudar na reflexão pessoal, aguçar o pensamento criativo e ao mesmo tempo depender da graça e da inspiração do Espírito Santo para produzir um texto todos os dias. Não sendo escritor e nem sendo isso o meu “ponto forte” fico muito grato a Deus por conseguir ter chegado até aqui e ver muitas pessoas sendo incentivadas a meditar. Espero que vocês não fiquem apenas com o texto, mas façam suas próprias meditações também, façam novas aplicações e cresçam na busca por nutrição espiritual na Palavra de Deus. Tem uma ligação interessante na conexão dos dois versículos, aquele anterior e esse de hoje, onde é abordado algo que poderíamos chamar de ponto de vista. É bem comum, cada pessoa interpretar determinados fatos, à luz de sua realidade ou das circunstancias em que ele se encontra. Espiritualmente também é assim, a cada fase da vida com Deus em que estamos, adquirimos uma nova perspectiva e aparece um novo sentido ao olharmos uma mesma verdade pela qual já passamos antes. Aqui, Moisés está lá no alto do Monte Sinai, na presença de Deus, oculto aos olhos das pessoas por uma nuvem. Essa nuvem era a manifestação da presença gloriosa do Senhor. Moisés estava dentro dela, aprendendo e recebendo revelações que iriam ser repassadas para o povo quando ele voltasse. Para quem estava cá em baixo, o que eles viam era descrito como um pouco mais assustador do que uma nuvem: “Aos olhos dos israelitas, o aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no alto do monte.” Nuvem para Moisés e fogo consumidor para o povo. Era a mesma coisa, mas pela experiencia de cada um, aquela presença parecia tomar forma diferente. Daniel, o profeta que viveu na Babilônia, desde a sua juventude quando foi levado cativo, teve experiencias espirituais de visões e revelações grandiosas e algumas deixaram marcas indeléveis nele. Por exemplo: “⁵ levantei os olhos e vi um homem vestido de linho, com um cinto de ouro puro de Ufaz na cintura.⁶ O seu corpo era como o berilo, o seu rosto parecia um relâmpago, os seus olhos eram como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido, e a voz das suas palavras era como o barulho de uma multidão.⁷ Só eu, Daniel, tive aquela visão. Os homens que estavam comigo nada viram, mas ficaram com muito medo, fugiram e se esconderam” (Dn 10.5-7). Daniel viu algo que os outros que estavam com ele não viram, mas impactou suas vidas, metendo-lhes medo a ponto de fugirem. Deus se revela, deseja ser conhecido e adorado por seus filhos e servos, mas precisamos crescer e amadurecer o suficiente para estarmos prontos para experimentar verdades espirituais além da compreensão humana natural. Pessoas espirituais experimentam o que outros não podem ou nem desejam, por estarem num nível muito aquém e a capacidade de discernir e absorver determinadas realidades precisa desenvolver-se.

Senhor, agradecemos a verdade da tua Palavra que pode nos guiar a realidades maiores e além daquilo que intelectualmente estamos acostumados. Pedimos graça e sabedoria para nos mover no sobrenatural e crescer e amadurecer nos domínios espirituais. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Seis, Sete Dias Depois

Meditação do dia: 10/10/2023

“E a glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu durante seis dias. No sétimo dia, do meio da nuvem o Senhor chamou Moisés.” (Ex 24.16)

Seis, Sete Dias Depois – Os contextos com os quais convivemos influenciam a leitura que fazemos dos fatos e também chegam na interpretação de textos bíblicos e porque não, de verdades espirituais que são importantes para a vida de todos nós. Como tenho mencionado muitas vezes, somos ocidentais e temos cabeça de ocidental e agimos dessa forma em tudo que somos e fazemos. A Bíblia foi escrita no oriente, por orientais e para orientais – portanto é de se esperar que alguns aspectos conflitem com a nossa mentalidade e sem falar a necessidade de entender que existem milhares de anos entre os fatos e nós, leitores. Também estamos espiritualmente vivendo numa dispensação diferente daquela que estava em vigor quando os textos sagrados foram escritos e muitos fatos estavam acontecendo ao vivo e à cores e hoje, olhamos para eles como acontecimentos muito antigos. A história aconteceu, acontece e isso não se pode mudar, temos que conviver com os fatos e construir a nossa parte através daquilo que fazemos diariamente e de uma forma ou de outra estamos participando. A tese principal das nossas meditações esses últimos dias, foi a manifestação ou revelação da presença gloriosa de Deus à Moisés e ao povo de Israel, lá no Monte Sinai. Estamos vendo que ela aconteceu em fases, pois Deus ordenou a Moisés que preparasse o povo, santificando-o e aguardando por três dias e então aconteceu. Depois, Moisés foi chamado para estar subindo o monte com Arão, dois dos filhos deste e setenta anciãos. Eles foram, adoraram viram coisas extraordinárias e comeram lá na presença de Deus. Posteriormente, Moisés foi chamado para ir e levou consigo a Josué, que ficou até certa distancia na subida e depois Moisés continuou sozinho, até entrar na nuvem que cobria a monte. Então chegamos à parte que queremos enfatizar hoje; nesse lugar e nessas condições, Moisés ficou seis dias esperando uma nova ordem ou chamada e isso só aconteceu no sétimo dia. Não estou pensando e nem é a ênfase do texto, o dia da semana, mas sim a quantidade de dias contatos desde que ele saiu do acampamento. Seis dias! No sétimo foi chamado à presença de Deus. Agora vamos pensar e meditar com cabeças de ocidentais, que são apressados, estressados e impacientes; onde tudo é para ontem e não aceitamos atrasos e demoras, senão as nossas próprias. O que Moisés ficou fazendo, no alto de um monte, sem uma bíblia, afinal ela estava sendo iniciada a escrita por ele mesmo; sem um bom livro para ler, sem um celular, sem wifi, sem internet, sem TV à cabo, sem lanchonete ou restaurante, sem uma boa cama e… e… e…. Você já pensou nisso!? O que fazer durante seis dias sem agenda e sem nada para fazer…. o que estou tentando pensar com vocês é que não estamos acostumados a ficar quietos, a sossegar, aquietar e contemplar seja lá o que for… nós somos agitados, inquietos, ocupados, não temos tempo à perder mesmo perdendo tanto tempo. Ficamos entediados de pensar naquela “cerimonia do chá” dos japoneses! Estamos acostumados a levantar atrasados, tomar uma xicara de café, de pé mesmo e saímos comendo um pedaço de pão ou alguma coisa… pensar naqueles monges e santos antigos que ficavam naqueles mosteiros ou cavernas, em silencio, isolamento e contemplação, já descartamos logo, isso não é para mim!!! Estou escrevendo isso, porque tenho pensado muito em experimentar algo assim, em pressa, sem agitação, as passagens da Bíblia que falam de contemplação, quietude, silencio e meditação tem mexido muito comigo e me chamado para simplificar a minha vida. Será que é só eu? Só comigo?

Senhor, eu sei que quando não entendo algo, eu posso aceitar pela fé e confiar que o Senhor tem as respostas e as soluções. Ainda mais quando se trata de verdades espirituais e fome de ti e da tua Palavra. Eu preciso de ajuda para discernir essas coisas e esse chamado ou atração para este estilo de vida, que produziu muitos santos e piedosos que te conheceram melhor do eu conheço hoje. Reconheço, preciso de ajuda nisso, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Glória do Senhor (III Parte)

Meditação do dia: 09/10/2023

“E a glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu durante seis dias. No sétimo dia, do meio da nuvem o Senhor chamou Moisés.” (Ex 24.16)

A Glória do Senhor (III Parte) – No AT, a manifestação física de que a presença de Deus estava chegando (a glória de Deus) poderia ser a aparência de um fogo consumidor, no caso de Sua autoridade e Seu poder serem usados. O Senhor, seu Deus, é fogo devorador; é Deus zeloso (Dt 4.24). Para os israelitas que estavam ao pé do monte, a glória do Senhor no alto do Sinai parecia um fogo consumidor (Êx 24.17). Uma vez que recebemos um reino inabalável, sejamos gratos e agrademos a Deus adorando-o com reverência e santo temor. Porque nosso Deus é um fogo consumidor (Hb 12.29). Em outros casos, quando Seu propósito era outro e Ele desejava mostrar outro aspecto do Seu caráter, ao invés de fogo aparecia nuvem, fumaça, vento ou, então, o cicio suave, como aconteceu com Elias. O Senhor ia adiante deles. Durante o dia, guiava-os com uma coluna de nuvem e, durante a noite, fornecia luz com uma coluna de fogo. Isso permitia que caminhassem de dia e de noite. E a coluna de nuvem não se afastava do povo durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite (Êx 13.21,22). No dia em que foi armado o tabernáculo, a tenda da aliança, a nuvem o cobriu. Desde o entardecer até o amanhecer, a nuvem sobre o tabernáculo parecia uma coluna de fogo. Era assim que sempre acontecia: à noite, a nuvem que cobria o tabernáculo tinha a aparência de fogo. Cada vez que a nuvem se elevava da tenda, o povo de Israel levantava acampamento e a seguia. No lugar onde a nuvem parava, eles acampavam (Nm 9.15-17). A nuvem no Novo Testamento é algo intimamente relacionado à presença de Jesus, e que não apenas representa a glória de Deus, onde o Espírito Santo está implícito, mas é também um símbolo físico da essência divina que está parcialmente encoberta ao homem. A conhecida palavra Shekiná (Shekïnâ), traduzida como “resplendor, presença de Deus habitando entre o Seu povo,” não aparece nem no AT nem no NT. Ela deriva do verbo Shãkhan (שכן = habitar, fazer morada), o qual aparece em versículos como: Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo Gn 9. 27). Naqueles dias Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome com o qual Deus a chamará: O Senhor é a nossa justiça (Jr 33.16). Também aparece em Êx 40.35 – “Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia [Shãkhan] sobre ela, e a glória do Senhor [kãbhôdh] enchia o tabernáculo.” Como foi escrito acima, a glória de Deus está muitas vezes associada a brilho ou esplendor.

Graças te rendemos, ó Senhor, Deus Todo-Poderoso! Digno és de receber todo o louvor, honra e glória porque não há Deus como o Senhor nosso Deus! Te adoramos pro todos os teus planos e projetos e por nos fazer participantes de sua natureza e um dia seremos glorificados, ao final do processo de redenção. Agradecemos por tudo isso, em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

A Glória do Senhor (II Parte)

Meditação do dia: 08/10/2023

“E a glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu durante seis dias. No sétimo dia, do meio da nuvem o Senhor chamou Moisés.” (Ex 24.16)

A Glória do Senhor (II Parte) – A experiencia da visão de Ezequiel: Quando olhei, vi uma grande tempestade que vinha do norte. Uma nuvem faiscava com relâmpagos e brilhava com luz intensa. Dentro da nuvem havia fogo e, no meio do fogo, resplandecia algo semelhante a âmbar reluzente. Do centro da nuvem surgiram quatro seres vivos de aparência humana, porém cada um tinha quatro rostos e quatro asas. Suas pernas eram retas, e seus pés tinham cascos como os de bezerro e brilhavam como bronze polido (Ez 1.4-7). Os seres vivos eram semelhantes a brasas acesas ou tochas reluzentes, e relâmpagos pareciam faiscar entre eles. Os seres vivos se deslocavam de um lado para o outro rapidamente, como relâmpagos. Enquanto eu olhava para esses seres, vi quatro rodas que tocavam o chão junto a eles, uma roda para cada um. As rodas brilhavam, como se fossem feitas de berilo. As quatro rodas eram semelhantes e feitas da mesma forma; cada uma tinha dentro dela outra roda que girava na transversal (Ez 1.13-16). Acima deles estendia-se uma superfície como o céu, brilhante como cristal. Abaixo dessa superfície as asas de cada ser vivo se estendiam de modo a tocar as asas dos outros, e as outras duas asas cobriam seu corpo. Quando voavam, o estrondo de suas asas soava para mim como ondas do mar quebrando na praia, como a voz do Todo-poderoso, ou como os gritos de um grande exército. Quando os seres pararam, abaixaram as asas. Enquanto estavam com as asas abaixadas, uma voz falou de além da superfície acima deles(Ez 1.22-25). Acima dessa superfície havia algo parecido com um trono de safira. No trono, bem no alto, havia uma figura semelhante a um homem. Da cintura para cima, tinha a aparência de âmbar reluzente que cintilava como o fogo, e, da cintura para baixo, parecia uma chama ardente que brilhava com esplendor. Estava rodeado por um aro luminoso, como arco-íris que resplandece entre as nuvens num dia de chuva. Essa era a aparência da glória do Senhor para mim. Quando a vi, prostrei-me com o rosto no chão e ouvi a voz de alguém que falava comigo (Ez 1.26-28). O que Ezequiel descreve aqui nos versos 22 e 26 é muito semelhante ao que Moisés descreveu ter visto no Monte Sinai. Depois, Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e os setenta líderes de Israel subiram ao monte, onde viram o Deus de Israel, e sob os pés dele havia uma superfície azulada como a safira e clara como o céu. (Ex 24.9,10). Na maioria das vezes, é quase impossível separar a expressão ‘Glória de Deus’ ou ‘Glória do Senhor’ da presença desses fenômenos físicos, em especial da nuvem. Assim, ‘Glória de Deus’ ou ‘Glória do Senhor’ simboliza a revelação do poder, da pessoa, da natureza e da presença de Deus para a humanidade, às vezes acompanhada de fenômenos físicos; portanto, o Espírito Santo está implícito nesta manifestação. Apenas em duas passagens é que a bíblia descreve a presença de Deus como uma nuvem escura, acompanhada de trovões, relâmpagos e fogo: O Senhor disse a Moisés: “Virei até você numa nuvem densa, para que o povo me ouça quando eu lhe falar e, assim, confie sempre em você. Moisés relatou ao Senhor o que o povo tinha declarado. Na manhã do terceiro dia, houve estrondo de trovões e clarão de raios, e uma nuvem densa envolveu o monte. Um toque longo de trombeta ressoou, e todo o povo que estava no acampamento tremeu. O monte Sinai estava todo coberto de fumaça, pois o Senhor havia descido em forma de fogo. Nuvens de fumaça subiam ao céu, como de uma imensa fornalha, e todo o monte tremia violentamente. (Êx 19.9, 16, 18). Quando o povo ouviu os trovões e o som forte da trombeta, e quando viu o clarão dos raios e a fumaça que subia do monte, ficou a distância, tremendo de medo.” (Ex 20.18).

Senhor Deus te toda a glória! Te adoramos e reconhecemos o teu glorioso nome e a manifestação da tua presença, através do Espirito Santo, produzindo honra a ti e temor nos corações dos homens. Somos gratos pela tua maneira especial de se revelar a nós através de Jesus Cristo, a expressão mais exata do teu ser.  Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Glória do Senhor

Meditação do dia: 07/10/2023

“E a glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu durante seis dias. No sétimo dia, do meio da nuvem o Senhor chamou Moisés.” (Ex 24.16)

A Glória do Senhor – A glória de Deus significa dignidade, honra, reputação, esplendor, a manifestação do poder de Deus onde é preciso. Descreve a revelação do caráter e da presença de Deus. No Dicionário de língua portuguesa – GLÓRIA tem os seguintes significados: Celebridade, renome, reputação, honra, orgulho, magnificência, brilho, esplendor, prestígio, alegria, satisfação, grande mérito, superioridade, dignidade. No dicionário de Inglês, outras definições podem ser acrescentadas: Exaltação, louvor ou honra, que é concedido por consentimento geral; algo que traz ou é digno de louvor (especialmente na frase ‘coroa de glória’). Também é uma expressão de ação de graças, adoração ou culto: “Glória a Deus!” A beleza e a felicidade do céu (no sentido espiritual).  A palavra bíblica para glória de Deus é kãbhôdh (hebraico: pronuncia-se ‘kavôd’); ou doxa (Septuaginta, a versão grega do AT). Significa peso ou dignidade, e que pode ser entendida como a manifestação do poder de Deus onde é preciso, honra, vitória, proteção, abundância, riqueza, reputação: Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo (Ex 40.34,35). Encontramos a expressão naquele episódio dos tempos de Samuel: Deu ao menino o nome de Icabode, e disse: “Foi-se embora a glória de Israel”, pois a arca de Deus havia sido tomada, e seu sogro e seu marido estavam mortos. Disse ainda: “Foi-se embora a glória de Israel, pois a arca de Deus foi tomada! (Sm 4.21,22). É o equivalente judaico do Espírito Santo operando com sua presença e poder na igreja.  O Senhor é digno de receber toda honra e toda glória: Tu és digno, ó Senhor e nosso Deus, de receber glória, honra e poder. Pois criaste todas as coisas, e elas existem porque as criaste segundo a tua vontade(Ap 4: 11). Kãbhôdh serve para descrever a revelação do caráter e da presença de Deus na pessoa e na obra de Jesus Cristo. Ele é o resplendor da glória divina: O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles(Hb 1.3-4). Na Nova Versão Transformadora: O Filho irradia a glória de Deus, expressa de forma exata o que Deus é e, com sua palavra poderosa, sustenta todas as coisas. Depois de nos purificar de nossos pecados, sentou-se no lugar de honra à direita do Deus majestoso no céu, o que revela que o Filho é muito superior aos anjos, e o nome que ele herdou, superior ao nome deles((Hb 1.3-4 NVT). Na Bíblia, a glória de Deus está muitas vezes associada a brilho ou esplendor: Os pastores viram a glória de Deus no nascimento de Jesus: Naquela noite, havia alguns pastores nos campos próximos, vigiando rebanhos de ovelhas. De repente, um anjo do Senhor apareceu entre eles, e o brilho da glória do Senhor os cercou. Ficaram aterrorizados, mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo! Trago boas notícias, que darão grande alegria a todo o povo. Hoje em Belém, a cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor! (Lc 2.8-11) No momento da transfiguração de Jesus, quando a Bíblia descreve a presença de uma nuvem luminosa envolvendo os discípulos),

Seis dias depois, Jesus levou consigo Pedro e os dois irmãos, Tiago e João, até um monte alto. Enquanto os três observavam, a aparência de Jesus foi transformada de tal modo que seu rosto brilhava como o sol e suas roupas se tornaram brancas como a luz. De repente, Moisés e Elias apareceram e começaram a falar com Jesus. Pedro exclamou: “Senhor, é maravilhoso estarmos aqui! Se quiser, farei três tendas: uma será sua, uma de Moisés e outra de Elias. Enquanto ele ainda falava, uma nuvem brilhante os cobriu, e uma voz que vinha da nuvem disse: Este é meu Filho amado, que me dá grande alegria. Ouçam-no! Os discípulos ficaram aterrorizados e caíram com o rosto em terra. Então Jesus veio e os tocou. “Levantem-se”, disse ele. Não tenham medo. E, quando levantaram os olhos, viram apenas Jesus (Mt 17.1-8). Tanto no AT como no NT, assim como está relacionada com nuvem ou fumaça, vento tempestuoso e fogo. 

Senhor, nós reconhecemos que só o tu és digno de receber honra e glória, pois teu é o reino, o poder e a glória para todo o sempre, amém. Bendito seja o teu nome!

Pr Jason

A Nuvem Que Cobriu o Monte

Meditação do dia: 06/10/2023

“Tendo Moisés subido, uma nuvem cobriu o monte.” (Ex 24.15)

A Nuvem Que Cobriu o Monte – Ver um monte coberto por nuvens não é uma raridade em muitas partes do mundo. Ao se aproximar das regiões litorâneas em quase todo o sudeste e sul do Brasil, isso é um fenômeno absolutamente normal e corriqueiro. A famosa serra de Petrópolis no Rio de Janeiro, em muitas épocas do ano, se passa dentro das nuvens viajando pela rodovia. Mas o que estamos registrando lá no Monte Sinai, em pleno deserto, entre o Egito e a Palestina, não e nada comum assim e especialmente aquela nuvem também não tinha nada de fenômeno meteorológico. Assim que Moisés subiu o monte, uma nuvem apareceu e revestiu o monte. É significativo que isso aconteceu no exato momento em que Moisés fez o que Deus lhe havia instruído a fazer. O agir de Deus se manifesta, assim que as instruções dadas, são cumpridas e praticadas. É costume se dizer, que para receber uma segunda revelação ou instrução de Deus é necessário cumprir a primeira ordem. Outra verdade que me é muito significativa é a maneira como as coisas podem ser vistas por diferentes pessoas. Aqui, Moisés subira para a presença de Deus e estava naquele ambiente de glória e graça de Deus; as demais pessoas viam apenas uma nuvem que cobria o monte. O que estava sendo ocultado das pessoas comuns, era na verdade uma proteção para quem havia conseguido atingir níveis mais altos na presença de Deus. Muitas coisas importantes aconteceram durante o tempo que Moisés ficou lá em cima na presença do Senhor. Ele estivera ocupado o tempo todo recebendo instruções sobre as leis, as cerimônias, e muitas coisas que deveria ensinar ao povo. Josué estava no nível intermediário, bem acima do povo e um tanto quanto aquém do que Moisés estava. O que revela a posição que ocupamos hoje? Estamos exatamente onde deveríamos estar? Progredimos bem ou estamos em atraso ou retrocesso? A manifestação de Deus está sendo reveladora ou está nos privando de ver além do normal e material, que todos os demais também ocupam?

Senhor, Deus de graça e bondade! Nos apresentamos diante de ti, desejosos de continuar crescendo e subindo cada vez mais para perto de ti. Conceda-nos a graça de experimentar revelações novas e oportunidade de crescer e servir em níveis crescentes. Agradecemos por todo o cuidado para conosco, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason