Não Furtarás

Meditação do dia: 27/07/2023

“Não furte.” (Ex 20.15)

Não Furtarás – Aqui estamos novamente diante de um mandamento muito importante para o bom relacionamento social e o respeito à propriedade. Por trás dele está o princípio da honestidade e o princípio do respeito ao que pertence a outrem. Agindo em virtude da honestidade, a pessoa não precisa se preocupar com o risco de roubar ou furtar. Nossa sociedade atual não vive mais baseado em princípios bíblicos, ou com um sistema de governo teocrático, onde as verdades da Bíblia tinham valor legal e a justiça era fundamentada em tais pilares. Fazemos parte de um estado que se diz laico, com instituições cada vez mais distantes de princípios absolutos em termos de transparência e honestidade. Quando alguém comete um ato de gentileza e honestidade, devolvendo por exemplo objetos de valor ou valores em espécie ao seu legítimo dono, elas até aparecem em noticiários e programas de televisão e são elogiadas; isso deveria ser a regra e não a exceção. Lidando com a conversão das pessoas, a igreja ensina e trabalha para as verdades positivas da fé, sejam acolhidas no coração e passem a fazer parte integral de suas vidas, construindo assim, uma sociedade melhor e mais produtiva. “Aquele que roubava não roube mais; pelo contrário, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o necessitado” (Ef 4.28). Muitas pessoas quando se converteram à Cristo e ao Evangelho, tinham muitas práticas erradas, nocivas e pecaminosas, que eram “normais” em suas vidas e no grupo social de convivência. O Evangelho transforma a pessoa por completo, levando-a não só a deixar as práticas ruins, mas incorporar novas atitudes que influenciam seus hábitos, caráter e porque não, até mesmo o seu destino. O novo cristão no processo de discipulado, é incentivado a deixar a desonestidade e adotar uma vida produtiva, assim ele produzirá bens e serviços que o prosperará e além de suprir suas necessidades, ele também se torna um colaborador para com aqueles que estão em um momento difícil e precisam de apoio e beneficência. Está presente aqui, os aspectos negativos e positivos da conversão: Ele “não” furta mais, e simultaneamente “faz” com as próprias mãos o que é bom e construtivo. A verdadeira conversão leva a pessoa a ir além do que apenas parar de pecar, mas também exercitar as virtudes de uma nova vida em Cristo.

Senhor, graças te damos pela oportunidade de viver o suficiente para aprender as verdades transformadoras do Evangelho de Cristo. Somos transformados e podemos cooperar para que outras vidas também o sejam e assim criamos um ciclo de vidas transformadas e transformadoras, pelo poder do Espírito Santo. Graças a esse poder, poder ser libertos das práticas erradas e nocivas da velha vida e adotar mudanças que tornam nossas vidas úteis e produtivas para o bem de todos ao nosso redor. Te agradecemos, em nome de Jesus. Amém.

Pr Jason

O Princípio Por Trás do Mandamento

Meditação do dia: 26/07/2023

“Não cometa adultério” (Ex 20.14)

O Princípio Por Trás do Mandamento – O que o mandamento diz e o que ele realmente quer dizer? Para você é tudo a mesma coisa? Quando escrevemos sobre não matar, citamos a idéia desenvolvida posteriormente pelas pessoas com relação aquele mandamento divino, que para elas passou a significar apenas “não abater” uma pessoa.  Jesus veio e corrigiu dizendo que o espirito da lei era evitar o ódio e a maldade no coração para não chegar a finalizar uma vida. Aqui, estamos meditando sobre o pecado ou o ato de adulterar e as consequências disso para a vida pessoal, a família e a comunidade em volta de quem pratica esse pecado violando a lei de Deus. Novamente a melhor forma de compreender o verdadeiro sentido do mandamento é ouvir quem entende e ninguém entende melhor de verdades profundas do que Jesus. Vejamos o que ele disse sobre esse mandamento e essa prática: “Vocês ouviram o que foi dito: Não cometa adultério. Eu, porém, lhes digo: Todo o que olhar para uma mulher com intenção impura, já cometeu adultério com ela no seu coração” (Mt 5.27,28). Olhar para uma pessoa com intenção impura (Imoral) é o mesmo que cometer um ato físico de imoralidade. Mais do que falar sobre evitar um ato de imoralidade, Jesus cita trabalhar nas raízes que poderão produzir essa ação. Ser e cultivar uma vida de pureza moral e sexual é muito superior a não cometer atos de adultério. Deus está buscando pureza de intenções e não proibindo atos, como se construísse barreiras para que as pessoas não ultrapassem os limites. O apóstolo Paulo apresenta em algumas de suas cartas algumas listas de práticas de pecados que definitivamente exclui o praticante de herdar a vida eterna. Isso é muito sério para um cristão não levar em conta o valor que a Palavra de Deus atribui a certas práticas. Nessas listas ele separa “imoralidade” de “Adultério;” porque são práticas diferentes e a imoralidade é mais abrangente, enquanto o adultério é mais específico. Cito aqui a lista de 1 Co 6: “Ou vocês não sabem que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não se enganem: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem afeminados, nem homossexuais, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o Reino de Deus. Alguns de vocês eram assim. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11). Vamos nos atentar para o estilo de vida que agrada a Deus, vivendo de modo agradável e em santidade, observando os princípios e não tentando gabaritar os mandamentos, cumprindo uma lista de obrigações.

Senhor, obrigado por nos amar e nos acolher em tua família, para um estilo de vida santo e agradável a ti e em obediência à tua Palavra. Mais do que cumprir regras, desejamos agradar o teu coração, obedecendo em amor e com a graça do Espírito Santo, habitando em nós, viver os princípios da vida eterna, oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Não Adulterar

Meditação do dia: 25/07/2023

“Não cometa adultério” (Ex 20.14)

Não Adulterar – À princípio, pareceria desnecessário escrever sobre um tema tão incisivo e pronto como esse. Não adulterar é não adulterar e ponto final. Não tem o que explicar, nem mesmo como desenhar para quem for mais desavisado. É um ato que não se pratica involuntariamente, ou por acidente, não tem como fazer e não saber que fez. Só pode ser cometido por alguém adulto o suficiente para já estar casado (a), o que se pressupõe maturidade, responsabilidade e palavra empenhada diante de testemunhas sobre um vínculo com outra pessoa. Não se trata de pecado religioso, pois independente de religião e fé, todas as culturas abominam e repudiam com veemência essa prática. Se é tão óbvio assim, porque foi preciso Deus legislar sobre isso? Por que a Bíblia utiliza tanto espaço para combater tal ação? Por isso, e por tudo isso é que esse tema se torna tão relevante, e não podemos passar por cima, sem refletir e aprender sobre as bênçãos de se viver dentro dos limites das bênçãos da aliança com Deus e da fidelidade assumida diante de Deus. Na meditação de ontem versamos mais sobre as razões e as bênçãos que a vida de pureza e santidade traria para o povo de Deus; aos israelitas pela espera de gerarem o Messias e viverem um padrão de vida acima de críticas diante do mundo imoral e onde se misturavam tanto a imoralidade com a idolatria e a violência. Hoje, com a graça de Jesus, estou propenso a descrever as consequências para a vida pessoal e familiar de quem se envolve com essa prática. Começo citando provérbios de Salomão: “Assim acontece com quem dorme com a mulher de outro; aquele que a toca não ficará sem castigo. Mas o homem que comete adultério não tem juízo, pois destrói a si mesmo. Será ferido e desonrado, e sua vergonha jamais se apagará” (Pv 6.29,32,33). O contexto imediato, fala como é impossível lidar com fogo e não se queimar e assim também é cometer adultério. Na versão Nova Almeida Atualizada, Provérbios 6.32 é muito bem colocada as palavra no bom português: “Quem comete adultério não tem juízo; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa.” Gostaria de incentivar vocês meus amados leitores a lerem Provérbios 5 e 6, e prestar atenção a forma como o sábio descreve as armadilhas da sedução, malícia, maldade intencional das pessoas que facilitam a queda de pessoas desavisadas. Embora ali se diga da mulher que atrai homens para o seu covil, pode se aplicar o mesmo contexto aos homens que seduzem mulheres para caírem nas suas cantadas e depois arruinar suas vidas. Todos precisamos ouvir os conselhos sábios da Palavra de Deus e agir em tempo de escapar. Se não fosse tão perigoso e destrutivo, não haveria tantas citações para nos alertar. Fique esperto, em se tratando de tentações sexuais não existe ninguém forte, invencível. Aqui vale a filosofia do soldado covarde: “Quem lutar e corre, tem vida para lutar outra vez!”

Senhor, obrigado pelos conselhos da tua Palavra, que nos adverte sobre os riscos que a imoralidade traz ao ser humano. Nossa comunhão e vida de adoração perde muito ou até podemos perder tudo, se cedermos às tentações e as paixões carnais. Escolhemos andar em santidade e viver para a tua glória. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Vida Sem Imoralidades

Meditação do dia: 24/07/2023

“Não cometa adultério” (Ex 20.14)

Uma Vida Sem Imoralidade – Para entender os princípios de Deus, precisamos entender os seus mandamentos. Para entender os seus mandamentos, precisamos entender o seu caráter. Para entender o seu caráter, precisamos conhecê-lo pessoalmente. Gosto muito dessas verdades e sei que elas expressam verdades muito profundas que não é somente para serem assimiladas intelectualmente, mas se faz necessário experiencias firmes, constantes e permanentes com a fé e com o Deus da nossa fé. As pessoas naturais olham para os mandamentos de Deus e vêm apenas uma lista de ordens de “não pode;” e para elas são limitações impostas e que se tornam difíceis de viver sem quebra-las. Na verdade, toda e qualquer lei ou mandamento de Deus, é impossível de ser vivido e praticados por qualquer pessoa na sua condição natural. Sem a experiencia de novo nascimento, não há como viver as verdades e princípios espirituais, que só podem acontecer pelo poder de Deus na vida da pessoa. E como Jesus falou a Nicodemos naquela entrevista noturna: “Jesus respondeu: Em verdade, em verdade lhe digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não fique admirado por eu dizer: Vocês precisam nascer de novo” (Jo 3.3,6,7). Precisa-se entender o que os juristas chamam de “entender o espírito da lei,” isto é, qual a verdadeira razão por trás do que ela está dizendo ou proibindo. Deus é santo e justo, é bom em tudo que faz e não tem segundas intenções e não oculta nada para se proteger ou resguardar o seu caráter. Tudo o que de Deus se pode conhecer, nos foi revelado pela criação e em Jesus. “Pois o que se pode conhecer a respeito de Deus é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, isto é, o seu eterno poder e a sua divindade, claramente se reconhecem, desde a criação do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que Deus fez. Por isso, os seres humanos são indesculpáveis” (Rm 1.19,20. Além da aliança eterna, sendo ratificada a cada geração pelos descendentes de Abraão, para andarem com Deus em santidade e justiça, dando um bom testemunho diante dos povos e nações, eles também eram a linhagem da qual viria o Redentor, que eles chamavam de “Messias” ou “O Cristo,” e que seria o representante humano, nascido e criado entre nós, verdadeiramente humano e verdadeiramente divino, no mistério da encarnação, onde Deus se  tornaria homem, para viver e morrer pelos homens. Com essa missão, os hebreus precisavam se diferenciar de todos os demais povos e ter um estilo padrão de vida, totalmente dissociado da imoralidade sexual, que era prática usual e corrente entre os povos antigos (nada muito diferente das civilizações atuais). As ciências históricas já pesquisaram e já concluíram com muitas evidencias, que todas as sociedades e civilizações que se levantaram, atingiram altos níveis de relevância e declinaram chegando em muitos casos à extinção total, três elementos sempre se fizeram presentes: Anarquia legal – Desagregação familiar e Imoralidade sexual. As leis de Deus de pureza e conduta moral tão rigorosas visavam criar uma sociedade em condição de vir a gerar linhagem santas e puras, para que se pudessem cumprir as profecias messiânicas, como as que encontramos em Isaías: “Portanto, o Senhor mesmo lhes dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Is 7.14). Na anunciação é citado essa profecia: “Ela dará à luz um filho e você porá nele o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. Ora, tudo isto aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel.” (“Emanuel” significa: “Deus conosco”)” (Mt 1.21-23). A Bíblia é a Palavra de Deus, não é antiga, não retrógrada em ultrapassada! Ela é viva e eficaz e tem propósitos eternos. Suas verdades conduzem a verdadeira vida e produz gerações abençoadas. Os mandamentos são para o nosso bem e segurança, de geração em geração. Amém!

Senhor, sou grato pelos teus mandamentos, elas não são pesados, um fardo difícil e muito menos ultrapassados e obsoletos. Eles mostram o caminho da vida e por onde flui a tua bênção e a segurança de termos famílias ajustadas, felizes e em santidade de conduta para estarem na tua presença em todo tempo e de geração em geração. Amém.

Pr Jason

Não Matar

Meditação do dia: 23/07/2023

“Não mate.” (Ex 20.13)

Não Matar – A vida é preciosa, muito valiosa mesmo e Deus sempre valorizou isso. Mesmo entre os cristãos evangélicos, que cultivam uma atitude pacifista e dificilmente se vai ao extremo de ferir alguém intencionalmente, ainda assim, o mandamento persiste como um princípio a ser observado. Parece que nos dias de Jesus aqui na terra, os judeus haviam criado uma interpretação própria, sobre esse mandamento e Jesus preferiu corrigir a rota e fazer valer a ideia original para qual fora dado tal mandamento. “Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: Não mate. E ainda: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, lhes digo que todo aquele que se irar contra o seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem insultar o seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem o chamar de tolo estará sujeito ao inferno de fogo” (Mt 5.21,22). Eles devem ter desenvolvido uma idéia de que cumprir esse mandamento significava não abater uma pessoa. Assim, até mesmo dar uma pancada e deixar a vítima semimorta, em coma, respirando por aparelhos, seria pecado, porque a lei diz não matar!” Na visão de Jesus, que é Deus, portanto quem fez e revelou a lei e os mandamentos, o cultivo de atos noviços, como ira, insulto e xingamentos, são atos hostis que culminarão na quebra dos relacionamentos e afastamentos das pessoas umas das outras e isso não é saudável. Não é incomum encontrarmos casos de pessoas, que afirmam que determinada pessoa “não existe para elas” – “Já morreram desde…” e outras que sempre reafirmam um ódio fatal, contra outrem, por motivos que não justificam tanto. Desde a situação entre Caim e Abel, no começo da história da civilização humana, Deus mostrou tanto o valor da vida humana, quanto a abominação e o repúdio para com a violência e a morte de outro ser humano por ato de violência e ódio. “O Senhor disse a Caim: Onde está Abel, o seu irmão? Ele respondeu: Não sei; por acaso sou o guardador do meu irmão? E o Senhor disse: O que foi que você fez? A voz do sangue do seu irmão clama da terra a mim. E agora você é maldito sobre a terra, cuja boca se abriu para receber da sua mão o sangue do seu irmão” (Gn 4.9-11). Homicídio, ocultação de provas, dissimulação. Nesse primeiro caso, já estão arrolados quase todos os artigos das leis modernas contra crimes de violência contra a pessoa humana. Para não chegar ao extremo de matar alguém, é preciso cultivar uma vida de mansidão e passividade, que evite os extremos da ira e do ódio. O perdão e a atitude de reconciliação devem se fazer presentes na vida de todos nós.

Senhor, agradecemos pela vida, e a temos como um presente do Senhor para nós, e podermos participar do teu plano de resgatar as vidas e não permitir que nenhuma se perca. Por amor a vida, o Senhor Jesus deu a sua vida na cruz para que todos possam alcançar a salvação e a vida eterna. Orarmos em nome dele, amém.

Pr Jason

Honrar Pai e Mãe

Meditação do dia: 22/07/2023

“Honre o seu pai e a sua mãe, para que você tenha uma longa vida na terra que o Senhor, seu Deus, lhe dá.” (Ex 20.12)

Honrar Pai e Mãe – Quando vemos uma pessoa idosa, ao menos uma coisa podemos pensar sobre ela, que soube honrar seus pais. Pois esse é no dizer de Paulo, o primeiro mandamento com promessa. “Honre o seu pai e a sua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que tudo corra bem com você, e você tenha uma longa vida sobre a terra” (Ef 6.2,3). Hoje é meu aniversário, completo sessenta e quatro anos de vida e ontem fez 47 que recebi a Cristo como Senhor em minha vida; posso me alegar por ter minha mãe ainda viva conosco lá em Aparecida de Goiania, com seus noventa anos e caminhando já para mais um. Meu pai foi recolhido pelo Senhor para as moradas eternas em 18 de Julho do ano passado, a um ano e quatro dias, cinco dias antes de completar oitenta e nove anos. Minha avó paterna, ultrapassou os cem anos numa boa, ainda enfiava linha na agulha e era quase que totalmente independente, cuidado de casa e de sua comida; levantava de madrugada para orar e nisso era muito fiel. Tenho raízes muito boas e louvo a Deus pela história deles e agora é a minha vez de construir a minha e com a minha família. Honrar os pais é mais do que falar que gosta deles, de ligar para eles quando não pode ir presencialmente. Uma das formas de se expressar essa honra e esse respeito é vivendo de forma a reproduzir o melhor deles, como o caráter, as responsabilidades e a fé. Aprendi essas coisas em casa, em família; era muito importante para eles que a pessoa honrasse sua palavra, os compromissos assumidos e respeitasse as pessoas e cultivássemos boas amizades. Meus pais sempre foram muito hospitaleiros e em casa sempre tinha espaço para quem chegasse; ainda que fosse simples e pouco o que podiam oferecer, mas era feito com prazer e alegria e por isso mesmo nossa casa sempre foi cheia de amigos e colegas e muitos deles são  inseparáveis de todos nós até hoje. Quem tem pais ainda vivos, desfrute desse privilégio e se esforce por honrá-los e promover a alegria deles. Como na lei da semeadura, tudo isso um dia será revertido para você e para seus descendentes.

Pai celeste, obrigado por colocar nossos pais como agentes do Senhor para cuidar de nós desde que nascemos e eles continuam atuando para o nossos bem, ainda hoje quando somos grandes, adultos e já tomamos nossas próprias decisões e seguimos o caminho que a vida e a tua vontade traçaram para nós. obrigado pelo privilégio de ter os pais para prestar honras e demonstrar gratidão por suas vidas e por tudo que são para nós. oramos por cada família e pelos pais idosos de todos nós, privilegiados com essa bênção. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Devoção Abrangente

Meditação do dia: 21/07/2023

“mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro.” (Ex 20.9)

Devoção Abrangente – Religião, futebol e política não são coisas boas para se discutir. Há controvérsias! Como não somos adeptos de religião, nosso futebol não está lá essas coisas para se discutir e a nossa política anda tão polarizada, que uma pequena fagulha causa um incêndio com danos de enormes proporções. Melhor ficar quieto! Mas não podemos fugir de influencias e especialmente do testemunho da nossa fé e devoção a Deus e nosso comprometimento com a proclamação do Evangelho. Recebemos uma ordem de sair pelo mundo todo e fazer discípulos de todas as nações e ensinar-lhes todos os ensinamentos que Cristo nos deixou. Com um mundo tão globalizado e acessibilidade disponível em muitos meios, isso poderia ser um fator de facilitação para se cumprir a Grande Comissão, mas esbarramos em muitas condições de entraves que precisamos superar. Sou entusiasta do discipulado, acredito que é um meio muito eficiente de se propagar uma mensagem e um estilo de vida. É tão eficiente que está em toda a Bíblia e Jesus o praticou e treinou seus discípulos para que prosseguissem fazendo discípulos e assim o Evangelho chegaria até os confins da terra. Abrão, muito antes da Lei ser dada a Moisés, já praticava o discipulado de forma muito produtiva. Encontramos fragmentos disso acompanhando as pessoas que conviveram com ele. Ele não era pastor, senão de gado e ovelhas, era um fazendeiro, não fundou e nem divulgou religião ou filosofia alguma, mas dava um testemunho da sua fé no Deus Criador, único e soberano, o possuidor de todas as coisas. Agar era serva de Sara, era egípcia e certamente tinha uma fé politeísta quando entrou para servir a Sara. Quando as duas se desentenderam e ela fugiu, parou num poço e orou, falou com Deus e foi visitada por um anjo que lhe deu instruções e isso se repetiu na vida dela. “E o Anjo do Senhor continuou: Você está grávida e dará à luz um filho, a quem chamará Ismael, porque o Senhor ouviu o seu grito de aflição. Ele será, entre os homens, como um jumento selvagem; a sua mão será contra todos, e a mão de todos será contra ele; e habitará diante de todos os seus irmãos. Então Agar deu ao Senhor, que havia falado com ela, o nome de “Tu és o Deus que vê”. Porque ela dizia: “Neste lugar eu olhei para Aquele que me vê!” (Gn 16.11-13). Olha o poder da influencia de Abraão na vida e na fé dela! Eliezer, outro servo de Abraão, sinônimo de eficiência e fidelidade, era homem de oração e comunhão com Deus. “Então o servo orou: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, peço-te que me ajudes hoje e sejas bondoso para com o meu senhor Abraão! Eis que estou ao pé da fonte de água, e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água. Concede, pois, que a moça a quem eu disser: “Incline o cântaro para que eu beba”; e ela me responder: “Beba, e darei ainda de beber aos seus camelos”, seja a que designaste para o teu servo Isaque; e nisso verei que foste bondoso para com o meu senhor. Antes que ele acabasse de orar, eis que surgiu Rebeca…” (Gn 24.12-15). Com quem será que ele aprendeu a exercitar a fé e a oração? Vemos isso com Isaque, Jacó, que conviveu com o avô até 17-18 anos de idade. O apóstolo Pedro fala para as mulheres cristãs da igreja: “Igualmente vocês, esposas, estejam sujeitas, cada uma a seu próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho sem palavra alguma, por meio da conduta de sua esposa, ao observar o comportamento honesto e cheio de temor que vocês têm” (1 Pe 3.1,2). O propósito do mandamento de não trabalhar no sétimo dia para descansar, adorar e cultuar a Deus era para ser aplicado a todos no círculo de influencia daquelas pessoas. Isso geraria testemunho do amor, graça e poder de Deus de abençoar e prosperar o seu povo. Se isso for transformado em pretexto para discussões, falta de amor e respeito pelo trabalho alheio e não guardar os direitos devidos, isso se torna um testemunho ruim, deficiente e parcial, que privilegia uns em detrimento dos outros. É preciso entender o espírito da lei.

Senhor, obrigado por se importar com a vida humana e sem distinção social, racial e quaisquer outras. Todos devem trabalhar, produzir, mas também descansar, adorar e servir ao Senhor e serem abençoados. Agradecemos pela verdade revelada na tua Palavra e ela permanece para sempre. Amém.

Pr Jason

Dia de Dedicação ao Senhor

Meditação do dia: 20/07/2023

“mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro.” (Ex 20.9)

Dia de Dedicação ao Senhor – Esse mandamento é muito significativo para a vida espiritual das pessoas; mas não pode ser usado para debates e brigas doutrinárias. Ele teve e tem um propósito muito importante que é o cuidado com a vida, acima do trabalho e com a adoração acima das ações religiosas. Como já escrevi em textos anteriores, o ser humano é muito inclinado aos extremos, tanto para um lado como para o outro. O equilíbrio é na verdade, o grande desafio da vida. Deus fez o homem e deu a ele a ordem e o privilégio de trabalhar e servir, tanto a Deus como também ao próximo e claro, suprir suas necessidades. Mas estava em mente, uma corrida desenfreada por acúmulo de bens e riquezas, ou vício em trabalho, modernamente chamado de “workoolismo.” Para fugir de situações de conflitos, as pessoas se afundam em trabalhos; para conquistarem privilégios e poderes elas se lançam a múltiplos empregos e trabalhos extras. Gastam a vida ganhando dinheiro e antes de poder desfrutar, gasta mais do que ganhou para cuidar da saúde e assim, nunca viveu plenamente e nunca desfrutou dos esforços e do suor do próprio rosto. O mandamento divino, arbitraria as coisas forma justa e espiritual. Trabalhar durante seis dias seria suficiente para o sustento e o enriquecimento com qualidade. O sétimo dia seria para descanso, comunhão social e familiar, contemplando a graça de Deus e cuidado de prestar um verdadeiro culto. Ainda que a vida moderna, imponha ritmos fortes de trabalho e com a cultura urbana prevalecendo sobre todos, pois a maioria populacional agora habita em aglomerados cada vez maiores, isso demanda uma agenda de trabalho com escalas de horas, dias e turnos alternados para que todas as necessidades sejam supridas. Mas o princípio do trabalho, descanso e culto a Deus está acima das demais necessidades. Jesus mesmo falou disso: “Mas busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas lhes serão acrescentadas” (Mt 6.33). Não há conflitos ou quebra da lei, quando as demandas de serviços são obrigações, Deus contempla todas as possibilidades, para que haja equilíbrio e justiça. Não se apegar a determinado dia da semana, ser xiita e radical quando na verdade, a verdade e o princípio por trás da lei é produzir justiça, equilíbrio e abençoar as pessoas e não impor um fardo pesado e uma oportunidade de tropeço e punição. Veja um exemplo clássico desse mesmo mandamento: “Ou vocês não leram na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo profanam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu lhes digo que aqui está quem é maior do que o templo. Mas, se vocês soubessem o que significa: Quero misericórdia, e não sacrifício, não teriam condenado inocentes. Porque o Filho do Homem é senhor do sábado” (Mt 12.5-7). Quando chega o dia de sábado e todos vão adorar a Deus, entregando ofertas e holocaustos, os sacerdotes estão em pleno dia de trabalho, para acolher o culto e a adoração do povo. Eles estão em expediente de trabalho. Mesmo nos dias atuais quando os cristãos vão cultuar no domingo, para o pastor e os obreiros da igreja que realizam os cultos, eles estão em pleno dia de trabalho. Quando os filhos e familiares de ministros vão ao culto, é como se eles fossem ao local de trabalho dos pais em pleno expediente. No texto acima, Jesus citou essa violação do sábado e no contexto anterior ele cita Davi, violando a santidade da comida consagrada, os pães da proposição que só os sacerdotes poderiam comer e Davi os comeu, era o alimento que tinha à disposição naquele momento e a vida é mais importante que a comida; alimentar um faminto vai além do princípio de quem pode comer tal e qual comida. Não seja um xiita e muito menos um xaato! Adore a Deus e sirva-o com alegria e permita que as pessoas ao seu redor e sob seu comando também tenha descanso e tempo de cultivar uma vida piedosa de louvor e adoração a Deus.

Te louvamos, Senhor, por ser um Deus de justiça e santidade. O Senhor está acima e é Senhor de tudo e de todos, incluindo os dias da semana. Graças te damos pelo trabalho, o suprimento, mas também o descanso, o repouso, a pausa para refazer as forças e energias para continuar servindo com qualidade e excelência. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Seis Dias Para Trabalhar

Meditação do dia: 19/07/2023

“Seis dias você trabalhará e fará toda a sua obra” (Ex 20.9)

Seis Dias Para Trabalhar – O trabalho dignifica! Não temos dúvidas disso. Já tratei desse tema em outras ocasiões, mas nunca é demais estar refletindo sobre algo tão precioso para nós como o exercício da vontade de Deus para nossas vidas. O princípio de trabalhar, vem antes das exigências de salários e condições de trabalho e até mesmo das legislações e sindicatos. Outro detalhe que o cristão precisa compreender, assimilar e colocar em ação em sua vida e influenciar outros a é que o trabalho não é um castigo ou uma maldição por causa do pecado de Adão e Eva. Isso é fake News!! Quando o homem foi criado e colocado no Jardim do Éden, ela tinha a responsabilidade de cuidar e guardar dele; isso é trabalho. Ele também tinha que providenciar o seu alimento, utilizando as suas habilidades e certamente criando e aperfeiçoando ferramentas e utilidades para uso no seu dia a dia. “O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o Senhor Deus ordenou ao homem: — De toda árvore do jardim você pode comer livremente (Gn 2.15,16). No uso correto da nossa mordomia, através do trabalho diligente, providenciamos o nosso sustento e da nossa família, mas também nos realizamos e encontramos satisfação através do trabalho. Quando alguém trabalha dentro de sua área de vocação ele produz bem mais e com excelência e com um menor fator de desgaste e estresse. Gosto de pensar na idéia de Deus sobre o trabalho, pois ao regulamentar as coisas para a nação de Israel, o culto estava no centro e nas prioridades da nação e das famílias também. Portanto, individualmente esses princípios teriam que ser praticados com alegria e visando glorificar a Deus. Talvez pareça radical demais, mas não seria um exagero, ensinar as pessoas que estão fora do mercado de trabalho e são cristãos, orando e buscando uma bênção de Deus para que uma porta se abra; ao olhar o mandamento bíblico dado aqui à Moisés e ligando ao princípio dado em Gênesis, pode ser aplicado nos dias de hoje, da seguinte forma: “Seis dias você trabalhará e fará toda a sua obra” (Ex 20.9) e “No suor do seu rosto você comerá o seu pão, até que volte à terra, pois dela você foi formado; porque você é pó, e ao pó voltará” (Gn 3.19). Juntando os dois textos, que são princípios de vida, a pessoa deve trabalhar seis dias por semana para levantar o seu sustento. Mas independente de pagamento ou remuneração, o princípio de trabalhar a semana inteira prevalece. Isto é, mesmo que você não tenha um trabalho contratado, não deve ficar à toa o dia inteiro de pijama e chinelo, sem fazer nada. A pessoa deve trabalhar, vá à luta, procure algo para se ocupar, sirva como voluntário em alguma entidade, organização, seja criativo e se disponha a estar ocupado produzindo e sendo útil até que se encaixe no mercado de trabalho. Ficar ocioso é o inverso do princípio de trabalhar seis dias por semana. Até Deus e Jesus trabalham até hoje.

Pai amado, te agradecemos por suprir em Cristo Jesus todas as nossas necessidades e a maneira número um para isso acontecer é através do nosso trabalho pessoal. Quando houver necessidade de uma intervenção milagrosa, para suprir para os teus filhos, isso acontecerá, porque o Senhor é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quando pedimos ou pensamos segundo o teu poder que opera em nós. Hoje oramos por aqueles que estão procurando uma oportunidade de trabalho, onde podem se realizar como profissionais, mas também levantarem o sustento para si e para suas famílias. Profetizamos que as portas se abrirão, em resposta à fé e a diligencia dos teus filhos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Sábado

Meditação do dia: 18/07/2023

“Lembre-se do dia de sábado, para o santificar.” (Ex 20.7)

O Sábado – Quero lhe mostrar uma coisa interessante: Quando você leu o versículo da meditação, logo acima e viu o título do texto, posso afirmar com grande probabilidade de acertar, que você pensou nas polêmicas doutrinárias sobre a guarda do dia de sábado e dos adventistas do sétimo dia. Acertei? Não! Se não acertei, então você está de parabéns! Como nossas meditações não visam resolver questões doutrinárias ou dirimir dúvidas e entrar em questões polêmicas, muito menos mostrar conhecimento e etc. Visamos com muita humildade servir ao Corpo de Cristo, com uma prática devocional saudável, equilibrada e bíblica. As questões de doutrinas e até mesmo apologia da fé, fica para seus líderes e sua igreja local, onde vocês servem e congregam. Deus criou todas as coisas em seis dias e descansou no sétimo. “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e tudo o que neles há. E, havendo Deus terminado no sétimo dia a sua obra, que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que tinha feito. E Deus abençoou o sétimo dia e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, tinha feito” (Gn 2.1-3). O homem foi criado no sexto dia como podemos ver nos versos finais do primeiro capítulo de Gênesis; é razoável que pensar que após uma semana intensa de trabalho, Deus tenha descanso de sua obra de criação. Mas faço uma pergunta, embora o motivo dela não seja a arrazoabilidade, mas a inquirição em si: Criado no sexto dia, no sétimo, o homem iria descansar de quê? Por quê? Ou só para fazer companhia ao Criador? Lembrando que nesse tempo ainda não havia a Lei e nem Deus citou alguma ordem no sentido de um dia de guarda. O dia de descanso foi criado para beneficiar o homem para refazer suas forças das jornadas de trabalho e também dedicar esse dia a uma verdadeira adoração e contemplação espiritual. “E Jesus acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2.27). A prática de descansar um dia na semana é visto em praticamente todos os povos e civilizações. Ao receber as leis e regulamentar a vida do povo e da nação israelita, Deus incluiu a guarda do sábado, sétimo dia, ficando isso como parte do pacto entre Deus e eles como povo exclusivo de Deus. Era a sua observação uma obrigação do lado humano da aliança com Deus: “Lembre-se do dia de sábado, para o santificar.” (Ex 20.7). Jesus não quebrou nem anulou a Lei ou os princípios estabelecidos na revelação dada aos israelitas. Os cristãos após a ressurreição do Senhor por muito tempo continuaram muito próximos das práticas judaicas e observavam o sábado como dia de descanso. À medida que a igreja foi se infiltrando nas nações e povos e se distanciando do judaísmo, até por influencia da perseguição dos judeus aos cristãos, iniciou-se no ocidente, liderado pela Igreja em Roma, a prática de celebrar a Páscoa no domingo, por ser o dia da ressurreição de Cristo. Na parte oriental do mundo, liderados por Jerusalém, a igreja celebrava a páscoa como os judeus, no dia catorze, independente do dia da semana. No Primeiro Concílio da Igreja, em Nicéia, na Bitinia, em 325, houve uma tentativa de unificar as comemorações da Páscoa, mas não houve acordo e Roma tentou impor a sua prática sobre as demais igrejas e aconteceu o primeiro grande cisma da igreja, ficando dividida entre Oriente e Ocidente. Como somos ocidentais, a tradição e influencia prevaleceu e tanto o domingo como dia de guarda e a Pàscoa cristã celebrada no domingo da ressurreição prevaleceu até os dias de hoje.

Senhor, agradecemos a obra de Cristo na cruz que nos torna teus filhos participantes da tua natureza, te louvamos por tua santidade e justiça e também pela nova aliança celebrada com a igreja, quando Jesus instituiu a Ceia, na noite em que foi preso e depois morreu na cruz. Somos gratos pela redenção e por ser teus filhos, para viver em comunhão e intimidade no relacionamento contigo, aproximados pela pessoa do Espírito Santo que nos guia a toda a verdade. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason