Jetro de Midiã

Meditação do dia: 17/04/2023

“Ora Jetro, sacerdote de Midiã, sogro de Moisés, ouviu todas as coisas que Deus tinha feito a Moisés e a Israel seu povo, como o SENHOR tinha tirado a Israel do Egito.” (Ex 18.1)

Jetro de Midiã – Passaremos uns bons dias meditando e aprendendo com esse amável senhor, sacerdote de Deus em Midiã. No registro inicial, onde ele é citado pela primeira vez, está descrito: E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai (Ex 2.16). Algumas peças do quebra-cabeças não aparecem e não são citadas nos textos sagrados de forma direta, e isso exige calma na interpretação e estudo. Por exemplo: aqui é dito que ele tinha sete filhas, que cuidavam do rebanho, mas não fala sobre uma esposa e ela não aprece em nenhuma outra citação; podemos presumir que talvez fosse viúvo e que cuidava ele mesmo das filhas, pois todas eram solteiras até que uma fora dada como esposa à Moisés. Também não fala sobre um filho homem, mas posteriormente isso aparece vinculado à história dos israelitas. “Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o Senhor disse: Vo-lo darei; vai conosco e te faremos bem; porque o Senhor falou bem sobre Israel. Porém ele lhe disse: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela. E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes onde devemos acampar no deserto; nos servirás de guia. E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o Senhor nos fizer, também nós te faremos bem” (Nm 10.29-32). Toda história tem sempre um contexto, o fato de não sabermos todos os detalhes, não anula as verdades e tudo que levou até aquele momento, quando a cena nos aparece. Jetro e Moisés eram desconhecidos um para o outro e tinham vidas distintas até que um acontecimento colocou Moisés no caminho e na vida de Jetro. Mesmo para os padrões daquela antiguidade, deve ter sido dias muito difíceis e de adaptação complicada para os dois lados. Jetro tinha suas atividades, sua propriedade e com o auxílio das filhas, cuidava do seu rebanho e não sabemos sobre os planos daquela família para um futuro. Mas a chegada de um forasteiro, fugitivo da corte egípcia mudou tudo em torna daquela família. Jetro ganhou um genro e Moisés ganhou um discipulador, um mentor para que durante os próximos anos, aquele de fato era descendente direto de Abraão e nascido para libertar o seu povo do cativeiro, viesse a conhecer o Deus de seus antepassados e experimentar uma nova fase de seu treinamento. Ele passara os primeiros quarenta anos de sua vida servindo e sendo moldado na corte de faraó e agora acabara de se matricular na chamada “Escola do Deserto,” onde Deus costuma graduar os seus principais obreiros; seriam apenas os próximos quarenta anos (mas não conte isso a Moisés, pois achará muito tempo e ele tem outros planos). Quero compartilhar com vocês, as chaves espirituais que podemos conhecer aqui. O tempo e o lugar dos propósitos de Deus para nossas vidas, fica à cargo dele. Somos apressados e nem sempre concordamos com os métodos de Deus e por isso mesmo ele prefere não nos contar muita coisa antecipadamente. Como não conhecemos o futuro, poderemos sim, confiar na sabedoria e na capacidade de Deus coordenar todas as coisas na nossa vida. Quando estiver na hora, as portas se abrem, os recursos aparecem e as coisas acontecem. Nada antes do tempo! Nada depois do tempo! Tudo no tempo de Deus! É um exercício de fé!

Senhor, estamos aqui, hoje, agora, vivendo esse momento presente de nossas vidas, por obra e graça da tua bondade. Reconhecemos a nossa pequenez diante dos desafios, mas também reconhecemos a grande capacidade que o Senhor tem de transformar desafios em soluções, necessidades em suprimentos e oportunidades. Agradecemos pelas pessoas que já estão à postos esperando para nos abençoar assim que chegarmos ali. Te louvamos e bendizemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Jetro, Sacerdote de Midiã

Meditação do dia: 16/04/2023

“Ora Jetro, sacerdote de Midiã, sogro de Moisés, ouviu todas as coisas que Deus tinha feito a Moisés e a Israel seu povo, como o SENHOR tinha tirado a Israel do Egito.” (Ex 18.1)

Jetro, Sacerdote de Midiã – Sabemos bem pouco sobre a vida desse homem de Deus, que como tantos outros estrangeiros serviam ao Deus Criador e foi um instrumento para abençoar o povo de Deus. Sabe-se que  ele pertencia a uma tribo semita que fixou moradia no território de Midiã e que há muito tempo serviam ao mesmo Deus de Abraão e os hebreus, servindo de sacerdote na sua região. Ele foi a pessoa que abrigou a Moisés quando fugitivo do Egito em terras estranhas. E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai (Ex 2.16). Ao meditarmos nessa passagem bíblica, estaremos percebendo o grande cuidado de Deus com as nossas vidas e com os nossos chamados de servir ao seu povo. Muito antes de nascermos, Deus já estava criando e fazendo coisas que serviriam para determinados propósitos, que só no devido tempo se revelarão oportunos. Aqui está um homem, pai de família, sacerdote de Deus, vivendo numa terra distante, servindo a Deus e cultivando um estilo de vida de adorador, com certeza sendo minoria e sem ser reconhecido e até respeitado. Aqui está um exilado, que deixava para trás uma vida de luxo e importância, para se esvaziar de si mesmo e aprender as lições básicas da vida, para um dia pudesse voltar a ter significado e realizar uma importante missão, que lhe estava destinada muito antes dele nascer. Muitas pessoas envolvidas nessa trama, não se conheciam, nunca se viram e nem viriam a se encontrar, mas que alimentavam uma mesma esperança, oravam a um mesmo Deus e confiavam nas Palavras que lhes foram passadas de geração em geração. Tudo o que sei a meu próprio respeito, não é necessariamente toda a verdade. Tudo o que não sei, não significa que não exista ou que não faça sentido. É justamente por isso que o justo deve viver pela fé. “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé” (Rm 1.17). Entre tantas terras, tantas tribos, montes e vales com estradas de mercadores e trilhas utilizadas por pastores, exércitos e povos nômades, como Moisés se dirigiu exatamente por aquela que lhe conduziu àquele povoado midianita? Como ele chegou àquele povo, bem à tempo de recepcionar as moças pastoras, que ali vieram? Elas vieram mais cedo para evitar problemas com os demais pastores locais, mas ainda assim, eles interferiram e precisou da intervenção do forasteiro, que viu uma situação de desigualdade e injustiça, que não importava a terra, cultura ou costumes, ele precisava intervir e ajudar? Ele fez o que acreditava ser o certo a fazer e isso abriu-lhe as portas por onde sua vida faria sentido de agora em diante. Tudo aquilo propositalmente aproximaram dois homens, servos do mesmo Deus e com ministérios distintos mas necessários um ao outro. Quanto mais conhecermos a pessoa de Jetro, tal qual Moisés, mais veremos o seu valor e sua importância. Será um tempo de reconhecermos as pessoas que Deus colocou em nossas vidas, que fizeram toda a diferença. Pense nisso!!

Senhor, obrigado por estudarmos a tua Palavra, observando a vida de Jetro, como ele foi bênção na vida de Moisés e através disso, cooperou para tantas coisas boas que veio acontecer com o povo hebreu e com o teu projeto, que perpassa o tempo e a eternidade. Obrigado pelas pessoas maduras que já andavam com o Senhor antes de as conhecermos e como elas foram bênçãos para nós e muito do que somos e fazemos depois desse encontro, devemos creditar a elas a influência e o treinamento que fizeram conosco. Somos gratos por cada uma delas, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Guerra do SEnhor

Meditação do dia: 16/04/2023

“E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração.” (Ex 17.16)

Guerra do Senhor – Já escrevemos que um dos benefícios de se estudar a história, é para que os erros do passado não se repitam. É uma boa frase, uma boa filosofia, mas nem sempre aprendemos da primeira vez ou parece que os ciclos tendem a se repetir de quando em quando. Para os estudiosos da Palavra de Deus, aprendemos lições à partir das experiencias daquelas pessoas que viveram antes de nós e trilharam caminhos que nem sempre teremos as mesmas experiencias. Contudo, a jornada deles trás luz e esclarecimento para os nossos dias. Em linhas gerais, o enredo não varia muito, pouco se altera e os princípios permanecem ali para serem identificados e observados. Do outro lado, o inimigo espiritual de todos os adoradores de Deus, tem milhares de anos de experiencias de tentar e provocar males e ele não altera muito as suas táticas, embora elas evoluam e se modernizem, mas via de regra, troca-se apenas a coleira, o cão permanece o mesmo. Abordei superficialmente esses dias atrás sobre esse episódio da guerra contra amaleque e hoje, vou pincelar mais alguns conceitos, que me chamam a atenção e acredito que possam também servir de instrução para muitos dos amados irmãos. A guerra ali era totalmente espiritual – foi uma guerra do Senhor contra amaleque e o contingente humano, poderíamos até dizer, que eram meros figurantes. O bem contra o mal, o povo de Deus contra o exército de saqueadores. Uma das razões de Deus não ter conduzido a Israel por um caminho mais curto para a Terra Prometida. “E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, que estava mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito” (Ex 13.17). Foi exatamente para não desanimarem ao serem confrontados pelos inimigos em combates; eles não tinham experiencias militares e nem treinamento e teriam que se organizar, para futuramente ser uma nação, tem quem um exército e responde às suas necessidades de defesa e conquista. Após o desfecho contra as hordas amalequitas e a celebração da vitória, foi registrado tudo para memória do povo e também para que Josué e os combatentes soubessem de fato, o que acontecera enquanto eles lutavam. Amaleque fora destroçado e posteriormente, já nos tempos do Rei Saul, veio a ordem para exterminar de vez com aquela tribo de saqueadores impiedosos. “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eu me recordei do que fez Amaleque a Israel; como se lhe opôs no caminho, quando subia do Egito. Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos” (1 Sm 15.2,3). Essa situação é na casa de duzentos anos depois da primeira, lá no deserto. Deus disse e mandou Moisés registrar que haveria guerra do Senhor contra amaleque de geração em geração. O rei Saul não seguiu as regras do combate e custou-lhe o reino. Esse combate espiritual permanece, geração após geração no povo de Deus. O maligno persiste em atacar os peregrinos em jornada e especialmente quando cansados, desanimados, em crise e ou após uma grande conquista. A Igreja do Senhor Jesus nunca teve temporadas longas de paz e prosperidade, sem ser atacada, por dentro ou por fora. Mas a igreja segue caminhando, segue caminhado! As guerras são do Senhor e nós somos dele e contamos com a sua presença e suas estratégias para lutar e vencer. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio” (Sl 46.1,7,10,11).

Senhor, Deus dos exércitos, o Todo-Poderoso, te louvamos e agradecemos por cada vitória, por cada batalha e pelas experiencias que podemos acumular. Te bendizemos, em nome de Jesus, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. A ti, pertencem o Reino, o poder e a glória para sempre, amém.

Pr Jason

Minha Bandeira

Meditação do dia: 15/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

Minha Bandeira – Desejo refletir mais personalizadamente sobre essa importante passagem das Escrituras. As verdades da Palavra de Deus são para todos os que exercitam a fé e abraçam a verdade para sua própria experiencia. Como já escrevi em outras oportunidades, o Deus da nossa teologia pode ser bem diferente do Deus da nossa experiencia. Costumamos nos ocultar entre a multidão, engrossando a massa sobre certas confissões que na verdade pertencem ao coletivo, mas que individualmente nem todos as levam para seus corações. Quando dizemos que os evangélicos acreditam em determinadas verdades, isso pode ser verdade até a página três; pois cada grupo assume uma identidade própria e algumas práticas não são adotadas. Por exemplo: Sou pastor de uma igreja de Renovação Espiritual – Mas acreditar que todos os membros e frequentadores são praticantes de renovação espiritual, pode ser muito temerário. Quantas pessoas acreditam no batismo com o Espírito Santo como uma experiencia subsequente à salvação – acreditar é uma coisa, mas ser batizado e cultivar uma vida devocional nesses moldes, é uma outra história. Moisés erigiu um altar e o nomeou como “O Senhor é a minha bandeira.” Quantas pessoas ao verem aquilo, se identificaram? Quantas disseram: “Eu concordo!” Quantos se emocionaram? Alguns devem até ter tirado uma “self” com a inscrição ao fundo! Mas queremos pensar em termos de experiencia. Quando nossas lutas e dificuldades chegam, somos pressionados e ao olharmos, percebemos que não temos a menor chance de vencer por nós mesmos e então suspiramos e nos alegramos com um brado de vitória: “O senhor é a minha bandeira?!” Queremos assimilar os conceitos de Deus para lutar cada uma de nossas batalhas. Fazer o que for preciso sob a orientação do Espírito Santo, seguindo as métricas da Palavra de Deus e esperando no Senhor, mesmo que aparentemente a batalha não esteja tomando os rumos que esperamos, ainda continuamos confiados. Na vida e na experiencia de Moisés, teve momentos em que ele agiu sob as ordens do Senhor; outras ele orou e esperou o agir de Deus; em alguns momentos ele esperou o mover do poder de Deus e em outros ele simplesmente decretou em nome do Senhor os resultados. Lá no Mar Vermelho, Deus disse a ele que não era para orar, mas para agir! À poucos dias, na crise da falta dágua, ele foi instruído a tomar a sua vara, ir diante do povo e levar alguns anciãos e Deus já estava na sua frente sobre a rocha. Precisamos desses discernimentos para agirmos em nome da nossa fé, mas uma fé experimentada, consolidada. Até que ponto, Deus é a sua bandeira? Até onde sua fé lhe permite andar em segurança e sua alma fica em paz? Dizer frases de efeito, bem boladas, com verdades profundas, mas com uma experiencia rasa, dá no mesmo; ou seja, não funciona, não obtemos bons resultados. Todos os israelitas tinham as promessas de saírem do Egito e entrarem em Canaã. Muitos ficaram pelo caminho; dos adultos, apenas Josué e Calebe entraram. Dos demais que entraram, alguns só entraram, mas não desfrutaram, como Acã e sua família; alguns que foram mortos no primeiro ataque à pequena cidade de Aí. Se todo o povo representa a coletividade do povo de Deus, individualmente, ainda somos indivíduos e temos chances de vencer ou não. Não é suficiente ser parte de uma igreja, estar no meio da massa, cantar, bradar e afirmar aquilo que todos afirmam. O nome do altar não muda, continua sendo “o Senhor é a minha bandeira.” E se não for?

Pai amado, graças te damos por sermos chamados a fazer parte da Igreja, o Corpo de Cristo aqui na terra. A salvação e a adoção de filhos está disponível pela graça através da fé, acessível a todos. Pedimos sabedoria e graça para transformar a nossa experiencia de cada dia, numa motivação de crescer e servir com alegria. Agradecemos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Senhor é a Minha Bandeira

Meditação do dia: 14/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

O Senhor é a Minha Bandeira – Uma bandeira éuma insígnia, um símbolo que representa muito e o seu significado é muito forte para quem ela representa. Por questões várias, temos observado que a política de estado e de governo tem decepcionado os cidadãos brasileiros de uma tal forma, que os momentos cívicos que mais dão orgulho de ver a bandeira sendo hasteada e o hino nacional sendo cantado, tem sido nos eventos esportivos. Muitos podem lembrar que nas edições dos jogos da copa do mundo, a Fifa toca uma versão resumida do hino das seleções que irão jogar, mas os brasileiros cantaram à capela toda a primeira parte do hino, violando o protocolo e virou mania. Quem não se lembra de ver o Airton Sena dando a volta da vitória com uma bandeira que alguém da torcida lhe dava. Nos Jogos Olímpicos, quando tem podium brazuca, tem hino, tem choro e muita emoção. Fora desses eventos esses símbolos não exercem a mesma atração e orgulho. Gosto muito de meditar e pensar nesse texto, onde Moisés apresentou uma das grandes revelações do nome de Deus em hebraico, com significado redentivo. Jeová-Nissi é um patrimônio, um legado espiritual para o povo de Deus. A idéia máster que o texto nos dá é de um povo arregimentado, pronto para entrar em conflito com um adversário que se apresentou hostil, disposto a atacar, saquear e fazer vítimas sem ser provocado e sem uma razão que justificasse a sua ação. Esse inimigo é ardiloso, preparado, conhecedor do terreno e malicioso, disposto a utilizar táticas sujas, desonestas para atingir os seus fins. Quando provocado o povo de Deus reage, se arma e se coloca valentemente em defesa daquilo que acredita ser a bênção de Deus para ele. Fomos resgatados por Deus de uma vida de escravidão e maus tratos e levados para alcançar promessas antigas de paz e prosperidade. Tudo o que temos é tudo o que Deus nos concedeu por sua graça. Alcançamos pela fé as promessas de Deus e lutamos por elas, porque é à partir dali que poderemos abençoar todas as famílias da terra. Um exército marcha sob uma bandeira, que lhe segue à frente e o combate travado, faz parte da defesa daquele pavilhão. Os dois lados fincam suas bandeiras e entram em combate; a vitória é considerada ganha quando um lado consegue tomar a bandeira do outro. Ver a sua bandeira sendo descerrada, capturada e exibida como troféu pelo inimigo é um momento muito triste. Quem tem a Deus como Jeová-Nissi, está em combate, mas toda vez que ele olha, lá está a sua bandeira, firme, tremulando segura. Podemos até ser em menor número, mas a nossa bandeira não deixa de estar firme no alto. Os soldados permanecem animados, motivados e determinados, porque eles veem que não há qualquer chance do inimigo capturar a sua bandeira. A luta é grande, é renhida, mas a nossa bandeira permanece firme. Qualquer outra coisa ou símbolo que for adotado, jamais fará o mesmo nós. me lembro de um cântico antigo que dizia: “Foi no calvário que ele sem falar, mostrou ao mundo inteiro o que o amar!” Jesus é a nossa bandeira, a nossa vitória, e não importa o que o mundo e todo o sistema disser; a cruz permanece de pé no alto do Calvário e sempre que olharmos para lá, seremos renovados, restaurados e seguros de nossa vitória.

Senhor, agradecemos porque a cruz ainda firme está e para sempre estará. Nada e ninguém pode anular os efeitos daquilo que o Senhor Jesus fez por mim e por nós. Todos os dias lutamos o bom combate da fé e estamos seguros de que o nosso Deus luta por nós. te agradecemos por ser a nossa bandeira, e ela permanece firme até a vitória final. Te louvamos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Jeová-Nissi

Meditação do dia: 13/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

JEOVÁ-NISSI = O SENHOR É MINHA BANDEIRA – Liderança divina, tendo Deus como o nosso condutor, ele é a nossa vitória e a nossa força. O fundo histórico revela que o povo de Deus estava em peregrinação, rumo à terra prometida. Estava no deserto e haviam superado uma crise por falta de água, suprida milagrosamente por Deus, jorrando água da rocha. O povo de Deus é atacado por Amaleque, uma tribo beduína de salteadores do deserto. Amaleque é tipo de agentes malignos que atacam de surpresa e de forma covarde, pessoas indefesas ou em situação difícil, quando estão em direção à bênção de Deus. “Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho” (Mt 13.19). O maligno rouba a semente à beira do caminho, impedindo que ela germine, cresça e produza frutos e bênçãos na vida das pessoas. “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo” (I Pe 5.8,9). O diabo anda em derredor procurando devorar. O povo de Deus tem que agir unido como um corpo bem disciplinado para resistir e vencer os amalequitas. Cada um tem que saber e assumir sua posição contra o ataque inimigo. Josué foi para o campo de batalha com os soldados para o corpo-a-corpo. Moisés foi para o monte para oração e intercessão espiritual. Arão e Hur subiram para auxiliar a Moisés e assisti-lo e sustentá-lo. A batalha era mais espiritual que física. O discernimento espiritual dos intercessores foi fundamental para a vitória. Quem realmente venceu? Moisés? Arão e Hur? Josué e os soldados? O Reino de Deus? Deus ordenou a Moisés que escrevesse isso para memória e contasse para Josué, que Deus riscaria a memória de Amaleque de debaixo dos céus. Contradição? Parece, mas novamente precisamos de ajuda do Espírito Santo, pois amaleque foi vencido e riscado para sempre, mas esse tipo de batalha sempre existirá. Haverá guerra contra Amaleque de geração em Geração? Parece que cada geração tem que enfrentar o seu próprio amaleque antes de entrar na posse de sua herança verdadeira. Amaleque é um inimigo espiritual que o povo de Deus enfrentará sempre. Quando o povo de Deus conhece a verdade sobre esses conflitos espirituais e não leva muito à serio, aparece o que chamamos de  “transigência” contra os princípios de Deus. Isto é, sabe-se o que deve fazer, mas não faz, facilita, negocia e até sede espaço. Isso gera insegurança espiritual. O cristão que não pode ter Deus como sua bandeira sofre com insegurança pois tem conflito com a liderança de Deus. Algumas conclusões que surgem disso, são: a) Enquanto a bandeira estiver hasteada, sabemos que não fomos derrotados. b) Deus é nossa bandeira e essa jamais será capturada pelo inimigo. c) Por mais terrível que estiver a batalha, tendo Jesus como nossa bandeira, a esperança estará sempre presente. “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Em cristo sempre teremos paz, no mundo temos aflição, mas podemos ter bom ânimo, Cristo venceu o mundo. Nós também venceremos!

Senhor, obrigado por ser a minha bandeira hasteada no alto do Calvário. Lá o Senhor ganhou a batalha das batalhas e me deu uma nova vida cheia de propósitos e significados. Posso lutar e vencer todos os dias. Agradeço pela ajuda do Espírito Santo para discernir e lutar legitimamente e andar em vitória todos os dias. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Um Altar

Meditação do dia: 12/04/2023

“E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.” (Ex 17.15)

Um Altar – Uma vez que o próprio Senhor Deus disse para Moisés escrever o relato daquela batalha em um livro para servir e ficar como memorial para Josué e Israel, a idéia de edificar um altar é totalmente dentro do esperado para pessoas adoradoras de Deus. Esse altar serviria para o propósito da adoração específica pela vitória sobre amaleque, mas também seria um ponto de referencia para todos os filhos de Israel, que presenciaram a mão poderosa do Senhor provendo livramento e proteção. Acredito que as nossas escolhas revelam o nosso caráter – assim, após uma batalha intensa, com muitos riscos e humanamente eles contavam inicialmente com poucas chances de vencer, à menos que houvesse alguma intervenção sobrenatural e poderosa a favor deles. Aconteceu! Enquanto Moisés orava fervorosamente lá no cume do monte, como se toda aquela batalha dependesse somente de suas orações, ele  foi incansável e contou com a ajuda e a parceria de Arão e Hur, que também entenderam o papel de cada um naquela guerra; embora fosse Josué e os soldados que estavam no vale, lutando corpo a corpo, homem a homem, cá em cima, eles oravam, vigiavam e observavam o agir de Deus e compreenderam como fluía o mover do poder de Deus. Viram poderiam fazer mais do simplesmente orar e crer; poderiam ser mais diretamente ativos cooperando para que o a graça de Deus em resposta às orações e o levantar das mãos de Moisés pudesse atingir maiores proporções, a ponto de levar Josué à vitória. Um grande amigo, falou certo dia, que a palavra “ORAÇÃO” trás em si “orar” e “ação.” Não é uma ação passiva, mas ao contrário, é totalmente ativa e até agressiva. Quem levanta um altar o faz com a intenção de adorar, servir, apresentar alguma oferta a Deus; está disposto a colocar sua fé em ação. Aquelas pessoas foram convocadas para participarem em diversos níveis de uma batalha, que aparentemente era apenas para quem tivesse habilidade militar, soubesse manejar uma arma de combate. Mas aos poucos, foram sendo mais pessoas convocadas e engajadas, para levantar suprimentos, orar, interceder e observar. Agora que a batalha já fora ganha e todos voltaram a se reunir sem maiores riscos, foram colocados à parte sobre o que de fato acontecera e como cada um contribuiu para que todos pudessem celebrar em segurança. Aquele altar não seria apenas para Moisés, ou Arão, que era o sacerdote, nem para Josué e os capitães; era o altar que marcava o ponto em que todos poderiam tributar o seu louvor e a sua gratidão a Deus pela conquista de todos. A celebração verdadeira é uma celebração de todos! Todos venceram, porque todos participaram e contribuíram. O contrário teria sido um desastre total para todos, pois a derrota de Josué, seria a derrota de Israel, e cada um que fazia parte do acampamento. A lição aqui é o sentido de Corpo! A igreja é o Corpo de Cristo, e a vitória de um é a vitória de todos.

Senhor, obrigado por sustentar a nossa sorte. Graças te damos por ser aquele que vai à frente em nossas lutas e provas. Não perdemos porque o Senhor sempre age em nosso favor e em Cristo nós somos mais do que vencedores. Agradecemos pela ajuda, todos os dias e nos nossos corações se tornam o lugar da adoração em espírito e em verdade, graças ao teu amor por cada um de todos nós. oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Riscado da Memória

Meditação do dia: 11/04/2023

“Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.” (Ex 17.14)

Riscado da Memória – Houve muitos povos e nações que se levantaram e se ergueram no cenário mundial e outros apenas tiveram influência localizada, mas de repente desapareceram definitivamente e nunca mais é mencionado. Eu amo história e as demais ciências próximas dela, como geografia, arqueologia e etc. Olhando dessa ótica humana, é sempre um grande prejuízo para a humanidade a perda de um grupo significativo de seres que formavam uma identidade e habitavam um determinado território e fazia fronteiras, negociava, influenciava e eram influenciados. Quais seriam os legados que eles poderiam ter deixado ou que contribuições marcaram a presença deles entre nós? Mas como tudo mais nessa vida, há ligações espirituais que conectam e desconectam as pessoas e os grupos. Aqui, temos uma descrição muito triste nesse sentido, mas foi a realidade e sabendo da justiça e retidão do Criador, entendemos que esta foi a medida necessária. Mas Deus decreta definitivamente o fim daquele grupo ou tribo nômade, dos amalequitas. Certamente isso não aconteceu porque eles atacaram a Israel ali no deserto; jamais seria por um único ato bárbaro, que seriam sentenciados de forma tão radical. Observando a própria história de Israel que estava se formando e estavam à caminho de sua terra, lá no começo da história dele, na conversa com Abraão, o patriarca, Deus disse que ainda levaria um tempo para que a promessa se cumprir, porque o povo de Abrão teria que se formar, se tornando uma nação e por outro lado a medida da iniquidade dos cananeus ainda não chegara num limite que precisaria serem freados em definitivo. Então disse a Abrão: Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia (Gn 15.13-16). A capacidade do amor, misericórdia e braço forte, capaz de sustentar promessas por centenas de anos e sem que nada se perca. Abraão ainda não tinha filhos e Deus lhe falou sobre descendes como vivendo dentro de outra nação propositadamente e que tal nação também receberia seu julgamento pela condição como tratou seu povo. E falou sobre a medida de injustiça dos amorreus que era grande, mas continuava em ascendência até atingir um limite de juízo definitivo. Muito do que aconteceu na conquista de Canaã, foi juízo de Deus por práticas abomináveis que exigiam da justiça divina uma ação. Deus não mudou e não mudará nunca, e veremos isso com a igreja, que faz parte da nova aliança. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres (Ap 2.5). Quantas igrejas perderam o seu brilho, a sua unção e tudo que restou foi prédios e estruturas físicas e humanas, uma mera sociedade ou associação que se reúne, mas não tem nada com adoração, missão ou espiritualidade. Deus riscar algo ou alguém da memória é muito triste, mas pode acontecer.

Senhor, agradecemos a tua justiça e o teu juízo que justo e verdadeiro. Em Cristo, somos amados, aceitos, acolhidos e temos uma missão e uma oportunidade de sermos diferentes e fazermos a diferença. Abraçamos a fé como o caminho de andarmos contigo em novidade de vida, todos os dias. Oramos em fé, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Registro Memorial

Meditação do dia: 10/04/2023

“Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.” (Ex 17.14)

Registro Memorial – O nós mais sabemos é que não sabemos nada, quase nada, muito pouco, para dizer a verdade. Além dessa realidade, ainda existe a verdade de que nem tudo que alegamos saber, é de fato como asseveramos. Mas isso não gera insegurança e nem nos põe em posição de desânimo ou descrédito. Somos humanos e isso nos coloca em uma condição privilegiada de sermos criados segundo um propósito eterno, obra prima das mãos poderosas do Criador de todas as coisas. Não fomos criados com defeito ou falhas, mas fizemos escolhas muito cedo que nos levaram a essa condição e ainda assim, o Criador investiu muito alto na restauração da condição de dignidade e valor. A obra da redenção é um grande projeto divino de restaurar todas as coisas às condições originais e ao legítimo senhor de todas as coisas. Um dia veremos tudo isso consumado, literalmente consumado; lá na cruz do Calvário, Jesus proferiu essas palavras e ali o preço e as condições se confirmaram. Nossa meditação de hoje é, digamos um momento pós guerra com amaleque; onde forças invisíveis mas poderosas se defrontaram e os homens se debateram em combate corpo a corpo, ora prevalecia um, ora prevalecia outro e no final prevaleceu a força do bem, do amor e esperança. Como mortais, todos que estiveram envolvidos naquele conflito teriam histórias divergentes para relatar, todas sobre a mesma batalha, mas desconexas em si. Exercitando a nossa mente criativa, cheia de imaginações e narrativas, poderíamos colher depoimentos de várias pessoas e iriam parecer batalhas muito diferentes uma das outras. Para Josué, fora uma batalha renhida, apertada, com inimigos traiçoeiros, bem armados e conhecedores do território. Caso se arrastasse por mais tempo e eles fossem utilizar a geografia do local, os amalequitas levariam enorme vantagem por conhecer o terreno e estarem familiarizados em correr e esconderem naqueles labirintos de areia, rochas e vales traiçoeiros para novatos e inexperientes no deserto. Soldados israelitas que nunca haviam combatido, poderiam não saber como oferecer resistência se o conflito se arrastasse para além de um dia inteiro. Para Moisés lá do alto do monte, em oração com Arão e Hur, eles viam o revezamento de um ou de outro levando certas vantagens sobre os outros, mas levou um certo tempo para que percebessem que o ocorrido lá em baixo tinha à ver com as orações cá em cima do monte e mais precisamente sobre o levantar de suas mãos. Arão e Hur, perceberam que precisariam serem mais proativos e facilitar a Moisés permanecer de braços erguidos e custasse o que custasse, eles eram decisivos nesse processo. Depois que cessou o combate e se reagruparam, Deus deu essa palavra a Moisés que registrasse a experiencia e contasse a Josué o que de fato acontecera, pois ele não teria como saber. O registro daquela batalha era para ficar para memória de Josué, do exército, do povo e porque não, para nós na posteridade, milhares de anos depois. Deus ainda luta as nossas batalhas e há situações em que só a ação de Deus é capaz de reverter um processo, onde o inimigo já armou suas ciladas e fez preparativos para derrotar o povo de Deus. Mas havendo alguém em oração e clamor com fé, sempre haverá esperança e a vitória virá. Assim como Moisés registrou para Josué saber a verdade, hoje, nós precisamos testemunhar o que o Deus tem feito por nós, mesmo quando não fomos nós que agimos na batalha. Contar os feitos de Deus em nosso favor é perpetuar a sua glória e a grandeza do seu nome.

Senhor, muito obrigado por nos ajudar em nossas lutas e batalhas em favor da verdade e pela salvação de vidas preciosas que o inimigo deseja roubar, matar e destruir, mas o Senhor veio para salvar e dar a vida eterna. Agradecemos a ajuda, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

A Vitória de Josué

Meditação do dia: 09/04/2023

“E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada.” (Ex 17.13)

A Vitória de Josué – Estando concentrado numa tarefa, sem que se possa dispersar a atenção, as coisas que estão acontecendo por perto, podem passar despercebido, sem que se consiga fazer alguma conexão com o que estamos fazendo. Isso pode ter acontecido com Josué, que estava lá em baixo, no vale, lutando com seus soldados contra um adversário forte e traiçoeiro, que viera num momento delicado. Josué estava encarregado de combater e concentrou todas as suas forças e energias naquilo que estava diante dele. Na sua parte da tarefa, ele não tinha oportunidade para parar e contemplar o que estava acontecendo por perto. Moiés, Arão e Hur estavam lá no alto do monte e de lá eles podiam fazer observações da batalha ao mesmo tempo que podiam orar e interceder. No final do dia, quando Josué finalmente liquidou o seu inimigo, podia então relaxar um pouco e contemplar o que fizera. Quem ganhara aquela batalha? Josué sabia que fora ele e os seus homens que lutaram bravamente e não cederam até a vitória final. Moisés, Arão e Hur sabiam de mais coisas e tinham visto de um ângulo totalmente diferente; eles haviam percebido e discernido verdades espirituais muito fortes, porque era uma batalha muito além do combate corpo a corpo travado ali em baixo. Forças espirituais exerciam influencias no mundo físico. A lição que podemos tirar é que enfrentamos muitas lutas e nem sempre elas são simplesmente o que aparenta ser. Por detrás de ações humanas pode haver forças espirituais que precisam ser combatidas com armas espirituais adequadas. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo (2 Co 10.4,5).

Obrigado Senhor, por nos dar vitórias em todos os nossos combates, pois tu és o Senhor dos exércitos e estás sempre atentos aos ataques que os teus filhos recebem do inimigo. Pedimos sabedoria e discernimento para prevalecermos. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason