Mãos Firmes

Meditação do dia: 08/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Mãos Firmes – Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda (1 Tm 2.8). Após diagnosticar uma situação, o próximo passo é agir para solucionar. Aqueles homens subiram ao monte para orar e interceder em favor de Josué e o exército de Israel, que estava lá em baixo, no vale, lutando contra os amalequitas. Eles acreditavam no poder da oração e sabiam que essa seria a melhor maneira de colaborarem para a vitória do povo de Deus. À medida que permaneceram orando e vigiando, porque eles observavam os movimentos das tropas lá em baixo e logo perceberam algo, que se confirmasse, faria toda a diferença. À medida que Moisés permanecia com as mãos levantadas, Josué e seus soldados prevaleciam; mas quando ele cansava e abaixava suas mãos para um descanso, o inimigo prevalecia. Isso é uma metáfora muito forte. Ficou comprovado que enquanto o líder descansava, o inimigo ganhava força e avançava sobre o povo de Deus. Era inevitável que Moisés abaixasse as mãos e também perceberam que era inevitável que ele permanecesse com suas mãos erguidas. Como conciliar as duas coisas? A resposta é criatividade, parceria e soma de esforços, trabalho em conjunto. Arão e Hur, perceberam que embora o segredo fosse a atuação de Moisés, eles poderiam contribuir significativamente. Precisavam encontrar uma posição que fosse confortável para Moisés e que lhes facilitasse segurar suas mãos firmes, dando o suporte necessário. Estamos falando aqui de discernimento espiritual. Lições a serem aprendidas e colocadas em prática imediatamente. Arão e Hur compreenderam como eles poderiam interagir com o mundo invisível e espiritual, onde a verdadeira batalha se travava. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas (2 Co 4.18). podemos ver além do mundo físico e material e contemplar coisas grandes no mundo espiritual. É ali que as coisas verdadeiramente acontecem. Podemos desenvolver a nossa percepção espiritual, porque somos pessoas espirituais; somos o templo do Espírito Santo e não militamos segunda a carne, mas segundo o espírito e nesse mundo, há regras, armas, armaduras e muito poder. Por incrível que parece, Jesus é Senhor também nesse mundo espiritual.

Senhor, obrigado pelo teu poder e domínio em todo tempo e lugar. Podemos confiar em tua capacidade de orientar e dar discernimento para que a tua igreja ande em vitória e conquiste mais território para tua glória. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Lado à Lado

Meditação do dia: 07/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Lado à Lado – Lado à lado nos leva a pensar em parcerias, cooperação construtiva e participação solidária. Ali não havia concorrência ou desejo de primazia. Estavam ali para dar suporte ao líder Moisés e se esforçaram até o fim da batalha, vencida lá em baixo por Josué. O trabalho feito em equipe permite a participação de mais pessoas e cada um oferecendo sua contribuição, para um bem muito maior do que cada um conseguiria produzir sozinho. Estamos vivendo tempos difíceis e o individualismo é muito incentivado e propagado por todos os lados; assim formamos uma cultura de provisões individuais, desde muito cedo. Nossas crianças já entram numa acirrada concorrência muito cedo na vida, muito antes de entenderem o que competir. Os pais sobrecarregam a agenda das crianças com atividades e mais atividades, cursos e treinamentos para que eles sobrevivam no mercado de trabalho tão concorrido. Um dos melhores materiais de ensino sobre liderança é o Livro de Neemias na Bíblia. Aquele homem de Deus que servia como copeiro do Rei Ataxerxes, já no final do período do cativeiro na Babilônia. Esse homem pediu a Deus a oportunidade de fazer alguma coisa pelo seu povo que estava regressando à sua terra e acabou sendo nomeado Governador da província onde estava Jerusalém e encarregado de reconstruir a cidade e o templo de Deus. Qualquer pessoa que deseja aprender mais sobre como administrar, precisa ler e estudar esse livro. Lá estava tudo em ruínas e a pouca população desmotivada e sofrendo ameaças de inimigos que viviam ao redor. Vou deixar para vocês irem à essa fonte e se abastecerem de bons ensinamentos, mas aqui, desejo apresentar algo que me fascina muito quando leio essas Escrituras. No capítulo três, há uma sequencia de pequenas palavras, que a priori parece apenas indicar uma ordem e a designação de trabalhos executados por diversas pessoas. Mas é mais do isso. Encontramos ali que o Sumo sacerdote Eliasibe com seus irmãos sacerdotes, se levantaram para reconstruir o muro e colocar portas… Isso definitivamente não é atribuição de trabalho sacerdotal! Mas as circunstancia eram especiais e exigiam das pessoas, entregas e dedicação especiais. Eles não se omitiram diante de um desafio que exigia deles ir muito além de suas funções e atribuições para fazerem mais do era esperado deles. Mas observando os versículos até o final do capítulo, encontramos um tesouro, do qual estava me referindo, pois eles iniciam com as seguintes palavras: “E junto a ele…” (Ne 3.2); “E ao seu lado…” “Depois dele…” E as descrições vão falando de pessoas e suas profissões e ocupações, que simplesmente se prontificaram a servir na construção do muro, o que produziu o fenômeno de terminarem em tempo recorde. Acabou-se, pois, o muro aos vinte e cinco do mês de Elul; em cinqüenta e dois dias. E sucedeu que, ouvindo-o todos os nossos inimigos, todos os povos que havia em redor de nós temeram, e abateram-se muito a seus próprios olhos; porque reconheceram que o nosso Deus fizera esta obra (Ne 6.15,16). A vitória da união e cooperação entre o povo de Deus produz tristeza nos inimigos do bem. As chances deles fazerem males e trazerem prejuízos são frustradas. Na sua igreja, ou ministério, ou mesmo na sua profissão, pode haver muito trabalho a fazer e nem é sua função ou obrigação, mas se houver cooperação, todos sairão ganhando e pode-se trabalhar um ao lado outro, um depois do outro, para o bem de todos. Essa lição de humildade e serviço da parte de Arão e Ur ao servirem a Moisés, ensina-nos que também podemos servir em funções que não são nossas e que até pessoas menos qualificadas, podem fazer tal serviço. Se é para sustentar as mãos de Moisés levantadas, não precisa ser um “Sumo Sacerdote,” ou alguém com tal status… podemos descer dessas nossas posições de orgulho e vaidade egoísta. Servir é a palavra chave”

Pai amado, graças te damos nesse dia, pela lição de humildade de servir, sem pensar em status, posição ou ocupação que temos em outros lugares. No teu Reino somos todos servos do Rei. Obrigado também pelas vidas que estão ao nosso lado e dispostas a darem de si em função da necessidade maior. A nossa tarefa é realmente grande, a seara é grande, o mundo por evangelizar é grande, mas é a graça do Senhor que fará prosperar o nosso esforço. Oramos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Arão e Hur

Meditação do dia: 06/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Arão e Hur – Liderança compartilhada. Me lembro de uma história fictícia criada para ilustrar o trabalho de equipe, ou a harmonia em família. Isso aconteceu numa preleção para casais, onde alguém questionava o seu papel e culpava o outro lado; exatamente como Adão e Eva lá no Jardim. Fora Adão que recebera as instruções de Deus de como proceder. Eva foi quem tomou e comeu o fruto e depois compartilhou com ele que também comeu. Os dois se deram mal! Na história ilustrativa diz-se que se um casal estiver num barco à remo, em um rio, e os dois começarem a discutir sobre de quem é a responsabilidade de remar e enquanto discutem, nenhum dos dois remam e o barco se encaminha para uma terrível cachoeira e despenca. Independe de quem é a responsabilidade, os dois podem se ferirem ou até morrerem. Muitas situações na vida, não importa as desculpas ou as responsabilidades, na verdade o que de fato importa é o bem-estar de todos. Em nossa meditação de hoje, está acontecendo uma grande e terrível batalha, onde o pequeno exército improvisado dos filhos de Israel estão confrontando uma horda de saqueadores nômades do deserto. De quem é a responsabilidade? De Moisés? Da liderança? De Josué? Dos soldados? Aqui nem deveríamos estar discutindo quem é o quê, ou quem faz o quê! O povo está sendo atacado e alguém precisa defender. Se não houver acordo, todos serão saqueados e muitos serão mortos. Deus poderia livrar o povo dos saqueadores? Claro, se ele os protegeu do exército de Faraó, muito maior e muito mais bem equipado e preparado, esse bando não seria um desafio para Deus. Mas, como Israel iria se preparar para enfrentar muitas outras lutas tanto para se defender, quanto para conquistar sua terra e posteriormente, protege-la? Deus não é muito de teoria e foi direto à prática. Aquela escaramuça, tinha também um lado didático. Nem tudo que parece ruim, é apenas ruim e difícil, mas pode ser um meio muito eficiente para se aprender e praticar. Moisés, Arão e Hur subiram o monte para orar e interceder. De pronto, todos diriam que, estando num monte para oração, tendo a presença de alguém como Moisés, não precisaria de nossas orações ou nosso apoio, ele é maduro espiritualmente e muito íntimo com Deus e poderoso em oração! Tudo isso é verdade, mas aquilo seria um trabalho para ser feito em equipe. Moisés era a peça-chave, mas ela precisa de apoio, e era para isso que estavam ali Arão e Hur. Podemos aplicar esse princípio em muitas situações de nossas vidas, no campo familiar, profissional e ministerial. Há pessoas que precisam de nosso apoio, ali ao lado, sustentando suas mãos e em outros casos, somos nós que precisamos ser sustentados por outros, ao nosso redor. Não deve haver espaço para disputas de poder e posição. A vitória será bênção para todos e a derrota será um desastre para todos também. Moisés não venceria sozinho e Arão e Hur sozinhos, separados de Moisés também não. Muito menos se Arão ficasse ao lado de Moisés e Hur lutasse sozinho, ou o contrário também. Somos um Corpo em Cristo, e o que nos une em termos de trabalho e missão deve ser mais forte do que as nossas diferenças de opinião, gostos e preferencias. Se a nossa chamada for para sustentar os líderes e fizermos isso bem feito, seremos agraciados com muita satisfação e contentamento, afinal fizemos tudo o que era esperado de nós e o fizemos bem feito. Se somos os líderes e precisamos vencer com o apoio de outras pessoas, porque ser derrotado só para não dividir os méritos? Que mérito há numa derrota, onde poderíamos vencer, se houvesse humildade para aceitar ajuda?

Senhor, obrigado pelos auxiliares que existem e estão disponíveis para nos auxiliar ou aceitar a nossa participação nos projetos que tens dado a eles. Somos um só corpo e formamos um exército, assim sendo a vitória de um é a vitória de todos. Obrigado pelo amor que nos une e leva a viver em solidariedade e cooperação em favor do Reino de Deus. Oramos agradecidos em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Uma Pedra Para SEntar

Meditação do dia: 05/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

Uma Pedra Para Sentar – Criatividade e proatividade. Isso é o que explica a atitude de Arão e Hur ao perceberem como poderiam ganhar a guerra mais rápido, com menos desgastes para eles, Moisés, Josué e o exército de Israel. Agora parece simples, mas na verdade coisas assim acontecem até hoje perto de nós e nem sempre nos atentamos para as soluções mais simples, estando bem à mão e que não tem custo algum. Já meditamos em muitos outros textos bíblicos e em situações de provisão sobrenatural; na maioria das vezes Deus sempre lança mão de estratégias simples e elementos presentes são utilizados como catalizadores da bênção. É pouco frequente a introdução de elementos novos nos cenários, ondes os humanos estão precisando de ajuda ou interferência divina e Deus se manifesta. Relembrando: O chamado de Moisés, a Vara, já estava com ele à muito tempo. Em Mara, ao sanar as águas amargas, um madeiro que estava ali mesmo. O maná foi novo e foi criado especialmente para aquela situação. A água da rocha, esta já estava lá, ou como o apostolo Paulo, ela os seguia desde o começo. E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo (1 Co 10.4). Eu ensino e muitos outros pastores que são de níveis bem acima do meu, que produzem treinamentos de liderança, concordamos que onde há uma necessidade, ali também há a solução. Necessidades produzem demanda que produzem soluções. Se uma igreja local ou um ministério em si, tem uma demanda, é muito raro, a solução não estar ali; só é preciso criatividade e investimento em treinar e equipar os santos do Senhor. Moisés, Arão e Hur estava empenhados em oração e intercessão de suma importância para a vitória de Josué e seus comandados, lá em baixo no vale. Já estava constatado que a batalha armada e física entre israelitas e amalequitas, estava sendo ganha ou perdida pela atitude de três homens no alto do monte. Além de orarem e clamarem a Deus, as mãos de Moisés precisavam estar levantadas. O líder sempre tem papel decisivo, ainda que diferente dos demais. Josué e os soldados eram quem eliminava os soldados inimigos ou os faziam fugir; Mas o poder de Deus agia pela intercessão de Moisés com as mãos levantadas. A pergunta que não cala: Deus poderia agir ali sem que Moisés tivesse que levantar as mãos, só pela oração? Sim, afinal ele pode todas as coisas. Mas a batalha era dele e ele é quem escolhia a estratégia. Antes do exército ser de Josué, ele era do Senhor dos Exércitos. Havia ali um contingente de guerreiros humanos e outro dos exércitos celestiais, ambos sob o comando de Deus. Você e eu, qualquer cristão, igreja, ministério nos dias atuais como os da história da igreja, dependemos inteiramente da bênção do Senhor para vencermos e prevalecermos em nossas batalhas. As estratégias com as quais vencemos algumas, necessariamente servem em outras situações. A Pedra sobre a qual Moisés precisa se sentar, estava ali por perto o tempo todo. Ela certamente representa o descansar em Deus, ao mesmo tempo que continuamos empenhados no trabalho. É algo firme, forte, resistente e capaz de suportar nossas fadigas e fardos que nós mesmos sentimos o peso, como Moisés sentia o peso de seus braços. Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é (Dt 32.4). Encontre a sua rocha de descanso mesmo em meio à sua luta. Não desista e não deixe de aceitar o apoio e a iniciativa de quem está ao seu lado, te ajudando até a vitória final.

Senhor, obrigado por seu a nossa rocha de descanso, o nosso refúgio bem presente nos tempos de aflição. Também estendemos o nosso louvor e gratidão pelas pessoas ao nosso lado, que sustentam as nossas mãos e utilizam os dons e habilidades criativas dadas a elas pelo Senhor para nos apoiar e muitas vezes de forma decisiva. Todos vencemos, mas não sozinhos. Agradecemos pelas respostas de oração e intercessão, que fazem diferença no teu reino e para a tua glória. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

As Mãos de Moisés Eram Pesadas

Meditação do dia: 04/04/2023

“Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.” (Ex 17.12)

As Mãos de Moisés Eram Pesadas – A razão de meditarmos é conseguir extrair alimento espiritual para nossa edificação e crescimento. Não estamos propensos a discutir doutrinas, costumes ou tecer críticas ácidas sobre as pessoas e suas histórias. Comparamos as verdades naturais, materiais, físicas e circunstanciais para fazer analogia com realidades espirituais lá e cá, para estabelecer um parâmetro onde nós mesmos poderemos nos situar e então aplicar às nossas vidas. Estudamos a Palavra de Deus com o coração temente, humilde, desejoso de aprender e aberto àquilo que o Espírito Santo pode e quer fazer; pois ele estava lá, presente ao vivo e à cores, inspirando e ajudando aquelas pessoas e ajudou nas transcrições humanas das verdades divinas e fê-las chegar até nós e aplica-as em nossas vidas hoje. Então respeitamos muito a verdade revelada por Deus em sua santa Palavra. Sabemos que quem escreveu o Livro de Êxodo, foi o próprio Moisés e as histórias narradas aqui, ele estava presente, fez parte delas e quando não era ele, estava presente ajudando a resolver as questões que geraram a narrativa. Como ele descreveu que suas mãos eram pesadas, entendemos isso como entenderíamos qualquer descrição de alguém que precisou ficar um longo tempo em oração a Deus, com as mãos levantadas e também se cansou e as juntas começaram a doer, simples assim! Em português temos uma expressão figurada semelhante, com a mesma grafia, mas como se trata de uma figura de linguagem o significado é outro. Quando dizemos que alguém tem a(s) mão(s) pesadas, significa que como líder, ele é uma pessoa severa, que não tolera deslizes e faz muitas cobranças de quem está sob suas ordens. Quando tem que punir ou aplicar disciplina, já se sabe que é sem compaixão. No caso de Moisés, se tratava de peso físico, ou seja, era literal a expressão. Ele deveria ser um homem octagenário e o corpo já cobrava um  certo preço, por isso mesmo, para ele ficar por longos períodos em oração, com os braços levantados, era desgastante fisicamente e lhe produziam dores. Líderes são homens como todos os demais, eles também sofrem com as limitações físicas de peso, idade, condições de preparo físico, clima, e tudo o que já sabemos. Líderes realizam grande trabalhos e fazem a diferença em suas áreas de atuação, mais ainda são homens e precisam ser respeitadas as suas limitações e cooperar para que eles possam continuar servindo. Ninguém deve ser privado de servir porque tem limitações ou com o passar dos anos surgiram alterações em sua vida e exige mais cuidados e proteções. O caráter de uma pessoa deve permanecer fiel e íntegro a vida inteira; o zelo, a santidade, a consagração e alegria de servir, isso nunca deve desaparecer com o passar dos anos. Mas as demais coisas os liderados precisam compreender e cooperar. Para o bem de todos. Também ele reconhecer seus limites e aceitar ajuda é sinal de humildade e respeito ao seu organismo e àqueles a quem ele ama e serve.

Senhor, obrigado por nos criar e nos dar oportunidade de servir e saber que a jornada física e cobra o seu preço e precisamos respeitar nossos limites. A graça e a bênção do Senhor continuará com todos nós, até o dia que nossa participação deva terminar segundo a sua presciência e graça. Agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Levantar Das Mãos

Meditação do dia: 03/04/2023

“E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia.” (Ex 17.11)

O Levantar Das Mãos – Uma das recomendações cristãs sobre a oração e a intercessão que faz muito sentido foi escrita pelo Apóstolo São Paulo, na sua carta à Timóteo, o jovem pastor da Igreja de Éfeso. Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda (1 Tm 2.1-4,8). Não vamos ser místicos demais, mas também não podemos fugir dos fatos, que não são nada convencionais; temos que admitir que a nossa fé carrega os seus mistérios que só mesmo aceitando pela fé e adotando isso como a própria lógica da fé. Vamos dar asas à imaginação, e trazer esse combate para os nossos dias ou levar um correspondente de guerra para o passado e colocá-lo lá no monte junto à Moisés, Arão e Hur para registrar os acontecimentos. Esse homem vendo a escaramuça lá em baixo, onde um bando de saqueadores armados ataca um acampamento de uma caravana que atravessa o deserto. Os viajantes, se armam às pressas e vão se defender com os poucos recursos disponíveis e não muita prática de combate. Ele registra, que subiu ao monte mais próximo em companhia de três homens da liderança da caravana, sendo um deles o líder principal, ex-príncipe egípcio que renunciara sua posição, para se tornar o libertador do povo. O outro era seu irmão mais velho e auxiliar direto como porta-voz do líder e de Deus. O terceiro, seria um parente ou homem de confiança deles. Observando lá do alto, esse homem via o combate corpo a corpo com espadas, lanças e outras de uso manual; cá em cima, os três homens oravam ao Deus Criador, e pediam pelos combatentes e pela nação toda. O líder orava com as mãos levantadas aos céus e de quando em quando abaixava-as para descansar um pouco e depois novamente erguia os braços. Lá em baixo, o combate seguia prosseguia equilibrado, ora prevalecia um, ora prevalecia o outro. Alguma coisa estranha, iniciante parecia uma coincidência, mas os intercessores cá em cima do monte perceberam uma certa sincronia entre as mãos levantadas do líder Moisés e a prevalência dos hebreus no combate. Para certificar-se, fizeram propositadamente o teste e constataram que sim; à medida que as mãos permaneciam erguidas cá em cima, o pequeno exército prevalecia lá em baixo; quando as mãos de Moisés se abaixavam, acontecia um revés no combate e a tropa dos amalequitas prevalecia. Surreal! Então a chave da vitória estava não com os combatentes, mas com os intercessores cá em cima! Como explicar isso? Não se explica, se aceita, desfruta-se e se compromete com o aprendizado. Uma batalha física, militar, sendo decidido por mãos levantadas à distância, do alto de um monte, como se das mãos daquele intercessor emanasse um tipo de energia revitalizante e impulsionadora em cada homem de um dos lados do combate, um tipo de controle remoto. É incrível? Não! É crível, é realizável para algumas pessoas. O poder será que estava nas mãos daquele líder? Não! O poder é e está nas mãos de Deus até hoje, mas disponível a qualquer um que se proponha a crer e buscar a Deus. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra (At 1.8). Vamos subir ao monte? O poder não está no monte, nem nas pessoas, mas em Deus através da fé! O poder é espiritual!

Senhor, queremos, precisamos e podemos receber desse poder, porque ele foi prometido e derramado sobre toda a tua igreja pelo Espírito Santo no dia de Pentecostes e até hoje ele ainda se manifesta poderoso nas vidas de homens, mulheres, crianças e sem qualquer distinção, se propaga alcançando vidas e transformando corações e capacitando pessoas que por si só, seriam inexpressivas e frágeis, mas com o teu poder elas fazem coisas tremendas. Glória e honra ao Deus de poder e amém pelo poder de Deus em nossas vidas. Oramos e tomamos posse pela fé, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Moisés, Arão e Hur

Meditação do dia: 02/04/2023

E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro. (Ex 17.10)

Moisés, Arão e Hur – Quando pensamos em pessoas com potencial de liderança e influencia, podemos incluir na lista muita gente boa. A história está repleta de perfis fabulosos. Também temos nas entrelinhas dessas mesmas narrativas, pessoas que aparecem tão pouco ou muito discretamente, além das vidas anônimas que seus feitos foram registrados e um sem número de figurantes que fizeram a diferença e mesmo assim não tiveram menção ou estavam na massa coletiva e isso é tudo. Por trás de cada pessoa que encontramos, há uma história; e muitas dessas histórias não são contadas, nem mesmo por eles próprios. Por isso acredito que a eternidade tem muito a nos revelar no devido tempo e muitas dessas vidas preciosas estarão lá para serem lembradas, honradas e merecidamente recompensadas. À Deus, demos toda honra e a glória, pois ninguém passa despercebido diante dele e ninguém ficará sem que a justiça lhe seja feita. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão (Mt 10.42). Três homens sobem a um monte para orar. Nada incomum no meio cristão e isso aconteceu no passado ao longo da historia da igreja e continuará acontecendo; até por razões nada tão espirituais como oração, mas para aparecer na mídia e arrecadar mais donativos sob o pretexto de levar seu nome e sua causa para orar por ele no monte da oração. Hoje, estamos falando de três homens de respeito, que todos nós sabemos de suas vidas, histórias e legado. Se bem que do terceiro deles, sabemos muito pouco, apenas que “possivelmente” poderia ser o cunhado dos dois outros. Mas o que importa, nessa meditação, é pensarmos naquela missão de oração e intercessão. A pessoa de Moisés dispensa comentários e apresentações, só o que Deus mesmo disse dele já é mais do que suficiente para tirarmos os chapéus e nos curvarmos respeitosamente diante dele. E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? (Nm12.3,6-8). O outro, seu irmão Arão, foi o primeiro Sumo Sacerdote da fé judaica, agora organizada e devidamente regulamentada por Deus. Agora, quanto a Hur, quem era? Não é isso que quero revelar e nem tenho essa pretensão; mas gosto muito de pensar que ele representa a todos os servos de Deus que servem, fazem trabalhos importantes, estão ao lado dos grandes líderes e só conhecemos os seus nomes. Nossas igrejas e denominações estão bem servidas com muitas pessoas assim. Elas são prestativas, colaboradoras, fiéis e confiáveis, nos apoiam e fazem até mais do que suas forças permitem. Mas nunca aparecem. Elas não têm um currículo invejável, não entram nas listas de quase nada e de quase ninguém. Mas estão lá onde precisam dela. Sobem ao monte e ficam lá o tempo que precisarem e quando o líder cansa, elas criam formas de dar suporte até que tudo se resolvam. Se você é uma dessas, parabéns e continue assim. Hur é muito necessário e muito importante.

Senhor, obrigado pelos muitos Hurs, que existem em nosso meio e fazem toda a diferença, como aquele fez para Moisés e Arão lá em cima no monte, mas também foi decisivo para Josué lá em baixo, tão ocupado no combate, que nem podia saber quem estava ajudando a fazer a diferença; também todos os demais que não souberam o que ele fizera e que importância aquilo teve para a vida deles. Mas o Senhor sabe, e isso é o que realmente importa. Agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

Josué é Homem Que Faz

Meditação do dia: 01/04/2023

E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro. (Ex 17.10)

Josué é Homem Que Faz – Olhar a história pelo retrovisor é um exercício interessante, mas quanto maior a distancia do evento observado com a nossa posição atual, mais simples nos parece. Contudo, precisamos tomar muito cuidado com o que aparenta ser. Eu nasci no século XX e vivi dois terços da minha vida, no século passado e lá tivemos duas grandes guerras mundiais. Nasci após o final da segunda guerra o mundo estava se reorganizando e logo em seguida vieram os temíveis tempos da chamada “Guerra Fria,” entre as duas maiores super potencias mundiais, os Estados Unidos da América e a União Soviética. Bom, tudo isso também já é passado! As pessoas experimentaram crises e oportunidades. A Igreja passou por tudo isso e sofreu, foi perseguida, cresceu e prevaleceu. Israel estava começando a sua história, nem tinha chegado à terra; aquela crise provocada pela agressão dos amalequitas e que obrigou o povo de Deus a se mexer e tomar posição. Veja bem, o alvo principal dos israelitas era chegar em Canaã, a sua Terra Prometida por Deus. Entre o alvo maior e onde estavam, apareceu os amalequitas, com intenções hostis. O que fazer? Isso não parece com alguma coisa que acontece na sua vida e na minha? Entre o chamado de Deus, no qual já investimos e estamos caminhando, aparece alguma coisa, totalmente oposto à tudo que acreditamos e até pode impedir totalmente a nossa chegada ao final do nosso propósito. Moisés era o líder maior daquele povo e ele agiu prontamente. Ele ordenou que Josué convocasse combater o inimigo. Josué assumiu o posto de comandante militar e agiu convocando e indo ao combate. Homens, que nem o nome sabemos, se colocaram à disposição e saíram à guerra, com risco de suas vidas. Aqui paramos para aplicar: Sendo nós também servos de Deus e servindo suas ordens, pois o Senhor Jesus antes de voltar ao Pai, nos deu uma ordem ou comissão e o cumprimento dela vai afetar muitas vidas por todos os lugares e para o tempo e a eternidade. Fazendo a analogia com a experiencia do povo no deserto, em alguma situação, eu e você podemos estar na condição de Moisés, no comando geral e em outras, podemos estar na posição de Josué e até daqueles homens convocados para servir no exército. Qual a diferença? Qual a importância? As conquistas individuais só terão verdadeiro significado se todos forem também vencedores. A ação coordenada e unida leva todos a participarem e assim a conquista também é de todos. Vamos agir? Vamos participar?

Pai amado, graças te damos por estarmos participando de um grande projeto de implantar e ampliar o teu reino. Nossa missão é servir ao Senhor enquanto servimos às pessoas ao nosso redor. Nossas lutas e provas nos preparam para as próximas batalhas e nunca estamos sozinhos, porque além da tua graça e misericórdia, ainda temos a companhia de irmãos e companheiros de caminhada que suavizam a nossa jornada e nossa experiencia. Agradecemos em nome de Jesus, por tudo. Amém.

Pr Jason

A Vara de Deus na Mão

Meditação do dia: 31/03/2023

“Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.” (Ex 17.9)

A Vara de Deus na Mão – Ao olharmos a vida cristã, vendo o curso normal, sabemos que nem tudo são flores, mas também não são só espinhos; temos momentos de paz e alegria, com fartura e abundancia; mas também temos os períodos difíceis, com escassez e apertos. Os intervalos servem para o refrigério e a reposição de forças. Nos momentos abastancia podemos até acumular energias e recursos para serem utilizados depois, em situações mais críticas e impróprias para produzir. Na normalidade da vida, deve acontecer o crescimento e o desenvolvimento interior. Haverá momentos de ataques de inimigos, quer internos ou externos, mas eles virão certamente. Algumas coisas que foram nos dadas por Deus ou adquiridas ao longo da vida, podem ter durabilidade e serem úteis em mais de uma vez, ou até em muitas vezes, de forma permanente, como foi o caso da vara de Moisés. Ela fora por muito tempo, apenas uma vara com a utilidade restrita a lhe servir de apoio no caminhar pelos campos no trato com o rebanho. Depois, ela se tornou um instrumento no seu futuro ministério de libertação do povo de Israel do cativeiro egípcio. Com ela Deus lhe mostrou que poderia exercer autoridade e realizar sinais e milagres, que ajudaria na sua missão. Foi assim que Moisés fez muitas coisas grandes e impressionantes diante da corte do Faraó. Isso agora era passado e a vida continuava acontecendo! Recentemente ela fora utilizada para ferir a rocha de onde manou agua para saciar a sede de todas as pessoas. Agora, surgira uma situação nova para todos eles; uma guerra – eles não a provocara, mas sela chegou à porta das tendas deles e isso não podia ser ignorado, nem adiado e muito menos deixado de lado, pois o inimigo tinha intenções hostis e planejava fazer mal àquela congregação. Temos que reagir e lutar para defender, proteger ou conquistar aquilo que está dentro do projeto de Deus para nós. Moisés sabia disso, Josué também sabia do que precisa fazer; muitos homens foram convocados para participar e atenderam. O sucesso da batalha estava na participação de todos, mas cada um fazendo a parte que lhe competia; Moises subiria ao monte, levando a vara, que agora já poderia ser chamada de “Vara de Deus;” Arão e Hur  também subiram ao mesmo monte, poderiam também orar e exercer fé; mas a função principal era servirem e apoiarem a Moisés. Qual é o meu lugar e o meu papel? O que faço e como faço? Qual a consciência tenho, você tem da importância de nossa posição e postura numa guerra que vai muito além dos nossos limites físicos?

Senhor, obrigado por nos estabelecer como partes de um corpo e cada um somos um dos membros e temos as nossas funções. Graças podemos te render todos os dias porque estamos prevalecendo sobre nossas limitações e fraquezas. Louvado seja o teu santo nome, que será proclamado em todas as nossas gerações, como o nosso Deus verdadeiro, soberano e cheio de graça e compaixão.

Pr Jason

No Alto do Monte

Meditação do dia: 30/03/2023

“Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.” (Ex 17.9)

No Alto do Monte – Podemos pensar no que se passa pela cabeça de Josué; ter uma batalha pela frente, com apenas pessoas voluntárias, mas sem o treinamento necessário e adequado. Ele tinha a vantagem da fé em Deus e das promessas de ajuda na jornada inteira. Moisés, o seu líder, lhe dera a autoridade para convocar e comandar as tropas israelitas; também ele estaria no dia seguinte no monte em oração pro Josué e pelo exército naquela batalha. Cada um estaria lutando uma batalha, utilizando as suas armas e suas forças. Moisés tinha autoridade espiritual e muita proximidade com Deus – as orações de Moisés eram efetivas, prevalecentes e Josué sabia disso. Saber com quem podemos contar em oração em dado momento é muito importante. Pessoas de oração são raras e por isso mesmo são muito preciosas. Uma igreja que tem uma boa equipe de oração, um verdadeiro ministério de intercessão, é sem dúvida alguma, uma igreja vencedora, que prevalece e que transforma o seu contexto onde está inserida. Mais importante do que a quantidade de tempo em oração, é a qualidade dessas orações. O poder da oração é na verdade, o poder de Deus agindo através de pessoas comprometidas com uma vida no altar e um caráter de Jesus formado nelas. Ali, naquele deserto, onde as forças de Amaleque se sentiam em casa, à vontade para armar ciladas e emboscar viajantes e caravanas; agora eles iriam enfrentar algo bem diferente para eles também; a luta seria travada em duas frentes principais: Haveria a luta corpo à corpo, homem à homem; mas também haveria, do alto do monte, uma outra força batalhando, Moisés travaria uma batalha espiritual, com armas e estratégias espirituais, onde a fé e a cooperação na comunhão fariam a diferença. O monte ali, era bem mais do que uma simples elevação geográfica, ali estaria agindo os poderes espirituais que influenciavam o que estava acontecendo lá em baixo, no plano físico. A luz e as trevas, a bênção e a maldição, a vida e a morte. Para quem não tinha discernimento, era apenas uma guerra, mais uma guerra. Ainda hoje, não acontecem lutas e provas e tem muita gente boa e de fé, mas sem uma verdadeira visão, apenas dizendo: “São apenas as lutas da vida, tribulações…” Oremos a oração de Paulo pelos cristãos efésios: Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos (Ef 1.17,18).

Senhor, obrigado por estar conosco nas nossas lutas e batalhas de cada dia. Pedimos ajuda para discernir as fontes de onde procedem os ataques contra as nossas vidas e o nosso trabalho para o Senhor. Nos revestimos de toda a armadura espiritual que preparaste para cada um dos seus solados valentes. Sabemos que os teus planos são de vitórias para o teu povo e com a tua graça, iremos prevalecer em todas as frentes, pois em Cristo, somos mais do que vencedores. Te louvamos e agradecemos, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason