A Intimidade e a Aliança

Meditação do dia 27/06/2016

Sl 25.14 A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.

A intimidade e a aliança – O rei Salomão, disse que não sábio dizer que os tempos passados foram melhores do que os atuais; não acredito que ele tinha problemas com saudosismo, mas entendo que seja sabedoria mesmo. O tempo ideal para se viver é hoje, pois é o único espaço de tempo que existe para nós – ontem já passou e não volta mais, e o amanhã ainda não existe e não temos garantias que ele chegará para nós; então tudo que temos é hoje, agora, já; então é sábio viver e aproveitar o que pode ser feito e experimentado nele. Falo disso, por ver o quanto a vida moderna e suas conveniências tirou de nós experiências de conhecer na prática o significado real de viver em alianças, fazer alianças, como tinham os povos antigos. Tudo o que sabemos disso é por estudos da história e do valor que aquilo tinha. Palavras como “honra – respeito – tradição – pacto – aliança” tem pouco ou nenhum valor especialmente na cultura ocidental. Mas pela Bíblia sabemos que existem caminhos antigos, veredas eternas, determinadas por Deus para o bem das civilizações que são verdadeiros marcos que delimitam territórios e propriedades e que não devem jamais serem removidos, pois as consequências são graves. O nosso Deus é o criador e o sustentador de todas as coisas e estamos aqui colocados por ele dentro de um plano e propósitos perfeitos, para conhecermos não só o nosso espaço, ambiente e obrigações, como conhece-lo e servi-lo, num relacionamento de amizade e proximidade. Deus tem coisas boas e grandes para nos contar e com isso abençoar nossa existência e dar sentido ao que somos e ao que temos que fazer.  Porém, certamente ele não vai espalhar isso para pessoas indiferentes a ele ou até opositores dele; mesmo entre os que se achegam, nem todos querem realmente conhecer a Deus, estão mais interessados em alguma vantagem que possam obter dessa aproximação. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que me buscais, não porque vistes sinais, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. ” (Jo 6.2,27) Mesmo celebrando a Ceia do Senhor mensalmente, a maioria dos participantes ainda não entendem “a nova aliança” celebrada por Cristo e em memorial relembrado nessa celebração. Mesmo vivendo a vigência de uma grande aliança, abrangente, beneficiadora, a maioria vive à margem dos seus direitos obtidos pela obra da graça. Por que? Uma das razões, certamente é que a intimidade do Senhor é para os que o temem… e a esses ele revela, dá a conhecer segredos, que não segredos para quem é próximo dele e das verdades espirituais. Um versículo como esse, não para ser decorado ou impresso num cartão lindo e enfeitar algo, mas é como uma placa apontando que em certa direção tem um tesouro, uma preciosidade e para chegar a tal, precisa-se sair da zona de conforto e cavar um pouco mais. Tesouros não se acham à flor do solo ou na sombra ou onde qualquer um os ache. Tem que amar e querer muito aquilo; tem que arriscar, tem trocar algo por algo mais precioso. Quanto e como é sua vida de oração? Como é seu estudo da Palavra de Deus? O que você subtrai de cada reunião de celebração? Pode ser melhorado? Tem espaço para investimento mais produtivo? Pense nisso!

 

Pai, graças de dou por aceitar a amizade e a companhia de filhos e filhas que aceitam a obra da graça e pela fé se aproximam de ti com atitude de humildade e submissão, com esperança de conhecer a ti e a vontade generosa demonstrada a nós em Jesus Cristo. Há riquezas e glórias infindáveis em tua gloriosa presença e disponível para quem se aproxima; permita que hoje seja uma oportunidade de crescimento e mudança de rumo para mim e para tantos quantos amam a tua glória. Obrigado, por nos receber na sala do trono e encontrarmos bondade em ocasião oportuna e sermos favorecidos graciosamente. Em nome de Jesus oramos com gratidão. Amém.

 

Pr Jason

Abençoados pelo Reconhecimento

Meditação do dia 26/06/2016

Sl 24.3 Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?

Abençoados pelo reconhecimento – A vida cristã plena, ou como disse Jesus, “a vida abundante” é um ideal a ser perseguido e alcançado, seguindo as indicações do mapa do tesouro que Deus nos deu, isto é, a sua Palavra. Os salmos eram cantados pelo povo de Deus, que cantavam o que criam e adoravam ao Deus criador e provedor de todas as suas necessidades. Eles o reverenciavam como um Deus santo e que demandava santidade de conduta na vida dos seus adoradores. Aqui no Salmo vinte e quatro, se canta o reconhecimento e se pratica o reconhecimento de que Deus é o dono e Senhor da terra e TUDO que nela existe. Quem reconhece isso, se torna um mordomo responsável e um adorador reverente. O salmista pergunta quem de todos esses habitantes da terra, “vai subir” para um nível maior de comunhão com Deus; isso é uma escolha de cada um, já que podemos continuar onde estamos, junto com todos os demais. Aqui, em baixo, no plano, não é preciso muito esforço ou dedicação, pois é o nível normal, natural, é o nível que permite acomodar. Subir significa sair, andar, esforçar, dedicar atenção e ficar acima da média – isso não é mais o normal, é desafiador, mas dará uma visão mais panorâmica, mais global, quem subir, terá uma visão melhor das coisas. Ele continua perguntando sobre quem vai estar “no seu santo lugar.” Depois de subir, sair do trivial, pode se ver um padrão de santidade de Deus, não santidade dos homens, da igreja, não é canonicidade, mas um estado de espírito alcançado pela comunhão com o santo Deus. O adorador nesse nível não faz as regras, não dita a conduta e não se torna grande; ao contrário, ele se submete ao padrão de Deus, ele se curva humilde e reverentemente e quanto mais sobe, menor fica, menos importante se torna, ele vai absorvendo vida e santidade daquele que é verdadeiramente santo. Isso resulta em ações santas (limpo de mãos), com motivações puras (pureza de coração), vida genuína, autêntica (não escravo da vaidade), uma pessoa confiável (não engana). Este tipo de pessoa que vive a presença de Deus, experimenta santidade como estilo de vida é o que recebe “a bênção do Senhor” (não as bênçãos) a dele é específica, não é a mesma da maioria, dos normais, do trivial. Essas pessoas formam a geração dos buscam “a face de Deus,” o que é bem diferente daqueles que buscam as bênçãos de Deus. Isso exige reconhecimento da importância de subir e viver no lugar santo.

Graças Pai, por tudo o que a tua presença significa para os teus filhos. Somos privilegiados de poder subir a níveis mais altos e encontrar o Senhor, na beleza da sua santidade e podermos ver as coisas e a vida também do teu ponto de vista. Obrigado Espírito Santo, por guiar os filhos do Senhor, aos caminhos que levam a santidade e a comunhão com a trindade santa. Ao Senhor Jesus, toda honra e glória por tornar tudo isso possível, ao entregar-se por amor a esses homens fracos e falhos, mas amados por Deus e aceitos na família, adotados para uma herança incontestável que só a eternidade revelará suas riquezas. Obrigado, de coração, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

O Vale da Sombra da Morte

Meditação do dia 25/06/2016

Sl 23.4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

O vale da sombra da morte – Pelo título, está mais para filme de terror, parecendo tão sombrio e cavernoso. Vindo de um salmo tão lindo e tão amado por todos os leitores da Bíblia, incluindo mesmo os que não tem muitas afinidades com a Palavra de Deus. Um poema que expressa tamanha comunhão e confiança em Deus, traz também uma citação arrepiante, até de apenas citar. Mas sabemos que a vida é mesmo cheia de antíteses, os opostos estão aí sempre encarando e desafiando a gente. A preciosidade da vida é valorizada diante da frieza da morte. Gostamos tanto da luz, até exatamente pelo medo e insegurança que as trevas nos impõe. A pureza é tão desejada porque a imundícia repulsa e enoja. Amizade é tão celebrada, devido a todos os riscos e perigos da inimizade. Tem muita até disposta a querer o céu, não por amar a Deus, mas por medo e achando que vai fugir do horror do inferno. Então é justo, num salmo que valoriza a suficiência de quem tem fé e confiança num pastor tão competente, porque a ausência de um pastor na alma, pode ser desastroso, pois “Se o Senhor é meu pastor e NADA me faltará;” o contrário disso não é nada bom, a começar por faltar o próprio pastor então certamente vai faltar TUDO. Algum tempo atrás, estava meditando e em oração ao mesmo tempo debruçado sobre este texto e buscando uma palavra que abençoasse o meu coração, quando de repente me vi interiormente envolvido pela expressão “vale da sombra da morte” e como já sabia intelectualmente que se trata de uma figura que fala de uma situação difícil, uma ocasião de provas e lutas que passamos e que é muito difícil, mas contando com a graça de Deus, a gente saí do outro lado e a vida continua. Mas o meu espírito absorveu algo novo, da intimidade com o Senhor e numa profunda conversa eu entendi que é bem mais do isso que sabemos maquinalmente. Ninguém intencionalmente vai a esse vale; ninguém em sã consciência entra nesse vale, é uma idéia suicida, é uma viagem sem volta; é tão sinistro, macabro, maligno, tétrico, que não dá nem mesmo para descrever. Aquelas idéias que vemos em filmes de terror, horror, perto da realidade do vale da sombra da morte, é para os fracos, como dizem a galera moderna. Ninguém então entra nesse vale por acidente ou por ser desavisado, ingenuidade, ou descuido e acaba caindo em dificuldades. Só entra nesse vale, quem não tem outra escolha, outra opção e faz isso porque é o único meio que ela tem de por exemplo resgatar alguém que ama e que o inferno e a morte a está devorando e por amor a essa alma, a pessoa arrisca-se a entrar no vale da sombra da morte. Vi, poucos dias uma reportagem de uma mãe desesperada com o filho viciado em drogas e que ficou refém de traficantes numa quebrada que nem a polícia entrava; Ela entrou lá, na boca, desafiou a gangue entrou na casa pegou filho e saiu abraçado com ele e o levou de volta e o desespero dela era tal, que ninguém, nem a turma armada até os dentes e nem o chefe da gangue ousou reagir, vendo a valentia dela. Nem os parentes e nem as autoridades acreditaram que qualquer dos dois sairiam vivos de lá. Essa mãe entrou e saiu do vale da sombra da morte. O salmista disse, que tendo o Senhor como seu pastor, “ainda que andasse” por esse vale, a presença divina lhe daria coragem para tal. Ele não escolheria andar por esse vale, mas se preciso fosse, ainda que ele andasse, Deus estaria com ele. Algumas pessoas vão entender perfeitamente bem o que estou dizendo, por experiências vividas ou testemunhadas.

 

Obrigado Senhor, por fazer isso e muito mais por cada um de nós, seus filhos. Quando Jesus enfrentou a cruz, não foi uma escolha fácil e nem preferível, mas era a única que daria resultados, era a única resposta de amor aos pecadores reféns retidos por seus pecados, vendidos às garras do inferno e da morte, mas ele desceu lá por mim e por todos nós. Não foi sem sentido que o meu Senhor agonizava a ponto de soar sangue naquele jardim antes de ser preso e não menos quando ele bradou na cruz “…Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste!” Mas ele venceu e agora podemos vencer também e sermos até mais do que vencedores. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

O Brado da Cruz

Meditação do dia 24/06/2016

Sl 22.1 Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido?

O brado da cruz – Dificilmente uma mente humana natural consegue discernir todo o mistério da cruz de Cristo. A um contexto longo e bem trabalhado, como um caminho ou riacho sinuoso percorrendo vales entre montanhas, planícies, ora íngreme, ora suave, tal qual a história humana cheia de contrastes e contradições. Da promessa inicial feita a Adão e Eva no Éden (Gn 3.15) até chegar as vias de fato sob as mãos das autoridade romanas nos arredores de Jerusalém, muita coisa aconteceu e em tudo a mão poderosa de Deus estava ali, cuidando para que nada escapasse ao necessário para a redenção da raça humana. Ao longo dessa caminhada, homens inspirados pelo Espírito de Deus e adoradores fervorosos do Deus criador, a quem conhecemos por santos profetas, sacerdotes, líderes levantados e sustentados para momentos tão cruciais dessa tremenda jornada, tantos deles tiveram revelações, vaticinações cada vez mais progressivas, tornando mais específicas as marcas ao longo do caminho, que permitiam que a esperança humana na fidelidade de Deus, não se desvanecesse. Desde promessas como a Abraão, de uma multidão de nações e reis descendentes seus, passando por Israel o pai dos doze patriarcas que nomearam as tribos da nação e dali já se sabia, de tal “Leão de Judá;” Moisés, o grande legislador encontrara com Jeová face a face e entre eles não havia tantas formalidades, que afirmou que Deus haveria de levantar um profeta tal qual ele; chegando ao rei Davi, que recebeu trono com promessa de tê-lo eternamente diante de Deus. Sentimos tão confortados lendo as palavras de Isaías, que fala de um menino que nos nasceu, cujo nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz; deixando bem claro que ele nasceria de uma virgem e que seria conhecido como Emanuel, ou seja, Deus conosco. Nas suas inspiradas palavras ela fala do poder e autoridade desse rei e dos bons resultados de paz e prosperidades eternas que seu reino traria; descreveu-o também como um homem de dores, castigado pelas nossas iniquidades e transgressões, mas por cujas pisaduras seríamos sarados; Como é delicioso ler o convite para todos sedentos virem e comprarem sem dinheiro e sem preço e se saciar sem gastar naquilo que não é pão e o esforço do nosso trabalho naquilo que não satisfaz; ou saber que o Espírito do Senhor estava sobre ele, ungindo-o para pregar as boas novas aos quebrantados e curá-los, libertar os cativos e por em liberdade os algemados disponibilizando o ano aceitável do Senhor a todos os homens e anos mais tardes, como um “deja vu” o filho do carpinteiro, em Nazaré, lendo no rolo do profeta Isaías esse mesmo trecho e dizendo ao final da leitura: “hoje se cumpriu essa escritura!” Nossos corações vibram quando três jovens corajosos não negam a fé no seu Deus e são lançados numa fornalha incandescente e lá aparece com eles um quarto homem e ninguém se queima para espanto do tirano pagão. O que falar de Miquéias que ousou dizendo que a pequena Belém traria aquele que reinaria e cujas origens são desde os tempos da eternidade. Pessoas importantes vieram do oriente seguindo um estrela de um novo rei e que parou sobre um estábulo e alguém ali ganhou presentes reais, poucos dias depois ao ser levado ao templo para ser apresentado, já tinha piedosos de Deus ao pé das escadarias esperando o casal e desejando pegar nos braços aquele pequenino… tudo foi acontecendo como seguindo um script bem traçado e dirigido, até chegara na cruz, onde um brado forte foi ouvido; esta, é a mensagem da cruz …

 

Pai, obrigado pela obra da cruz, ali está tudo o que precisamos e mais do que merecemos. Reconheço todo o esforço e dedicação de alguém que me amou tanto, de tal maneira que se entregou para que eu pudesse viver. Então viverei, para tua glória e para testemunhar a tua graça! Bendito seja o Deus da minha salvação. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Que Rei Sou Eu?

Meditação do dia 23/06/2016

Sl 21.1 O rei se alegra em tua força, SENHOR; e na tua salvação grandemente se regozija.

Que rei sou eu? – Um dos apelos da ala dos monarquistas no Brasil, por ocasião do plebiscito sobre o sistema de governo após a redemocratização, em 23 de Abril de 1993, era o apego que todo brasileiro tem por monarquia, mesmo de modo informal. Eles apregoavam que temos o rei do futebol, o rei da música popular, o rei do brega, a rainha dos baixinhos, o rei do baião, o rei do cangaço, rei do gado, rei da soja e sem contar nos inúmeros comércios e instituições com nomes reais… então, por que não, um rei de fato e de direito no governo do país? Política à parte, aceitamos a idéia poética de que em sua casa, cada homem é rei em seu próprio castelo e gostamos tanto disso, que insistimos com nossos bebês e crianças, que eles são “nossos príncipes e princesas.” Então, ainda que só de faz-de-contas, todos já fomos rei por um dia. Mas mesmo assim, esse rei tem responsabilidades e precisa de muita ajuda para fazer o melhor ao seu alcance. Davi, não brincava, nem sonhava em ser rei, ele o era de fato e de direito e muito mais, por ter recebido das mãos de Deus esse encargo. Mesmo já velho e experiente, vencedor e consolidado em força e domínio, o coração e a fé dele permanecia como no início de tudo; Deus precisava estar na frente e no comando das ações, a alegria dele como rei, vinha da força de Deus, obtida em comunhão e amizade cultivada e mantida na vida diária. Além dos compromissos reais de estado, diariamente ele tinha e fazia questão de manter as prioridades na sua vida devocional. Com certeza, Davi entendia que o tempo investido na presença de Deus, era tempo ganho diante das atividades de governo. As audiências com outros reis e chefes de governo, não tinham precedência sobre sua audiência pessoal e particular com o Grande Rei. O tempo passado em devocional, oração, leitura da Palavra, intercessão, louvor e adoração, não é de forma algum “tempo gasto,” mas sim, tempo investido, sábia e produtivamente investido. Fala-se que alguém perguntou à Lutero sobre sua carga diária de oração, ao que ele respondeu: “Normalmente é de três horas, exceto os dias mais atribulados que precisam de mais orações!” Os dias corridos e atribulados da vida moderna e pós-moderna, conspira com demandas sociais, trabalhistas e ocupações tantas que alguns admitem sinceramente, “não ter tempo para se dedicar a oração.” Compreendemos, mas não podemos concordar aceitar, pode ser algo comum em nossos dias, mas não é algo normal na vida cristã. Precisamos ser criativos e diligentes e prudentes nas formas de melhor gerenciar o uso do tempo. Muitas prioridades podem ser movidas dos seus lugares e assim fazer uma reengenharia de atividades, que possibilitem cultivar o que realmente faz sentido e deve estar no centro de nossas ocupações. Para se alegrar na salvação de Deus, você precisa ser salvo, não me refiro à salvação redentora em Cristo, mas falo de livramento, ajuda, socorro em situações difíceis. Mesmo sendo cristãos, pastores, obreiros, entramos por caminhos, que se Deus não nos salvar, vamos acabar no ativismo improdutivo, vida opaca, insossa, sem motivação alguma e por fim, sem sentido. Claro, o resultado será frustração e desânimo. Você não concorda comigo, que uma pessoa nessas condições precisa e muito ser salva por Deus? Caso, ela aceite, com certeza se alegrará na salvação de Deus. Gente, não é da vontade de Deus, que as pessoas vá se acabando até morrer! Ele deseja é que vivamos, com abundancia, prazer, propósito e sentido até o momento de morrer. O negócio é “morrer de tanto viver!”

 

Senhor Jesus, autor da vida, graças te dou por ser pessoalmente, o Caminho, a Verdade e a Vida. Vida, é com o Senhor mesmo, no Senhor encontramos vida e sentido para vive-la, com graça, fé e frutos. Meu pedido hoje é pelos amigos e irmãos, que estão envolvidos em demasia com atividades e correrias e nem mesmo estão tendo tempo para desfrutar da tua companhia na jornada. Somos gratos por conhecer ao Senhor e poder desfrutar de uma amizade e comunhão maravilhosa, o que torna a vida cheia de significado, mas se deixarmos de olhar para ti e nos concentrarmos unicamente em nossos problemas e dificuldades, vamos erroneamente perceber que a vida é só cansaço e enfado, o que não é verdade. Salva-nos, de nós mesmos, por amor do teu nome. Amém!

 

Pr Jason

Socorro Verdadeiro

Meditação do dia 22/06/2016

Sl 20.7 Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.

Socorro verdadeiro – Fé e confiança são palavras que podem ser sinônimas e usadas de forma intercambiável sem muitos problemas. Mas me parece que a vida moderna nos proveu de muitos meios com a pretensa idéia de nos dar segurança, que acabou compartimentando a vida em pequenos quadrados de segurança, que a fé em Deus, fé espiritual eu precisa ser exercitada diariamente, ficou relegada apenas para as questões internas da igreja e da vida religiosa, nem mesmo vida espiritual. Para as questões de saúde, temos(?) o SUS – ou planos de saúde; para segurança pública temos a policia e segurança privada, cercas elétricas e câmeras… para crianças peraltas temos o conselho tutelar, estatudo do menor; para demandas judiciais, temos advogados de montão, fórum, pequenas causas, juizados especiais…para viagens, temos boas rodovias (pedagiadas) carros modernos, seguros, velozes, aviões com tarifas promocionais, para férias, voce pode parcelar em… para comunicação, tá na palma da mão, em tempo real, falando e vendo ao vivo, para informação, entretenimento, compras, alimentação, na verdade, todos pensaram em tudo para você, até se não tiver dinheiro, temos o novo cartão plus…Ah! ia me esquecendo, e o país? Ora, temos as Forças Armadas, bem equipadas com aviões, submarinos, porta-aviões, radares, inteligência…Sobrou o que para a gente se preocupar? Bom, na prática não é bem assim. Davi, que escreveu este Salmo, era Rei, um militar experiente em batalhas e extratégias, um herói de guerra, o mais famoso do país, respeitadíssimo; tinha um exército numeroso e muito bem preparado, sem falar que entre seu soldados havia 37 homens valentes, que eram foras de série. O que tudo isso significava para um homem como Davi? Muito, sim, significava muito e era sua obrigação estar preparado para proteger seu povo, sua terra e os planos de Deus em termos de herança prometida aos patriarcas e assim preservar a linhagem de onde viria o Messias, que conhecemos como Cristo, nosso Senhor Jesus Cristo, que por sinal, era conhecido como “filho de Davi, ou o Leão de Judá!” Mas Davi não atribuía ou confiava que suas vitórias ou sucesso dependia disso e por causa disso. Ele vira mais de uma vez, reis, com exércitos bem maiores e bem mais equipados, com cavalaria de dar gosto e impor medo e pavor nos adversários, mas mesmo assim caírem diante dele e de seus homens…Porque o Senhor lutava por ele e por Israel… “Então Davi pôs guarnições entre os sírios de Damasco, e os sírios lhe ficaram sujeitos, pagando-lhe tributos; e o Senhor dava vitória a Davi, por onde quer que ia” (I Cr 18.6). A confiança Davi nunca esteve no seu exército, nos seus soldados ou cavalos, mas no Senhor seu Deus. Todo esse aparato é recurso humano, falível e que por um detalhe mínimo, pode fracassar. Em que realmente estamos confiando hoje? Sus, polícia, justiça, dinheiro, prestígio, isso, aquilo são arrumações carnais, temporárias, falíveis. É claro que precisamos se previdentes, responsáveis e atentos, mas não são essas coisas que devem constituir a nossa tranquilidade e segurança. O Senhor Jesus disse acertadamente: “porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.” (Lc 12.15).

 

Obrigado Senhor, que os guarda e nos protege todos os dias e com o teu imenso amor, nos atrai a ti para uma vida de fé e segurança verdadeiros. Que não te conhece, se agarra no que pode e no que possui; mas Tu és a nossa herança e a nossa fortaleza para os tempos de angústia. Permita, que o nosso coração esteja descansando sempre no Senhor dos Exércitos, o Todo-Poderoso, que não perde uma única batalha. Pai, santo, socorre os teus filhos que hoje estão em situação de risco por causa da fé em ti e da fidelidade ao teu evangelho. Oramos pela igreja perseguida em países fechados e hostis a ti e ao teu povo. Oramos para que sejam valentes do Senhor mesmo em meio as grandes provas, para que sejam fiéis até à morte, mas não neguem o teu santo filho. Obrigado, Espírito Santo, por sustentar o coração dos filhos de Deus nesse tempo e nesses lugares perigosos. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

As Revelações de Deus

Meditação do dia 21/06/2016

Sl 19.14 Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!

As revelações de Deus – Esse salmo é para mim um cartão postal, que retrata com muita perfeição a beleza da Palavra de Deus. Sei que estou utilizando uma linguagem que hoje não significa tanto, quanto já foi para outras gerações. Com as modernas tecnologias de imagem e até imagem em movimento, a nova geração, não sabe o que era um cartão postal. O Salmo 19 mostra em três etapas o que de melhor temos à disposição para conhecer a Deus, começando para revelação de Deus através da criação. Observando a descrição feita sobre os céus, o sol, e toda a criação, revelando a grandeza do Deus criador, dá uma sensação de prazer e de contentamento com as coisas de Deus, porque tudo funciona direitinho e mostra o seu cuidado e beleza em tudo. Depois ele parte para falar sobre a Palavra propriamente dita; ali em poucos versos ele revela seis diferentes títulos aplicáveis às Sagradas Escrituras, e a cada título há um resultado prático da aplicação e vivencia da vontade de Deus. As Palavras de Deus tem propósitos muito específicos a serem atingidos no coração e na vida dos adoradores e praticantes devocionais de suas palavras. Ao final, ele apresenta o que de bom vem a acontecer na vida de quem observa essas revelações divinas e as leva em consideração. Não basta saber o poder delas, mas experimentar sua sabedoria e poder, para que as questões da vida que angustiam e desafiam-nos diariamente, tenham respostas e soluções, de uma fonte tão eterna e poderosa, que não há como dar errado se experimentarmos seus conselhos. A preciosidade das Escrituras, dificilmente encontram paralelos em comparatividade com fontes conhecida e disponíveis aos homens. São altamente desejáveis, mais que ouro refinado e de alta qualidade; são mais apetecíveis do que o mais fino mel ao paladar do apreciador. Ao conhecer a criação de Deus e assim conhecer o Deus criador por suas obras e isso levar a pessoa a amar e acolher a Palavra revelada, que expressa a vontade e os desígnios divinos para nossas vidas; temos a opção de praticar e sermos admoestados por ela. Isso produz uma vida coesa com a vontade de Deus e que trás contentamento e alegria para a pessoa. Daí, a oração final do salmista, que deve ser a minha e a sua todos os dias: Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu! Isso muda o nosso dia para melhor!

 

Obrigado, Pai, pelo privilégio de meditar em tuas Palavras que são puras e verdadeiras, e expressam toda a tua santidade e justiça. Desejamos alinhar nossos corações à tua vontade e o meio adequado para isso é a meditação em tuas palavras todos os dias. Obrigado por se revelar a nós, através da criação e também da Palavra Escrita e encarnada em Cristo Jesus. Obrigado, pelo trabalho do Espírito Santo em renovar a cada dia a sua ação em nossas vidas, para que experimentemos vida nova e abundante no Senhor. Oramos por vida e saúde física os enfermos e doentes e pedimos por conforto e consolo aos desalentados e desanimados com as lutas e provações. Que nesses dias sejamos pacientes nas tribulações e perseverantes nas orações ao Deus que pode todas as coisas. Obrigado pelas portas que se abrem e pelas que se fecham e assim somos protegidos de errar e adiar ainda mais a bênção que está determinada para chegar. Em Nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

Quem É Deus Para Você?

Meditação do dia 20/06/2016

Sl 18.2 O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

Quem é Deus para você? – Se a pergunta não fosse tão específica, a resposta era bem mais simples e fácil de responder. Quando se pergunta: “Quem é Deus?” Muitos se apressam em responder o mais sucinto possível: “TUDO, ele é tudo pra mim!” Nesse caso, eu costumo questionar: “Tudo, não é muito coisa?” Porque as pessoas geralmente se escondem atrás de uma resposta tão generalizada que na verdade não diz nada da experiencia pessoal. Jesus fez uma pergunta semelhante aos seus discípulos e depois afinou mais a definição, o que produziu uma das mais notáveis revelações sobre sua pessoa e obra e Ele mesmo aprovou-a. “Tendo Jesus chegado às regiões de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?  Responderam eles: Uns dizem que é João, o Batista; outros, Elias; outros, Jeremias, ou algum dos profetas. Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou? Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.13-16). O salmista apresentou pelo menos sete boas razões pessoais para admirar a Deus e cultuá-lo fervorosamente. Independente do que diz as Escrituras, do diz as pessoas, as instituições, o que vale mesmo é a sua experiencia com Deus. afirmo sempre que o Deus da teologia pode ser bem diferente do Deus da experiencia pessoal. Lá nas Escrituras, nos estudos, eu sei e voce  também sabe que Ele é Todo-Poderoso, Onisciente, Grande, forte, etc e tal… mas na prática, o Deus da pessoa não resolve nada, não ajuda em nada, nem mesmo responde orações – o que ela sabe teologicamente, é apenas teoria, sua vivencia é muito pobre. O salmista, que era também um pastor de ovelhas, em regiões perigosas de animais predadores e ladrões de gado, sabia o quando um proteção e lugar seguro é importante, tanto para o trabalho, quanto para si, pessoalmente. Então para ele estar com Deus era como estar num rochedo, era segurança garantida. Deus era o seu lugar forte – num momento de ataque e hostilidade, quem tem um lugar forte, não se abala e pode resistir calmamente, porque o adversário tem chances mínimas de sucesso. Mesmo em caso de possibilidade de invasão do seu lugar forte, Deus ainda era o seu libertador, a confiança dele não estava em recursos humanos ou de outra natureza, mas no Senhor seu Deus, que era sua fortaleza de confiança. Como soldado guerreiro, Davi sabia da importância e utilidade de um escudo, para se proteger nos confrontos corpo-a-corpo. Isso fala de combate muito próximo, muito íntimo; nossas lutas muito pessoais, onde o inimigo esta “cafungando bem de perto;” Que bom que o Senhor é a força da nossa salvação e o nosso refúgio. Quem precisa de refúgio? Quem está em risco, em perigo. Quem é Deus para você?

 

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Amém!

 

Pr Jason

Injustamente Justo

Meditação do dia 19/06/2016

Sl 17.3 Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propus que a minha boca não transgredirá.

Injustamente justo – Numa olhada de primeira vista, o salmista parece dar a entender que ele é o supra-sumo da justiça e retidão, a tal ponto que nem mesmo Deus o examinando, encontrou alguma coisa que o desabonasse. Mas, não se trata disso. Sabemos que Davi reconhecia sua condição humana de fraqueza e pecados e ele era uma pessoa piedosa e temente ao seu Deus, muito humilde e com um coração disponível para ser corrigido. Não é à toa que o Senhor o considerava “o homem segundo o seu coração.” (At 13.22). Como lidar com essa aparente contradição? Lidamos com isso baseado no ensinamento bíblico sobre a justificação que Cristo realizou por nós, com seu sacrifício. Em termos de salvação, de redenção, o homem não tem nenhuma chance de apresentar bons resultados diante de Deus que o justifique. Nossa condição espiritual é irremediável. Só a graça mesmo! Somos, salvos, perdoados, justificados, santificados, libertos do poder do pecado e seus resultados pela obra amorosa de Deus na pessoa de Jesus. Só podemos crer! Exercitar nossa fé na obra de Cristo. O profeta Isaías afirma que nossas justiças não passam de trapos de imundice, aos olhos de Deus “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como o vento nos arrebatam” (Is 64.6). O outro lado da moeda, é a vida prática da pessoa, vivendo a nova vida em Jesus, pela graça de Deus ela pode e deve andar em novidade de vida e fazer coisas boas e retas, mantendo um coração puro, uma vida íntegra como ser humano e como adorador de Deus. Quando Deus confrontou o rebelde e profano rei Belsazar da Babilonia, nos tempos do profeta Daniel, a interpretação do profeta, foi nesse sentido: “Pesado foste na balança e achado em falta” (Dn 5.27). Se o rei foi pesado por Deus e achado em falta, também poderia ter sido pesado e achado satisfatório. Nesse sentido é que o salmista está se referindo aqui; Ele estava vivendo sua fé e praticando o melhor possível as virtudes que eram esperadas dele, tanto por Deus quando pelas pessoas, assim sendo, quando provado, visitado e examinado por Deus, nada de anormal seria encontrado. Quando Paulo escreveu aos cristãos da cidade de Corinto, na Grécia, repreendendo-os por ações e atitudes errada na prática da Ceia do Senhor, ele também recomendou que medidas fossem tomadas para corrigir os danos. Entre as citações ele disse: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice…porque se nós julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.” (I Co 11.28,31). Voce pode até escolher, se quer se considerar “justamente injusto ou injustamente justo.”

 

Senhor Deus de toda a justiça, Senhor justiça nossa! Não merecemos as tuas muitas misericórdias, mas não podemos abrir mão de recebe-las, em Cristo Jesus. Reconhecemos nossa condição de fragilidade e incapacidade de justificar-nos a nós mesmos, mas também reconhecemos o poder da vida implantada em nosso espírito, no novo nascimento. Cristo é a nossa justiça e é ele que nos representa diante do teu trono de graça. Obrigado pelo perdão dos pecados e obra justificadora que nos habilita a viver em comunhão com o Deus eterno. Somos gratos, imensamente gratos, em nome de Jesus. Amém.

 

Pr Jason

A Experiencia da Presença de Deus

Meditação do dia 18/06/2016

Sl 16.11 Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente.

A Experiencia da Presença de Deus – Experimentar a presença do Senhor é a mais sublime aspiração de um adorador e não é algo que se quer para uma experiencia única, mas queremos replicá-la diária e continuamente. O salmista tinha essa alegria e contentamento em Deus. Por mais que imaginemos a escassez de materiais em termos de Escrituras, ele e outros personagens, possuíam uma invejável comunhão que desafia a nossa vida devocional dos dias de hoje. Para eles, servir a Deus, não tinha nada de religião, nem mesmo de “obrigação religiosa,” eles cultivavam a arte da meditação nas palavras de Deus, da adoração fervorosa, da prostração contemplativa e não raro experimentavam verdadeiros êxtases espirituais. Falavam e escreviam suas poesias e canções tão apaixonadamente, que o que conhecemos hoje como “romântico” pode se dizer que era coisa para “os fracos.” Gosto muito desse texto de hoje, e numa outra versão, ele também fica muito esclarecedor: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra delícias perpetuamente” A vereda da vida, ou os caminhos da vida, são as verdades eternas que delimitam a vontade de Deus para todos os homens e que jamais deveriam serem abandonados, trocados, substituídos. São os caminhos que o profeta Jeremias, falou em nome do Senhor, como os que deveríamos procurar e seguir para encontrar descanso para as nossas almas e são exatamente o que os homens não querem fazer, querem andar pelos seus próprios, e o resultado, é o que vemos no mundo todo atual, insegurança, medo, traumas, degeneração, absurdos estarrecedores. O contrário disso, é a escolha de viver a vontade de Deus em caminhos que conduzem à vida em todos os sentidos dessa palavra. Ao fazer isso, a presença de Deus tem plenitude de alegria – podemos perguntar: Quantas pessoas conhecemos que verdadeiramente vivem plenamente alegres, satisfeitos? Mesmo cristãos? O padrão mais encontrado, que é abundante, mas não normal, é que sempre falta alguma coisinha, por um “triz” daria tudo certo. Acredito, que os valores escolhidos estão em desarmonia com a fé e a proposta de Deus. A plenitude de alegria, só é encontrada na comunhão com o Senhor e sendo ele a fonte do prazer e da satisfação do coração humano. Todos os tesouros, todas as conquistas e todas as metas ambicionadas, podem ser alcançadas e logo em seguida, outros podem quebra-los e a satisfação é muito passageira. Então se alegria e satisfação vem de “coisas” nunca seremos plenamente felizes ou alegres. Mas a Bíblia diz que na presença de Deus há plenitude dela. Outra palavra que me deixa boquiaberto é a expressão na tua destra delícias perpetuamente… O que te vem à mente ao falar e repetir essa expressão? Pode imaginar um lugar ou uma condição, estado de espírito de delícias perpetuamente? Isso, não pode ficar só nisso aqui, você e eu temos que pensar mais nisso, meditar mais e alcançar mais entendimento espiritual do que isso significa. Ore por discernimento, o que Deus quis e quer dizer com delícias perpetuas na sua presença. Eu quero, seja lá o que for e seja lá para o que for, é uma dica, uma pista deixada por Deus para a gente seguir e descobrir mais coisas, com certeza.

 

Pai, obrigado por utilizar pequenas frases, mas cheias de significado, que são verdadeiras pistas para que a gente fique curioso e queira se aproximar mais e mais de ti e descobrir as riqueza insondáveis reservadas para quem se aventura a novas descobertas. Graças, Espirito Santo por nos dar discernimento de que novas revelações estão disponíveis aos adoradores verdadeiros. Que hoje seja um dia de descobertas e revelações no coração de cada um dos teus filhos. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason