Engolidos Vivos

Meditação do dia 23/06/2015

Nm 16.30 “Mas, se o SENHOR criar alguma coisa inaudita, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao abismo, então, conhecereis que estes homens desprezaram o SENHOR.

Engolidos vivos – Entre os muitos fatos tristes e tenebrosos relatados pela Bíblia, dificilmente algum outro vai bater este. Um verdadeiro conto de terror! Ler hoje, com uma cabeça fria, depois de milhares de anos, parece apenas uma história triste, mas pensando nas pessoas que visualizaram ou presenciaram ao vivo, fica mais marcante. Uma verdade eterna e que não muda: Deus não gosta definitivamente de atitudes de rebeldia. Rebelião é algo maldito, do mau mesmo. Aqui, pessoas que foram beneficiadas com dádivas muito grande, privilegiadas, colocadas em posição de honra não só diante de suas famílias, mas de toda a nação; resolveram que tudo o que Deus lhes dera era pouco e eles queriam o que entendiam que deveriam ter e não satisfeitas com isso, promoveram uma rebelião, arregimentando mais de duas centenas de pessoas insatisfeitas e dispostas a criar tumulto. Sou cidadão de país, que alega ter a democracia como seu sistema de governo e de estruturação social; embora saibamos que todos tem direitos iguais, mas existe alguns mais iguais que os outros. Faço parte de uma comunidade de fé (Batista) que tem governo democrático congregacional, partido desde a igreja local até as maiores instancias denominacional. Diferenças, divergências, situação e oposição, fazem parte do processo. Todos podem, devem e tem o legítimo direito de opinião e manifestação; mas isso, não pode servir para legitimar maus modos e mau comportamento, desrespeito e deselegância. Podemos e devemos discordar, mas sem ser deselegante. Se a falta de decoro e o excesso de fervor emocional diante de uma discussão acalorada, já não é legal, imagina rebelião e sedição! Trabalhar em equipe, demanda trabalhar com o diferente, discordante e necessariamente não há mal nisso; quando não mais é possível seguir juntos, há maneiras saudáveis e honestas de separar e cada um seguir o seu caminho e ambos progredirem. Concorrencia é saudável, mas não precisa ser inimizade ou adversário. Quantos exemplos nos temos no mundo de seguimentos bem sucedidos que começaram juntos e em determinado estágio não deu mais e alguém saiu e começou algo como entendia e com o tempo se consolidou e provou estar certo no que propunha e a outra parte também continuou firme e prosperando, porque tinha princípios e valores bons. O ministério cristão, com suas múltiplas variedades, tem espaço para idéias novas, projetos novos, que se não puderem ser realizados onde se está, pode ser discutido formas abençoadas e saudáveis de criar novas alternativas. Cobiçar o espaço, o dom, o ministério do outro, não vem do mesmo lugar de onde vem a chamada e a vocação. É Deus, através do Espírito Santo quem chama e capacita; é a igreja como instituição e corpo, que reconhece, valoriza, treina e prepara – mas só o Espirito Santo vivifica! Quantos boas pessoas e ministérios temos visto ser engolidos vivos, descerem para a escuridão e morte, porque não souberam o seu lugar ou seu momento de fazer o deveriam ou poderiam fazer. Segundo o próprio Deus “… a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei. (I Sm 15.23). Tô fora!

Pr Jason

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