Difícil Conciliaçaão

Meditação do dia 26/08/2016

Sl 85.10 “A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.

Difícil conciliação – A mãe compareceu diante do rei para interceder pela vida do filho e humildemente pediu misericórdia; o rei em tom severo lhe replicou: “O seu filho merece justiça!” Então a mãe disse: “Não estou pedindo justiça, estou pedindo misericórdia!” Humanamente falando, estamos lidando aqui com uma alquimia impossível de dar liga, são quatro elementos distintos e claros que uni-los numa aplicação única é praticamente improvável. Mas sabemos que tudo aquilo que é impossível aos homens é possível a Deus. “Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus” (Lc 18.27). Estamos conscientes de vivermos no início do período chamado “Pós-modernismo,” fortemente fundamentado em sobre a bênção da máxima do construcionismo comprado da pedagogia, onde não há absolutos, tudo é relativo e uma questão de ponto de vista; assim, não há mais a verdade, mas “verdades” e a minha é tão certa quanto à sua e à de qualquer outro. Como cristãos, vamos enfrentar muitas lutas e dificuldades, mas é claro que não iremos engolir nada que tente arrazoar com verdades eternas e absolutas, imutáveis e perpétuas, como a Palavra de Deus, a Fé em Cristo, as doutrinas básicas da nossa teologia e etc. A igreja já passou nesses dois mil últimos anos, por vários embates e tentativas de varrê-la do mapa, desde o império romano, até à própria “igreja medieval,” a idade da trevas e as trevas daquela idade, o renascentismo, o iluminismo, a racionalismo, o industrialismo, o comunismo, o ateísmo intelectual e “Ns” outros adversários, e cá estamos esperando a volta de Cristo, em poder e grande glória. Quando tratamos de justiça e misericórdia, num se ganha o que merece e na outra o que não se merece, mas precisa e a graça de Deus torna isso possível. Em Cristo, Deus satisfez plenamente sua justiça e sua graça, imputando ao Cordeiro, os pecados nossos e ele levando no madeiro as nossas culpas, recebeu a justa sentença que o pecado merece; simultaneamente, nos fora imputado a justiça do Justo e a tão grande salvação, que a redenção pode garantir. A verdade é libertadora e a paz é possível sem ser circunstancial, mas resultado da vida de Deus implantada pela adoção em cada um dos filhos de Deus. Sem prejuízo algum para sua santidade e o seu caráter, o Senhor fez justiça e usou de misericórdia, aplicou a verdade e construiu a paz, reconciliando-nos consigo. Legal e judicialmente, o problema do pecado foi sanado e verdade permanece intacta para todo o sempre. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rm 5.1;8.1).

Senhor, obrigado por tua graça e misericórdia! Em nome de Jesus, amém!

Pr Jason

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