A Circuncisão de Isaque

Meditação do dia 21/05/2018

E Abraão circuncidou o seu filho Isaque, quando era da idade de oito dias, como Deus lhe tinha ordenado.”  (Gn 21.4)

A circuncisão de Isaque – Não vou nem discutir sobre a opinião de quem acha que seria dolorido demais fazer uma coisa dessas com um bebê de oito dias de nascido e que isso era desnecessário e até mesmo um ato de mutilação, tortura e absurdo em termos de fanatismo religioso. Sem contar os que diriam que Deus não estava envolvido nisso, e que para servi-lo e ser fiel não é preciso tudo isso. Quero crer que Abraão entendia o significado de uma aliança e o valor de uma palavra empenhada. Ele tinha entrado em aliança com o Senhor e o sinal ou símbolo estabelecido nessa aliança era a circuncisão de todos os do sexo masculino, à partir do próprio Abraão e na ocasião ele e Ismael foram circuncidados com todos os demais participantes do grupo dele. Agora, ele tinha seu próprio filho, um herdeiro em todos os sentidos, pois a aliança era também com seus descendentes e como tal, deveriam estar levando as marcas que eram a garantia da obediência aos termos da aliança. Para Abraão, era uma honra poder agora perpetuar na pessoa de Isaque a fé e os benefícios dela. Obediencia tem muito a mostrar, pela precisão, pela diligencia, pela alegria com que a pessoa se move para fazer aquilo que se espera ou lhe é pedido. Fazer o que Deus lhe havia pedido, dava prazer e como ele já agia pela fé, estava certo de que tudo se encaminharia. Na nova aliança viemos a entender que o valor da circuncisão não está na esfera material e física, mas sim na atitude do coração; enquanto eles demonstravam isso de forma visível, na carne mesmo, era para representar o que eles criam por dentro. Para nós, agora, nossas atitudes externas é que representam aquilo que é verdadeiramente valioso no nosso íntimo e onde só nós e Deus sabemos o verdadeiro significado. Paulo ensinou isso de forma muito clara: “Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão; Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne” (Fp 3.2,3). Irmãos, temos hoje, na Nova Aliança, um entendimento muito espiritual e preciso das verdades bíblicas, que expressam a vontade de Deus, do que se podia ter na Velha Aliança; para um cristão hoje dizer pode se alegrar e até se gloriar em Cristo e que ao mesmo tempo não confia na carne, significa muito em termos de crescimento e maturidade na fé. Sinais, símbolos, figuras, tipos e formas cerimoniais que tinham uma expressão muito forte e séria na Antiga Aliança, tem uma conotação diferente e pautada na graça de Cristo, mas uma coisa não alivia ou anula as responsabilidades da fé e da fidelidade a Deus. Aquilo que já sabemos que é a vontade expressa do Senhor, temos que agir em fé e assim os resultados seguirão os passos da obediência. Sempre!

Obrigado, Pai, por determinar caminhos bons, verdadeiros e que estão dentro de nossas possibilidades de realização. Contamos com sua graça e amor para obedecer sempre pela fé. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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