O Dia de Morrer

Meditação do dia 03/02/2019 

 E ele disse: Eis que já agora estou velho, e não sei o dia da minha morte;”  (Gn 27.2)

 O Dia de Morrer – Isaque estava velho e segundo ele estaria perto do dia de sua morte. Verdade? Ele não sabia o dia. Você sabe? Eu sei? Alguém sabe? Agora depois da história registrada de já se passaram muitos séculos, eu sei que ele errou feio na sua previsão. Mas concordo que ele acertou em tomar as providencias que tomou e com isso acirrou a rivalidade entre os filhos e influenciou o futuro deles. A quantidade de anos que ele ainda viveria  depois desses fatos é praticamente uma vida longeva nos nossos dias. Dá para se fazer muita coisa em oitenta e cinco anos. Mas o bom da vida é exatamente isso, Deus não ter nos dado a capacidade de saber por antecipação o dia da morte. Umas poucas exceções a isso, acontece e normalmente é com pessoas maduras espiritualmente e já com a vida resolvida, de tal forma que não altera muito os resultados. A maioria de nós não lidamos bem com informações importantes e privilegiadas, como essa, sobre o dia de morrer. Há um caso clássico, na Inglaterra de um senhor que recebeu do laboratório um resultado errado ou trocado, diagnosticando-o com apenas uns poucos meses de vida, Ele claro, se desfez de tudo e realizou os sonhos de viajar e curtir tudo o que gostaria de fazer antes de partir e assim também não deixaria nada para trás financeiramente falando. Mas só então, se descobriu que ele  era muito saudável e com amplas possibilidades de ter uma vida longa pela frente. Claro, ele entrou na justiça pelos danos causados pelo equívoco. Queen Latifa, protagonizou um filme com tema semelhante. Nossa meditação hoje, vai então girar em torno da realidade de cada um de nós, sobre o assusto. O que mudaria em nossas vidas se recebêssemos uma notícia certa de quanto tempo de vida ainda teríamos e claro, se resumindo em pouco tempo? Quais coisas que fazemos hoje e que imediatamente seria desvinculado de nossas novas práticas? Que coisas não fazemos hoje e que seriam imediatamente incorporadas em nossa rotina? Quais valores mudariam de posição em nossas escalas? Quanta coisa boa existe e para as quais “não temos tempo?” Isaque se viu no desejo de comer um belo jantar de carne de caça, caçado por seu próprio filho, para uma cerimonia exclusiva entre os dois, coisa de “pai e filho,” deixando de lado a esposa e o outro filho. Isso revela uma escala de valor e importância, não acha? O amor a vida ou o desapego a ela, conduz a atitudes diversas. Nossa fé e os ensinos de Cristo, nos coloca na condição de não amar coisa alguma, incluindo pessoas, acima dele. Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo (Lc 14.26). A sabedoria deve guiar-nos a viver de forma que agrada ao Senhor e sejamos úteis aos seus planos e propósitos, fazendo isso com excelência durante toda a nossa existência e não somente nos dias finais. Então, a questão não é quanto é o dia, mas como viveremos até chegar o dia.

Senhor, obrigado por hoje e pela oportunidade de louvar e glorificar a tua santidade. Esse é de fato o dia que o Senhor fez, para nos alegrarmos nele e regozijar nas bênçãos e dádivas que o integram, em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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