Problemas Com Noras

Meditação do dia 20/03/2019 

 E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.”  (Gn 26.35)

 Problemas com as Noras – Sogras, noras e genros são motivos de grandes discussões existenciais desde os primórdios da sociedade humana. As línguas pretas dizem que “feliz foi Adão, que não teve sogra e nem caminhão!” Nesse caso, também Eva se deu bem! Já os meninos deles tiveram que enfrentar uma jornada dupla os sogros deles, também era seus pais, aí não dá para dizer que alguém era igualzinho ao pai ou mãe, por era tudo farinha do mesmo saco, no bom sentido. Não acho que parte dessas brincadeiras são implicações de quem tem sangue latino, mas em outras partes do mundo também aparecem menções similares, até aí tudo bem, mas Jesus fez citações de problemas de relacionamentos causados por pessoas que adotam um postura de vida de fé nele, que confronta outros familiares. Porque daqui em diante estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. O pai estará dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra” (Lc 12.52,53). Se isso era profético para os dias futuros, ou seja, em nossos dias; também havia profecia no Velho Testamento que era os textos sagrados dos judeus e dos quais Jesus fazia uso. Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq 7.6). Todos esses textos aludem a questões de fé e fidelidade a Deus e seus princípios e membros de famílias que não se enquadram, causam divisões tais que nos tempos finais, isso poderá significar até mesmo delatar familiares em troca de benefícios do governo do anticristo, que pressionará a igreja remanescente. Mas voltando ao original no tempo de Isaque e Rebeca, ao mesmo tempo que estamos diante de uma questão de fé e adoração ao Deus verdadeiro, o Altíssimo, o Deus de Abraão e das alianças, e essas moças, eram de linhagens fora do apropriado para aquelas situação quando a nação ainda era embrionária, e as gerações iniciais, os pilares patriarcais precisam ser muito firmes, para formarem uma sólida base de fé e compromisso. Costumo dizer para os jovens em palestras e até individualmente, que “Todo bom rapaz” agrada a “qualquer moça,” e vice-versa. O escolhido/a cristão, precisa saber o seu lugar, seu valor e o significado da importância de suas escolhas. Alianças estranhas e que afrontam os princípios divinos, produzirão resultados indesejáveis no futuro. Para rebater os argumentos de sempre, precisamos lembrar que: Exceção não é REGRA e não existe namoro EVAGELISTICO. Ainda que encontremos as exceções nas Escrituras, elas permanecem como exceção e as recomendações divinas precisam prevalecer sobre nossos interesses. Não se trata de que evangélicos são bons e não evangélicos são ruins ou esses são santos e aqueles são profanos ou racismo, preconceito ou discriminação. O cristão sabe que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita e que ele é infinitamente sábio para frustrar seus próprios planos. Ele vê o todo e sabe as razões e nossa fé diz que ele não precisa se explicar e cabe a nós obedecer e confiar. Esaú, o bonitão do papai Isaque nunca levou a sério as questões espirituais e as alianças com Deus; por isso mesmo não se deu o cuidado de buscar orientação e obediência aos pais. O relato diz que não nada de implicação de sogra, com ciúme do filho, ou mesmo do sogro; pois o queridinho da mamãe Rebeca era Jacó. O texto diz: E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.” Os pais tem que lidar com as escolhas dos filhos adultos e nem sempre elas são escolhas maduras, espirituais e dentro da vontade de Deus e dos padrões que foram ensinados. Agora é a oportunidade de exercitar as demais virtudes da fé, como paciência, tolerância, renúncia e especialmente separar a pessoa do filho de seu comportamento. Precisa-se abençoar a identidade e corrigir as atitudes, e cuidado para não tolerar as atitudes erradas por receio de amaldiçoar a identidade. Amamos a pessoa e rejeitamos o pecado dela, como Deus faz.

 

Senhor, nós precisamos de amadurecimento e discernimento para imitar ao Senhor na condução de nossas vidas e especialmente na correção e disciplina da formação de nossos filhos. Eles são bênçãos, herança do Senhor e é um privilégio cuidar deles como missão de vida e prepara-los para atingirem seus alvos, pois para isso foram criados por ti com um plano e propósitos muito especiais. Somos mordomos e parceiros nessa jornada e queremos ser fiéis e glorificar ao Senhor através da vida de nossos filhos. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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