O Que Farei?

Meditação do dia 04/04/2019 

“E disse-lhe o servo: Se porventura não quiser seguir-me a mulher a esta terra, farei, pois, tornar o teu filho à terra donde saíste?” (Gn 24.5)

 O Que Farei? – Sem querer fazer chover no molhado, reitero o quanto sou fá desse rapaz, servo de Abraão; grande garoto! As palavras sábias do rei Salomão, muitos séculos depois, só confirma a máxima de que não há realmente nada novo debaixo do céu. Quando se trata de relacionamento de liderança, ou mesmo só em questão de cumprir tarefas delegadas, um grande princípio da boa administração que os dias modernos trás e os palestrantes, couchings, motivadores, especialistas em busness e etc e tal, ganham uma grana preta e ficam famosos porque “descobriram a América,” na verdade nada mais estão fazendo do que reiventando a roda. Eliézar já pratica isso nos dias de Abrão e provavelmente ele não é o autor desse princípio. Estou falando sobre a necessidade de perguntar a quem delega um trabalho, o que ele espera quando o tal trabalho for finalizado. A questão é até simples: alguém me dá uma tarefa a ser cumprida e eu não pergunto o que ele espera ver como resultado final; ele corre o risco de ao receber a tarefa finalizada, ela não ser exatamente o que ele esperava ou ordenou que se fizesse. É Sábio, a quem recebe a tarefa, indagar: o que de fato você espera ver ao final? Pode ser que até eu tenha entendido de modo diferente e executado como entendi e nada tem á ver com o que estava na mente da outra pessoa. O mordomo de Abraão, sabia do peso e da importância da tarefa de viajar ao exterior, numa caravana por vários dias, encontrar uma moça de determinada família e a convencesse a se casar com alguém que ela nunca tinha visto ou tinha informações. E se ela não ou alguma de todas as possibilidades de pretendes que preenchiam os requisitos, não se interessasse por isso? Se Ela fizesse uma contra-proposta: “Se ele vier morar aqui, até que dá… ou se ele vier pessoalmente para eu conhecer… essas e outras possibilidades poderiam surgir e estando lá longe, o que o servo faria? Lembremos, que ele não tinha celular, telefone fixo, que permitisse comunicação em tempo real, ou mais imediato possível. Foi pensando possibilidades futuras que ele apresentou já uma alternativa primária: Levo Isaque lá? Isso ainda significava, voltar de Harã sem a moça e fazer nova viagem agora levando o pretendente. Abrão já entendera a preocupação do servo que demonstrava a seriedade e a responsabilidade dele e lhe antecipou, que não haveria plano B, Deus fará prosperar seu caminho, e se não der certo, assim, trabalhariam com outra alternativa, que não incluiria levar Isaque para Harã. Também coube a Abraão como senhor prudente e responsável, já deixar para o servo que ele estaria desobrigado do juramento, caso a moça não se propusesse a vir como ele. Isso mexeu muito comigo, quando aprendi esse princípio e podem estar certo, a primeira pergunta que me veio na hora, foi: O que Jesus espera de nós, igreja, sobre o resultado final da “Grande Comissão?” Isso ainda martela no meu interior, porque sou pastor, sou líder e sou consciente da minha vocação e ministério. Isso é para pensar, por hoje.

 

Senhor, não posso fugir da minha mordomia e das responsabilidades com o que me foi delegado por ti. Reconheço: preciso de ajuda e muita! Obrigado, Espírito Santo, por guiar a mim e aos filhos de Deus nessa grande jornada. Graças, pelos dons e oportunidades. O Senhor espera fidelidade, e faremos isso, em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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