Branco é Bom?

Meditação do dia: 27/02/2022

“E disse-lhe mais o Senhor: Põe agora a tua mão no teu seio. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve.” (Êx 4.6)

Branco é Bom? – Convenções – Já ouviu essa palavra? O Dicionário Oxford traz os seguintes termos: acordo sobre determinada atividade, assunto etc., que obedece a entendimentos prévios e normas baseadas na experiência recíproca. “convenções de sinais.” Prática, técnica ou recurso adotado ou estabelecido em determinadas atividades, especialmente. as artísticas. Ou seja, algo convencionado é tido por verdade e deve ser o padrão mais aceito. Por exemplo: Branco é paz – Azul é bom (no Brasil) – Verde é esperança – e em praticamente cada área tem verdades convencionadas que são meros acertos grupais ou regionais. Quando eu era criança, éramos ensinados que ao entregar uma faca a outra pessoa, o certo era pegar na lâmina e a pessoa pegaria no cabo. (sinal de confiança e não agressividade). Não estou pensando em colocar em dúvida ou apresentar uma nova versão sobre algo “branco como a neve;” nos registros de praticamente qualquer lugar, a neve é o parâmetro máximo para a brancura; nada é mais branco do que a neve. Em praticamente toda a Bíblia essa expressão significa isso, e está convencionado assim. O profeta Isaías fez uso da expressão para descrevera incrível capacidade de Deus perdoar os pecados e purificar uma pessoa, que alvo mais que a neve se oporia a vermelho ou carmesim. Vinde então, e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã (Is 1.18). Uma outra descrição similar mas com significado diferente está em Apocalipse, no primeiro capítulo, quando João recebe a revelação que descreve as qualificações de Cristo para ser o Redentor suficiente e capaz. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo (Ap 1.14). Os cabelos e a cabeça de Cristo são descritos como extremamente brancos, como a lã ou como a neve. Aqui a descrição é de maturidade e experiencia suficiente para realizar a tarefa a que se propõe. Lá no deserto na experiencia de Moisés, ao retirar a mão do seu próprio seio ela se encontrava completamente tomada por lepra, em estágio avançado, de modo que a comparação com a brancura da neve, apenas significava que sua mão estava completamente contaminada, de modo que não haveria dúvidas em qualquer exame que se submetesse; até um leigo saberia daquela condição. Aqui, o “branco” não está associado ao mau ou mal, mas a uma condição de diagnóstico ou conclusão.

Pai amado, graças te rendemos pela tua fidelidade de caráter e a bondade do teu coração, que nos ama incondicionalmente e continuas generoso e doador. As nossas experiencias são importantes para nos ensinar, mas são as tuas palavras que validam e as tornam úteis e verdadeiras. Ao revelar a tua vontade de forma escrita aos homens, é evidente que utilizas as formas e os termos humanos que descrevem bem as suas experiencias e facilitam a compreensão. Palavras de Deus em forma de linguagem humana, mas pura e verdadeira, eterna tal qual o nosso Senhor. Somos gratos por ela e por tudo o que ela produz e realiza em nossas vidas. Em nome de Jesus, apresentamos a nossa gratidão e reconhecimento. Amém.

Pr Jason

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