Alegria de Servir a Deus

Meditação do dia 29/07/2015

Dt 16.11 “Alegrar-te-ás perante o SENHOR, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome.

Alegria de Servir a Deus – Quem não gosta de alegria, festa e celebração? Todos, claro! Uns mais e outros mais ainda, mas ser alegre, estar feliz e muito bom e até terapêutico. Deus tinha essa idéia para com o seu povo, naquele tempo. Os planos de Deus, para as pessoas, incluem alegria e felicidade. Não à qualquer preço ou ou a qualquer custo. Eles receberiam uma herança grande, como nação, que seria subdividida em doze fatias para cada uma das tribos e depois distribuídas entre clâs familiares e individuais. Todos tinham o seu quinhão, exceto os sacerdotes e levitas, que seriam beneficiados de outros modos. Cada um desenvolveria suas habilidades e vocações e produziriam o suficiente para si e para o progresso de todos. 480 aos depois, quando Salomão iniciou a construção do templo, no quarto ano do seu reinado, sendo ele o terceiro rei de Israel, a nação já era modelo de desenvolvimento e administração, de modo que servia de modelos para outros reinos, como da Etiópia, que era uma potencia mundial naqueles tempos. (muito parecido com o Brasil, com seus 515 anos…). Deus disse a Moisés que registrasse a ordem, para eles alegrassem perante Deus. Não acredito que fosse “alegria por decreto!” Era, na verdade, dado condições de produzirem, colherem e criarem condições dignas e com isso, proporcionassem bem estar a todos. A ordem, era para fazerem grandes festas coletivas, de nível nacional, onde estivesse sediado o tabernáculo, que era o centro de espiritualidade e fé da nação. Interessante, que Deus reivindicava que essas celebrações distribuísse alegria a toda a população: Pais, filhos, filhas, e não ficava de fora, o que hoje fazemos por decreto de lei, a inclusão social para pessoas necessitadas ou em condições menos favorecidas. Lá era direito de órfãos, da viúva, dos servos e servas e os levitas, ministros que serviam nas atividades de culto e fé. Isso é modelo de gestão eficiente e produtiva que nossas igrejas precisam rever e produzir resultados melhores na inclusão e na produção de condições de felicidade e bem estar. Digo, as igrejas, por que o estado já tem isso em suas leis e normas, mas ele está tão inchado e gordo, que se torna ineficiente; estamos vendo a impotência do estado em cumprir os compromissos básicos de suas obrigações, como educação, saúde, segurança, justiça e etc. Não podemos esperar tudo dele, e temos criatividade e eficiência como iniciativa privada, para cuidar melhor e fazer bem feito. Como anda a satisfação nos círculos que você frequenta? Você está feliz e realizado, com Deus, trabalho, família e tudo o que torna sua vida agradável e produtiva? Pensemos nisso!

Pr Jason

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