O Rei não pode ser EEstranho

Meditação do dia 30/07/2015

Dt 17.15 “estabelecerás, com efeito, sobre ti como rei aquele que o SENHOR, teu Deus, escolher; homem estranho, que não seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti, e sim um dentre eles.

O Rei não Pode ser Estranho – Como todos os aspectos de uma nação organizada e progressista, aquele contingente de pessoas, peregrinos num deserto por quarenta anos, sob uma liderança de Moisés e auxiliares e dependendo de consultas a Deus para tomar medidas, iria amadurecer, se tornar nação e andar com as próprias pernas. Foi então que Moisés trouxe a mensagem de que um dia eles iriam sentir a necessidade de formar um governo e a ideía mais comum era de uma monarquia, porque também era o sistema mais vigente no mundo e eles foram criados conhecendo esse modelo de gestão. Eles poderiam ter inovado e adotado um sistema diferente, ou até inovador para a época; mas é muito forte no ser humano, o desejo de ser um pouco parecido com os pares ao redor. Gosta-se muito de copiar, imitar o vizinho bem sucedido. Nações bem sucedidas servem de modelo, ainda que seja bem sucedido apenas na cabeça de uma elite que queira implantar semelhante sistema, mas com o seu “jeitinho.” Para apenas informação cultural, nessa mesma época, em que os judeus estavam entrando em Canaã, para começarem suas vidas como nação; não muito distante dali, no mediterrâneo, os gregos estavam no auge de sua civilização, como a conhecemos e como ficou na história. Fídias, estava construindo o famoso Parthenon de Atenas. Era um modelo de “Democracia.” Que modernamente virou febre no mundo agora à pelo menos dois séculos. Regra que faz parte da constituição de todo pais, que eu saiba: Para ser governante, precisa ser cidadão nato. Olha isso aí, na Bíblia! O contexto ensina que entre as proibições primárias ao futuro rei, havia duas coisas: Cavalos e Mulheres – explico: Ele, o rei, não deveria multiplicar cavalos e nem ser polígamo, encher a casa de esposas e amante e concubinas etc. Os cavalos na época era a medida da força de um rei, em termos militares. Ter muitos cavalos, significaria que sua confiança em governar e proteger a nação estaria nas suas mãos e não em Deus. Além de que a manutenção desse sistema é dispendiosa e recursos úteis para custear o bem estar da população, estaria se queimando em ações de guerra e também sacrificando vidas em campos de batalhas; ser pacifista e uma nação não belicosa é mais viável até economicamente. Já as mulheres, a versão, é a mesma moderna, para evitar a imoralidade, promiscuidade e garantir um modelo de família que justificaria a mais bendita de todas as esperanças daquela nação, que seria o nascimento do Salvador, o Messias. Esse seria o maior legado da nação judaica ao mundo. Podemos até dizer, que eles existiram para cumprir esse propósito. Toda pessoa, nasce para cumprir um propósito especial, individual e personalizado, e juntos, como comunidade cumprimos propósitos maiores e como nação também. Por isso é muito importante você e eu termos uma noção exata da nossa identidade e destino. Senão ficaremos vagando aqui, sem saber o que fazer e no fim das contas não fizemos o que viemos para fazer. Ruim para nós, ruim para outros que seriam abençoados pela nossa vida e sobrecarga para alguém que terá que fazer parte da nossa missão. Qual é a tua? Se mexa! Não vá pensar que veio aqui à passeio!

Pr Jason

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