O Povo da Terra

Meditação do dia 23/03/2016

Ed 4.4 Todavia o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá, e inquietava-os no edificar.”

O povo da terra – Ao estudar os livros de Esdras e Neemias, foram escritos nos dias do retorno dos hebreus à Palestina, e por pessoas que foram autoridades e líderes entres eles, podemos aprender muito sobre administração, gestão e outras áreas importantes para a vida da igreja e nossas vidas pessoais. Esdras era um Sacerdote e Escrita profundo conhecedor das Leis de Deus. Neemias veio à pedido pessoal, nomeado pelo ri como Governador. No contexto do capítulo de hoje, percebemos uma guerra fria à princípio, mas acirrada depois e dois povos distintos lutando por objetivos diferentes; o povo de Deus, trabalhando para reconstruir suas vidas e para isso, precisavam reconstruir suas casas, seus edifícios, seu sistema de  administração e sua vida como nação novamente. Do outro lado, o povo da terra, ociosos, oportunistas e aproveitadores de ocasião, tentando se passar por amigos e interessados em ajudar, quando na verdade, queriam mesmo era entrar para sabotar de dentro para fora. Esse dualismo clássico só pode ser percebido por quem tem maturidade e discernimento espiritual. As manifestações das pessoas revelam o caráter e suas intenções, sempre veladas e disfarçadas para atrair a atenção e conseguir acesso à vida e intimidade alheias. Sempre que as pessoas de Deus iniciam um projeto, aparecem os “povos da terra,” com ofertas de amizade e cooperação e necessariamente não são boas ofertas, apenas atraentes e vantajosas. Esse povo da terra, estava ali, muito antes dos hebreus terem ido para o cativeiro à setenta anos, pois a parte deles em Israel, foram dispersos bem antes. Eles nunca se preocuparam com melhorar nada, não investiram nem mesmo em restaurar algumas casas e construções para uso próprio; nunca se envolveram com o culto a Deus, pois serviam a toda a vastidão de cultos idólatras existentes na Palestina devastada. Qualquer “deus” para eles era digno de culto e serviço. Não tinham uma identidade definida de fé e muito menos compromisso com a verdade das Escrituras. Mas agora, viam uma oportunidade de lucrar ou se misturar para ver o que poderiam ganhar. Amizade e boas relações devem ser cultivadas e mantidas sempre com todos, isso básico na nossa fé, pois o nosso Deus não faz acepção de pessoas. Mas daí, para misturar nossas práticas de fé num sincretismo religioso, onde se alega, pegar o melhor de cada uma e fazer um grande apanhado, na verdade, um grande caldeirão místico, é outra coisa, e não devemos embarcar nisso, nunca. Quando se mistura diferentes potenciais e nivela pela média, a tendência natural é que os melhores saem perdendo, ou se nivela por baixo; e quem não tem nada a oferecer, só tem a ganhar. O povo de Deus, recusou e pagou o preço, pois passaram a ser pressionados, incomodados, ameaçados até chegarem as acusações falsas e caluniosas diante do rei e veio a interdição real das obras de restauração. Quem está interessado em ajudar e construir, se for lhe negado a participação, ele respeita e aguarda o tempo e a oportunidade. Quando se vê passando da oferta amistosa e facilitadora, para oposição sistemática e ideais de destruição, já se sabe que as intenções iniciais eram falsas. Outra coisa: Certas obras, serviços e tarefas dadas por Deus, ou de obrigações de nossa fé, são de nossas responsabilidades, não de outras pessoas, ainda que amigas e boas pessoas. Exemplo: A ordem de anunciar o Evengelho – Foi dada por Cristo, aos “seus discípulos” e ele prometeu estar com eles e suprir-lhes o necessário para cumprir essa tarefa. Não é função do estado, de entidades e fundações etc. É da Igreja. A mistura do povo de Deus com o povo da terra, é legal, construtiva e abençoadora, quando o alvo é o testemunho do amor de Deus e o exercício do ministério de ser sal e luz, influenciar! juntos e misturados, só para viver o amor de Deus!

Obrigado Pai amado, pelas amizades e relacionamentos saudáveis que podemos cultivar e produzir testemunho de vida e da graça do Senhor. Graças Senhor, pela tua capacidade de suprir e bancar o desenvolvimento da tua obra na face da terra. O Senhor prometeu uma igreja forte e ativa, capaz de resistir e nem mesmo as portas do inferno poderiam detê-la; e assim ela tem sido e permanecido até hoje. O que o Senhor chama e considera tua igreja, é a noiva, os remidos, lavados no Sangue e santificados na Palavra da verdade. Conceda ousadia aos teus servos que estão batalhando em campos difíceis e sob forte oposição do mal. Renova o ânimo e as forças dos teus servos que estão sendo fiéis mesmo diante da face da morte e não têm negado o teu nome e o teu testemunho. Oramos pela igreja perseguida, mas vitoriosa, batalhadora e sobrevivente por amor da tua causa. Em nome de Jesus, amém!

 

Pr Jason

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