As Fontes de Calamidades

Meditação do dia 17/09/2016

Sl 107.33,34 “Ele converte os rios em um deserto, e as fontes em terra sedenta; A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam.

As fontes de calamidades – Costumo dizer que “tudo que é demais, passa!” E isso é válido para aplicação nos estudos da vida e as percepções que ela proporciona. Algumas coisas inseridas nos textos sagrados, são dignas de cuidadosa observação, onde podem ser aplicadas. Uma dessas citações esparsas, é sobre pessoas sábias e experimentadas em conhecer os tempos. “E dos filhos de Issacar, duzentos de seus chefes, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, e todos os seus irmãos seguiam suas ordens” (I Cr 12.32). Duzentos homens especializados em estudar e interpretar o tempo e suas observações eram levadas a sério pela população e autoridades ao tomarem decisões. Eram levados mais à sério do que levamos as previsões do tempo nos nossos telejornais. Quando lemos a Bíblia, vemos história de pessoas e situações que foram afetadas por crises de secas ou escassez de chuvas e apontadas como causadas pelos pecados e desobediência dos povos. Os pecados e as maldades deles refletiam num situação de calamidade para todos. Nos dias atuais, deixamos as explicações todas para o campo da natureza e de suas reações normais ao meio ambiente e fatores meteorológicos. Sempre que acontece uma tragédia, algo que produz comoção social, todos se põe à perguntar: “O quê?, Por quê? Como Pode? É justo?” Nosso autor, nesse salmo, convida as pessoas a reconhecerem a bondade de Deus e seus múltiplos livramentos constantes em suas vidas. Sempre que estão em aperto, os homens apelam para Deus e sempre são socorridos e logo em seguida, suas vidas voltam aos mesmos padrões de antes. Ao concluir o seu poema ele mostra que Deus é capaz e faz o que temos visto ao longo da história, transformando lugares maravilhosos e produtivos em regiões completamente estéreis e improdutivas; onde havia abundantes águas, com fontes e nascentes, se tornam em desertos e áridos locais impróprios para a vida; e tudo isso por causa das maldades dos seus habitantes. Nos tempos do profeta Oséias, ele e sua família foram dados como exemplo de como a nação estava agindo diante de Deus e numa declaração mais do que clara O Senhor disse: “Ela, pois, não reconhece que eu lhe dei o grão, e o mosto, e o azeite, e que lhe multipliquei a prata e o ouro, que eles usaram para Baal. Portanto tornarei a tirar o meu grão a seu tempo e o meu mosto no seu tempo determinado; e arrebatarei a minha lã e o meu linho, com que cobriam a sua nudez (Os 2.8,9). Entendemos que Deus é Senhor e dono de todas as coisas, incluindo nossas capacidades individuais, coletivas e nacionais; a prosperidade em todos os sentidos é fruto da bênção do Senhor, para outras finalidades sejam alcançadas e quando as pessoas e as nações se apropriam de tais bênçãos e usurpam para si mesmas e desviam para se autoglorificarem ou mesmo atribuir à ídolos e deuses falsos esses bons resultados, aquele que tudo pode exerce o seu direito de senhorio e fecha as torneiras e muda o tempos e as estações e em questões de dias todo o cenário é modificado. Você pode ver isso acontecendo no Brasil? No mundo? Assim também acontece com indivíduos e famílias. Quero fechar com o texto mais conhecido e utilizado na hora que a coisa tá feia: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (2 Cr 7.14). Quem disse isso, foi Deus, dizendo diretamente ao Rei Salomão, para a nação de Israel. Para Deus sarar a terra, o povo de Deus, tem que se arrepender dos seus pecados e abandonar os seus maus caminhos, aí, Deus ouve dos céus e sara a nossa terra. A igreja está diretamente envolvida nos pecados a serem confessados e abandonados e na intercessão para cura e restauração da terra.

Senhor, Tu tens razão, e a tua Palavra é a verdade, somos culpados diante de ti, por tantos pecados abomináveis, como idolatria religiosa, artística, esportiva, de entretenimento; somos amantes de nós mesmos e egoístas em extremos; nossos pecados sociais de abandonar, crianças, jovens e idosos em situações de miséria e escravidão; nossos príncipes são corruptos e nossos governantes, aproveitadores e desviam os recursos e os meios em que os menos favorecidos seriam atendidos e socorridos. Nossas leis são claramente feitas para acobertar o mal e perpetuar a injustiça. Não é só simbólica, mas literalmente nossa justiça é cega de propósito e de intenção. Os teus ministros não tem se mantido isentos e santos, mas muitos se deram ao mercantilismo e a exploração da boa fé dos desiludidos e desesperançados. Ensinam por dinheiro e os ditos ministros do teu louvor se enriquecem apresentando cânticos vazios e mensagens ocas de significado. Nossos pecados são muitos, mas estamos aqui, para admitir e confessar e pedir o perdão e a purificação no sangue de Jesus. Nos propomos ser povo diferente, igreja diferente, para participarmos de um reino diferente. Purifique, Senhor o meu coração e me conceda a graça de andar em novidade de vida e nos valores da tua Palavra. Concede aos teus justos uma unção especial para prevalecermos nesses dias difíceis e dissimulados. Em nome de Jesus, o justo juiz que irá nos pedir contas e julgar com justiça! Amém.

Pr Jason

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