Outras Fontes de Confiança

Meditação do dia 20/01/2017

 Is 31.1“Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro e se estribam em cavalos; que confiam em carros, porque são muitos, e em cavaleiros, porque são mui fortes, mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor!.

 Outras fontes de confiança – Não raro me pego pensando em como era a vida do povo de Deus, Israel na vida diária das pessoas, das instituições de governo, comércio, famílias e tudo o fazemos no nosso dia a dia. Parece que a concepção deles de reino de Deus, não tem o peso religioso que damos a nós mesmos em se pensando em igreja e servir a Deus. Paro para observar até mesmo na vida de Jesus, que é o nosso maior exemplo de liderança e ninguém entende mais de reino de Deus do ele, pois Ele é Deus, é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores; não creio que haja alguém que entenda mais de adoração, receber adoração do que ele também. Ainda mais, dependência do Espírito Santo, certamente não há parceiro mais firme do foram os dois nos dias terrenos do mestre. Entender o tempo das promessas e profecias, quem mais sabe disso tão bem, se ele foi quem as proferiu e ele é o senhor dos tempos! Estou dizendo isso, porque observando os passos do Senhor aqui na terra, com os discípulos e nos seus ensinamentos, dificilmente alguém diria que Jesus era um religioso contumaz, que levava isso muito à sério! Não é interessante notar que Jesus viveu cerca de 33 anos, sendo que só os últimos 3 anos e meio e que foram propriamente gastos no ministério, cultivando um ministério público onde atendia a todos, ensinava e curava e fazia grandes discursos de ensino; teve um ministério particular, ligado diretamente aos doze discípulos que posteriormente nomeara como apóstolos; por vezes ele falava ao povo, mas de olho e com propósitos restritos no pequeno grupo e até interpretava dava explicações melhores em particular a eles. Para esse pequeno grupo fora reservado certos atos mais íntimos e revelações mais detalhadas do rei, do reino e do futuro. Mas ele não agiu, ou instruiu a ninguém deles a destruir qualquer das instituições existentes, e olha que algumas delas eram coisas de matar! Jesus não escreveu um, livro, uma postila sequer; não foi a um seminário quer para estudar quer para dar aulas; não fundou nem uma igreja, nem missão, nem ong; não se envolveu com sistema educacional, política ou religiosa dos seus dias; ele frequentava o templo, sinagoga, tinha e visitava amigos, pagava impostos, gostava de crianças, tinha muito boa noção de tempo útil para trabalhar, descansar, orar e estar disponível para atender pessoas. Não mostrou desprezo por nenhuma instituição e nem pelas pessoas nelas envolvidas, só não engolia o mau uso do poder e autoridade em benefício deles mesmos e o uso das leis e lugares sagrados para fins egoístas e mesquinhos; não problemas com ricos e nem com pobres, não optou por nenhum lado da disputa, mas foi sério em exigir honestidade e retidão em todos os procedimentos. Por que estou falando isso? Porque vivemos uma distancia entre o que vemos nas páginas da Bíblia e a prática extremada, para um lado ou para o outro; de um lado tem pecado demais, até pensar em não pecar já é pecado e do outro lado, nada e de jeito nenhum é pecado; de um lado, Deus faz conta e vai requerer até pedaços de cabelo e unha que foram cortados ou enfeitados e por outro lado, não tem limite algum é um vale tudo…em certos círculos a vida é muito preciosa e deve ser guardada e por outro ela é só um detalhe, e em nome do reino ou da vontade de Deus, pode ceifar tudo e qualquer coisa, quem cruzar o caminho é inimigo do reino é infiel e pode ser detonado. Não estou me referindo a Cristãos X muçulmanos; Ateus X cristãos; Os da fé X Os do mal. O texto de Isaías mostra que Deus não tinha problemas com quem quer que seja ter um exército, ter uma cavalaria, infantaria, tropa de elite… fazer alianças com vizinhos e nações amigas. Ali é contestado a confiança NESTAS COISAS, deixando Deus de lado e buscando soluções humanas para situações que eram da alçada divina. Como vemos hoje. As instituições precisam da nossa confiança, terem credibilidade, mas elas não substituem Deus e não são respostas para fé. Unir e misturar atos de governo e o próprio governo com religião é ruim e perigoso, mas destituir Deus e inadmitir sua existência e seu poder publicamente, é erro mais grave ainda. Nós, o que faremos? Estamos aqui para ser Sal e Luz – precisamos fazer a diferença, para o bem!

 

Obrigado Pai, pois certamente do modo como idealizaste é o melhor e o mais produtivo e Jesus demonstrou que isso é plenamente possível e viável. Te peço sabedoria e graça, para viver isso como pessoa, e também ajudar aos outros na compreensão da tua vontade. Em nome de Jesus, amém.

 

Pr Jason

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