Como Um de Nós

Meditação do dia 11/02/2017    

  Is 53.3 Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

 Como Um de Nós – Tratando igualitário é as vezes justos e em outras completamente injusto; até dizem em relação aos pais que uma das coisas mais desiguais que eles cometem é tratar iguais todos os filhos. Em termos até divertidos e jocosos, os brasileiros alimentam a chamada “Guerra dos sexos,” onde a ambos os lados puxam a brasa para o seu churrasco, pois as mulheres afirmam que todos os homens são iguais e eles, claro não entendem, se são todos iguais, porque então elas escolhem? Do outro lado os varões afirmam que elas são tão são todas iguais e só variam o endereço, e igualmente eles vivem fazendo escolhas; não dá mesmo para chegar a um acordo. Mas levando o assunto para um campo mais importante, em termos de condições espirituais aí sim, todos os homens foram nivelados por baixo por causa dos seus pecados e vida alienada de Deus. Quando o Messias profetizado foi apresentado por Isaías, ele foi colocado “como um nós!” Como assim? Entre as tantas nuances que se pode inferir e afirmar sobre sua pessoa, se papel entre os homens, a revelação bíblica não o coloca em vantagem sobre os demais humanos. Ele não era de estatura tão avantajada como o rei Saul; não era tão belo e celebrado como Absalão e sua cabeleira; não era um fortão musculoso como se deduz de Sansão; não era ágil e atleta como Azael, um soldado de e primo do rei Davi, descrito como muito veloz; não seria um atirador tão bom de pontaria, como um daqueles quatrocentos benjamitas, que atiravam pedras com uma funda em fio de cabelo e não erravam; Não deveria se parecer com um gênio das letras e culturas como Saulo de Tarso; também não creio que era um baixinho como Zaqueu! Como era então? Como um de nós, um homem comum, que no meio das multidões e na vida do dia a dia não chamava a atenção. Até existe descrição que demonstra que pessoas ficavam até admirados quando ele se revelou no início do seu ministério, pois até então era apenas Jesus, o filho do carpinteiro José e da dona Maria ali de Nazaré. E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas? e que sabedoria é esta que lhe foi dada? e como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele (Mc 6.2,3). Tanto isso é verdade, que as autoridades religiosas na época da sua prisão e morte, tiveram que subornarem um dos seus para que pudesse traí-lo entregando-o. Na ocasião lá no Jardim, Judas chegou e beijou a Jesus, como sinal identificador de quem era o mestre entre os discípulos. Hoje, graças a sua obra redentora, “como um de nós” já tem outro significado. Ser um com o filho de Deus, ser um no Corpo de Cristo, já é uma distinção enorme e que nos diferencia muito dos demais. Viva essa experiência de “ser um como nós” dentro da Nova Aliança.

Graças, Senhor, por ter aberto mão de quem tu eras de fato, para que hoje possamos ser quem de fatos somos. Obrigado pela nova identidade, pela nova vida e os novos propósitos que vão muito além do que podemos ver, sentir ou perceber apenas com os sentidos físicos. Obrigado por dar uma fé poderosa e uma esperança que não se desvanece. Obrigado, por ser um como nós e agora podemos ser um como o Senhor! Amém!

Pr Jason

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