Monte Sinal – A Revelação de Deus Pai

Meditação do dia: 13/01/2022

“E disse: Certamente eu serei contigo; e isto te será por sinal de que eu te enviei: Quando houveres tirado este povo do Egito, servireis a Deus neste monte.” (Êx 3.12)

MONTE SINAI – A REVELAÇÃO DE DEUS PAI – Vamos abordar aqui, uma questão doutrinária, mas também histórica, pois desde a manifestação de Deus à Moisés naquela sarça ardente, antes da libertação dos filhos de Israel do cativeiro egípcio, até um próximo encontro no mesmo Sinai, e o futuro longo e promissor de Israel como povo escolhido, até mesmo a vinda do Messias e seu sacrifício definitivo lá na cruz, e a chegada do que chamamos de “Era da Graça,” ou o tempo da Igreja, começando com o “Dia de Pentecostes,” tudo tem à ver conosco e com as bênçãos subsequente, às promessas da vinda do Espírito Santo e o poder prometido para essa igreja realizar o seu trabalho, ou como queira: A Grande Comissão. Como sou Batista de Renovação Espiritual, é de se esperar que acredito no que muitos chamam de “segunda bênção”, ou a atualidade dos dons espirituais. Se bem que hoje, já estávamos com dúvidas sobre a primeira bênção; já que temos mais gente convencida do que convertida dentro das nossas igrejas. Deixa prá lá. Após a libertação do povo de Israel do jugo da escravidão no Egito, Moisés, orientado por Deus com os sinais da coluna de nuvem, de dia, e da coluna de fogo, de noite, guiou o povo em direção ao Monte Sinai, palco da primeira e sobrenatural manifestação da divindade. O Senhor vai se manifestar diretamente a Israel; esta é uma cena memorável. O povo é ordenado a se purificar em preparação de três dias para uma visitação sobrenatural. Eis a descrição do que aconteceu: O monte Sinai estava todo coberto de fumaça, pois o Senhor havia descido em forma de fogo. Nuvens de fumaça subiam ao céu, como de uma imensa fornalha, e todo o monte tremia violentamente. Enquanto o barulho da trombeta aumentava, Moisés falava e Deus respondia com voz de trovão. O Senhor desceu sobre o topo do Sinai e chamou Moisés para o alto do monte, e ele subiu (Ex 19.18-20). Moisés sobe ao Monte e recebe das mãos do Senhor as duas tábuas contendo os mandamentos. Também nessa permanência de quarenta dias na presença do Senhor ele recebe oralmente a Lei pormenorizada e as instruções para a construção do tabernáculo e da arca da aliança. Eis o evento do Sinai com as suas duas partes bem distintas e definidas: Primeiro, o evento em si, o fato histórico: O momento que marcou a vinda especial do Senhor, com fogo, trovões e tremor do monte. Segundo, a consequente dádiva da lei. O fato histórico realizou-se no dia e não mais se repete. A dádiva da lei, essa continuou como patrimônio de bênçãos para os israelitas, não somente daqueles que assistiram ao ato, mas de igual modo para as gerações futuras. O Sinai, como símbolo dessa manifestação e revelação divina, nunca mais se repetiu ou se repetirá, é fato histórico, mas a Lei e sua validade como Palavra de Deus, é permanente e compõe o todo da revelação soberana de Deus, que tanto tem abençoado o povo de Deus. Amanhã, falaremos sobre o Calvário, com seu fato histórico e seu legado espiritual eterno, como a grande revelação de Deus, o Filho.

Senhor, obrigado por conceder aos teus filhos, a graça de participarmos da tua santidade e grandiosidade, recebendo a revelação de quem verdadeiramente és. Somos gratos por ter previdente cuidado em não permitir que qualquer detalhe nos faltasse sobre os teus planos e o teu caráter santo. Em nome de Jesus, amém.

Pr Jason

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