Só Uma Vez, Só Um Pouco, Não Faz Mal

Meditação do dia 23/09/2015

Jz 14.9E tomou-o nas suas mãos, e foi andando e comendo dele; e foi a seu pai e a sua mãe, e deu-lhes do mel, e comeram; porém não lhes deu a saber que tomara o mel do corpo do leão.”

Só Uma Vez, Só Um Pouco, Não Faz Mal – Uma anedota ilustrativa que ouvi à muitos anos, contata de uma forma muito engraçada pelo Pr Jairo, pastor da Tania, lá no Espírito Santo, era sobre o papagaio de uma família que falava apenas três frases: “Não faz mal” – “Não tem perigo” e “não tem importância.” Uma raposa entrou no quintal e a presa mais fácil que encontrou foi o “louro”, que com as asas cortadas não podia voar alto ou longe e durante a perseguição ele repetia desesperadamente suas únicas falas: “não faz mal, não tem perigo, não tem importância!” Foi pego e comido e enquanto era mastigado, ainda repetia: “não faz mal, não tem perigo, não tem importância!” A aplicação moral era sobre cristãos vivendo em situação de risco com o pecado e a vida desregrada, mas sempre que confrontados, eles repetem a mesma ladainha do papagaio: “não faz mal, não tem perigo, não tem importância!” E mesmo sendo engolidos pelo mundo e o pecado eles acreditam que “não tem nada a ver!” A vida de Sansão, um homem nascido sob promessa de Deus, com ministério e proposto específico, cheio do Espírito Santo desde o ventre, para fazer a diferença, acabou sendo conhecido por ter mais músculo do que cérebro e um relaxado com as verdades espirituais e a tônica de sua vida foi “bebidas, mulheres e festas;” Como nazireu de nascimento ele não poderia nem cheirar a cortiça de um garrafa de vinho, quanto mais beber; não poderia se aproximar de cadáveres tanto humanos, quanto de animais, para evitar contaminação cerimonial; não poderia cortar as tranças do cabelo e outras particularidades de sua vida devido ao seu serviço e missão. Mas quem diz que Sansão ligava para essas coisas! Que importância isso teria? Que diferença isso faria? Ele não valorizava a sua individualidade e não respeitava a vocação santa de sua vida e não levava em consideração sua influencia e responsabilidade para com seu povo. Ele era especial, mas queria ser comum, no sentido de irresponsabilidade do tipo: “Se os outros podem, por que eu não também não posso?” Seria muito importante, se você que me lê hoje, entendesse, que você não é igual aos outros, não foi criado para ser igual aos outros, não foi chamado para ser igual aos outros, suas habilidades e talentos te tornam único e com um propósito único; se tiver que nivelar, faça-o nivelando por cima, pelos melhores e nunca, mas nunca mesmo, negocie valores estabelecidos por Deus. Não brinque com o pecado, não aceite ir pelo caminho mais fácil e os atalhos da vida! Suas responsabilidades vem também acompanhadas de seus privilégios e honras. Pague o preço por ser diferente!

Pr Jason

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